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Futebol
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Futebol
HISTÓRIA
- O futebol já foi um ritual de guerra, mas o modelo que conhecemos hoje foi organizado na Inglaterra em 26 de outubro de 1863. Essa é a data da fundação da Football Association, em Londres. A prática, contudo, é muito antiga, com registros na China, Japão, América pré-hispânica, Grécia, Roma e Itália.
- Em solo inglês, o futebol foi regulamentado como maneira de organizar as regras surgidas e seguidas nos diversos colégios onde era praticado entre os anos de 1810 e 1840. Assim, em 1863, uma reunião a Freemason's Tavern, sediada na rua Great Queen, organizou a prática. Na ocasião, 11 colégios participaram da discussão. Esta seria a explicação do porquê deste ser o número de jogadores definido para cada uma das equipes em campo.
- Na China, por volta de 2.600 a.C., um ritual denominado TsüTsü consistia no uso da cabeça do chefe de inimigos por parte das tribos vencedoras como bola a ser chutada pelos vencedores. Os guerreiros acreditavam que pelo pé assimilariam a inteligência, valentia, força, habilidade e liderança do inimigo. Relatos semelhantes são encontrados na Europa Medieval e no século X, na Inglaterra. Também por volta de 2.600 a.C., começa no Japão a prática do Kemari, cujo objetivo é o controle da bola com os pés, revelando plasticidade, delicadeza e elegância. Essa cerimônia que ainda existe no país, celebra o autoconhecimento, a automeditação, o autocontrole e a autoaprendizagem. Serve, ainda, de base para a disciplina. No período compreendido entre 1.200 e 1.600 a.C., a América pré-hispânica inicia a prática do Tlachtli, jogado com uma bola de borracha dura e cuja finalidade era representar a batalha entre a luz e a escuridão. Ao fim da disputa, um dos jogadores era morto.
- Futebol no Brasil
- No Brasil, a primeira agremiação que teve o futebol incluído foi o Clube Brasileiro de Cricket. Isso aconteceu em 1880, no Rio de Janeiro, mais precisamente na área delimitada pelas ruas Carlos de Campos, Pinedo e Paissandu, no Flamengo. Da data de fundação até 1886, o clube atraía por volta de 3 mil pessoas. Foi contudo, o brasileiro descendente de ingleses Charles Miller quem introduziu oficialmente o futebol no Brasil. Miller nasceu em 1874 e em 1894 retornou ao país da Inglaterra, onde fora estudar. Na bagagem trouxe duas bolas de futebol, dois uniformes completos, uma bomba e uma agulha. Na mesma época, o professor alemão Hans Nobiling fundou em São Paulo o Sport Club Germania – hoje Pinheiros – e o carioca Oscar Cox funda o Fluminense Football Club. Cox organizou em 1º de agosto de 1901a primeira partida de futebol do país no Rio Cricket e Associação Atlética, em Niterói. Em campo, uma equipe de brasileiros enfrentou um time de jogadores ingleses. A partida terminou empatada
- O futebol já foi um ritual de guerra, mas o modelo que conhecemos hoje foi organizado na Inglaterra em 26 de outubro de 1863. Essa é a data da fundação da Football Association, em Londres. A prática, contudo, é muito antiga, com registros na China, Japão, América pré-hispânica, Grécia, Roma e Itália.
FUNDAMENTOS
- Podemos dividir os fundamentos técnicos em dois tipos de ações: A) movimentos sem bola (corrida com mudança, saltos, giros, etc.); B) movimentos com bola (recepção, passe, chute, etc.).
- De acordo com essa divisão, pretendemos desenvolver aqui somente as técnicas básicas do futebol pertencentes ao grupo b (movimentos com bola), executando as ações específicas desenvolvidas pelos jogadores que ocupam a posição de goleiro. Para uma melhor prática do futebol, faz-se necessário o conhecimento e domínio de algumas técnicas básicas, tais como: condução, passe, chute, drible ou finta, recepção, cabeceio e arremesso lateral. O cabeceio e o arremesso lateral serão abordados como elementos pertencentes a outros fundamentos técnicos, ou seja, o arremesso lateral seria considerado uma forma de passe, e o cabeceio, dentro dos demais fundamentos. As técnicas serão abordadas na seguinte sequência: definição e conceituação do termo, descrição da técnica e as possíveis variações e formas.
- CONDUÇÃO. É o ato de deslocar-se pelos espaços possíveis do jogo, tendo consigo o passe de bola. Técnica de condução de bola: a) posicionar o corpo e movimentá-lo de maneira a facilitar o tipo de condução desejada; b) manter a bola numa distancia que facilite a sequência da condução, bem como as variações necessárias de acordo com exigência da situação; c) utilizar o tipo de toque adequado à situação; d) postura adequada à movimentação, com o centro de gravidade um pouco mais baixo, quando necessário um melhor domínio e mais alto, quando conduzir em alta velocidade; e) distribuir a atenção na bola, no espaço e nos demais jogadores.
- PASSE. É um elemento técnico inerente ao fundamento chute, que se caracteriza pelo ato de impulsionar a bola para um companheiro. Técnica do passe: a) posicionamento do corpo de maneira favorável a sua execução; b) pé de apoio ao lado (atrás ou à frente) da bola; c) projeção da perna (membro inferior direito ou esquerdo) a ser utilizada em direção à bola; d) toque propriamente dito (durante a execução do movimento, o braço ajuda no coordenação e equilíbrio).
- CHUTE. É o ato de golpear a bola, desviando ou dando trajetória à mesma, estando ela parada ou em movimento. Técnica do chute: É semelhante à técnica do passe, sendo o objetivo das ações sua grande diferença. O chute tem como objetivo finalizar uma ação para o gol ou impedir o prosseguimento das ações do adversário.
- DRIBLE OU FINTA. É o ato que o jogador, estando ou não em posse da bola, tenta ludibriar o seu adversário. O drible, de acordo com a sua origem inglesa (dribbling), seria a progressão com a bola. Entretanto, no cotidiano do futebol, o drible é entendido como a forma de ludibriar o adversário. O termo correto para a ação de desvencilhar-se de um adversário seria finta, mas, como a palavra drible tornou-se muito utilizada neste sentido, consideraremos os dois como sinônimos. Técnica do drible ou finta: a) posicionar o corpo de maneira favorável ao drible (ou finta) desejado; b) manter a bola próxima ao corpo e o centro de gravidade baixo, permitindo assim um melhor domínio sobre a mesma; c) utilizar o tipo de toque e movimentação adequados ao drible desejado, de acordo com a situação; d) na execução do drible, a atenção é dirigida para a movimentação do adversário para o espaço e para a bola.
- RECEPÇÃO. Se o aluno não consegue Ter a posse da bola quando tenta interromper a trajetória da mesma, dizemos que houve uma má recepção. Este mesmo fundamento aparece na literatura como os seguintes sinônimos: abafamento, amortecimento, travar ou dominar a bola. Lembre-se que, cotidianamente, o domínio de bola é entendido como recepção. Entretanto, consideramos que o domínio ou controle da bola expressam um nível de referencia quanto ao “desenvolvimento” das capacidades coordenativas de condução e adaptação do movimento, sendo que o domínio pode manifestar-se com mais evidencia na técnicas de condução, recepção e drible. Técnicas da recepção: a) posicionamento do corpo de maneira favorável a recepção, com a parte do corpo a realizar o contato voltada par a bola; b) ao aproximar-se da bola, amortecê-la, tentando inicialmente, diminuir a sua velocidade; c) manter a bola próxima ao corpo, favorecendo assim, o seu domínio.
- CABECEIO. É o ato de impulsionar a bola utilizando a cabeça. Esse gesto técnico é bastante utilizado durante o jogo e pode ser aplicado, tanto para ações ofensivas como defensivas. O cabeceio apresenta-se como uma das alternativas para a realização de outros fundamentos, tais como: passe, chute, recepção, etc. O cabeceio poderá ser executado parado ou em movimento, estando ou não em suspensão. Aconselha-se principalmente, o uso da testa como a região da cabeça que irá realizar o contato com a bola. Existem duas posições básicas do tronco em relação à bola, no momento da execução do gesto técnico: frontal ou lateral.
- RECEPÇÃO. Se o aluno não consegue Ter a posse da bola quando tenta interromper a trajetória da mesma, dizemos que houve uma má recepção. Este mesmo fundamento aparece na literatura como os seguintes sinônimos: abafamento, amortecimento, travar ou dominar a bola. Lembre-se que, cotidianamente, o domínio de bola é entendido como recepção. Entretanto, consideramos que o domínio ou controle da bola expressam um nível de referencia quanto ao “desenvolvimento” das capacidades coordenativas de condução e adaptação do movimento, sendo que o domínio pode manifestar-se com mais evidencia na técnicas de condução, recepção e drible. Técnicas da recepção: a) posicionamento do corpo de maneira favorável a recepção, com a parte do corpo a realizar o contato voltada par a bola; b) ao aproximar-se da bola, amortecê-la, tentando inicialmente, diminuir a sua velocidade; c) manter a bola próxima ao corpo, favorecendo assim, o seu domínio.
- DRIBLE OU FINTA. É o ato que o jogador, estando ou não em posse da bola, tenta ludibriar o seu adversário. O drible, de acordo com a sua origem inglesa (dribbling), seria a progressão com a bola. Entretanto, no cotidiano do futebol, o drible é entendido como a forma de ludibriar o adversário. O termo correto para a ação de desvencilhar-se de um adversário seria finta, mas, como a palavra drible tornou-se muito utilizada neste sentido, consideraremos os dois como sinônimos. Técnica do drible ou finta: a) posicionar o corpo de maneira favorável ao drible (ou finta) desejado; b) manter a bola próxima ao corpo e o centro de gravidade baixo, permitindo assim um melhor domínio sobre a mesma; c) utilizar o tipo de toque e movimentação adequados ao drible desejado, de acordo com a situação; d) na execução do drible, a atenção é dirigida para a movimentação do adversário para o espaço e para a bola.
- CHUTE. É o ato de golpear a bola, desviando ou dando trajetória à mesma, estando ela parada ou em movimento. Técnica do chute: É semelhante à técnica do passe, sendo o objetivo das ações sua grande diferença. O chute tem como objetivo finalizar uma ação para o gol ou impedir o prosseguimento das ações do adversário.
- PASSE. É um elemento técnico inerente ao fundamento chute, que se caracteriza pelo ato de impulsionar a bola para um companheiro. Técnica do passe: a) posicionamento do corpo de maneira favorável a sua execução; b) pé de apoio ao lado (atrás ou à frente) da bola; c) projeção da perna (membro inferior direito ou esquerdo) a ser utilizada em direção à bola; d) toque propriamente dito (durante a execução do movimento, o braço ajuda no coordenação e equilíbrio).
- Podemos dividir os fundamentos técnicos em dois tipos de ações: A) movimentos sem bola (corrida com mudança, saltos, giros, etc.); B) movimentos com bola (recepção, passe, chute, etc.).
REGRAS
- As leis que regem o futebol foram elaboradas pela International Football Association Board (IFAB) em 1938. O texto que compreende 17 regras e uma série de decisões suplementares da IFAB, sofreu alterações impostas pela própria evolução técnica e tática do esporte.
- CAMPO. O futebol é jogado num campo gramado com as medidas máximas de 120m de comprimento e 90m de largura e mínimas de 90m de comprimento e 45m de largura. Em os internacionais as medidas máximas são 110m de comprimento por 75m de largura e mínimas, 100m por 64m de largura. O campo é dividido ao meio por uma linha transversal, no centro da qual é desenhado um círculo com raio de 9,15m, de onde se dá a saída, no início de cada tempo de jogo ou sempre após a marcação de um gol.
- BOLA. Esférica e coberta de couro, ou outro material adequado, a bola deve ter de 68 a 71cm de circunferência e pesar de 396 a 453g. A pressão a ela aplicada é de um quilograma por centímetro quadrado, ao nível do mar. Proíbe-se aos jogadores usar as mãos para impulsionar a bola, a não ser o goleiro, dentro do limite da grande área, ou qualquer outro atleta na cobrança do arremesso lateral.
- ÁRBITRO. A única autoridade reconhecida durante a partida é o árbitro, que recebe o auxílio de dois juízes de linha (bandeirinhas). A ele cabe a vistoria do gramado e das condições de segurança do estádio; a aplicação das regras e a solução de lances duvidosos; a cronometragem do jogo; a punição de jogadores; a interrupção e o reinício da partida quando julgar necessário; e a anotação das ocorrências. Os juízes de linha assinalam quando a bola sai de jogo e se deve ser cobrado escanteio, tiro de meta ou lateral.
- IMPEDIMENTO. Será considerado impedido o jogador que ao receber um lançamento de um companheiro no campo de ataque, esteja mais próximo da linha de fundo que o penúltimo jogador adversário.
- BOLA FORA DE JOGO. Considera-se que a bola está fora de jogo quando ela atravessa inteiramente as linhas laterais ou de fundo, quando se marca um gol ou quando o juiz interrompe a partida por qualquer motivo. A reposição de bola pode ser feita por meio de tiro livre (após uma infração), arremesso lateral, tiro de meta, escanteio ou bola ao chão.
- INFRAÇÕES. São punidas com tiro livre direto as faltas contra o adversário e o toque de mão ou braço na bola. O tiro livre indireto é cobrado após as obstruções, jogadas que o juiz considere perigosas ou no tranco ilícito sobre o goleiro. O jogador que reincide em faltas violentas, comete indisciplina ou desrespeito é expulso de campo. Na cobrança de faltas nenhum jogador adversário pode estar a menos de 9,15m da bola, que somente entrará em jogo depois de percorrer uma distância igual à sua circunferência.
- BOLA FORA DE JOGO. Considera-se que a bola está fora de jogo quando ela atravessa inteiramente as linhas laterais ou de fundo, quando se marca um gol ou quando o juiz interrompe a partida por qualquer motivo. A reposição de bola pode ser feita por meio de tiro livre (após uma infração), arremesso lateral, tiro de meta, escanteio ou bola ao chão.
- IMPEDIMENTO. Será considerado impedido o jogador que ao receber um lançamento de um companheiro no campo de ataque, esteja mais próximo da linha de fundo que o penúltimo jogador adversário.
- ÁRBITRO. A única autoridade reconhecida durante a partida é o árbitro, que recebe o auxílio de dois juízes de linha (bandeirinhas). A ele cabe a vistoria do gramado e das condições de segurança do estádio; a aplicação das regras e a solução de lances duvidosos; a cronometragem do jogo; a punição de jogadores; a interrupção e o reinício da partida quando julgar necessário; e a anotação das ocorrências. Os juízes de linha assinalam quando a bola sai de jogo e se deve ser cobrado escanteio, tiro de meta ou lateral.
- BOLA. Esférica e coberta de couro, ou outro material adequado, a bola deve ter de 68 a 71cm de circunferência e pesar de 396 a 453g. A pressão a ela aplicada é de um quilograma por centímetro quadrado, ao nível do mar. Proíbe-se aos jogadores usar as mãos para impulsionar a bola, a não ser o goleiro, dentro do limite da grande área, ou qualquer outro atleta na cobrança do arremesso lateral.
- CAMPO. O futebol é jogado num campo gramado com as medidas máximas de 120m de comprimento e 90m de largura e mínimas de 90m de comprimento e 45m de largura. Em os internacionais as medidas máximas são 110m de comprimento por 75m de largura e mínimas, 100m por 64m de largura. O campo é dividido ao meio por uma linha transversal, no centro da qual é desenhado um círculo com raio de 9,15m, de onde se dá a saída, no início de cada tempo de jogo ou sempre após a marcação de um gol.
- As leis que regem o futebol foram elaboradas pela International Football Association Board (IFAB) em 1938. O texto que compreende 17 regras e uma série de decisões suplementares da IFAB, sofreu alterações impostas pela própria evolução técnica e tática do esporte.
CURIOSIDADES
- 1) A primeira Copa foi na América do Sul A primeira Copa do Mundo de Futebol foi realizada no Uruguai, no ano de 1930, e os anfitriões levaram o título da competição vencendo a Argentina na grande final.
- 2) Só um país disputou todas as Copas Desde que a Copa do Mundo foi criada, em 1930, o Brasil é o único país que participou de todas as edições do mundial. Além disso, a seleção brasileira é a maior campeã do futebol masculino, sendo a única com cinco taças do mundial.
- 3) Manto da padroeira do Brasil Em 1958, o Brasil já atuava com o uniforme “canarinho”, na cor amarela. Em jogo com a Suécia, as cores repetiram-se, e nesse momento foram criadas as camisas azuis. O novo tom azul seria a cor do manto de Nossa Senhora da Aparecida, a padroeira do Brasil.
- 4) O primeiro gol do Brasil em Copas O primeiro gol do Brasil em Copas do Mundo foi marcado pelo jogador Preguinho contra a Iugoslávia, em 1930. Infelizmente, o Brasil perdeu por 2x1.
- 5) O primeiro “7x1” A eliminação do Brasil na Copa de 2014, quando perdeu para a Alemanha por 7x1 em Belo Horizonte, é considerada atualmente a grande “tragédia” do futebol brasileiro. Antes, o maior “vexame” tinha sido em 1950, quando o Brasil também foi sede do mundial. A seleção chegou à final contra o Uruguai, e o título já era esperado por torcedores e imprensa, mas o Brasil perdeu por 2x1 em pleno Maracanã lotado. A derrota ficou conhecida como Maracanazo.
- 4) O primeiro gol do Brasil em Copas O primeiro gol do Brasil em Copas do Mundo foi marcado pelo jogador Preguinho contra a Iugoslávia, em 1930. Infelizmente, o Brasil perdeu por 2x1.
- 3) Manto da padroeira do Brasil Em 1958, o Brasil já atuava com o uniforme “canarinho”, na cor amarela. Em jogo com a Suécia, as cores repetiram-se, e nesse momento foram criadas as camisas azuis. O novo tom azul seria a cor do manto de Nossa Senhora da Aparecida, a padroeira do Brasil.
- 2) Só um país disputou todas as Copas Desde que a Copa do Mundo foi criada, em 1930, o Brasil é o único país que participou de todas as edições do mundial. Além disso, a seleção brasileira é a maior campeã do futebol masculino, sendo a única com cinco taças do mundial.
- 6) Bola feita com bexiga de boi A primeira bola de futebol foi feita de couro curtido (capotão), e a câmara de ar era uma bexiga de boi. Em 1958, a bexiga deu lugar à câmara de ar de borracha, mas, em dias chuvosos, as bolas encharcavam-se, chegando a pesar o dobro. Em 1994, as bolas começaram a ficar mais leves, graças à presença de polímeros. O poliuretano foi usado como revestimento e, nas camadas internas , empregou-se o poliestireno, enquanto as câmaras eram de látex.
- 7) Roubaram a taça! O troféu da Copa do Mundo foi usado em duas versões: a Taça Jules Rimet, de 1930 a 1970, que levava o nome do primeiro presidente da Fifa, entidade que rege o futebol, e o Troféu da Copa do Mundo, usado de 1974 até hoje. Nas primeiras edições, a posse definitiva da taça ficaria com o país que conseguisse vencer três edições do mundial, o que aconteceu com o Brasil após vencer em 1958, 1962 e 1970. Depois do tricampeonato do Brasil, a Fifa elaborou a nova taça, dessa vez sem permitir a entrega definitiva aos vencedores. Em 1983, a Jules Rimet foi roubada no Brasil e, alguns dias depois, foi descoberto que ela havia sido derretida. Em 2015, uma parte da taça foi encontrada nos porões da sede da Fifa, em Zurique, na Suíça.
- 8) Os números nas camisas A numeração dos uniformes só apareceu em 1933. Na Copa da Inglaterra, entre Everton e Manchester City, uma equipe numerou as camisas de 1 a 11, e a outra, de 12 a 22. No Brasil, a numeração foi implantada em 1947, e, em 1950, a ideia chegou à Copa do Mundo. A numeração facilitava a identificação dos jogadores para locutores, fotógrafos etc.
- 9) Não existiam cartões até a Copa de 1970. Após uma confusão na Copa do Mundo de 1966, a FIFA implantou os cartões amarelo e vermelho. Em um jogo entre Argentina e Inglaterra, o capitão argentino Rattín contestou a marcação de uma falta com o árbitro alemão Rudolf Kreitlein. O juiz considerou a reclamação acintosa e expulsou o argentino. Rudolf utilizou gestos para indicar que Rattín havia sido expulso, mas o argentino não entendeu e negou-se a sair de campo. Inspirado nas cores do semáforo — amarelo para reduzir velocidade e vermelho para parar —, o chefe dos árbitros na Copa de 1970, o inglês Keen Aston, teve a ideia de usar cores para sinalizar as penalidades. Antes disso, os árbitros usavam apenas o apito, voz e gestos para fazer as marcações.
- 10) Primeiro clube de futebol do Brasil A prática do futebol no Brasil foi realizada, pela primeira vez, pelo São Paulo Athletic Club, time formado por colonos ingleses, em 1888. No entanto, o clube de futebol mais antigo e que ainda está em atividade no Brasil é o Sport Club Rio Grande, fundado em 19 de julho de 1900. Em homenagem à equipe, a data também foi escolhida como Dia Nacional do Futebol. 11) O jogo com 22 expulsos
- 9) Não existiam cartões até a Copa de 1970. Após uma confusão na Copa do Mundo de 1966, a FIFA implantou os cartões amarelo e vermelho. Em um jogo entre Argentina e Inglaterra, o capitão argentino Rattín contestou a marcação de uma falta com o árbitro alemão Rudolf Kreitlein. O juiz considerou a reclamação acintosa e expulsou o argentino. Rudolf utilizou gestos para indicar que Rattín havia sido expulso, mas o argentino não entendeu e negou-se a sair de campo. Inspirado nas cores do semáforo — amarelo para reduzir velocidade e vermelho para parar —, o chefe dos árbitros na Copa de 1970, o inglês Keen Aston, teve a ideia de usar cores para sinalizar as penalidades. Antes disso, os árbitros usavam apenas o apito, voz e gestos para fazer as marcações.
- 8) Os números nas camisas A numeração dos uniformes só apareceu em 1933. Na Copa da Inglaterra, entre Everton e Manchester City, uma equipe numerou as camisas de 1 a 11, e a outra, de 12 a 22. No Brasil, a numeração foi implantada em 1947, e, em 1950, a ideia chegou à Copa do Mundo. A numeração facilitava a identificação dos jogadores para locutores, fotógrafos etc.
- 7) Roubaram a taça! O troféu da Copa do Mundo foi usado em duas versões: a Taça Jules Rimet, de 1930 a 1970, que levava o nome do primeiro presidente da Fifa, entidade que rege o futebol, e o Troféu da Copa do Mundo, usado de 1974 até hoje. Nas primeiras edições, a posse definitiva da taça ficaria com o país que conseguisse vencer três edições do mundial, o que aconteceu com o Brasil após vencer em 1958, 1962 e 1970. Depois do tricampeonato do Brasil, a Fifa elaborou a nova taça, dessa vez sem permitir a entrega definitiva aos vencedores. Em 1983, a Jules Rimet foi roubada no Brasil e, alguns dias depois, foi descoberto que ela havia sido derretida. Em 2015, uma parte da taça foi encontrada nos porões da sede da Fifa, em Zurique, na Suíça.
- 1) A primeira Copa foi na América do Sul A primeira Copa do Mundo de Futebol foi realizada no Uruguai, no ano de 1930, e os anfitriões levaram o título da competição vencendo a Argentina na grande final.
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- Beschreibung
- Mindmap am Futebol, erstellt von Pedro Bacelar am 10/07/2020.
- Erstellt von
- Pedro Bacelar
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