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G7

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O G7 ou Grupo dos Sete é um fórum integrado por sete nações que, juntas, representam metade da economia mundial. O grupo reúne-se periodicamente desde 1975 para discutir questões relacionadas à economia.
Os países que participam desse grupo são: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido
Nos anos 70, as autoridades tinham a necessidade de um ambiente mais informal para poder resolver as questões econômicas. Após a crise de 1973, Valéry Giscard d'Estaing, presidente da França naquela época, convocou os sete países mais ricos do mundo e seus devidos presidentes para que uma vez por ano, eles se reunissem para debater sobre a econômia.
O PIB (produto interno bruto) representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um período determinado. O PIB dos países participantes do G7 sâo: Alemanha:3,861 trilhões, Canadá:1,736 trilhão, Estados Unidos:21,43 trilhões, França:2,716 trilhões, Itália:2,004 trilhões, Japão:5,082 trilhões, e Reino Unido:2,829 trilhões.
A renda per capita ou rendimento per capita é um indicador que ajuda a medir o grau de desenvolvimento econômico de um país ou região. A Renda Per Capita dos países participantes do G7 são: Alemanha:46.445,25 USD, Canadá:46.194,73 USD, Estados Unidos:65.297,52 USD, França:65.297,52 USD, Itália:33.228,24 USD, Japão:40.246,88 USD, e Reino Unido:42.330,12 USD.
O investimento em saúde tem como um dos principais retornos a prevenção de doenças. Manter uma vida ativa, com uma alimentação equilibrada e sono regular ajuda a evitar problemas como: diabetes, síndrome metabólica, depressão, alguns tipos de câncer, artrite, hipertensão, entre outros.
- Alemanha-A saúde na Alemanha é financiada por um sistema de contribuições sociais que assegura assistência médica gratuita para todos através de seguros sociais de saúde - as caixas de doença. O pagamento dos seguros sociais baseia-se num percentual da renda, dividido de forma paritária entre empregado e empregador.
- Canadá-O Canadá tem um sistema de saúde com financiamento público, mas a grande maioria dos médicos não trabalha para o governo. Um paciente é livre para escolher o médico que deseja visitar, e ele têm direito aos serviços essenciais de saúde, custeados pelo próprio governo.
- Estados Unidos-A forma mais comum de obter um plano de saúde nos Estados Unidos é trabalhando em uma empresa que ofereça o benefício aos funcionários. No entanto, grande parte dos americanos não é beneficiada por essa prática e não tem dinheiro suficiente para pagar um convênio.
- França-As lições da experiência de cuidados de saúde franceses são os cuidados acessíveis e de alta qualidade exigem elevados níveis de despesa pública, a qual reivindica o apoio do público e de profissionais influentes, e a existência de seguro de saúde privado complementar nacional
- Itália-Ao se cadastrar no SSN, você terá adquirido os mesmos direitos e responsabilidades de um cidadão italiano. Você terá acesso a exames de laboratório, atendimento hospitalar e remédios que forem prescritos por médicos. Em alguns casos, dependendo da complexidade do tratamento médico, o máximo que terá que pagar será uma pequena taxa, a qual também é paga pelos cidadãos italianos. O sistema de saúde italiano também garante atendimento para todos os membros de sua família que são cadastrados como dependentes e que moram com você na Itália.
- Japão-A premissa no Japão é simples: a saúde é uma obrigação do governo, assim como a segurança e o lixo. As pessoas pagam por seu sistema de saúde através de impostos e taxas razoáveis. E o governo assume a responsabilidade de controlar os gastos.
- Reino Unido-O serviço de saúde do Reino Unido é composto de quatro sistemas públicos: da Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte. Os quatro foram criados em 1948, ou seja, o sistema possui 71 anos.O acesso é universal e baseia-se nos princípios de equidade, como no Brasil. Porém, nem todos são iguais perante ao NHS. Basicamente, atende os residentes permanentes legalizados; refugiados; estudantes com visto de estudante válido por mais de seis meses, assim como seus familiares; solicitantes de asilo; e pessoas com permissão para trabalhar na Inglaterra.
Educação significa o meio em que os hábitos, costumes e valores de uma comunidade são transferidos de uma geração para a geração seguinte.
- Alemanha-Na Alemanha cada estado tem o direito de criar sua própria estrutura educacional; como o país conta com 16 regiões estatais, pode-se afirmar que os modelos de educação vigentes entre os alemães são bem diversificados. Alguns pontos, porém, são consensuais, como o início compulsório das aulas a partir dos 6 anos de idade em todo o território alemão.
- Canadá-O sistema educacional canadense atrai estudantes de todo o mundo e é mantido em alto padrão por cada uma das províncias e territórios. O Conselho de Ministros da Educação é um fórum para ministros da educação para discutir assuntos relacionados à educação, coordenar atividades educacionais e compartilhar informações. O Canadá possui uma das maiores taxas de educação pós-secundária do mundo.
- Estados Unidos-O sistema de Educação Básico americano é primordialmente público. Apenas cerca de 10% dos estudante estão em escolas privadas . Há três modelos de escolas nos Estados Unidos: as particulares, as públicas e as charter (financiadas com dinheiro público, mas geridas de forma autônoma e sem fins lucrativos). Nas duas primeiras, educação está dividida em três níveis: elementar (elementary school) , média (middle school) e secundária (high school).
- França-A educação na França é pública e laica da Maternelle ao Lycée. A escolaridade é obrigatória dos 6 aos 16 anos e o sistema de educação é centralizado e controlado pelo ministério da educação francês, cujo orçamento é o mais alto de todos os ministérios.
- Itália-A educação na Itália é altamente estimada com uma ampla gama de excelentes instituições acadêmicas em todo o país, acolhendo estudantes interessados em praticamente qualquer assunto. A Itália desempenhou um importante papel acadêmico como um dos catalisadores na reforma do ensino superior da Europa através do Processo de Bolonha. Estudantes que realizam uma educação na Itália ganham conhecimento valioso não só dentro da sala de aula, mas também através da vida cotidiana neste país dinâmico, vibrante e incrível.
- Japão-Desde 1947 que a educação obrigatória no Japão inclui a educação infantil e o ensino fundamental, shōgakkō e chūgakkō, o qual dura nove anos (dos seis aos 15 anos). A formação educacional é gratuita e compulsória para todos os que estejam na faixa etária localizada entre os seis e 15 anos, apesar de uma boa parte dos graduados neste estágio seguirem voluntariamente para o período seguinte, correspondente ao 2º grau; já se tornou praticamente uma tradição, para os estudantes, ter no currículo essa fase da educação.
- Reino Unido-O Reino Unido representa uma convergência de tradição e inovação que se espalhará em seu sistema educacional - a reputação credenciada das universidades do Reino Unido é um produto de sua rica herança e fluxo de resultados da pesquisa. As universidades do Grupo Russel continuam bem em rankings internacionais, enquanto Oxford e Cambridge são algumas das instituições mais antigas e de prestígio do mundo.
Segurança
- Alemanha-De acordo com o relatório divulgado pela Global Peace Index, a Alemanha ocupa a 16ª posição no ranking de países mais seguros do mundo, onde são analisados 163 países, utilizando 23 indicadores qualitativos e quantitativos.O número de crimes registrados na Alemanha foi de 5,76 milhões. Atualmente, Berlim é considerada a cidade com maior número de delitos em todo o país, seguida por Leipzig, Hanover e Frankfurt, que já foi a primeira, mas hoje ocupa o quarto lugar neste ranking.
- Canadá-O Canadá ocupa a 8ª posição de 162 no ranking dos países mais seguros do mundo e é frequentemente visto como um porto seguro em comparação a muitos outros países, inclusive Brasil e EUA.
- Estados Unidos-Que os Estados Unidos são um país seguro qualquer viajante sabe, mas é comum mesmo os mais experientes se surpreenderem com atitudes que são inimagináveis no Brasil. Claro que existem crimes, mas a polícia funciona. Em cidades turísticas, por exemplo, a chance de um assalto é praticamente nula, mas roubos acontecem.
- França-A taxa de criminalidade no território francês cresceu consideravelmente nos últimos anos. Mesmo com todo o esforço nas atividades policiais para combater ataques terroristas, roubos e furtos, o que impacta diretamente a qualidade de vida francesa. As regiões francesas a noroeste, como Bretanha e no centro-sul, como Occitânia, Auvergne-Rhône-Alpes (Lyon) e Nova Aquitânia são as que têm menor índice de criminalidade, considerando todos os diversos tipos de crime. Já Provence-Alpes-Côte d’Azur, onde fica localizada a cidade de Marseille, é a extensão francesa com índices de criminalidade mais altos, fora de Paris e adjacências.
- Itália-A Itália é um país, no geral, seguro. Não tem grandes problemas de violência, não tem problemas diplomáticos com nenhum país e a taxa de criminalidade não é das maiores. Óbvio que existe, como em todo o resto do mundo, mas se formos comparar, inclusive com o Brasil, a Itália torna-se um país extremamente seguro.
- Japão-O Japão é um país muito seguro, desde 2015 os índices de criminalidade andam tão baixos que não chegam a 1% ao ano. Os policiais são conhecidos como Omawari-san, acabam sem ter muito o que fazer.Sempre há uma possibilidade, por mais improvável que seja, de você ser vítima de uma forma de pequeno delito no Japão, mas se você precisar de ajuda, dirija-se a um koban local - os pequenos quiosques da polícia espalhados por todos os bairros japoneses.
- Reino Unido- No geral, a segurança do Reino Unido é muito boa. Não temos muitos detalhes de como o processo de segurança funciona, porém, todos aqueles que habitam o local, parecem satisfeitos com sua segurança.
Tecnologia
- Alemanha-A eficiência e as tecnologias alemãs são sempre lembradas. Um dos países economicamente mais fortes do mundo, a Alemanha é também uma potência no futebol.Porém, quando o assunto é tecnologia não temos nenhum pudor em usar várias da invenções dos alemães, como por exemplo: automóveis, toca-discos, furadeira, e etc.
- Canadá-O Canadá está perdendo talentos em tecnologia e, como consequência, as empresas canadenses estão tentando atrair talentos estrangeiros para se mudarem para o país da América do Norte. O Canadá precisa de profissionais de tecnologia e um relatório mostra que existem mais empregos em TI agora do que antes da pandemia.
- Estados Unidos-O Conselho da Indústria e Tecnologia dos Estados Unidos (ITI) divulgou na última quinta-feira (6) um relatório com dados atuais sobre o crescimento do setor de tecnologia no país, com destaque para a expansão fora dos grandes polos tecnológicos, como Califórnia e Nova York.
- França-No que diz respeito à França, o investimento em tecnologia inteligente nas indústrias pode ser fortemente percebido. Segundo o presidente francês, Emmanuel Macron, o país investirá U$1,8 bilhão em Tecnologia Artificial até 2022.
- Itália-Com ajuda de algumas grandes empresas norte-americanas, o setor de tecnologia na Itália está decolando. No mês passado, a gigante de tecnologia Cisco anunciou uma série de compromissos estratégicos no país, que totalizam US$ 100 milhões nos próximos três anos. A Cisco assinou acordo com o Ministério da Educação, Universidade e Pesquisa (MIUR, na sigla em inglês) para fornecer treinamento para professores e alunos por meio do Cisco Networking Academy.
- Japão- Com a expectativa de que até 2025 o Japão tenha 40% da população idosa, o país já está no desenvolvimento de novas tecnologias que ajudem esse grupo para melhor a qualidade de vida. Uma calda mecânica e suportes para usar no corpo já foram desenvolvidos para causar menos danos a coluna, aumentar força e mobilidade.
- Reino Unido-As empresas de tecnologia britânicas arrecadaram 4,5 bilhões de libras (US$ 6,1 bilhões) em 2017, quase o dobro do valor levantado no ano anterior, segundo o relatório da Tech Nation, uma organização parcialmente financiada pelo governo para promover a economia digital do Reino Unido. O país só fica atrás dos EUA e da China em termos de investimentos em capital de risco, segundo o relatório.
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- Beschreibung
- Mindmap am G7, erstellt von Fernanda Gonçalves Prado Lázaro am 27/04/2021.
- Erstellt von
- Fernanda Gonçalves Prado Lázaro
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