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MAPA II GEOGRAFIA
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MAPA II GEOGRAFIA
ELEMENTOS E FATORES DO CLIMA
- ELEMENTOS DO CLIMA
- São atributos da atmosfera ou fenômenos meteorológicos que, na complexidade de sua combinação, caracterizam o tempo ou o clima. Temperatura, radiação solar, umidade, pressão atmosférica e ventos são elementos do clima.
- TEMPERATURAS E RADIAÇÃO
- Temperatura é a quantidade de energia presente na atmosfera expressa em calor, que pode ser medida por termômetros meteorológicos. Quanto maior a quantidade de raios solares recebidos em um local, maior será sua temperatura. A escala de temperatura é medida em graus Celsius ou centígrados (°C) e, também, em graus Farenheit (°F). No Brasil, o padrão das temperaturas é expresso em graus Celsius, que tem em 0° C a temperatura do ponto de congelamento da água, e em 100° C, a temperatura do ponto de ebulição da água.
- É bom lembrar que o Sol é a fonte de energia térmica externa da Terra, entretanto, da radiação solar que atravessa a atmosfera, 19% é absorvida pela atmosfera, 23% é refletida por nuvens, partículas e aerossóis, e outros 49% são absorvidos pela superfície terrestre e, posteriormente, refletidos de volta à atmosfera.
- O albedo é a capacidade de reflexão da radiação solar pelas superfícies. As superfícies mais claras, como a neve, têm albedos muito elevados, ou seja, refletem muita radiação solar. Outro detalhe importante é que a atmosfera é aquecida e/ou resfriada por baixo, pela superfície que absorve e reflete a maior parte da radiação solar.
- UMIDADE
- É a quantidade de vapor de água presente na atmosfera. Ela varia de um lugar para outro e em diferentes períodos do ano. A umidade absoluta corresponde à quantidade total de vapor de água presente na atmosfera, enquanto a umidade relativa é a quantidade de vapor de água existente na atmosfera até o seu ponto de saturação. Quando a umidade relativa do ar chega a 100%, diz-se que a atmosfera está satu- rada, ou seja, chegou ao ponto máximo de retenção de vapor de água, sendo iminente a precipitação. As precipitações podem ocorrer sob a forma de chuva, granizo e neve. Além dessas, ocorrem condensações superficiais, como a geada e o orvalho. Veja a seguir os principais tipos de chuva.
- CONECTIVA
- São as chamadas “chuvas de verão” e ocorrem normalmente no final da tarde ou início da noite. Para que se formem, há uma grande movimentação de ar, pois as temperaturas mais elevadas aquecem o ar próximo à superfície que, junto com o vapor de água, entram em um movimento ascendente na atmosfera; ao mesmo tempo, o ar frio que está nas camadas altas desce, formando a convecção. Ao encontrarem as camadas de ar mais elevadas e frias da atmosfera, o vapor de água forma nuvens que se saturam e precipitam sob a forma de chuva. Normalmente, são precipitados grandes volumes de água em pequenos intervalos de tempo: essas são as pancadas de chuvas.
- FRONTAL
- São chuvas que ocorrem quando massas de ar com diferentes propriedades de temperatura, umidade e pressão se encontram e, no ponto de contato entre elas, quando a frente quente avança sob uma frente fria, o ar quente sobe, e o ar frio desce, causando, assim, a precipitação. Também podem ocorrer precipitações quando uma frente fria avança sob uma frente quente, geralmente são intensas e de curta duração.
- ORTOGRÁFICA
- Sua denominação vem do grego oros, que significa relevo. Ocorre quando as parcelas de ar carregadas de umidade encontram uma barreira no relevo e, ao percorrerem sua superfície, resfriam- -se com o aumento da altitude, gerando a condensação e a precipitação na vertente que sobe, chamada de barlavento. Esse tipo de chuva ocorre na Zona da Mata e no litoral do Nordeste brasileiro, por causa da barreira oferecida pelo Planalto da Borborema ao ar carregado de umidade vindo do oceano, determinando chuvas a barlavento, enquanto o ar que chega do outro lado da elevação, chamada de sotavento, está seco, não oferecendo condições para a ocorrência de chuvas.
- PRESSÃO ATMOSFÉRICA
- É, de modo geral, o peso da coluna de ar sobre uma determinada área e, consequentemente, sobre todas as coisas que nela existe. A pressão atmosférica está diretamente relacionada com a altitude da superfície e a temperatura do ar. Nas áreas de maior altitude, o ar é rarefeito, ou seja, apresenta menor concentração de partículas do que nas regiões de menor altitude. Dessa forma, quanto maior for a altitude, menor será a pressão atmosférica e vice-versa.
- A pressão varia de acordo também com a temperatura. Quando o ar é aquecido, suas moléculas se expandem, e ele fica menos denso (baixa pressão), tendendo a subir. Quando o ar é resfriado, ele se torna mais denso (alta pressão), e sua tendência é descer. Dessa forma, na busca de um equilíbrio, o ar se desloca das áreas de alta pressão para as de baixa pressão. Isso é fundamental para se compreender a circulação geral da atmosfera.
- É, de modo geral, o peso da coluna de ar sobre uma determinada área e, consequentemente, sobre todas as coisas que nela existe. A pressão atmosférica está diretamente relacionada com a altitude da superfície e a temperatura do ar. Nas áreas de maior altitude, o ar é rarefeito, ou seja, apresenta menor concentração de partículas do que nas regiões de menor altitude. Dessa forma, quanto maior for a altitude, menor será a pressão atmosférica e vice-versa.
- VENTOS
- São imprescindíveis para a dinâmica atmosférica e atuam em escala global na circulação do ar. De maneira simplificada, pode-se entender o mecanismo de formação dos ventos a partir das diferenças de temperatura, considerando que o ar quente está associado a uma área de baixa pressão (ciclonal), e o ar frio se associa a áreas de alta pressão (anticiclonal). Como a Terra se aquece de modo diferen- ciado, de acordo com suas zonas climáticas, as diferenças de temperatura e pressão formam células de circulação de ar,
- CÉLULAS DE HADLEY
- O ar circula da li- Célula de Ferrel Círculo polar Ventos de oeste 30° Ventos alísios Célula de Hadley 0° Célula de Hadley 30° Célula de Ferrel Ventos de oeste Ventos alísios Alta pressão Zona de Convergência Intertropical Alta pressão nha do equador e desce próximo a 30° nas latitudes Norte ou Sul, formando uma célula de circulação atmosférica.
- CÉLULA DE FERREL
- O ar sobe próximo a 60° Norte e Sul e desce próximo a 30° nas latitudes Norte e Sul, para retornar posteriormente aos 60° nas latitudes Norte e Sul, formando uma célula de circulação atmosférica.
- CIRCULAÇÃO POLAR
- É o deslocamento do ar entre as latitudes 60° e 90° graus nas latitudes Norte e Sul, para formar a célula de circulação atmosférica.
- CÉLULAS DE HADLEY
- São imprescindíveis para a dinâmica atmosférica e atuam em escala global na circulação do ar. De maneira simplificada, pode-se entender o mecanismo de formação dos ventos a partir das diferenças de temperatura, considerando que o ar quente está associado a uma área de baixa pressão (ciclonal), e o ar frio se associa a áreas de alta pressão (anticiclonal). Como a Terra se aquece de modo diferen- ciado, de acordo com suas zonas climáticas, as diferenças de temperatura e pressão formam células de circulação de ar,
- ELEMENTOS DO CLIMA
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- Mindmap am MAPA II GEOGRAFIA, erstellt von Augusto Sandri am 20/09/2021.
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- Augusto Sandri
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