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OSPF Multiarea

Rayssa OConnor 3 - CCNA SN certificacao Spanisch

OSPF Multiarea

Inhalt der Mindmap

OSPF Multiarea

  • quando um roteador recebe novas informações sobre a topologia, como com adições, exclusões ou modificações de um link, o roteador deve repetir o algoritmo SPF, criar uma nova árvore SPF e atualizar a tabela de roteamento. O algoritmo SPF exige muito da CPU e o tempo necessário para o cálculo depende do tamanho da área. Muitos roteadores em uma área tornam o LSDB maior e aumentam a carga da CPU. Portanto, organizar os roteadores em áreas divide efetivamente um banco de dados potencialmente grande em bancos de dados menores e mais gerenciáveis
  1. Problema de OSPF em área Única

    • Roteadores em excesso em uma área aumentam a carga na CPU e criam um grande banco de dados de estado de enlace (link state). 
    • Tabela de roteamento grande
      •  O OSPF não executa a sumarização de rotas por padrão. Se as rotas não forem sumarizadas, a tabela de roteamento poderá se tornar muito grande, dependendo do tamanho da rede.
    • Banco de dados link-state (LSDB)
      • Uma vez que o LSDB cobre a topologia de toda a rede, cada roteador deverá manter uma entrada para cada rede na área, mesmo que nem todas as rotas sejam selecionadas para a tabela de roteamento.
    • Cálculos de algoritmo de SPF frequentes
      • Em uma rede de grande porte, as alterações serão inevitáveis, por isso os roteadores usam vários ciclos de CPU para recalcular o algoritmo SPF e atualizar a tabela de roteamento.
  2. Uma área OSPF é um grupo de roteadores que compartilham as mesmas informações de estado do link em seus bancos de dados de estado do link.

    • Uma área não deve ter mais de 50 roteadores
    • Um roteador não deve estar em mais de três áreas
    • Nenhum roteador único deve ter mais de 60 vizinhos.
  3. Multiarea torna o OSPF mais eficiente e escalável

  4. Tipos de area

    • área 0 = área de backbone (trânsito)
      • todas as áreas restantes devem conectar à área de backbone
        • As áreas de backbone interconectam com outros tipos de área do OSPF
      • função principal é o movimento rápido e eficiente de pacotes IP
      • Em geral, os usuários finais não são encontrados dentro de uma área de backbone
    • Área regular (não backbone)
      • Conecta usuários e recursos
      • uma área regular não permite que o tráfego de outra área use seus links para acessar outras áreas.
      • Todo o tráfego que se propaga de uma área para outra área deve passar pela área de backbone. Esse tráfego é conhecido como o tráfego entre áreas.
  5. TIpos de Roteador

    • iRoteador interno
      • todas as interfaces na mesma área
    • Roteador de backbone
      •  Esse é um roteador na área de backbone
    • Roteador de Borda de Área (ABR)
      • roteador com as interfaces conectadas a várias áreas
      •  podem ser configurados para sumarizar as informações de roteamento dos LSDBs das suas áreas conectadas
    • Roteador de Borda de Sistema Autônomo (ASBR)
      • roteador que tem, pelo menos, uma interface conectada a uma rede externa (outro sistema autônomo), como uma rede não OSPF
      • Um ASBR pode importar as informações da rede não OSPF para a rede OSPF e vice-versa, usando um processo chamado redistribuição de rota.
  6. Tipos de LSA

    • atuam como registros do banco de dados e fornecem detalhes específicos da rede OSPF
    •  Em combinação, descrevem a topologia inteira de uma área ou rede OSPF.
    • TIpo 1
      •  O LSA contém uma lista das interfaces, tipos de links e os estados do link conectados diretamente
      • os roteadores anunciam seus links habilitados para OSPF diretamente conectados
      • odos os roteadores geram LSAs tipo 1
      • Os LSAs tipo 1 são inundados apenas na área em que se originam. Os ABRs anunciam posteriormente as redes aprendidas dos LSAs de tipo 1 a outras áreas como LSAs de tipo 3.
        • Os LSAs tipo 1 são inundados na área e não são propagados além de um ABR.
      • O ID de link-state de um LSA tipo 1 é identificado pelo ID do roteador de origem.
    • LSA tipo 2
      • A finalidade de um LSA tipo 2 consiste em fornecer a outros roteadores informações sobre redes multiacesso na mesma área.
      • apenas para as redes multiacesso e multiacesso sem broadcast (NBMA)
        • onde há um DR eleito e pelo menos dois roteadores no segmento multiacesso.
      • contém o ID do roteador e o endereço IP do DR, juntamente com o ID do roteador de todos os outros roteadores do segmento multiacesso.
      • O DR inunda os LSAs tipo 2 apenas na área em que se originam.
        • não vão além de um ABR.
    • TIpo 3
      • Receber um LSA tipo 3 na área não faz com que o roteador execute o algoritmo SPF. As rotas que estão sendo anunciadas nos LSAs tipo 3 são corretamente adicionadas a ou excluídas da tabela de roteamento do roteador, porém um cálculo completo de SPF não é necessário.
      • LSAs tipo 3 são usados pelo ABR para anunciar redes de outras áreas
        • Os ABRs coletam os LSAs tipo 1 no LSDB. Após a convergência de uma área OSPF, o ABR cria um LSA tipo 3 para cada uma de suas redes OSPF conhecidas
      • Um LSA tipo 3 descreve um endereço de rede aprendido por LSAs tipo 1
    • tipo 4
      • o ASBR envia um LSA tipo 1, identificando-se como um ASBR. O LSA inclui um bit especial conhecido como bit externo (e bit) usado para identificar o roteador como um ASBR
      • gerado por um ABR somente quando existe um ASBR dentro de uma área
      • O ID de link-state de um LSA tipo 4 é identificado pelo ID do roteador de ASBR.
    • TIpo 5
      • descrevem rotas para redes externas ao sistema autônomo OSPF
      • são originados pelo ASBR e inundado para todo o sistema autônomo.
      • O ID de link-state de um LSA tipo 5 é o endereço de rede externo.
  7. Tabela de roteamento

    • O
      • significa que a rota é intra-área
    • O IA
      •  Quando um ABR recebe LSAs de resumo, adiciona-os ao seu LSDB e os regenera na área local. Quando um ABR recebe LSAs externos, adiciona-os ao seu LSDB e inunda-os na área. Os roteadores internos, então, assimilam as informações em seus bancos de dados. LSAs de resumo aparecem na tabela de roteamento como IA (as rotas de inter-área
      • Quando um ABR recebe LSAs de resumo, adiciona-os ao seu LSDB e os regenera na área local. Quando um ABR recebe LSAs externos, adiciona-os ao seu LSDB e inunda-os na área. Os roteadores internos, então, assimilam as informações em seus bancos de dados. LSAs de resumo aparecem na tabela de roteamento como IA (as rotas de inter-área)
    • O E1 ou O E2
      • Os LSAs externos são exibidos na tabela de roteamento marcados como rotas de tipo 1 externo (E1) ou de tipo 2 externo (E2)
  8. Configuração

  9. Sumarizaçao

    • sumarização também ajuda a aumentar a estabilidade da rede, porque reduz as inundações de LSA desnecessárias. Isso afeta diretamente a quantidade de largura de banda, CPU, e recursos de memória consumidos pelo processo de roteamento do OSPF. Sem a sumarização de rotas, cada link LSA específico é propagado no backbone do OSPF e além, causando tráfego de rede desnecessário e sobrecarga do roteador
    • ajuda a manter as tabelas de roteamento pequenas
      •  LSAs do tipo 1 e tipo 2 são gerados em cada área, convertido para o LSA tipo 3 e enviado para outras áreas. Se a área 1 tinha 30 redes para anunciar, então 30 LSAs tipo 3 seriam encaminhados para o backbone. Com a sumarização de rotas, o ABR consolida as 30 redes em um ou dois anúncios.
    • a sumarização pode ser configurada somente em ABRs ou ASBRs
      • Os roteadores ABR resumem o LSAs de tipo 3 e os roteadores ASBR resumem LSAs de tipo 5
      • Por padrão, os LSAs de resumo (LSAs tipo 3) e os LSAs externos (LSAs tipo 5) não contêm rotas sumarizadas (agregadas); isto é, por padrão, os LSAs de resumo não são sumarizados.
    • a sumarização de rotas externas é configurada em ASBRs usando o comando do modo de configuração do roteador summary-address address mask.
    • A métrica da rota de sumarização é igual ao menor custo de todas as sub-redes dentro do intervalo de endereços de sumarização.

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Informationen

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certificacao 3 - CCNA SN Mindmap am OSPF Multiarea, erstellt von Rayssa OConnor am 20/10/2015.
Erstellt von
Rayssa OConnor
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