GoConqr hat ein neues Design! Sag uns, wie es dir gefällt.

Mindmap

FRATURAS

Nataly Luna Portugiesisch

Inhalt der Mindmap

FRATURAS

  1. MORFOFISOLOGIA DO QUADRIL

    • COMPOSTO POR:
      • A estrutura óssea da pelve, denominada cintura pélvica, é composta por dois ossos pélvicos (ilíacos), o sacro e o cóccix.
      • O osso pélvico é formado pela união de três ossos; ílio, ísquio e púbis. Os ossos pélvicos (ilíacos) articulam-se entre si através da sínfise púbica, e com o sacro através da articulação sacroilíaca.
      • O quadril é a parte do membro inferior formado pelos ossos ílio, ísquio e púbis. Ele faz parte da formação do cíngulo do membro inferior (anel ósseo que fixa os apêndices inferiores ao esqueleto axial e protege abdome inferior, pelve e períneo). Além disso, sustenta o peso da parte superior do corpo.
      • O quadril se articula com o sacro e o fêmur, estando localizado na região lateral do membro inferior. Ele é formado pela fusão dos ossos ílio, ísquio e púbis, que ocorre no final da adolescência. Antes disso, esses ossos são unidos por uma cartilagem chamada trirradiada.
      • O púbis forma a parte anterior do acetábulo e serve de local de fixação dos músculos medial da coxa. Esse osso possui um corpo e dois ramos. Medialmente apresenta a face sinfisal, que é onde ocorre a sínfise púbica (ligação entre os dois púbis). Nos tubérculos púbicos se insere parte do ligamento inguinal. Já a linha pectínea do púbis é parte da abertura superior da pelve.
  2. METABOLISMO ÓSSEO

    • O metabolismo mineral ósseo é consequência e resultado da ação de diversos íons e hormônios que atuam de forma mútua para regular a formação e destruição óssea de forma fisiológica.
      • As principais células envolvidas no processo de remodelamento são os osteoclastos e os osteoblastos. O metabolismo ósseo está intimamente correlacionado com o metabolismo do cálcio, o qual também envolve o intestino e o rim. Um receptor sensível ao cálcio presente nas células paratireóideas, tireóideas e renais é essencial na regulação do cálcio. O equilíbrio do cálcio é regulado hormonalmente pelo paratormônio, pelos metabólitos da vitamina D e pela calcitonina. A medição do cálcio no soro é um importante teste em laboratórios clínicos porque tanto a hipercalcemia quanto a hipocalcemia levam a sintomas clínicos.
    • O PTH, paratormônio, é o hormônio produzido pelas paratireoides, responsável pelo ajuste fino do cálcio. Níveis de hipocalcemia geram aumento do PTH.
      • A vitamina D está intimamente relacionada com o metabolismo do cálcio e, por consequência, associada com o metabolismo ósseo.
    • A calcitonina é um hormônio produzido pelas células C parafoliculares da tireóide e tem como principal função a redução do nível sérico de cálcio. Atua como antagonista do PTH (paratormônio).
    • O osteoblasto é estimulado pela destruição de células ao seu redor e pode se transformar em osteócitos ou em células lineares.
      • O hormônio da tireoide estimula a reabsorção óssea mediada pelos osteoclastos. Os esteroides adrenais ou gonadais, particularmente o estrogênio nas mulheres e a testosterona nos homens, têm efeitos regulatórios importantes, aumentando a função dos osteoblastos e diminuindo a dos osteoclastos. Eles também diminuem a excreção renal de cálcio e fosfato e a excreção de cálcio intestinal.
        • Os hormônios do crescimento tem efeitos anabólicos no osso, promovendo o crescimento do esqueleto. Acredita-se que estes efeitos sejam mediados por fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF-1 e IGF-2) que atuam nas células de linhagem osteoblástica. O hormônio de crescimento aumenta a excreção urinária de cálcio e de hidroxiprolina, enquanto diminui a excreção urinária de fosfato.
  3. CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DAS FRATURAS

    • DEFINIÇÃO
      • Considera-se como fratura a perda da continuidade óssea. Ou seja, qualquer perda de continuidade óssea, mesmo que não seja completa, é uma fratura. As fraturas geralmente resultam de traumas de alta energia. Contudo, podem ser relacionadas a traumas de baixa energia quando houver doença subjacente, como osteoporose ou câncer ósseo.
        • As fraturas também podem ser classificadas quanto ao traço da lesão em: Transversa; Longitudinal; Oblíqua exposta e desviada; Espiral. Além das fraturas simples e comunicativas.
    • CONSEQUÊNCIAS
      • Podem ameaçar a viabilidade do membro ou causar disfunção permanente do membro. O risco de complicações é alto nas fraturas expostas (que predispõem a infecção) e nas fraturas que comprometem os vasos sanguíneos, a perfusão tecidual e/ou os nervos. Fraturas fechadas que não envolvem os vasos sanguíneos ou os nervos, em particular aquelas que são rapidamente reduzidas, são menos propensas a resultar em complicações graves.
    • CAUSAS
      • Lesão acidental; Quedas de grandes altitudes; Uso excessivo, como nos esportes; Osteoporose - que enfraquece os ossos Doenças metabólicas e deficiências em certos nutrientes
      • Geralmente as fraturas surgem através de traumas de alta energia. O osso, em condições normais, possui a habilidade de suportar cargas e absorver essa energia. Caso haja um grande nível de energia associado ao trauma, o osso não consegue suportar e acaba sofrendo uma fratura.
    • SINAIS E SINTOMAS
      • Dor intensa e imediata que piora com a movimentação; Incapacidade funcional; Deformidade óssea, dependendo do alinhamento.
    • TRATAMENTO
      • Alívio da dor; Redução da fratura (recolocação do osso em sua posição habitual, podendo ser realizado de forma cirúrgica ou fechada); Imobilização e restauração da função do paciente com fisioterapia
        • Para fraturas menores, paracetamol ou um antiinflamatório não esteroidal (AINE) costuma ser suficiente para a analgesia adequada. Os opioides podem ser necessários, mas devem ser usados ​​pelo menor tempo possível.
        • A imobilização de fraturas é benéfica na grande maioria dos casos. Impede o deslocamento da fratura ou a perda de redução, protege a área de mais lesões e reduz a dor.
  4. IMPACTO DAS FRATURAS NA QUALIDADE DE VIDA

    • Pior qualidade de vida devido a presença de fratura por baixo impacto tanto em mulheres quanto em homens acima de 40 anos, enfatizando que pacientes com osteoporose e fratura têm significativamente mais dor crônica, prejuízo da capacidade física, redução das atividades sociais, menor percepção de bem-estar e humor mais deprimido do que indivíduos sem fratura.
    • O risco da ocorrência de fratura aumenta significativamente com o avançar da idade. A fratura no idoso também tem como consequência a alta taxa de hospitalização e internação de longa permanência, além do aumento da mortalidade.
      • Apesar dos impactos das fraturas serem bastante prejudicais a saúde ao idoso, medidas que evite o isolamento social, diminuir o tempo de permanência internado, redução do tempo de recuperação após fratura etratamento adequado a este paciente, são meios que garante a proteção e a recuperação deste indivíduo
    • Após a fratura, cerca de 5% dos idosos são hospitalizados devido a ocorrência de fratura grave, principalmente por fratura de quadril e fratura do colo do fêmur.
    • Restrição de mobilidade, incapacidade funcional, isolamento social e insegurança são consequências comuns das fraturas, que podem culminar em outros eventos prejudiciais à saúde e à qualidade de vida dos idosos.
  5. FATORES DE RISCO DA OSTEOPOROSE

    • Há um conjunto de fatores que influenciam e favorecem o desenvolvimento da Osteoporose. Menopausa: com a interrupção da menstruação, ocorre diminuição dos níveis de estrógeno (hormônio feminino), que é fundamental para manter a massa óssea. Envelhecimento: a perda de massa óssea aumenta com a idade. Hereditariedade: a Osteoporose é mais frequente em pessoas com antecedentes familiares da doença. Dieta pobre em cálcio: o cálcio é fundamental na formação óssea. Sua obtenção a partir da alimentação é imprescindível para prevenir a Osteoporose. Excesso de fumo e álcool: tem-se observado maior incidência de Osteoporose entre as pessoas que consomem álcool e fumo em excesso. Imobilização prolongada: o exercício físico constitui um importante estímulo para a formação e o fortalecimento dos ossos. Grandes períodos de imobilização e a falta de exercícios podem levar à Osteoporose. Medicamentos: alguns medicamentos, como os corticóides, em tratamentos de longa duração.
  6. FISIOPATOLOGIA

    • A osteoporose é uma doença óssea metabólica progressiva que diminui a densidade mineral óssea (massa óssea por unidade de volume), com deterioração da estrutura óssea. Fraqueza do esqueleto leva a fraturas com traumas secundários ou imperceptíveis, particularmente na coluna lombar e torácica, punho e quadril.
    • A perda óssea osteoporótica afeta osso cortical e trabecular. A espessura cortical e o tamanho das trabéculas diminuem, resultando em porosidade aumentada. A trabécula pode estar interrompida ou inteiramente ausente. A perda óssea trabecular ocorre mais rapidamente do que o osso cortical porque o osso trabecular é mais poroso e a recuperação óssea é mais alta. Contudo, a perda dos dois tipos contribui para a fragilidade do esqueleto.
    • DISCENTE: DANIEL GALDINO DE ARAÚJO PEREIRA
      • DOCENTE: TÂMARA GUEDES
        • REFERÊNCIAS
          • CONLEY R.B.; et al: Secondary fracture prevention: Consensus clinical recommendations from a multistakeholder coalition. J Bone Miner Res, 2019 [Epub ahead of print]. doi: 10.1002/jbmr.3877
            • Goodman, Lee. Cecil Tratado de Medicina Interna. 21.ed. Rio de Janeiro: guanabara koogan, 2009. Volume 1
            • BALBINO, L. K.; FONTOURA, H. S. Impacto na qualidade de vida em idosos que sofreram fratura de fêmur. Revista Brasileira de Ortopedia, v. 18, n. 4, p. 422-426, 2016
          • GOODMAN, A. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 11. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2006;
          • GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Physiology. 11. ed. Philadelphia: Elsevier saundres, 2006;
        • GRUPO E
  7. DEFINIÇÃO

    • A osteoporose é uma doença óssea crônica e progressiva que acomete preferencialmente idosos. Caracteriza-se por redução da massa óssea, ruptura da microarquitetura e fragilidade do esqueleto. A consequência mais importante é a ocorrência de fratura por fragilidade, sendo as mais comuns as fraturas verterias, do punho e do fêmur.

Informationen

Beschreibung
Mindmap am FRATURAS, erstellt von Nataly Luna am 12/06/2023.
Erstellt von
Nataly Luna
Aufrufe
0
Bewertung

Feedback

Worum geht es?

Wie gefällt dir das neue Design?

Dein Eindruck