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CORRIMENT VAGINAL
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CORRIMENT VAGINAL
Pode ser acompanhado de prurido, irritação local alteração de odor. Observar ulcerações e/ou eritema.
- Infecções do trato reprodutivo (ITR) descreve:
- • Infecções endógenas (candidíase vulvovaginal e vaginose bacteriana) • Infecções iatrogênicas (infecções pós-aborto, pós-parto) • Infecções sexualmente transmissíveis (tricomoniase considerada IST)
- As infecções por clamídia e gonorreia me mulheres não produzem corrimento
- • Infecções endógenas (candidíase vulvovaginal e vaginose bacteriana) • Infecções iatrogênicas (infecções pós-aborto, pós-parto) • Infecções sexualmente transmissíveis (tricomoniase considerada IST)
- Etiologia:
- • Bacteriana: decorrente do desequilíbrio da microbiota vaginal, causado por bactérias anaeróbias (Prevotella sp, G. vaginalis, Ureaplasma sp, Mycoplasma sp) • Cadidiase vulvovaginal: Candida spp, (geralmente C. albicans e C. glabrata) • Tricomoniase: T. vaginalis.
- Causas no infecciosas: material mucoide fisiológico, vaginite inflamatória descamativa, vaginite atrófica (pós-menopausa), corpo estranho, dermatites alérgicas ou irritetivas (sabonetes, latex, perfumes) ou doenças da pele (liquen simples crônico, psoríase).
- • Bacteriana: decorrente do desequilíbrio da microbiota vaginal, causado por bactérias anaeróbias (Prevotella sp, G. vaginalis, Ureaplasma sp, Mycoplasma sp) • Cadidiase vulvovaginal: Candida spp, (geralmente C. albicans e C. glabrata) • Tricomoniase: T. vaginalis.
- Aspectos específicos do corrimento vaginal:
- Candidíase vulvovaginal:
- Infecção da vulva e vagina por um fungo quando o meio se torna favorável. São parte do 50% da flora. 80-90% são por C. Albicans.
- Sintomas: prurido vaginal (principal), disurira, dispareunia, corrimento branco, grumoso e caseoso (leite coalhado), hiperemia, edema vulvar, fissuras e maceração da vulva, placas brancas ou branco-acinzentadas em vagina e colo uterino.
- Fatores: gravidez, diabetes, obesidade, uso de contraceptivos orais, antibióticos, corticoides, imunossupressores quimio/radioterapia. Hábitos de higiene. Sustância alérgicas e/ou irritantes. Alterações da resposta imunológica (imunodeficiência, HIV)
- As parcerias sexuais não precisam ser tratadas, exceto os sintomáticos. Vaginite recorrente 4 o mais vezes no ano investigar diabetes, HIV, corticoide e imunossupressão.
- Diagnostico por PH vaginal <4.5, bacterioscopia, levaduras e/ou pseudo-hifas.
- As parcerias sexuais não precisam ser tratadas, exceto os sintomáticos. Vaginite recorrente 4 o mais vezes no ano investigar diabetes, HIV, corticoide e imunossupressão.
- Fatores: gravidez, diabetes, obesidade, uso de contraceptivos orais, antibióticos, corticoides, imunossupressores quimio/radioterapia. Hábitos de higiene. Sustância alérgicas e/ou irritantes. Alterações da resposta imunológica (imunodeficiência, HIV)
- Sintomas: prurido vaginal (principal), disurira, dispareunia, corrimento branco, grumoso e caseoso (leite coalhado), hiperemia, edema vulvar, fissuras e maceração da vulva, placas brancas ou branco-acinzentadas em vagina e colo uterino.
- Infecção da vulva e vagina por um fungo quando o meio se torna favorável. São parte do 50% da flora. 80-90% são por C. Albicans.
- Vaginose bacteriana:
- Caracterizada por desequilíbrio da microbiota (lactobacillus spp) e aumento de basterias anaeróbias (prevotella sp e mobiluncus sp) G. vaginalis, ureaplasma sp, mycoplasma sp.
- Sintomas: • Corrimento vaginal fétido, acentuados após relação sexual sem o uso de preservativo, e durante o período menstrual. • Corrimento vaginal branco-acinzentado, fluido cremoso, bolhoso. • Dor à relação sexual
- Não é uma IST mas pode ser desencadeada pela relação sexual. O uso de preservativo pode trazer benefícios nos casos redicivantes.
- Vaginose aumenta o risco de IST, complicações na gravidez (RPM, corioamnionite, prematuridade, endometrite pós-cesárea). Quando está presente em curetagem, biopsia de endométrio e inserção de DIU aumenta o riso de DIP.
- O tratamento deve ser recomendado em mulheres sintomáticas, gravidez, comorbidades o risco de complicações (DIU, cirurgias ginecológicas)
- Diagnostico: • Corrimento vaginal homogêneo, acinzentado • Ph >4.5 • Teste de Whiff oe teste de amina (KOH 10%) positivo • Presença de clue cells na bacterioscopia corada por gram.
- O tratamento deve ser recomendado em mulheres sintomáticas, gravidez, comorbidades o risco de complicações (DIU, cirurgias ginecológicas)
- Vaginose aumenta o risco de IST, complicações na gravidez (RPM, corioamnionite, prematuridade, endometrite pós-cesárea). Quando está presente em curetagem, biopsia de endométrio e inserção de DIU aumenta o riso de DIP.
- Não é uma IST mas pode ser desencadeada pela relação sexual. O uso de preservativo pode trazer benefícios nos casos redicivantes.
- Sintomas: • Corrimento vaginal fétido, acentuados após relação sexual sem o uso de preservativo, e durante o período menstrual. • Corrimento vaginal branco-acinzentado, fluido cremoso, bolhoso. • Dor à relação sexual
- Caracterizada por desequilíbrio da microbiota (lactobacillus spp) e aumento de basterias anaeróbias (prevotella sp e mobiluncus sp) G. vaginalis, ureaplasma sp, mycoplasma sp.
- Tricomíanse:
- Causada pela T. vaginalis (protozoário flagelado)
- Sintomas: • Corrimento abundante, amarelado ou amarelo esverdeado, bolhoso • Prurido e/ou irritação vulvar. • Dor pélvica • Sintomas urinários (disúria, poliaciuria) • Hiperemia da mucosa (colpite difusa framboesa)
- Diagnósticos: por visualização em material do ectocervice, por exame bacterioscopico pela coloração de Gram, Giemsa, papanicolaou. (Pode dar alterações no exame citopatológico, repetir após 3mese do tratamento)
- Sintomas: • Corrimento abundante, amarelado ou amarelo esverdeado, bolhoso • Prurido e/ou irritação vulvar. • Dor pélvica • Sintomas urinários (disúria, poliaciuria) • Hiperemia da mucosa (colpite difusa framboesa)
- Causada pela T. vaginalis (protozoário flagelado)
- Métodos diagnostico para o corrimento vaginal:
- 1. Ph vaginal: normalmente menor a 4.5. >4.5 vaginose bactéria e tricomoniase. Ph <4.5 candidiase vaginal.
- 2. Teste de whiff (aminas ou cheiro) colocasse KOH a 10% se houver odor de peixe sugestivo de Vaginose bacteriana.
- 3. Exames a fresco: lamina e uma gota de salina com aumento de 400x, observando-se leucócitos (candidíase e tricomoniase), células parabasais, tricomonas, levaduras e/ou pseudo-hifas.
- 4. Bacterioscopia por coloração de Gram: clue cells (células epiteliais escamosas de aspecto granular pontilhado e bordas idenfinidas cobertas por pequenos numerosos cocobacilos, é típica de Vaginose bacteriana.
- 3. Exames a fresco: lamina e uma gota de salina com aumento de 400x, observando-se leucócitos (candidíase e tricomoniase), células parabasais, tricomonas, levaduras e/ou pseudo-hifas.
- 2. Teste de whiff (aminas ou cheiro) colocasse KOH a 10% se houver odor de peixe sugestivo de Vaginose bacteriana.
- Manejo de corrimento vaginal fluxograma
- Candidíase:
- 1. Miconazol creme 2% vaginal a noite por 7 dias. Ou NIstatina 100.000UI vaginal à noite por 14 dias. 2. Fluconazol 150mg VO dose única. Ou Itraconazol 100mg, 2 comp VO, 2xdia x 1 dia. 3. Gestantes: Só tratamento via vaginal.
- 4. Casos recorrentes: mesma opção vaginal por 14 dias. Ou Fluconazol 150 mg VO 1 x dia, dias 1, 4 e 7, seguido de terapia de manutenção: fluconazol 150mg VO 1 x semana x 6meses. 5. As parcerias não devem ser tratadas se não tiver sintomas.
- 1. Miconazol creme 2% vaginal a noite por 7 dias. Ou NIstatina 100.000UI vaginal à noite por 14 dias. 2. Fluconazol 150mg VO dose única. Ou Itraconazol 100mg, 2 comp VO, 2xdia x 1 dia. 3. Gestantes: Só tratamento via vaginal.
- Vaginose bacteriana:
- 1. Metronidazol 250mg, 2 comp VO, 2 x dia, por 7 dias. Ou Metronidazol gel vaginal 100mg/g, vaginal cada noite x 5 dias. 2. Clindamicina 300mg VO, 2 x dia x 7 dias 3. Gestantes: Primeiro trimestre: Clindamicina 300mg VO, 2 x dia, por 7 dias. Após o primeiro trimestre: Metronidazol 250mg VO, 1comp VO, 3 x dia x 7 dias.
- 4. Recorrentes: Metronidazol 250mg, 2comp VO, 2 x dia, x 10 a 14 dias. Ou Metronidazol gel vaginal 100mg/g 1 x dia x 10 dias, seguido de tratamento supressivo com duas aplicações semanais por 4 a 4 meses. 5. O tratamento das parcerias não está recomendado.
- 1. Metronidazol 250mg, 2 comp VO, 2 x dia, por 7 dias. Ou Metronidazol gel vaginal 100mg/g, vaginal cada noite x 5 dias. 2. Clindamicina 300mg VO, 2 x dia x 7 dias 3. Gestantes: Primeiro trimestre: Clindamicina 300mg VO, 2 x dia, por 7 dias. Após o primeiro trimestre: Metronidazol 250mg VO, 1comp VO, 3 x dia x 7 dias.
- Tricomoníase:
- 1. Metronidazol 400 mg, 5comp VO, dose única (dose total 2g). Ou Metronidazol 250mg, 2 comp VO, 2x dia x 7 dias. 2. Gestantes: Metronidazol 400mg, 5comp VO dose única. Ou Metronidazol 400mg, 1 comp VO, 2 x dia x 7 dias. Ou Metronidazol 250g VO 3 x dia x 7 dias. 3. Os parceiros sexuais devem ser tratadas.
- 1. Metronidazol 400 mg, 5comp VO, dose única (dose total 2g). Ou Metronidazol 250mg, 2 comp VO, 2x dia x 7 dias. 2. Gestantes: Metronidazol 400mg, 5comp VO dose única. Ou Metronidazol 400mg, 1 comp VO, 2 x dia x 7 dias. Ou Metronidazol 250g VO 3 x dia x 7 dias. 3. Os parceiros sexuais devem ser tratadas.
- Candidíase:
- 1. Ph vaginal: normalmente menor a 4.5. >4.5 vaginose bactéria e tricomoniase. Ph <4.5 candidiase vaginal.
- Candidíase vulvovaginal:
- Infecções do trato reprodutivo (ITR) descreve:
Informationen
- Beschreibung
- Residência Médica G-O Mindmap am CORRIMENT VAGINAL, erstellt von Dennys Bonifaz am 15/12/2023.
- Erstellt von
- Dennys Bonifaz
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