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Capitulo 3
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Capitulo 3
ESTRELAS
- É uma esfera luminosa de plasma, que devido as forças gravitacionais e pelo equilíbrio das pressões ela se mantém íntegra
- É composto de hélio e hidrogenio
- Cada estrela tem suas características, que permitem identificá-las e classificá-las
- A classificação delas é feita por meio da radiação emitida, a cor no caso. E elas variam de sete classificações, classe O maior temperatura, classe M menor temperatura. Cada classe tem sua cor convencional relacionada com a cor da estrela e sua radiciaçao
Nebulosas
- Ambiente que acontece a formação das estrelas, as nebulosas são formadas no fim da vida de uma estrela
- As nebulosas são nuvens de gases e poeiras de diversos tipos de emissão, reflexão, escuras e planetárias
- Nas nebulosas a uma maior concentração de gases frios que se colapsos em uma região, originando um disco rotativo com uma proestrela em seu núcleo
- Depois da formação da estrela a um ciclo chamado: sequência principal onde as estrelas são capazes de fazer a fusão nuclear mantendo seu brilho
- Ambiente que acontece a formação das estrelas, as nebulosas são formadas no fim da vida de uma estrela
O sol
- É a fonte de energia necessária para a existência e manutenção de vida na terra
- Composto de: 84% H, 25% HE, 1% de outros elementos. E devido a composição gasosa tem rotação em diferentes períodos
- O sol apresenta algumas camadas. 1- núcleo de energia termonuclear, essa camada se localiza no centro do sol. 2- zona radiotava transportada por convenção . 3- zona convectiva transposta energia até a superfície do sol, que é chamada de fotosfera (4). 4- fotosfera ela apresenta um padrão granulado. 8- granulos espécie de células de convecçao. 5- cromosfera só é visível apenas quando a atmosfera é bloqueada em um eclipse total. 6- coroa parte mais externa da atmosfera solar. Tem a zona de transição se localiza entre a cromosfera e a coroa, na qual a temperatura sobe rapidamente. 7- manchas solares aparecem manchas escuras por serem mais frias que o restante da superfície. 9- proeminência solares, jatos de gases que vão da superfície do sol até a coroa e elas acontecem por mudanças no campo magnético da estrela que libera uma grande quantidade de energia
- É a fonte de energia necessária para a existência e manutenção de vida na terra
Ventos solares e auroras polares
- Os ventos solares são emissões de partículas que saem da coroa solar e da superfície, que podem ir em todas as direções, até na terra. A maior parte chega em nosso planeta , mas é desviado pelo campo magnético
- A interação das partículas vindas do sol com campo magnético da terra, formam as auroras polares, que são brilhos de diferentes cores na atmosfera. Quando ocorrem no HN é chamada de aurora boreal, e no HS é chamada de aurora astral
- Os ventos solares são emissões de partículas que saem da coroa solar e da superfície, que podem ir em todas as direções, até na terra. A maior parte chega em nosso planeta , mas é desviado pelo campo magnético
Ciclo evolutivo do sol
- O ciclo de vida do Sol começa em uma nebulosa, onde ele nasce e entra na sequência principal, fundindo hidrogênio em seu núcleo. Quando o hidrogênio se esgota, o Sol entrará em colapso temporário, reiniciando a fusão nuclear com hidrogênio e posteriormente hélio, aumentando seu tamanho e se tornando uma gigante vermelha por cerca de 1 bilhão de anos. Durante essa fase, perderá massa até esgotar o hélio, formando uma nebulosa planetária ao redor de uma anã branca. A anã branca, sem combustível para fusão nuclear, esfriará lentamente, diminuindo seu brilho até cessar sua atividade e encerrar seu ciclo de vida.
Constelações: uma divisão da aboboda celeste
- Na época de Aristóteles, ele achava que a Terra estava no centro do universo e que as estrelas "fixas" ficavam na camada mais externa da abóbada celeste. Essa ideia durou muitos anos até que Copérnico mudou tudo com sua teoria heliocêntrica. As constelações, grupos de estrelas vistas da Terra, são parte desse céu estrelado, cheias de significado cultural e úteis para navegação e orientação.
- A abóbada celeste é dividida em 88 regiões, chamadas constelações, pela União Astronômica Internacional (UAI). A maior delas é Hidra, com uma forma bastante irregular, enquanto a menor é o Cruzeiro do Sul. Como a Terra e a abóbada celeste são esféricas, diferentes constelações são visíveis de diferentes lugares do planeta devido ao movimento de rotação e translação da Terra, algumas constelações, como a Ursa Menor no hemisfério norte e o Cruzeiro do Sul no hemisfério sul, são sempre visíveis em seus respectivos hemisférios.
- Na época de Aristóteles, ele achava que a Terra estava no centro do universo e que as estrelas "fixas" ficavam na camada mais externa da abóbada celeste. Essa ideia durou muitos anos até que Copérnico mudou tudo com sua teoria heliocêntrica. As constelações, grupos de estrelas vistas da Terra, são parte desse céu estrelado, cheias de significado cultural e úteis para navegação e orientação.
Destino das estrelas
- Quando uma estrela deixa a sequência principal, após esgotar seu hidrogênio, ela pode se tornar uma gigante vermelha se tiver até oito vezes a massa solar, ou uma supergigante vermelha se for mais massiva (estrelas de classes B e O). Durante essa fase, a estrela continua fundindo elementos como carbono, oxigênio e outros até chegar ao ferro. Dependendo de sua massa, ela pode explodir em uma supernova ou colapsar para formar um buraco negro estelar
Supernova
- Quando uma estrela com massa entre 8 e 25 vezes a do Sol atinge o fim de sua vida, ela se transforma em uma supergigante vermelha e forma ferro em seu núcleo. Isso desencadeia uma supernova, uma explosão poderosa que ejecta a maior parte de sua massa, aumentando seu brilho em até 1 bilhão de vezes. A explosão cria elementos além do ferro, enriquecendo a nebulosa ao redor e possibilitando a formação de novas estrelas com mais elementos. Após a supernova, o núcleo remanescente da estrela se torna uma estrela de nêutrons, extremamente densa, com temperatura superficial de cerca de 1 milhão de Kelvin, massa de 1,46 vezes a do Sol e diâmetro de aproximadamente 40 quilômetros. Este estágio marca o fim do ciclo de vida da estrela. Em alguns casos, a estrela de nêutrons pode emitir radiação em forma de cone por seus polos, sendo chamada de pulsar, devido ao intenso campo gravitacional.
Buraco negro estelar
- Quando estrelas supermassivas, com mais de 25 vezes a massa do Sol, chegam ao fim de suas vidas em cerca de 2 milhões de anos, elas podem explodir em uma hipernova, liberando muito mais energia do que uma supernova comum. Durante esse evento, o núcleo da estrela pode colapsar e formar um buraco negro estelar, marcando o fim de sua jornada. Os buracos negros estelares têm uma massa de 3 a 14 vezes a do Sol, sendo menos massivos do que outros tipos de buracos negros. No entanto, todos os buracos negros têm uma zona chamada horizonte de eventos, onde a gravidade é tão forte que nada, nem mesmo a luz, consegue escapar.
Sol e vida
- O Sol é fundamental para a vida na Terra, sendo a principal fonte de energia luminosa que alimenta a fotossíntese, base da cadeia alimentar. A distância entre o Sol e a Terra na zona habitável permitiu a existência de água líquida, condição essencial para a vida como a conhecemos. No entanto, conforme o Sol avança em sua evolução estelar, sua temperatura aumentará gradualmente, levando a mudanças drásticas no Sistema Solar. Em cerca de 2 bilhões de anos, a Terra não estará mais na zona habitável, com toda a água evaporando. Com a expansão do Sol para se tornar uma gigante vermelha, os destinos dos planetas internos, como Mercúrio, Vênus e Terra, são incertos, dependendo da perda de massa do Sol. No entanto, há a possibilidade de que luas como Europa e Encélado, em órbita de Júpiter e Saturno, possam oferecer condições favoráveis à vida com o derretimento de seus gelos. Assim, ao longo dos bilhões de anos de evolução estelar, o Sistema Solar passará por transformações constantes, moldan
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- Mindmap am Capitulo 3, erstellt von Luiz Guidolim am 12/03/2024.
- Erstellt von
- Luiz Guidolim
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