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RCC - ORTOPEDIA

Wanessa Lorrany Portugiesisch

Inhalt der Mindmap

RCC - ORTOPEDIA

  1. ENTORSE

    • Uma entorse é uma ruptura ou estiramento doloroso de um dos ligamentos.
      • Uma entorse é leve, moderada ou grave, conforme o ligamento estiver distendido, parcialmente rompido ou completamente rompido.
      • Entorses ocorrem quando uma articulação é torcida, esticada ou dobrada demais, como no caso de: Uma lesão provocada por esportes Quedas
      • Os ligamentos são faixas de tecido curtas e resistentes, que seguram seus ossos nas articulações.
    • Os sintomas mais comuns são: Dor – dói ao toque, ao se colocar peso sobre a parte afetada ou ao usá-la Inchaço Dificuldade para usar a parte lesionada normalmente O ligamento rompido pode sangrar sob a pele. Pode aparecer um hematoma após um dia ou dois.
    • Não aparecem em radiografias, mas os médicos podem fazer radiografias mesmo assim para ver se há um osso fraturado por perto
      • Como as entorses não aparecem em radiografias, os médicos nem sempre fazem radiografias. Se os médicos precisarem ver a extensão dos danos em um ligamento, eles podem fazer uma RM (ressonância magnética).
    • TTO: Nas primeiras 24 horas depois de uma entorse, os médicos adotam o procedimento chamado PRICE, que significa: Protect - Proteger a lesão com uma bandagem de compressão ou tala Rest - Repouso para a parte do corpo lesionada, limitando sua atividade ou não exercendo peso sobre ela (por exemplo, usando muletas) Ice - Gelo aplicado na área lesionada, por meio de uma bolsa envolta em uma toalha Compress - Comprimir (enrolar) a área com uma bandagem elástica para limitar o inchaço Elevate - Elevar a parte do corpo lesionada até a altura do coração ou mais, para reduzir o inchaço
      • Para diminuir a dor, os médicos dirão para: Tomar paracetamol ou anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno Aplicação de gelo em intervalos de poucas horas, durante 15 ou 20 minutos por vez Após dois dias, usar uma compressa quente por 15 a 20 minutos por vez
    • As complicações das entorses: A articulação pode ficar rígida, especialmente se você usar uma tala ou gesso A articulação pode ter mais probabilidade de sofrer outra entorse, mesmo após esta ter se curado A articulação pode não ficar estável
  2. DISTENSÃO MUSCULAR:

    • Os músculos do corpo humano são compostos por uma série de fibras, que podem se alongar ou se contrair de diferentes formas, permitindo que nossos movimentos sejam realizados corretamente. Quando há alguma movimentação feita de forma brusca ou sem o aquecimento muscular adequado, a pessoa pode sofrer de uma distensão muscular, que nada mais é que as fibras musculares sendo excessivamente e abruptamente esticadas de uma só vez, causando seu rompimento, o rompimento de vasos sanguíneos que irrigam essas fibras e também ocasionando um processo inflamatório no local.
      • O estiramento pode ser agudo, causado por um fato isolado, ou mesmo crônico, quando a repetição de determinados exercícios e esforços físicos é capaz de ocasionar uma lesão permanente nos músculos desse paciente.
        • GRAUS DE ESTIRAMENTO
          • Grau I:Mais leve, a distensão grau I é caracterizada pela ruptura de poucas fibras, abaixo de 5% do total do músculo. A dor é localizada e surge durante a contração muscular, desaparecendo quando em repouso. Os danos são mínimos e a recuperação é rápida.
          • Grau II:No grau II, definido como estiramento moderado, o número de fibras atingidas é maior, variando entre 5% a 50% do músculo. Os sintomas são mais fortes e a recuperação é um pouco mais lenta.
          • Grau III: Esse tipo de lesão é definido como a ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (50% ou mais), o que resulta em sintomas intensos e perda da função. Em uma distensão grau III, a lesão é visível e palpável.
        • Existem fatores de risco para a distensão, mas ela pode acontecer desde ao realizar uma atividade física intensa a até mesmo acontecer ao meramente realizar um movimento simples de forma mais abrupta.
          • O principal sintoma da distensão é uma sensação forte de fisgada ou puxão no músculo, que acontece ao realizar qualquer tipo de movimento
            • Além disso, dependendo do grau da distensão, outros sintomas de estiramento muscular podem surgir, como por exemplo: dor intensa que impede a realização de movimentos; hematoma no local afetado pela distensão; inchaço e calor no local afetado; fraqueza muscular; dificuldade de se movimentar ou de alongar aquele determinado local.
            • O tratamento vai depender do grau de distensão do paciente. Em alguns casos, alguns medicamentos e a aplicação de gelo no local já amenizam a condição. Outros graus mais graves podem ainda requerer desde a imobilização do paciente e até mesmo a realização de sessões de fisioterapia para sua reabilitação completa.
  3. LUXAÇÃO:

    • Uma luxação é uma separação completa dos ossos que formam uma articulação. Na subluxação, os ossos na articulação ficam parcialmente fora de posição. Muitas vezes, uma articulação permanece deslocada até que seja colocada de volta no lugar (reduzida) por um médico, mas às vezes ela volta ao lugar sozinha.
      • Causas: Traumatismo é a causa mais comum das luxações e outras lesões nos tecidos musculoesqueléticos. O traumatismo inclui Força direta, como ocorre em quedas ou acidentes com veículo a motor Desgaste por uso repetido, como ocorre durante as atividades diárias ou resulta de vibração ou solavancos Uso excessivo, como ocorre quando atletas treinam em demasia
        • As luxações causam os seguintes sintomas: Dor Inchaço Incapacidade de usar a parte lesionada normalmente Mancha roxa ou descoloração Possível perda de sensação (dormência ou sensações anormais)
          • O risco de complicações sérias aumenta se a pele for lacerada ou se os vasos sanguíneos ou nervos forem danificados. As articulações deslocadas, a menos que sejam realinhadas rapidamente, têm mais probabilidade de danificar vasos sanguíneos e nervos do que as fraturas.
            • Algumas complicações (como danos em vasos sanguíneos e nervos e infecções) surgem durante as primeiras horas ou dias após a lesão. Outras (como problemas com articulações e cicatrização) desenvolvem-se com o passar do tempo.
            • Diagnóstico: Avaliação médica Radiografias para identificar fraturas Às vezes, ressonância magnética (RM) ou tomografia computadorizada (TC)
              • Tratamento de luxações:Tratamento de quaisquer complicações sérias Alívio da dor Proteção, repouso, gelo, compressão e elevação (PRICE) Realinhamento (redução) de partes que estão fora do lugar Imobilização, geralmente com tala ou gesso Às vezes, cirurgia
  4. FRATURA EXPOSTA:

    • Uma fratura óssea ou osso partido ocorre na sequência de um traumatismo que pode ser mais ou menos violento. Para além da óbvia consequência a nível ósseo, esse mesmo traumatismo também atinge em maior ou menor grau as partes moles, ou seja, músculos, pele, etc. Nesse contexto pode ocorrer uma ferida que quebre a barreira cutânea (pele e partes moles) que recobrem o osso, provocando, assim, uma continuidade entre o meio ambiente externo e a fratura ou o seu hematoma – designamos, esta situação, por uma fratura exposta.
      • As causas mais frequentes deste tipo de acidente são as quedas em altura, acidentes de viação principalmente motas e bicicletas e hoje em dia também com alguma frequência com o uso de trotinetes e bicicletas elétricas. Visto que geralmente requer um traumatismo violento, ocorre mais frequentemente nos membros inferiores (pernas).
        • Numa fase inicial, os sintomas das fraturas expostas não são diferentes dos outros tipos de fraturas, ou seja, dor e incapacidade funcional do segmento atingido
          • A principal diferença é o aparecimento da já referida lesão de partes moles com o aparecimento de uma ferida que pode ser apenas uma pequena ferida punctiforme ou uma lesão mais grave.
            • Esta lesão de partes moles classifica-se de, um modo geral, pela Classificação de Gustilo-Anderson em: Tipo I – ferida limpa <1cm; Tipo II – laceração >1 e <10 cm com contaminação moderada; Tipo III – com feridas >10 e/ou esmagamento significativo que se divide em IIIA (em que é possível o encerramento primário da ferida), IIIB (com arrancamento periostal e necessidade de retalho para encerramento da ferida) e IIIC (com lesão arterial ou nervosa associada).
              • Os sinais de alarme deste tipo de fratura são o grau de destruição das partes moles, a existência de défices sensitivos ou motores distais a fratura (suspeita de lesão nervosa) ou extremidade fria e pálida (suspeita de lesão arterial)
                • Além de todas as complicações médicas e/ou cirúrgicas associadas ao tratamento de todo o tipo de fraturas, a principal complicação nas fraturas externas é o risco de infeção do osso (osteomielite).
                  • O tratamento das fraturas expostas tem três objetivos principais: prevenção da infeção; consolidação da fratura; manutenção da função do membro atingido.
                    • O primeiro pilar para a prevenção da infeção é a administração de antibióticos e esta deve ser feita ainda antes da cirurgia. O segundo pilar fundamental para a prevenção da infeção é uma correta cirurgia (operação). Deve ser feita uma limpeza abundante da ferida, com exérese de toda a contaminação, mas também todos os tecidos e mesmo osso desvitalizado. Isto porque os tecidos mortos são como que um “santuário” onde as bactérias podem proliferar abrigadas do sistema imunitário do doente e mesmo de eventuais antibióticos. Por fim, deve ser feita uma estabilização ou fixação da fratura que poderá ser definitiva nos graus mais ligeiros de exposição (Gustilo Anderson I e alguns tipo II) ou passar por uma fixação externa provisória antes do tratamento definitivo numa fase posterior, no caso de exposições maiores (Gustilo Anderson III).

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Mindmap am RCC - ORTOPEDIA, erstellt von Wanessa Lorrany am 22/05/2024.
Erstellt von
Wanessa Lorrany
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