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Esôfago 3 - Doenças Benignas do Esôfago

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Esôfago 3 - Doenças Benignas do Esôfago

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Esôfago 3 - Doenças Benignas do Esôfago

  1. MECÂNICAS

    • Anéis Esofágicos
      • Anéis e membranas são finas e frágeis estruturas que ocupam a luz esofágica
      • Anéis são mais fáceis de serem visualizados por RX contrastados
      • - Geralmente assintomático - Anéis sintomáticos = disfagi- Anel de Schatzki costuma ser sintomático quando diâmetro do anel interno > 13 cm - Pirose e queimação - Impactação de alimentos sólidos
      • - DRGE ou congênita - Associação com esofagite eosinofílica (pode múltiplos anéis)
      • Diagnóstico: - RX contrastado - Endoscopia
      • Tratamento: - Disfagia = dilatação endoscópica - DRGE = IBP - Ressecção cirúrgica da estenose = raro - Fundoplicatura é considerada para DRGE
      • Tipo A
        • Anéis musculares / Crianças / 2cm da junção escamocolunar / musculatura hipertrófica no corpo esofágico (região mais forte do EEI) / Calibre varia durante a peristalse (diferencia do anel mucoso)
      • Tipo B / Schatzki
        • Estrutura mucosa na transição esofagogástrica / estruturas macias e finas / relacionados ao Refluxo GE / relacionados à hérnia hiatal (97%) / adultos e idosos
    • Membranas Esofágicas
      • - Membranas cervicais / mais frequentes, fazem parte das síndromes de Plummer-Vinson ou Petterson Kelly - Mulher brancas 4ª ou 7ª década - Tríade: Membrana esofágica + Disfagia + anemia ferropriva
      • São finas dobras de mucosa do esôfago que protuem para o lúmem, recobertas por epitélio escamoso, principalmente no esôfago superior acima do arco aórtico
      • Diagnóstico: - Difícil - carater lento e intermitente - Hemograma = anemia - EDA = fácil impactação de alimentos - Exame radiológico
      • Tratamento: - Correção da anemia - Disfagia = dilatação endoscópica
      • síndromes de Plummer-Vinson ou Petterson Kelly
        • Tríade: Membrana esofágica + Disfagia + anemia ferropriva
    • Divertículos de Esôfago
      • Classificação
        • Verdadeiros
          • Envolvem todas as camadas
            • Mucosa + Submucosa + Muscular
        • Falsos
          • Envolvem mucosa e submucosa
        • Intramurais
          • Envolvem apenas a submucosa
        • Mecanismo de formação
          • Pulsão
            • Falso
              • Extremos do esôfago
              • Zenker
                • Divertículo faringoesoágico - Face posterior da faringe (Ângulo de Killian)
                • Clínica: - Disfagia intermitente - halitose - pneumonia aspirativa - regurgitação de alimentos - massa cervical - idosos = abscesso pulmonar - úlcera com sangramento no divertículo - carcinoma
                • Tratamento: - Cirúrgico (ressecção e miotomia do músculo cricofaríngeo) - Endoscópico (na contraindicação da cirurgia):
                • Mais comum!
              • Epifrênico
                • Associação com distúrbios motores associação com alterações congênitas disfagia, dor toracica, regurgitação
          • Tração
            • Terço médio Retração de processos inflamatórios de linfonodos mediastinais Passado de TB
            • Verdadeiro
              • Divertículos do Esôfago médio - Parabrônquicos
                • Retração dos gânglios mediastinais tuberculose / histoplasmose maioria assintomático / tosse / risco de fístula < 2cm = observação > 2cm = ressecção
    • Estenose Cáustica
      • - Álcalis fortes: soda cáustica, produtos de limpeza, baterias, pilhas - Ácidos: menos comum - Crinças / Psicóticos / Suicidas / Alcoolatras
      • 24 a 48h: edema e necrose da mucosa 10 dias: tecido de granulação 3 semanas: fibrose
      • Maior acometimento = esôfago superior / Impressão aórtica / Esôfago distal (EEI)
      • Diagnóstico
        • - Importância da EDA nas primeiras 24h - Após 48h - risco de perfuração - EDA contraindicada se suspeita de perfuração - tomografia = avaliar perfuração
        • Complicações
          • Precoces (até 6 semanas) - aspiração pulmonar - sangramentos - perfuração do esôfago Tardias: - Estenose (principal) - carcinoma esofágico
          • Tratamento
            • Agudo: - Hidratação vigorosa - Contraindicada a SNG - Antieméticos e IBP - Estabilização - EDA - TC Perfuração contida = ATB + suporte nutricional Perfuração livre = TTO choque séptico e intervenção cirúrgica
            • Dilatação endoscopica - pico de estenose = 2 meses - risco de perfuração Tratamento cirúrgico esofagocoloplastia
      • Graduação endoscópica das lesões
        • Graus 1A e 2A = Excelente prognóstico
          • Graus 2B e 3A = Desenvolvimento de estenose em 70 a 100% dos casos
            • Graus 3B = 65% de chance de morte precoce e necessidade de ressecção cirúrgica
  2. MOTORAS

    • Síndrome de Boerhaave
      • Ruptura espontânea devido aumento de pressão intraesofágica combinada com pressão intratorácica negativa
      • Clínica: - dor lancinante semiologia pleural hipotensão taquicardia / taquipneia
      • Ruptura do esôfago
        • Esforço intenso de vômito / Ingestão cáustica / Esofagite medicamentosa / Úlcera de Barret / Úlceras infecciosas (HIV)
        • RX com contraste hidrossolúvel / TC
          • Perfuração Livre
            • Endoscopia com Stent autoexpansível / Drenagem pleural
              • Paciente estável
              • Sucesso
                • Retirar Stent em 6 semanas
              • Falha ou Sepse
                • Cirurgia
            • Cirurgia
              • Não tem EDA
              • Precoce (<24h)
                • Esôfago sadio
                  • Sutura primária
                • Esôfago doente
                  • Ressecção
              • Tardia (>24h)
                • Desvio e exclusão
                  • Reconstrução tardia
          • Perfuração Bloqueada
            • Jejum, SNG, NPT, ATB
    • Espasmo esofagiano difuso
      • MOTILIDADE DESCOORDENADA
      • Dor torácica / Disfagia
      • Manometria (motilidade descoordenada) / contrações aperistálticas em mais de 20%
        • Esôfago em saca-rolhas ou colar de rosário no RX contrastado
    • Esôfago em quebra-nozes
      • HIPERCONTRÁTEIS
      • Dor torácica não explicada (12%) / Associada à DRGE / Distúrbio contrátil intenso
      • Diagnóstico = Manometria
    • Alterações secundárias / Esclerose sistêmica
      • Pirose (70%) / Disfagia (45%)
      • Diagnóstico = Manometria = Motilidade ineficaz
      • Tratamento: IBP / Prócinéticos
    • TRATAMENTO: Bloqueadores de canáis de cálcio (diltiazem) / Antidepressivos / Nitratos / Anticolinérgicos / Dilatação com balão / Injeção de toxina botulínica / Inibidores da fosfodiesterase

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Der Nutzer hat seine Fachbereichs-Information gelöscht. Mindmap am Esôfago 3 - Doenças Benignas do Esôfago, erstellt von Gelöschter Nutzer am 22/06/2024.
Erstellt von
Gelöschter Nutzer
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5
Verlauf
  • Erstellt von Daniel Medeiros · 21 Jun 2024
  • Kopiert von Daniel Medeiros · 22 Jun 2024
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