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Análise comparativa entre duas Estatinas

lucasmanoelcruz Portugiesisch

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Análise comparativa entre duas Estatinas

  1. Fluvastatina

    • Indicações
      • Pacientes adultos com hipercolesterolemia primária, incluindo sua forma moderada, e com doença cardíaca coronariana
        • Ação
          • Diminuir a progressão da aterosclerose coronária
      • Pacientes com hipercolesterolemia primária e dislipidemia mista
        • Ação
          • Adjuvante à dieta para redução de níveis elevados de colesterol total, LDL,apo-B,TG e aumento de HDL
      • Pacientes adultos com doença coronariana após intervenção coronária percutânea.
        • Ação
          • Prevenção secundária dos eventos cardíacos maiores (morte cardíaca, infarto do miocárdio não-fatal e revascularização coronária)
    • Contra-indicações
      • Pacientes com hipersensibilidade conhecida à Fluvastatina ou algum de seus componentes
      • Paciente com hepatopatia
      • Durante a gravidez e lactação
    • Reações adversas
      • Hepatopatia
      • Raramente Miopatia, Miosite e Rabdomiose. OBS: O risco de miopatia é maior em pacientes que estejam recebendo medicamentos imunossupressores
      • Se sintomas musculares como dor, fraqueza ou câimbras ocorrerem em pacientes recebendo Fluvastatina, seus níveis da CK devem ser medidos. Se os níveis encontrados forem significativamente elevados (> 5x LSN), o tratamento deve ser interrompido . Se os sintomas musculares forem severos e causarem desconforto diário, mesmo que os níveis da CK com elevação ≤ 5x LSN, a descontinuação do tratamento deve ser considerada. Se os sintomas forem resolvidos e os níveis da CK retornarem a normalidade, então a reintrodução da Fluvastatina ou outra estatina pode ser considerada à menor dose e sob monitorização atenta.
      • Insônia
      • Cefaléia
      • Distúrbios Gastrointestinais: Dispepsia, Dor abdominal, náusea
    • Pesquisas
      • Em pacientes menores de 18 anos, a eficácia e a segurança não foram estudadas por períodos de tratamento mais longos que dois anos.
      • A Fluvastatina foi investigada apenas em crianças com 9 anos ou mais com hipercolesterolemia familiar heterozigótica
      • Não há dados disponíveis sobre o uso de Fluvastatina em pacientes com uma rara condição conhecida como hipercolesterolemia familiar homozigótica.
    • Interações medicamentosas
      • A Fluvastatina deve ser administrada pelo menos 4 horas após a resina (por ex.: colestiramina) para evitar uma interação significativa causada pela ligação do fármaco com a resina.
      • A administração de Fluvastatina a voluntários sadios pré-tratados com rifampicina( medicamento ultilizado no tratamento da tubeculose) resultou em uma redução da biodisponibilidade da Fluvastatina em cerca de 50%
      • A administração concomitante de Fluvastatina com cimetidina, ranitidina ou omeprazol, resulta no aumento da biodisponibilidade da Fluvastatina, o que, entretanto, não apresenta relevância clínica
    • Psologia
      • pode ser administrado à noite ou na hora de dormir, sem levar em consideração as refeições.
      • O efeito máximo de diminuição dos lipídeos, com uma dose administrada do fármaco, é alcançado dentro de 4 semanas
      • Antes de iniciar o tratamento com a Fluvastatina, o paciente deve ser submetido à uma dieta padrão para reduzir o colesterol. A terapia dietética deve continuar durante o tratamento.
    • Farmacociética
      • depurada pelo fígado, com menos de 6% da dose administrada excretada na urina.
      • A farmacocinética da Fluvastatina permanece inalterada em pacientes com insuficiência renal leve a grave.
      • a absorção é rápida e quase completa no estômago, embora o metabolismo hepático de primeira passagem diminui para 24% da biodisponibilidade após uma dose de 10 mg.
      • A fluvastatina é submetido a metabolismo significativo primeira passagem no fígado
    • Potencial de redução do colesterol LDL de acordo com a dose prescrita
      • 20mg
        • Redução de 10-20% do LDL
      • 80mg
        • Redução de 30-40% do LDL
      • 40mg
        • Redução de 20-30% do LDL
    • Mecanismo de Ação
      • A Fluvastatina é uma inibidora competitiva da HMGCoA redutase, enzima responsável pela conversão da HMG-CoA em mevalonato, um precursor de esteróis, inclusive do colesterol, consequentemente ocorre a inibição da biossíntese do colesterol reduzindo o colesterol nas células hepáticas com isso, a produção de LDL pelo fígado é diminuida, o que estimula a síntese dos receptores das lipoproteínas de baixa densidade (LDL) nas células e, portanto, aumenta a captação das partículas de LDL, resultando na redução da concentração plasmática de colesterol.
    • Forma de uso
      • Oral
    • Idosos
      • utiliza-se a faixa de dose habitual.
  2. Rosuvastatina

    • Potencial de redução do colesterol LDL de acordo com a dose prescrita
      • 5mg
        • Redução de 30-40% do LDL
      • 5-10mg
        • Redução de 40-45% do LDL
      • 10-20mg
        • Redução de 46-50% do LDL
      • 20mg
        • Redução de 50-55% do LDL
      • 40mg
        • Redução de 56-60% do LDL
    • Mecanismo de Ação
      • A Rosuvastatina é uma inibidora competitiva da HMGCoA redutase, enzima responsável pela conversão da HMG-CoA em mevalonato, um precursor de esteróis, inclusive do colesterol, consequentemente ocorre a inibição da biossíntese do colesterol reduzindo o colesterol nas células hepáticas com isso, a produção de LDL pelo fígado é diminuida, o que estimula a síntese dos receptores das lipoproteínas de baixa densidade (LDL) nas células e, portanto, aumenta a captação das partículas de LDL, resultando na redução da concentração plasmática de colesterol.
    • Contra-Indicações
      • Pacientes com Hepatopatia
      • Paciente com insuficiência renal
      • Durante a gravidez e lactação
      • Pacientes com hipersensibilidade conhecida à Rosuvastatina ou algum de seus componentes.
      • Pacientes que estiverem tomando ciclosporina (medicamento usado após transplante de órgãos) devem evitar o uso de rosuvastatina cálcica.
      • Pacientes com intolerância a Lactose, pois, a lactose é um dos componentes da Rosuvastatina
    • Forma de uso
      • Oral
    • Interações Medicamentosas
      • Devido à possibilidade de alterações hormonais (por exemplo: redução de um hormônio chamado cortisol), é necessário cuidado no uso concomitante de rosuvastatina cálcica e os medicamentos cetoconazol, espironolactona e cimetidina
    • Reações Adversas
      • Hiperglicemia. Em alguns casos, estes aumentos podem exceder o valor limite para o diagnóstico do diabetes, principalmente em pacientes com alto risco de desenvolvimento do diabetes.
      • Reação incomum
        • prurido , exantema e urticária
      • Reação rara
        • miopatia (doença do sistema muscular, incluindo miosite – inflamação muscular), reações alérgicas (incluindo angioedema – inchaço), rabdomiólise , pancreatite e aumento das enzimas do fígado no sangue.
      • Reação muito rara
        • artralgia , icterícia hepatite e perda de memória.
      • Reação comum
        • dor de cabeça, mialgia, astenia , prisão de ventre, vertigem, náusea e dor abdominal.
    • psologia
      • Os comprimidos de rosuvastatina cálcica devem ser ingeridos inteiros, uma vez ao dia, por via oral, com água, a qualquer hora do dia, com ou sem alimentos. Porém, deve se tomar rosuvastatina cálcica no mesmo horário todos os dias.
      • A dose de rosuvastatina cálcica deve ser individualizada de acordo com a meta da terapia e a resposta do paciente.
      • a dose inicial de 5 mg de rosuvastatina deve ser considerada para pacientes descendentes asiá- ticos. Tem sido observada uma concentração plasmática aumentada de rosuvastatina em asiáticos.
    • Idosos
      • utiliza-se a faixa de dose habitual.
    • Indicações
      • pacientes com hipercolesterolemia primária, dislipidemia combinada (mista) e hipertrigliceridemia isolada (incluíndo os tipos de Iia, Iib e IV de Fredrickson; é a hipercolesterolemia familiar heterozigótica) como adjuvante à dieta, quando a resposta à dieta e os exercícios é inadequada
      • Pacientes adultos com hipercolesterolemia primária, incluindo sua forma moderada, e com doença cardíaca coronariana
        • Ação
          • Diminuir a progressão da aterosclerose coronária
  3. Propriedades farmacocinéticas das duas estatinas

    • Fluvastatina
      • Absorção
        • 98%
      • Biodisponibilidade
        • 24%
      • Efeitos da alimentação
        • Alimentos diminuem o ritmo, mas não o volume da absorção
      • Lipofilicidade
        • 3,2
      • Metabolismo
        • Metabolismo extensivamente hepático, sobretudo via CYP 2C9. Sem metabólitos ativos
    • Rosuvastatina
      • Absorção
        • Moderadamente rápida
      • Biodisponibilidade
        • 20%
      • Efeitos da alimentação
        • Alimentos reduzem o ritmo da absorção em 20%, mas não alteram o volume da absorção
      • Lipofilicidade
        • -0,3
      • Metabolismo
        • Metabolismo minimamente hepático (via CYP 2C9 e CYP 2C19)
  4. ALUNO: LUCAS MANOEL CRUZ MEDEIROS COSTA- 1412040029

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oiyo
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lucasmanoelcruz
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