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HIPERTIREOIDISMO/ TIROITOXICOSE

Thais Simantob Portugiesisch

HIPERTIREOIDISMO/ TIROITOXICOSE

Inhalt der Mindmap

HIPERTIREOIDISMO/ TIROITOXICOSE

  1. Sem hiperfunção tireoide

    • #Tireotoxicose factícia#
      • Tomado HT Tireoide " dormindo"
      • Tg baixa
      • cintilo baixa captação
      • Sem bócio, oftalmopatia
    • Tiroidite subaguda
      • Quervain
        • Dor principal Após IVAS
    • Tiroidite aguda
      • raro Hashitoxicose
    • Tiroidite induzida por amiodarona (tipo II)
      • Pelo menos 2 anos de uso da medicação Destruição dos folículos tiroidianos Tem HIPER inicial, que vai evoluir para HIPO
      • Tipo 1
        • HIPER < 2 anos de uso da amiodaronaNUNCA trata com iodo, pois a glandula esta cheia de iodoQuando suspende a medicação, fica até 3 meses o iodo na glândula
      • Tipo 2
        • Tem HIPER no inicio que evolui para HIPO, devido a destruição da célula > 2 anos de uso de amiodarona Interleucina 6 elevada TTo: com prednisona, lítio, seria mais suporte
    • Struma Ovarii
      • PCI captação no ovário, com  tireoide normal Tg normal para baixa T3 e T4 l altos TSH baixo
      • Tratamento: remoção do TU cirurgico
    • Metástase funcionantes de CA tireoide
      • Diagnóstico PCI corpo inteiro
      • Tratamento: dose ablativa com iodo ou embolização ou remoção cirurgica
    • Adenoma produtor de TSH
      • para diagnóstico faz RNM de hipófise e o tto é cirurgico
    • Gestação
      • HCG se liga ao receptor de TSH
  2. Dosar TSH e T4 livre

    • TSH baixo e T4 l alto
      • Com oftalmopatia e bócio
        • Dça de Graves
          • TRAB +
      • Sem oftalmopatia e com bócio
        • Captação com radioativo
          • Iodo 131 2 e 24 h de captação
          • ALTA (difusa)
            • Dça Graves ou Bócio nodular tóxico
          • BAIXA
            • Com bócio
              • Tiroidite Quervain, linfocitica indolor, pós parto (anti TPO+) Dça Graves ou BNT em quem ingeriu grande quantidade de iodo. Ex: tomou contraste iodado para exames 
            • Sem bócio
              • Tireotoxicose factícia (1ª suspeita) Struma Ovarii Metástase funcionante de Ca tireoide ( história de tiroidectomia total prévia)
      • Sem oftalmopatia e sem bócio
    • TSH alto ou N e T4 l alto
      • Tireoitropinoma
        • Adenoma produtor de TSH, > 1 cm Para diagnóstico faz RNM sela
      • Resistência hipofisária aos HT
        • Os pacientes são tratados com beta bloq e eventual/e T3
  3. Tiroidite

    • Hashimoto
      • Crônica > 3 m
    • Pós Parto
      • Subaguda de 15 d  a 3 m Pode surgir até um anos após o parto Quando mais HIPER, maior a probabilidade de ter HIPO definitivo
      • Após a fase tireotóxica, o TSH deve se monitorizada a cada 2 meses por 1 ano
    • Silenciosa
      • Subaguda 15 d a 3 meses
      • VHS < 50
    • De Quervain
      • Subaguda de 15 d a 3 m Sinônimo: - Subaguda dolorosa - Células gigantes - granulomatosa
      • VHS > 50
    • De Riedel
      • Crônica &gt; 3 m
    • Bacteriana
      • Aguda &lt; 15 dias - Comum na cça - Disseminação hemato ou linfática de IVAS
      • DOR cervical anterior e unilateral Em geral, NÃO ha sintomas de HIPER
      • TSH nl T4l NL cintilografia= normal anticorpos negativos Leucocitose com desvio E e VHS alto HISTOLOGICO= infiltrado de leucócitos polimorfo e linfócitos
      • TTO - ATB - TC ou RNM cervical para investigar a presença da fístula comunicante
      • Seio piriforme
        • Fistula entre o seio piriforme e a tireoide
        • Lobo E
  4. HIPER subclínico

    • TSH &lt; 0,1, tem maior risco de FA, pior em mulheres jovens Para diagnóstico é necessário repetir TSH, T4l e T3 L em 3 meses TSH no subclínico grau 1 é de 0,1 a 0,4 com T4 livre normal TSH no grau 2 é de &lt; 0,1 com T4l normal e T3 l aumentado ou normal
    • Diagnóstico
      • Dosar TSH Redosar TSH em 3 meses, se permanece baixo, então dosar: T4 livre, T3 livre
      • Fazer US tireoide com doppler colorido Ou&nbsp; Cintilografia&nbsp;&nbsp; TRAB (marcador de Graves)Nódulo frio é sugestivo de malignidade
      • Saber a causa do HIPER: - TC, RNM (investigar compressão) - ECG( pacientes sintomático) - Holter ( em caso de arritmia) - Eco com doppler ( para cardiopatas) - Densitometria ( mulheres pós meno ou idosos com risco de perda óssea)= se tem perda óssea tem indicação de tto do HIPER para evitar essa perda.
    • TSH < 0,1 com T4 l NL
      • Menopausa
        • maior risco de perda óssea - Sem TRH ou sem uso de bifosfonato= tratar o HIPER
        • Idade < 65 a com comorbidade
          • Trata
      • Osteoporose
      • Dça cardiaca
      • Sintomas de HIPER
      • Idade > 65 anos
        • trata
      • Idade < 65 anos, assintomático
        • Considerar tratamento
    • TSH 0,1 a 0,4 e com T4 l normal
      • Considerar tto em todos
      • Idade < 65 a e assintomático
        • Acompanhar
  5. Com hiperfunção da tireoide

    • Dça de Graves
      • Estimulação tiroidiana anormal por anticorpos anti receptor de TSH (trab)
      • Causa mais comum 60 a 80 % casos, mais em mulheres. - Dça autoimune com TRAB + - Bócio em 97% casos - Oftalmopatia
      • Patogênese: Agem como se fossem o próprio TSH (trab), imunoglobulinas estimuladores - Incia com linfócito T4 que estimulam os linfócitos B, que vão formar os anticorpos anti receptor de TSH.
      • TRAB
        • Não é exclusivo do Graves, pode ter em casos de tiroidite autoimune, no Graves tem bócio e oftalmopatia associadas&nbsp;
        • TRAB passa pela placenta a partir da 20ª semana
        • Indicações de dosar o TRAB: - diagnóstico de Graves - hiper apático (idoso) - diferenciar da DC e tiroidite pós parto - avaliação do risco derecidiva do hiper após o tto com DAT - avaliação do risco de tireotoxicose fetal em gestantes eutiroideas no passado - Pacientes eutiroidianos com oftalmopatia
        • Tratamento
          • Iodo
            • NÃO REVERTE TRAB -&nbsp; A oftalmopatia pode aparecer apos a dose de iodo em 15% dos casos que não tinha - Se tem ja oftalmopatia é necessário fazer corticóide ( 4 semanas antes e manter 6 semanas apos) antes de fazer o iodo para não piorar o olho
            • SUSPENDER DE 3 A 7 DIAS O METIMAZOL ANTES DE FAZER O IODO E DEPOIS DO IODO VOLTA COM A MEDICAÇÃO APOS 3 DIAS DA DOSE POR MAIS 3 MESES PTU É RADIOPROTETOR, IDEAL SUSPENDER DE 30 A 40 DIAS ANTES DO IODO
            • Dose de iodo: 10 a 15 mCi Pré tratamento com beta bloq e DAT devem ser considerados em pacientes com risco para complicações
            • Contraindicações
              • Grávidas Amamentando Desejo de engravidar em 6 meses Bócios mto volumosos Oftalmopatia infiltrativa grava ( se fizer piora o quadro)
            • Monitorização
              • Função tiroidiana: - após 1 mês - depois a cada 4 a 6 semanas - Hipo leve nos primeiros 6 meses pode ser transitório - Nova dose de iodo: aguardar 6&nbsp; meses TSH pode demorar até 1 anos para voltar ao normal, portanto acompanha com T4l
          • Tionamidas
            • Tionamidas (metimazol) Mecanismo de ação é e inibição da peroxidase (TPO) - PTU inibe a desiodase do tipo 1, inibindo a conversão de T4 em T3. Dose máxima metimazol é 40 mg PTU 100mg 8/8h
            • EFEITO COLATERAL: - Agranulocitose 0,5 % casos e hepatopatia 0,1 a 1,3 %, portanto necessário acompanhar com HMG e hepatograma, até 90 dias do inicio de tratamento Se houver os efeitos colaterais acima, não pode trocar uma droga pela outra, ideal é&nbsp; fazer iodo ou cirurgia. &nbsp;As REAÇÕES LEVES, pode-se trocar uma droga pela outra: artralgia, erupções cutâneas, intolerância gástrica, prurido. LUPUS -LIKE: só da em PTU no inicio do tratamento ou até 6 meses após a suspensão da medicação
            • PTU NÃO PODE EM CÇA - Pode para gestante até a 16ª semana - Usado para crise tireotoxic
            • Acompanha de 4 a 6 semanas, dosando T4l HMG e hepatograma Ideal o tratamento de 18 a 24 meses Ideal do tratamento é a remissão do TRAB para &lt; 1 - Cirurgia e iodo NÃO&nbsp; reverte TRAB
            • USO DE METIMAZOL POR MAIS TEMPOS: uso de doses baixas de 2,5 a 5mg/dia- pacientes que não desejam terapia definitiva 8 não que operar e nem fazer iodo)- TRAB persistentemente elevado após 12 a 24 m de tto- melhor alternativa para paciente que apresentam oftalmopatia
          • Cirurgia
            • Esta indicado: - DG com bócios volumoso associado com sintomas compressivos - Nódulos suspeitos - Gestantes sem controle da dça &nbsp;com DAT - Intolerância a DAT - Recusa ao tto com iodo
          • Beta Bloqueador
            • PPN: não é bloqueador seletivo beta adrenergico e em altas doses pode evitar a transferência de T4 em T3, de escolha para gestante e pós parto Atenolol não pode no EUA, no Brasil pode, beta 1 seletivo
            • Usa FC > igual a 90
        • Remissâo
          • < chances
            • Menos chance de remissão definitiva da dça: Bócios grandes cça e adolescentes TRAB elevado no fim do tto DAS &lt; 1 ano de uso Oftalmopatia Presença de HLA DR3
          • > chances
            • Maiores chances de remissão da dça: - &gt; 40 anos - mulher - TRAB baixo no fim do tto - Bócio pequeno
      • Oftalmopatia
        • REATIVAÇÃO OU ATIVAÇÃO DA OFTALMOPATIA PODE ACONTECER EM 15 A 33% CASOS: Ideal o tto com DAT para tentar diminuir o TRAb, pois ele provoca a autoagressão intra-orbiária
        • FATORES DE RISCO PARA OFTALMOPATIA: -oftamopatia DG - tabagista - altos títulos de TRAB - Hiper por T3 - Hipo rápido pós iodo ( ideal&nbsp; se tiver subindo ja entra com levotiroxina)
        • Prednisona 0,5 mg/kg/dia por 2 a 3 meses e doses 0,2mg/Kg/dia para períodos mais curtos (6 semanas) Ideal fazer corticóide de 4 a 6 semanas antes do iodo e manter de 4 a 6 semanas após, só em casos de oftalmopatia leve
        • As 2 características primordiais da OG são: atividade e gravidade da dça INDICAÇÃO CIRÚRGICA SÓ EM CASOS DE COMPRESSÃO DE NERVO ÓPTICO
        • Sinal de Lig -lag= retardo da descida da pálpebra superior quando o globo é movido para baixo
        • PULSOTERAPIA: Fazer: oftalmopatia grave e ativa, moderada e com visão ameaçada Metilpredinolona 500mg em 100 ml SF em 1h- EV, uma vez por semana , por 6 semanas e tratar parasitose intestinal antes
        • Escore de atividade (CAS)
          • Doença esta atividade quando apresenta 3 dos critérios, dentre eles avalia: dor, hiperemia e edema - Quando está em atividade necessita de tto com corticóide - se esta em atividade de moderada a grave faz pulsoterapia, ideal fazer o tto para parasitose intestinal antes
          • Cada um no quadro equivale a 1 ponto e se 3 pontos ou mais a doença esta ativa
        • Critério de gravidade
          • PROPTOSE: - LEVE: aumento de 3 a 4 mm - MODERADA: 5 a 7 mm - GRAVE: &gt; 7 mm &nbsp; ( proptose anormal &gt; 20 mm em caucasianos, 18 mm orientais e 22 mm negros) DIPLOPIA ( OP moderada)
    • Nódulo hiperfuncionante
      • Adenoma folicular autônomo
    • Bócio multinodular tóxico
      • Múltiplos nódulos autônomos funcionantes
    • Tireotoxicose induzida por iodeto
      • Sobrecarga de iodo, contraste, amiodarona tipo 1, povidine
    • Tumores trofoblásticos
      • Mola, coriocarcinoma, interação do HCG aos receptores de TSH
    • Adenoma hipofisário produtor de TSH
      • Superprodução de TSH
  6. HIPER na infância

    • Principal causa é DG Principalmente em meninas, entre 11 a 15 anos Incomum antes dos 5 anos
    • SINAIS E SINTOMAS - Aceleração do crescimento linear - Queda do rendimento escolar
    • Fator Predisponentes
      • Mistura de fatores genéticos, ambientais, endógenos que são responsáveis pela autorreatividade das células T e B para o receptor do TSH
      • Genético
        • Predisposição materna&nbsp; 15% tem uma parente próximo HLA- DR3 e HLA- DQA1 são positivamente associados a DG HLA- DRB1 tem efeito protetor O HLA DR3 é comumente visto no DM1 e DG na infância&nbsp;
        • CTLA 4 ativa linfócitos B que vão formar o TRAB PTPN22, expressa em tecidos linfóides. Esta enzima esta envolvida em vãrios vias de sinalização autoimune, ex: DM1, a reumatóide Lúpus, vitiligo, DG
      • Ambientais
        • Gestação e pós parto, excesso de iodo na dieta, infecções virais - tabagismo mais associado a oftalmopatia do que com o Graves
    • Tratamento
      • PTU NÃO PODE NA CÇA
      • Tapazol
      • Iodo
        • > 5 anos, máx 10 mci
          • evitar doses maiores pelo risco de Ca de tireoide
      • Cirurgia
        • Quando não se consegue controlar com medicação e iodo
  7. Nódulo autônomo

    • Produção hormonal independente do estímulo do TSH e do mecanismo de retroalimentação negativa do eixo HHT
    • Bócio nodular tóxico= Dça de Plummer= nódulo autônomo tóxico - Nódulos&gt; igual a 2,5 cm para ser autônomo
    • Patogênese
      • Mutação no TRAB -Mutação no gene da subunidade alfa da proteína G (GNES)
    • Progressão
      • Crescimento lento e progressivo - Maior probabilidade de se tornar tóxico: nódulos grandes (&gt;2,5cm) e idade &gt; 60 anos - Pode apresentar com bócio mergulhante -Sintomas compressivos associado - Bócio ao EF Nódulos até 4 cm pode tentar iodo, alcoolização Nódulos &gt; 4 cm pode fazer lobectomia
    • Diagnóstico
      • HIPER CLÁSSICO ( TSH supresso, T4l alto) T3- toxicose ( TSH supresso, T4l normal e T3 alto) HIPER SUBCLÍNICO ( TSH supresso, T4 e T3 normais) Dosa TRAB para diferenciar de DG com nódulos
      • CINTILOGRAFIA COM I 131 - Adenoma autônomo ou tóxico ( nódulo hipercapitante, supressão total ou parcial da atividade do restante da glândula) - Adenoma pré- tóxico ( TSH suprimido e T4 e T3 nl, com alterações cintolográficas)
    • Tratamento
      • - Cirurgia (&gt; 4 cm lobectomia), para adolescente para não submete-lo a iodo - Iodo - Injeção percutânea de etanol - Ablação percutânea com laser
      • Iodo
        • Dose entre 25 a 30 mCi para bócio multinodular ou nodular, é maior que na DG (suspender antes DAT) Os nódulos são células hiperfuncionantes e captarão o iodo e serão destruidas, ja as célulasda tireoide&nbsp; normal não está captando
        • INDICAÇÕES: - Idade avançada - comorbidades associadas -cirurgia prévia - bócio pequeno - captação suficiente para resposta terapêutica - ausência de acesso a cirurgia
        • CONTRA INDICAÇÃO: - Gestação - Pretensão de engravidar nos próximos 6 meses - Lactação - câncer coexistente
        • DESVANTAGENS: - Demora em se obter o eutiroidismo
      • Cirurgia
        • INDICAÇÃO: - bócios volumosos - sintomas compressivos - jovens e cças
        • Nódulo único= lobectomia &gt; 4 cm BMN= tiroidectomia subtotal
        • VANTAGENS - Ressecção completa - Eutioidismo rapidamente - ressecção de áreas malignas, se existir
        • DESVANTAGEM: - custo -risco anestésico - HIPO permanente
      • Beta bloq
        • Deve ser mantido antes e após o procedimento cirúrgico para evitar possíveis complicações cardíacas decorrentes de uma potencial exacerbação da tireotoxicose pela terapia. - Seu uso é mandatório em &gt; 60 anos e cardiopatas.
  8. HIPER gestação

    • HIPER transitório, retorno em eutiroidismo no 14 a 18 semana de gestação Definir a causa entre hipermese gravídica ou de&nbsp; Graves: dosar TSH, t4 e TRAB
    • DIAGNÓSTICO TSH, T4 LIVRE, T3 LIVRE, TRAB
    • NÃO FAZ IODO NA GESTAÇÃO POR RISCO DE TERATOGENICIDADE
    • T4l manter no limite superior para tto
    • Beta bloq
      • Pode usar na gestação por até 6 semanas, acima disso maior o risco de passar pela placenta e portanto menor FC fetal, risco de RCIU e hipoglicemia
      • Propranolol e atenolol
    • TRAB
      • Dosar no início, se der positivo, deverá ser redosado entre 20ª e 24ª semanas e 30ª a 34ª semana
      • Ideal avaliar a função tiroidiana até 6 h apos o nascimento, para saber se vai ter hipo e hiper, mas normalmente é um hipo transitório.
    • Complicações
      • Materna
        • Aborto, parto prematuro, crise tirotóxica
      • Fetal
        • Prematuridade, bócio, hiper, hipo central
    • Tratamento
      • PTU ate 16ª sem
        • 100mg 8/8h, reajuste a cada 2 a 4 semanas
      • Metimazol
        • Após a 16ª semana Amamentando: deve-se fracionar o tapazol 3 a 4x, longe das mamadas
    • Sinais de hiper fetal ao US
      • FC &gt; 170, persistente por mais de 10min &nbsp;RCIU Bócio fetal aceleração de maturação óssea sinais de insuficiência cardíaca Para fechar o diagnóstico é com a cordocentese, mas não se usa na prática, por ser invasivo
    • Cirurgia
      • A partir da 22ª semana Deve-se fazer o preparo para a cirurgia que é com beta bloq e iodo (lugol) Faz em caso de não controle com as DAT ou teve agranulocitose ou hepatotoxicidade
    • Pós parto
      • Após o nascimento rever a função tiroidiana da mãe depois de 6 semanas a 3 meses

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Mindmap am HIPERTIREOIDISMO/ TIROITOXICOSE, erstellt von Thais Simantob am 18/11/2017.
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Thais Simantob
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