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Syllabus CTFL Foundation Level

Mapa mental: Syllabus CTFL Foundation Level
Inhalt der Mindmap
Syllabus CTFL Foundation Level
1. Fundamentos do Teste
- 1.1 Porque é necessário testar?
- 1.2 O que é teste?
- 1.3 Os sete princípios do teste
- Princípio 1 – Teste demonstra a presença de defeitos
- Princípio 2 – Teste exaustivo é impossível
- Princípio 3 – Teste antecipado
- Princípio 4 – Agrupamento de defeitos
- Princípio 5 – Paradoxo do Pesticida
- Princípio 6 – Teste depende do contexto
- Princípio 7 – A ilusão da ausência de erros
- 1.4 Fundamentos do processo de teste
- 1.5 A psicologia do teste
2. Teste durante o ciclo de vida do software
3. Técnicas Estáticas
- 3.1 Revisão e o Processo de Teste
- Teste estático não necessita da execução do software. Teste dinâmico é a execução do código.
- Revisão testa o produto do software (especificação, diagramas, código, casos de teste, etc), pode ser feito antes do teste dinâmico. Os benefícios são redução tempo do teste, menos defeitos, melhoria comunicação, etc.
- Revisões encontram defeitos. Testes dinâmicos encontram falhas.
- 3.2 Processo de Revisão
- A forma como uma revisão é conduzida depende do seu objetivo, que pode ser encontrar defeitos, compreender, decidir ou tomar decisões. Podem ser formais ou informais.
- 3.2.1 Fases de uma revisão formal
- Planejamento
- Definir os critérios de revisão. Selecionar a equipe. Alocar as funções. Definir os critérios de entrada e de saída para os diversos tipos de revisão formal (ex.: inspeção). Selecionar quais as partes dos documentos será visto. Checar os critérios de entrada (para diversos tipos de revisão formal).
- Kick-off
- Distribuir os documentos. Explicar os objetivos, processos e documentos para os participantes.
- Preparação individual
- Análise da documentação para a reunião de revisão. Anotar os defeitos em potenciais, questões e comentários.
- Reunião de revisão
- Discussão ou registro, com resultados documentados ou anotações (para os tipos de revisões mais formais). Anotar os defeitos, fazer recomendações para o tratamento de defeitos ou tomar decisões sobre os defeitos. Examinar, avaliar e registrar questões durante as reuniões de acompanhamento.
- Retrabalho
- Resolver defeitos encontrados, tipicamente feitos pelo autor. Registrar os status atuais dos defeitos (para revisões formais).
- Acompanhamento
- Checar se os defeitos foram encaminhados. Obter métricas. Checar os critérios de saída (para tipos de revisões formais).
- Planejamento
- 3.2.2 Papéis e responsabilidades
- Gerente
- toma decisão durante a realização da revisão, aloca tempo nos cronogramas de projeto e determina se o objetivo da revisão foi atingido
- Moderador
- a pessoa que lidera a revisão dos documentos, incluindo o planejamento da revisão, e o acompanhamento após a reunião. Se necessário, mediará entre os vários pontos de vista e é muitas vezes quem responderá pelo sucesso da revisão.
- Autor
- é a pessoa que escreveu ou que possui a responsabilidade pelos documentos que serão revisados.
- Revisores ou Inspetores
- indivíduos com conhecimento técnico ou de negócio, que identificam e descrevem os defeitos encontrados no produto em revisão. Podem ser escolhidos para representar diferentes funções e perspectivas no processo de revisão, e é parte integrante de qualquer reunião de revisão.
- Redator
- documenta todo o conteúdo da reunião, problemas e itens em aberto que foram identificados durante a reunião.
- Gerente
- 3.2.3 Tipos de revisão
- Revisão informal
- A documentação é opcional. Principal propósito: uma forma de obter algum benefício a um baixo custo.
- Acompanhamento
- Reunião conduzida pelo autor. Na prática pode variar de informal para muito formal. Principal propósito: aprendizagem, obtenção de entendimento e encontrar defeitos.
- Revisões técnicas
- Documentado, processo de detecção de defeito, inclui colegas especialistas ou técnicos. Idealmente são conduzidas por um moderador treinado (que não seja o autor). Elaboração de um relatório de revisão. Principais propósitos: discussão, tomada de decisões, avaliar alternativas, encontrar defeitos, resolver problemas técnicos e checar a conformidade da padronização das especificações.
- Inspeção
- Conduzida pelo moderador (que não seja o autor). Papéis definidos. Utilização de métricas. Processo formal baseado em regras e utilização de check-list. Relatório de inspeção, lista de defeitos encontrados. Principal propósito: encontrar defeitos.
- Um único documento pode ser objeto para mais de uma revisão.
- Revisão informal
- 3.2.4 Fatores de sucesso para as revisões
- Cada revisão tem um objetivo claramente definido.
- A pessoa adequada para os objetivos da revisão deve ser envolvida.
- Testadores são valorizados como revisores que contribuem para a revisão e aprendizado sobre o produto o que lhes permite preparar os testes facilmente.
- Defeitos encontrados são encorajados e expressados objetivamente.
- Técnicas de revisão são aplicadas de forma a combinar com o tipo e nível do software e revisores.
- Caso necessário, check-lists ou papéis são utilizados para aumentar a eficiência na identificação de defeitos.
- 3.3 Análise Estática por Ferramentas
- Análise estática pode localizar defeitos que são dificilmente encontrados em testes. Como as revisões, a análise estática encontra defeitos ao invés de falhas.
- Benefícios
- Detecção de defeitos antes da execução do teste. Conhecimento antecipado sobre aspectos suspeitos no código ou programa através de métricas, por exemplo, na obtenção de uma medida da alta complexidade.
- Identificação de defeitos dificilmente encontrados por testes dinâmicos. Detecção de dependências e inconsistências em modelos de software, como links perdidos.
- Aprimoramento da manutenibilidade do código e construção. Prevenção de defeitos, se as lições forem aprendidas pelo desenvolvimento.
- Defeitos mais comuns descobertos
- Referência a uma variável com valor indefinido. Inconsistências entre as interfaces dos módulos e componentes.
- Variáveis que nunca são usadas ou impropriamente declaradas. Código morto.
- Falta de lógica ou lógica errada (loops infinitos). Construções excessivamente complicadas.
- Violação de padrões de programação. Vulnerabilidade na segurança. Violação de sintaxe e de modelos.
- Ferramentas de análise estática analisam o código do programa, gerando arquivos do tipo HTML e XML, por exemplo.
- Ferramentas de análises estáticas são tipicamente usadas por desenvolvedores antes e durante o teste de componente e de integração e por projetistas durante a modelagem do software.
- 3.1 Revisão e o Processo de Teste
4. Técnica de Modelagem de Teste
- 4.1 Identificando as condições de testes e projetando os casos de testes
- Durante a análise de teste
- a documentação é analisada para determinar o que testar, essas condições de teste são definidas como um item ou evento que pode ser verificado por um ou mai casos de teste
- estabelecer a rastreabilidade das condições de testes na volta até as especificações e requisitos permitem analisar o impacto quando os requisitos mudam
- Durante a modelagem de teste
- os casos de teste e os dados de teste são especificados e criados
- um caso de teste consiste de um conjunto de valores de entrada, pré-condições de execução, resultados esperados e pós-condições de execução, desenvolvidos para cobrir certas condições de teste
- Durante a implementação do teste
- os casos de teste são desenvolvidos, implementados, priorizadas e organizadas na especificação de procedimento de teste
- O procedimento de teste especifica a sequência de ações para a uma execução de teste
- Durante a análise de teste
- 4.2 Categorias das técnicas de modelagem de teste
- O propósito da técnica de modelagem de teste é identificar as condições e os casos de testes
- Classificar testes como caixa-preta ou caixa-branca é uma diferenciação clássica
- Técnicas Caixa-Preta
- técnicas baseadas em especificação
- são uma forma de derivar e selecionar as condições e casos de testes baseados na análise da documentação
- isto inclui testes funcionais e não funcionais, para um componente ou sistema sem levar em consideração a sua estrutura interna
- Técnicas Caixa-Branca
- técnicas estruturais ou baseadas em estrutura
- são baseadas na estrutura interna de um componente ou sistema.
- 4.3 Técnicas baseadas em especificação ou Caixa-Preta
- 4.3.1 Partição de Equivalência
- as entradas do software ou sistema são divididas em grupos que tenham um comportamento similar, podendo ser tratados da mesma forma
- 4.3.2 Análise do Valor Limite
- 4.3.3 Tabela de Decisão
- 4.3.4 Teste de transição de estados
- 4.3.5 Teste de Caso de Uso
- 4.3.1 Partição de Equivalência
- 4.4 Técnicas baseadas em estrutura ou Caixa-Branca
- 4.4.1 Teste e Cobertura de Sentença
- 4.4.2 Teste e Cobertura de Decisão
- 4.4.3 Outras técnicas baseadas na estrutura
- 4.5 Técnicas baseadas na experiência
- 4.6 Escolhendo as técnicas de teste
- 4.1 Identificando as condições de testes e projetando os casos de testes
5. Gerenciamento de Teste
Informationen
- Beschreibung
- Certificação Teste de Software Mindmap am Syllabus CTFL Foundation Level, erstellt von Juliete Rios am 29/12/2017.
- Erstellt von
- Juliete Rios
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