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PODER 2
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PODER 2
- HANNA ARENDT O poder corresponde à habilidade humana não apenas para agir, mas para agir em concerto. O poder nunca é propriedade de um indivíduo; pertence a um grupo e permanece em existência apenas na medida em que o grupo conserva-se unido. Quando dizemos que alguém está ‘no poder’, na realidade nos referimos ao fato de que ele foi empossado por um certo número de pessoas para agir em seu nome.
Tradição do pensamento greco-romano, o conceito de poder estaria fundamentado no consentimento, enquanto na teoria moderna a sua base seria a violência
Max Weber
- Poder significa toda probabilidade de impor a própria vontade numa relação social, mesmo contra resistências, seja qual for o fundamento desta probabilidade.
Weber
- Existência de Conflito
- LUTA - não necessariamente física
- Existência de Conflito
Robert Dahl
- A tem poder sobre B na medida em que ele consegue fazer com que B faça algo que B de outro modo não faria
Hobbes
- “consistente nos meios adequados à obtenção de qualquer vantagem”.
Russel
- “conjunto dos meios que permitam alcançar efeitos desejados”
PAULO BONAVIDES
- PODER DE FATO
- empregados meios coercitivos e violentos para obter a obediência.
- DIREITO
- base de apoio não a violência, mas sim a competência; menos coerção do que consentimento
- PODER DE FATO
Gumplowicz
- Consiste na posse dos meios de satisfazer as necessidades humanas e na possibilidade de dispor livremente de tais meios
Norberto Bobbio
- Afirma que o poder é uma relação triádica: há aquele que detém o poder (o sujeito); há aquele que recebe a influência do poder (o objeto); e há uma esfera de atividade à qual o Poder se refere – ou a esfera do Poder.
- “o Poder estabilizado se traduz muitas vezes numa relação de comando e obediência”.
- Na relação de manipulação, por exemplo, não surge imediatamente um conflito, mas existe, via de regra, um conflito potencial que se torna atual no momento em que B se der conta de que seu comportamento foi manipulado por A.
- Na relação de manipulação, por exemplo, não surge imediatamente um conflito, mas existe, via de regra, um conflito potencial que se torna atual no momento em que B se der conta de que seu comportamento foi manipulado por A. E este conflito pode derivar da simples manipulação: do juízo negativo e do ressentimento de B em relação à manipulação de A. Também, num nível extremo de aliciamento, a conflitualidade da relação pode nascer do fato de B se sentir ferido e nutrir ressentimento pela grave desigualdade entre seus recursos e os recursos de A e também pelo fato de A tirar vantagem desta situação de desigualdade. O ressentimento derivado da desigualdade de recursos é, por isso, juntamente com o antagonismo das vontades, a segunda matriz que se evidencia na conflitualidade do Poder.
- O caráter antagônico das relações de Poder pode derivar, porém, mais do que do conflito de vontade, acima referido, de outros aspectos do Poder.
ATENÇÃO
- 1. Ocorre numa relação social;
- 2. Impor a própria vontade, mesmo contra resistências
- 3. Não consite apenas na posse de uma atributo
- É uma relação CONFLITUOSA
Informationen
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- Ciências Políticas Mindmap am PODER 2, erstellt von alessandra rosa am 24/07/2018.
- Erstellt von
- alessandra rosa
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