GoConqr hat ein neues Design! Sag uns, wie es dir gefällt.

Mindmap

ARGUMENTOS NÃO-DEDUTIVOS

Maria Adelaide Almeida Portugiesisch

Inhalt der Mindmap

ARGUMENTOS NÃO-DEDUTIVOS

  1. Argumento em que se pretende que a verdade da(s) premissa(s) apoie/suporte a verdade da conclusão.

    • Se isso acontecer, dizemos que o argumento é forte.
      • A força dos argumentos não-dedutivos não é detetável através da sua forma lógica.
        • Num bom argumento não-dedutivo, a verdade das premissas torna apenas provável a verdade da conclusão.
    • Se isso não acontecer, dizemos que o argumento é fraco.
  2. Tipos de argumentos não-dedutivos

    • ARGUMENTOS INDUTIVOS
      • Generalizações
        • Argumentos em que extraímos uma conclusão geral (que inclui casos de que não tivemos experiência), a partir de um conjunto de premissas referente a alguns casos de que já tivemos experiência.
          • EXEMPLO: (1)Cada um dos corvos observados até agora é preto. (2)Logo, todos os corvos são pretos.
      • Previsões
        • Argumentos em que nos baseamos num conjunto de premissas referentes a alguns acontecimentos observados no passado para inferir uma conclusão acerca de um acontecimento futuro.
          • EXEMPLO: (1)Cada um dos corvos observados até agora é preto. (2)Logo, o próximo corvo que observarmos será preto.
      • Um bom argumento indutivo (generalização ou previsão) deve basear-se numa amostra representativa e diversificada, bem como não deve ocultar contraexemplos conhecidos.
        • Quando estamos perante um mau argumento indutivo, isso significa que foi cometida alguma falácia informal - este tipo de falácia não resulta de falhas na forma lógica dos argumentos, mas do seu conteúdo.
          • Quando um argumento indutivo por generalização se baseia num número reduzido de casos ou ignora contraexemplos conhecidos, incorre na falácia da generalização precipitada.
          • Quando a amostra utilizada para fazer a generalização é tendenciosa, ou seja, quando não é representativa da diversidade de características do universo em questão, comete-se a falácia da amostra não representativa.
          • Quando a amostra em que se baseia a nossa previsão é escassa ou pouco diversificada, comete-se a falácia da previsão inadequada.
    • ARGUMENTOS POR ANALOGIA
      • Argumentos em que partimos de um conjunto de semelhanças relevantes entre dois elementos para atribuir a um deles uma característica observada no outro.
        • (1)O José tem tosse, dor de garganta, febre alta, tremores e suores, dor de cabeça, dor muscular e cansaço. (2)As pessoas com esses sintomas normalmente têm gripe. (3)Logo, o José provavelmente tem gripe
      • Um argumento por analogia é mau quando: (1)as semelhanças observadas não são relevantes e/ou (2)o número de semelhanças existente não é significativo para a conclusão que se pretende extrair e/ou (3)existem diferenças relevantes entre os dois elementos da comparação que não estão a ser devidamente tidas em conta.
        • Um mau argumento por analogia designa-se de "falácia da falsa analogia".
          • EXEMPLO: (1)Tal como os homens as mulheres também têm pulmões, fígado e rins. (2)Os homens têm próstata. (3) Logo, as mulheres também têm próstata.
    • ARGUMENTOS DE AUTORIDADE
      • Num argumento de autoridade recorre-se à opinião de um perito ou de um especialista para reforçar a aceitação de uma determinada proposição.
        • EXEMPLO: (1) nos livros e aulas de história ensina-se que D. Afonso Henriques foi aclamado como primeiro rei de Portugal em 1139, sendo isso consensual entre os especialistas nessa matéria. (2) Logo, D. Afonso Henriques foi aclamado como primeiro rei de Portugal em 1139.
        • Um bom argumento de autoridade identifica claramente as suas fontes, cita autoridades que, para além de serem reconhecidamente especialistas no assunto em questão, são igualmente imparciais e isentas e cuja opinião não é disputada por outros especialistas igualmente qualificados.
          • Se esses critérios não forem satisfeitos, incorre-se na falácia da falsa autoridade (ou falácia do apelo ilegítimo à autoridade)
            • EXEMPLO: (1) Platão é um filósofo de renome e defende a imortalidade da alma. (2) Logo, a alma é imortal.

Informationen

Beschreibung
Mindmap am ARGUMENTOS NÃO-DEDUTIVOS, erstellt von Maria Adelaide Almeida am 24/11/2018.
Aufrufe
5
Bewertung

Feedback

Worum geht es?

Wie gefällt dir das neue Design?

Dein Eindruck