Mindmap
Plantas tóxicas
Inhalt der Mindmap
Plantas tóxicas
Palicourea spp, Trifolium spp, Brachiaria spp e Vicia spp, são plantas altamente palatáveis, que são ingeridas por facilitação social. Além disso, herbicidas deixam as plantas mais palatáveis.
Ipomoea carnea, Turbina cordata e Jatropha ribifolia, no Nordeste, são caracterizadas pela facilitação social, ou seja, são ingeridas por carência de forragem .
A Tephrosia cinerea (Nordeste) e a Senencio spp (sul), são exemplos de plantas atraentes e tóxicas, sendo verdes e causando nos animais interesse. Uma vez que a fome é um dos fatores predisponentes para intoxicações e essas plantas possuem características satisfatórias.
Em casos de primeiras chuvas, plantas como Thiloa glaucocarpa, Mimosa teinuiflora e Turbina cordata são as primeiras a brotarem e assim os animais a ingerem como opção verde e visivelmente agradável.
Em casos de animais criados em determinadas regiões, quando vão para outras acabam ingerindo plantas por desconhecimento, como é o caso da Baccharis coridifolia. Encontrada em abundancia na região Sul do Brasil.
algumas raízes que são bem palatáveis também são ingeridas pelos animais, como é o caso da Marsdenia hilariana frequente em solos arados. Situação parecida acontece com a Nerium oleander, onde suas folhas não são consumidas nos arbustos, mas sim após serem cortados e administraadas aos animais
Para que um intoxicação aconteça existe uma dose específica de toxicidade o que pode variar bastante. Alguns exemplos de plantas extremamente tóxica são; Palicourea com 0,50-0,75 g/kg e a B. coridifolia com 0,25-0,5 g/kg no outono. Plantas como Nierembergia veitchii (acima de 440 g/kg), Brachiaria spp. e Trifolium spp. causam intoxicação quando ingeridas em grande quantidade ou contituem grande parte da dieta.
B. coridifolia, Pteridium aquilium, Nierembergia veitchii e algumas leguminosas podem causar intoxicações na primeira ingestão.
Fatores de variabilidade genética, fase de desenvolvimento, solo, armazenamento e parte da planta que foi consumida podem causar variações na toxicidade. Senecio spp., são mais tóxicas em fase de crescimento; B. coridifolia possuem maior toxicidade em sua floração; Amaranthus spp., em sua frutificação; Sorgum spp., em sua brotação; e as Cestrum parqui e Echium plantagineum possuem grandes variações de toxicidade.
Para o controle dessas plantas existem diversas formas de profilaxia como; manejo, boa alimentação, isolação de áreas tóxicas, controle através de herbicidas, capinas, queimadas e até mesmo com o pastejo de animais que não sejam susceptíveis
- um exemplo de controle que vem sendo muito usado por grandes produtores, é o pastoreio com ovinos, uma vez que, eles são animais que apresentam baixa susceptibilidade. São utilizados ovinos para o controle de Senencio spp., onde utiliza-se 0,5 ovinos por hectare.
Micaele Ramos - 1910916283
Para o diagnóstico, faz-se necessário que o médico veterinário tenha conhecimento sobre as plantas tóxicas da região que ele atua e dos sintomas que elas podem apresentar.
Informationen
- Beschreibung
- Mindmap am Plantas tóxicas, erstellt von Micaele Ramos am 20/11/2020.
- Erstellt von
- Micaele Ramos · Nov 2020
- Aktualisiert
- 24 Nov 2020
- Aufrufe
- 2
- Bewertung