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CUIDADO AO IDOSO
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CUIDADO AO IDOSO
OSTEOPOROSE
- Epidemiologia
- - Envelhecimento populacional e a maior frequência de fraturas osteoporóticas entre as mulheres mais idosas (71% ou > 65 anos 74%)
- A osteoporose é uma doença que pode acarretar um enorme prejuízo à qualidade de vida dos pacientes. É caracterizada por diminuição da massa óssea e deterioração na microarquitetura do tecido ósseo, levando à fragilidade mecânica e consequente predisposição a fraturas, com trauma mínimo, e dor.
- Em mulheres > 45 anos a osteoporose é responsável por mais dias de permanência em hospitais do que doenças como infarto, diabetes e câncer de mama
- Afeta Homem > 50 anos ( 1 pra 5) e Mulheres 1 pra 3
- - Envelhecimento populacional e a maior frequência de fraturas osteoporóticas entre as mulheres mais idosas (71% ou > 65 anos 74%)
- Fisiopatologia
- A osteoporose é o resultado de baixo pico de massa óssea, acrescida da perda fisiológica que ocorre em todos os indivíduos a partir dos 35 anos àquelas oriundas da menopausa e andropausa.
- Osteócitos vão ser derivados dos osteoblastos que são responsáveis por sintetizar a matriz óssea enquanto os osteocitos vão se envolver na questão mineral alojados em lacunas - reponsáveis pela manutenção; Osteoclastos - reabsorção do osso
- Estrogênio tem ligação direta e indireta
- Leptina atua diminuindo a densidade óssea
- Defeito no Gene cromosso 17 e 7 - promove formação de colágeno tipo 1 que deixa o osso mais propício à lesão
- Os osteoblastos e osteoclastos são regulados por paratormônio, estrógeno , vitamina D, calcitonina e prostaglandinas
- O osso é continuamente depositado por osteoblastos e absorvidos em locais onde os osteoclastos estão ativos.
- Desproporção entre atividade osteoblástica e osteoclástica
- Pico da massa óssea
- Osteócitos vão ser derivados dos osteoblastos que são responsáveis por sintetizar a matriz óssea enquanto os osteocitos vão se envolver na questão mineral alojados em lacunas - reponsáveis pela manutenção; Osteoclastos - reabsorção do osso
- A osteoporose é o resultado de baixo pico de massa óssea, acrescida da perda fisiológica que ocorre em todos os indivíduos a partir dos 35 anos àquelas oriundas da menopausa e andropausa.
- Tipos
- Primária
- 95% mulheres - 80% homens
- Diminuição do nível de estrogênio
- Medicamentos, tabaco, álcool, histórico familiar de osteoporose e estatura corporal pequena
- Tipo 1 - predominantemente em - menopausa; Perda acelerada do osso trabecular; Fraturas vertebrais
- Tipo 2 - ambos os sexos ; Compromete os ossos cortical e trabecular; Ocorrência de fraturas vertebrais e fêmur
- 95% mulheres - 80% homens
- Secundária
- 5% mulheres - 20% homens
- Doença renal crônica e distúrbios hormonais , alguns tipos de câncer, artrite reumatoide, medicamentos, álcool , cafeína e tabagismo
- 5% mulheres - 20% homens
- Idiopática
- RARA
- mulheres na pré-menopausa, homens com menos de 50 anos e em crianças e adolescentes que têm níveis normais de hormônios, vitamina D
- RARA
- Primária
- Sintomas
- Assintomático - Quebra de ossos - Tipo de fraturas que vão se consolidar lentamente
- Diagnóstico
- Exame de densidade óssea
- DMO - DXA (padrão ouro)
- Z-score
- T-score
- DMO - DXA (padrão ouro)
- Nível de vitamina D
- Exames para causas de osteoporose secundária
- Exame laboratorial e histórico
- Biópsia
- Exame de densidade óssea
- Prevenção
- Gerenciar fatores de risco - Consumir quantidades adequadas de Ca e Vit.D - Praticar exercícios com suporte de peso - medicamentos
- Tratamento não medicamentoso
- Nutrição - Cálcio e vitamina D - Alimentação adequada e prática de exercícios com carga (fisioterapeuta)
- Fatores de risco
- Idade - Mulheres Brancas - Menopausa - Pessoas negras sofrem menos - Baixo peso - Escoliose - alcoolismo - tabagismo - cafeína - inatividade - má nutrição - endocrinopatias.
- Epidemiologia
ESTATUTO DO IDOSO
- Todas as pessoas devem proteger a dignidade da pessoa idosa e nenhuma pessoa idosa pode sofrer qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, sendo que qualquer descumprimento aos direitos da pessoa idosa será punido por lei
- O art. 3º do Estatuto do Idoso afirma que “é obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade,ao respeito e à convivência familiar”.
- A Lei 13.466/17 alterou os artigos 3º,15 e 71 da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências, a fim de estabelecer a prioridade especial das pessoas maiores de oitenta anos.
- Alimentação: Art. 14. Se o idoso ou seus familiares não possuírem condições econômicas de prover o seu sustento, impõe-se ao Poder Público esse provimento,no âmbito da assistência social.
- Saúde: § 3 É vedada a discriminação do idoso nos planos de saúde pela cobrança de valores diferenciados em razão da idade
- Art. 16. Ao idoso internado ou em observação é assegurado o direito a acompanhante, devendo o órgão de saúde proporcionar as condições adequadas para a sua permanência em tempo integral, segundo o critério médico
- Direito à profissionalização, ao trab. e previd. social: Art. 34. Aos idosos, a partir de 65 (sessenta e cinco) anos, que não possuam meios para prover sua subsistência, nem de tê-la provida por sua família,é assegurado o benefício mensal de 1 (um) salário-mínimo, nos termos da Lei Orgânica da Assistência Social – Loas.
- Todas as pessoas devem proteger a dignidade da pessoa idosa e nenhuma pessoa idosa pode sofrer qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, sendo que qualquer descumprimento aos direitos da pessoa idosa será punido por lei
QUEDAS
- Epidemiologia
- 28% a 35% nos idosos com mais de 65 anos 32% a 42% naqueles com mais de 75 anos
- 30% a 60% > 65 anos cai anualmente e metade apresenta quedas múltipla
- 40% a 60% = lesão; 30% a 50% menor gravidade, 5% a 6% injúrias mais graves e 5% de fraturas
- Queda responsável por 70% das mortes acidentais em pessoas acima de 75 anos
- 60% e 70% cai novamente (50% idosos asilados) 20% e 30% apresentarão redução da mobilidade, da independência, e aumento do risco de morte prematura
- Prevenção
- Otimização medicamentosa
- Exercícios físicos
- Correção dos fatores de risco ambientais
- Correção visual
- Intervenções multifatoriais
- Controle de hipotensão postural
- Fatores de risco
- Intrínsecos
- • História prévia de quedas • Idade • Sexo feminino • Medicamentos • Condição clínica • Distúrbio de marcha e equilíbrio • Sedentarismo • Estado psicológico • Deficiência nutricional • Declínio cognitivo • Deficiência visual • Doenças ortopédicas • Estado funcional
- Extrínsecos
- iluminação inadequada, superfícies escorregadias, tapetes soltos ou com dobras, degraus altos ou estreitos, obstáculos no caminho, ausência de corrimãos em corredores e banheiros, prateleiras excessivamente baixas ou elevadas, roupas e sapatos inadequados, via pública mal conservada com buracos ou irregularidades
- Comportamental
- Grau de exposição ao risco
- Doenças Específicas
- Epilepsia; Parkinson; Miopatia e neuropatias periféricas; Espondilose cervical; Demências.
- Síndromes de quedas:
- Déficits sensoriais múltiplos
- Tonturas, instabilidade e quedas em pacientes mais velhos
- Doença Cerebrovascular
- Comprometimento cognitivo, distúrbios posturais e da marcha e outras lesões
- Ataques de Quedas (Drop Attacks)
- Ataque súbito de queda sem perda de consciência, que não pode ser explicado por fraqueza muscular, distúrbios neurológicos focais ou arritmias e não é induzida por movimentos rotatórios da cabeça ou vertigens ou outra sensação cefálica.
- Déficits sensoriais múltiplos
- Intrínsecos
- Complicações
- A perda de confiança na capacidade de deambular com segurança pode resultar em piora do declínio funcional, depressão, baixa autoestima e isolamento social. Após a queda, o idoso pode restringir sua atividade por temor, pela dor, ou pela própria incapacidade funcional. A reabilitação pós-queda pode ser demorada, e, no caso de imobilidade prolongada, leva a complicações como tromboembolismo venoso, úlceras de pressão e incontinência urinária.
- Evidências recentes encontraram 35% destes indivíduos mais propensos a sofrer perdas permanentes nas atividades 40% dos pacientes que caem têm alguma limitação de atividades causada por lesões físicas ou por medo de queda.
- Mortes; Lesões; Medo de novas quedas; Permanência prolongada no solo após uma queda, redução nas atividades e na independência
- Evidências recentes encontraram 35% destes indivíduos mais propensos a sofrer perdas permanentes nas atividades 40% dos pacientes que caem têm alguma limitação de atividades causada por lesões físicas ou por medo de queda.
- A perda de confiança na capacidade de deambular com segurança pode resultar em piora do declínio funcional, depressão, baixa autoestima e isolamento social. Após a queda, o idoso pode restringir sua atividade por temor, pela dor, ou pela própria incapacidade funcional. A reabilitação pós-queda pode ser demorada, e, no caso de imobilidade prolongada, leva a complicações como tromboembolismo venoso, úlceras de pressão e incontinência urinária.
- Epidemiologia
Informationen
- Beschreibung
- Mindmap am CUIDADO AO IDOSO, erstellt von Gabriela Nestório França am 20/11/2020.
- Erstellt von
- Gabriela Nestório França
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