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Acesso intraósseo
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Acesso intraósseo
A via intraóssea (IO) como via de acesso à circulação venosa foi descrita inicialmente, em 1922, por Drinker e colaboradores. Em 1934, Josefson publicou um estudo sobre a via IO, como substituta emergencial para a administração de líquidos em crianças.
- Com o surgimento dos cateteres introduzidos sob agulhas para acesso venoso, esta via caiu em desuso até a década de 1980, quando passou a ser reaplicada em crianças e recentemente em adultos.
- O treinamento pode ocorrer em modelos de simulação, ossos de animais (por exemplo, pernas de frango ou peru) ou em um cadáver. A colocação intraóssea é ministrada como parte dos cursos de Suporte Avançado de Vida em Pediatria (PALS) e Suporte Avançado de Vida em Trauma (ACLS), e pode-se dizer apto o profissional após o treinamento, normalmente consistindo em uma palestra de uma hora seguida por uma experiência prática de uma hora, na maioria dos modelos.
- A canulação intraóssea (IO) provavelmente será usada pelo provedor de atendimento de emergência durante a ressuscitação. A vida do paciente pode depender da capacidade do médico de garantir o acesso vascular. Assim, os médicos de emergência e outras pessoas que possam precisar realizar a canulação IO de emergência devem aprender a fazê-lo com bastante antecedência em relação à necessidade imediata.
- O treinamento pode ocorrer em modelos de simulação, ossos de animais (por exemplo, pernas de frango ou peru) ou em um cadáver. A colocação intraóssea é ministrada como parte dos cursos de Suporte Avançado de Vida em Pediatria (PALS) e Suporte Avançado de Vida em Trauma (ACLS), e pode-se dizer apto o profissional após o treinamento, normalmente consistindo em uma palestra de uma hora seguida por uma experiência prática de uma hora, na maioria dos modelos.
- Com o surgimento dos cateteres introduzidos sob agulhas para acesso venoso, esta via caiu em desuso até a década de 1980, quando passou a ser reaplicada em crianças e recentemente em adultos.
A técnica passou a ser usada com frequência crescente, entrando na rotina pré-hospitalar e pronto-socorro na década de 1940.
- O acesso intraósseo voltou a ganhar evidência com as atuais diretrizes mundiais de reanimação cardiopulmonar, que o posicionam como a segunda opção em sequência de acessos ou vias de administração de medicamentos, no caso de insucesso na obtenção de um acesso venoso periférico.
- A obtenção de uma via venosa em crianças e adultos em estado crítico tem como alternativa a via IO, quando a primeira não for estabelecida em um curto prazo ou após três tentativas.
- Nos ossos longos, os sinusóides da medula óssea drenam para canais venosos que levam o sangue ao sistema venoso; a vantagem anatômica da medula óssea é seu funcionamento como uma veia rígida que não colaba em estado de hipovolemia e no choque circulatório periférico. Assim, hoje, a via IO tem sido usada com eficácia como via de emergência na parada cardiorrespiratória, nos choques hipovolêmico e séptico, queimaduras graves, estados epiléticos prolongados e desidratação intensa, principalmente em crianças.
- A obtenção de uma via venosa em crianças e adultos em estado crítico tem como alternativa a via IO, quando a primeira não for estabelecida em um curto prazo ou após três tentativas.
- O acesso intraósseo voltou a ganhar evidência com as atuais diretrizes mundiais de reanimação cardiopulmonar, que o posicionam como a segunda opção em sequência de acessos ou vias de administração de medicamentos, no caso de insucesso na obtenção de um acesso venoso periférico.
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- Mindmap am Acesso intraósseo, erstellt von Ana Vitoria Martins am 23/11/2021.
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- Ana Vitoria Martins
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