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Mindmap

Capítulo 5

Amanda Ajala Portugiesisch

Inhalt der Mindmap

Capítulo 5

  1. Demanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado

  2. Demanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado

  3. Demanda, Oferta, Equilíbrio de Mercado e Elasticidade

    • Analisa a demanda de bens e serviços, a teoria da utilidade e da visão utilitarista/escassez
      • Teoria do valor-utilidade
        • Pressupõe que o valor de um bem se forma pela demanda, isto é, pela satisfação que o representa para o consumidor representando assim a visão utilitarista
        • Teoria do valor-trabalho
          • A teoria do valor-trabalho considera que o valor de um bem se forma do lado da oferta, por meio dos custos incorporados a um bem. Pela teoria o valor de um bem surge da relação social entre incorporado na produção de mercadorias.
    • Deslocamentos das curvas de demanda e oferta
      • Relacionado a interferência da tecnologia e também do governo,.
        • Tabelamento
          • Refere-se à intervenção do governo no sistema de preços de mercado visando coibir abusos por parte dos vendedores, controlar preços de bens de primeira necessidade ou, então, refrear o processo inflacionário, como foi adotado no Brasil (Planos Cruzado, Bresser), quando se aplicou o congelamento de preços e salários.
  4. Demanda do Mercado

    • A demanda ou procura pode ser definida como a quantidade de certo bem ou serviço que o consumidor deseja adquirir por um determinado período de tempo
      • A lei geral da demanda chama-se coeteris paribus onde há uma relação inversamente proporcional entre a quantidade procurada e preço do bem
        • Os economistas supõem que a curva ou escala da procura revela preferências dos consumidores, sob a hipótese de que estão maximizando sua utilidade, ou grau de satisfação no consumo daquele produto
          • Efeito substituição
            • Se um bem X possui um bem substituto Y, ou seja, outro bem similar que satisfaça a mesma necessidade, quando o preço do bem X aumenta, coeteris paribus, o consumidor passa a adquirir o bem substituto (o bem Y), reduzindo assim a demanda do bem X. Exemplo: se o preço da caixa de fósforos subir demasiadamente, os consumidores passarão a demandar isqueiros, reduzindo assim sua demanda por fósforo;
            • Efeito renda
              • Quando aumenta o preço de um bem X, tudo ou mais constante (renda do consumidor e preços de outros bens estando constantes), o consumidor perde poder aquisitivo, e a demanda por esse produto (X) diminui. Assim, embora seu salário monetário não tenha sofrido nenhuma alteração, seu salário “real”, em termos de poder de compra, foi corroído.
    • Outras variáveis que afetam a demanda de um bem
      • Preço
        • Renda
          • Gosto e/ou preferência
            • Preço de outros bens
    • Distinção entre demanda e quantidade demandada
      • Demanda é uma curva inclinada negativamente (menor preço).
      • Quantidade demandada é o ponto da curva: Ex: Lotes de ingressos de eventos
  5. Oferta de mercado

    • Várias quantidades que os produtores desejam oferecer ao mercado por determinado período de tempo. Da mesma maneira que a demanda, a oferta depende de vários fatores; dentre eles, de seu próprio preço, do preço (custo) dos fatores de produção e das metas ou obje3vos dos empresários.
    • A relação direta entre a quan3dade ofertada de um bem e o preço desse bem deve-se ao fato de que, coeteris paribus, um aumento do preço de mercado es3mula as empresas a elevar a produção; novas empresas serão atraídas, aumentando a quantidade ofertada do produto. Além do preço do bem, a oferta de um bem ou serviço é afetada pelos custos dos fatores de produção (matérias-primas, salários, preço da terra), por alterações tecnológicas e pelo aumento do número de empresas no mercado. Parece claro que a relação entre a oferta e o custo dos fatores de produção seja inversamente proporcional. Por exemplo, um aumento dos salários ou do custo das matérias-primas deve provocar, coeteris paribus, uma retração da oferta do produto. A relação entre a oferta e nível de conhecimento tecnológico é diretamente proporcional, dado que melhorias tecnológicas promovem melhorias da produtvidade no uso dos fatores de produção e, portanto, aumento da oferta.
      • a. Da mesma forma, há uma relação direta entre a oferta de um bem ou serviço e o número de empresas ofertantes do produto no setor.
    • Oferta e quantidade ofertada
      • Como no caso da demanda, também devemos dis3nguir entre a oferta e a quan3dade ofertada de um bem. A oferta refere-se à escala (ou toda a curva), enquanto a quantidade ofertada diz respeito a um ponto específico da curva de oferta. Assim, um aumento no preço do bem provoca um aumento da quantidade ofertada, coeteris paribus.
        • Por exemplo, um aumento no custo das matérias-primas provoca uma queda na oferta:
      • Equilíbrio de mercado
        • É igual ao encontro da demanda e da oferta
        • A falta de equilíbrio gera escassez do produto
        • O excesso ou excedente de produção acontece se a quantidade ofertada se encontrar acima do ponto de equilíbrio
        • Interferência do governo no equilíbrio de mercado
          • O governo intervém na formação de preços de mercado quando fixa impostos, dá subsídios, estabelece os critérios de reajuste do salário mínimo, fixa preços mínimos para produtos agrícolas, decreta tabelamentos ou, ainda, congela preços e salários.
          • Estabelecimento de impostos
            • Tipo de impostos
              • Impostos indiretos
                • Impostos incidentes sobre o consumo ou sobre as vendas. Exemplos: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
              • Impostos diretos
                • Impostos incidentes sobre a renda e o patrimônio. Exemplos: Imposto de Renda (IR) e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Entre os impostos indiretos destacamos:
              • Imposto específico
                • O valor do imposto é fixo, independentemente do valor da unidade vendida. Exemplo: para cada carro vendido, recolhe-se, a 4tulo de imposto, R$ 5.000 ao governo (esse valor é fixo e independe do valor do automóvel);
              • Imposto ad valorem
                • É um percentual (alíquota) aplicado sobre o valor da venda. Exemplo: supondo a alíquota do IPI sobre automóveis de 10%, se o valor do automóvel for de R$ 50.000, o valor do IPI será de R$ 5.000; se seu valor aumentar para R$ 60.000, o valor do IPI será de R$ 6.000. Assim, como se pode notar, a alíquota permanece inalterada em 10%, enquanto o valor do imposto varia com o preço do automóvel.
            • A proporção do imposto paga por produtores e consumidores é a chamada incidência tributária, que mostra sobre quem recai efetivamente o ônus do imposto. O produtor procurará repassar a totalidade do imposto ao consumidor. Entretanto, a margem de manobra de repassá-lo dependerá do grau de sensibilidade desse a alterações do preço do bem. E essa sensibilidade (ou elas3cidade) dependerá do 3po de mercado. Quanto mais compe33vo ou concorrencial o mercado, maior a parcela do imposto paga pelos produtores, pois eles não poderão aumentar o preço do produto para nele embu3r o tributo. O mesmo ocorrerá se os consumidores dispuserem de vários substitutos para esse bem. Por outro lado, quanto mais concentrado o mercado — ou seja, com poucas empresas —, maior o grau de transferência do imposto para os consumidores finais, que contribuirão com maior parcela do imposto.
              • Há uma diferença entre o conceito jurídico e o conceito econômico de incidência. Do ponto de vista legal, a incidência refere-se a quem recolhe o imposto aos cofres públicos; do ponto de vista econômico, diz respeito a quem arca efetivamente com o ônus. Normalmente os impostos indiretos são recolhidos pelas empresas, mas elas repassam parte do imposto, aumentando o preço do produto e, assim, onerando o consumidor final.
        • Política de preços mínimos na agricultura
          • Trata-se de uma polí3ca que visa dar uma garan3a de preços ao produtor agrícola, com o propósito de protegê-lo das flutuações dos preços no mercado, ou seja, ajudá-lo diante de uma possível queda acentuada de preços e consequentemente da renda agrícola. O governo, antes do início do plan3o, garante um preço que ele pagará após a colheita do produto. Se, por ocasião da colheita, os preços de mercado forem superiores aos preços mínimos, o agricultor preferirá vendê-la no mercado. Contudo, se os preços mínimos forem superiores aos preços de mercado, o produtor preferirá vender sua produção para o governo ao preço anteriormente fixado. Nesse caso, com o preço mínimo acima do preço de equilíbrio de mercado, haverá um excedente de produto adquirido pelo governo, que será u3lizado como estoque regulador em momentos subsequentes.
  6. Elasticidade

    • Cada produto tem uma sensibilidade específica com relação às variações dos preços e da renda. Essa sensibilidade ou reação pode ser medida por meio do conceito de elasticidade. Genericamente, a elas3cidade reflete o grau de reação ou sensibilidade de uma variável quando ocorrem alterações em outra variável, coeteris paribus. Trata-se de um conceito econômico que pode ser objeto de cálculo a par3r de dados do mundo real, permi3ndo-se, desse modo, o confronto das proposições da teoria econômica com os dados da realidade. O conceito de elas3cidade representa uma informação bastante ú3l tanto para as empresas como para a administração pública. Nas empresas, a previsão de vendas é de extrema importância, pois permite uma es3ma3va da reação dos consumidores em face das alterações nos preços da empresa, dos concorrentes e em seus salários. Para o planejamento macroeconômico, a elas3cidade é de igual importância, pois pode-se prever,
      • Exemplo: qual seria o impacto de uma desvalorização cambial sobre o saldo da balança comercial, ou qual a sensibilidade dos inves3mentos privados a alterações na tributação ou na taxa de juros.
      • Elasticidade preço da demanda
        • É a resposta rela3va da quan3dade demandada de um bem X às variações de seu preço, ou, de outra forma, é a variação percentual na quan3dade procurada do bem X em relação a uma variação percentual em seu preço, coeteris paribus.
          • Tipos de demanda
            • Demanda elástica
              • Relaciona o preço com a quantidade demandada. a redução no preço do bem tenderá a aumentar a receita total, pois o aumento percentual na quan3dade vendida será maior do que a redução percentual do preço (trata-se de um mercado em que os consumidores têm demanda bastante sensível a preços). Da mesma forma, um aumento de preço provocará redução da receita total;
              • Demanda inelástica
                • Renda com a quantidade demandada. : o raciocínio é inverso — aumento de preço provoca aumento da receita total, e redução de preço provoca diminuição da receita total;
                • Demanda de elasticidade de - preço unitária
                  • Preço do bem x com a quantidade demandada do bem y. : aumento ou redução no preço não afetam a receita total, já que o percentual de variação no preço corresponde a igual percentual de variação na quan3dade (em sen3do contrário).
                  • Número puro
                    • Preço da oferta com a quantidade ofertada (elasticidade da oferta)
          • Fatores que influenciam o grau da elasticidade-preço demanda
            • Existência de bens substitutos
              • Troca de um bem pelo outro. Ex: Coca-Cola por Pepsi
              • Essencialidade do bem
                • Se o bem é essencial, sua demanda será pouco sensível à variação de preço; terá, portanto, demanda inelástica;
                • Importância do bem, quanto a seu gasto, no orçamento do consumidor
                  • : quanto maior o gasto referente a determinado bem (maior ponderação) em relação ao gasto total (orçamento) do consumidor, mais sensível torna-se o consumidor a alterações em seu preço (ou seja, a demanda é mais elás3ca). Por exemplo, a elasticidade-preço da demanda de carne tende a ser mais elevada que a de fósforos, já que o consumidor gasta uma parcela maior de seu orçamento com carne do que com fósforos.
        • ElasBcidade-preço cruzada da demanda
          • A elasticidade-preço cruzada da demanda mede a mudança percentual na quan3dade demandada do bem x quando se modifica percentualmente o preço de outro bem. Desse modo, a elas3cidade-preço cruzada da demanda (Exy) mede a variação percentual na quantidade procurada do bem x com relação à variação percentual no preço do bem y, coeteris paribus.
          • ElasBcidade-preço da oferta
            • O mesmo raciocínio u3lizado para a demanda também se aplica à oferta, observando-se, no entanto, que o resultado da elas3cidade será posi3vo, pois a correlação entre preço e quan3dade ofertada é direta. Quanto maior o preço, maior a quan3dade que o empresário estará disposto a ofertar, coeteris paribus.
    • Formas de cálculo: elasticidade num ponto específico, ou no ponto médio
      • Elasticidade num ponto específico: quando calculamos a elas3cidade apenas para um dado preço e quantidade
        • Elasticidade no ponto médio (ou no arco): em vez de utilizar apenas um ponto, consideram-se as médias de preços e de quan3dades em um dado trecho da demanda. Basta subs3tuir, na fórmula anterior, P0 e Q0 pelas médias entre P0 e P1 e entre Q0 e Q1. Chamando de P01 o preço médio e de Q01 a quan3dade média
    • )Relação entre receita total do produtor e o grau de elasticidade
      • A receita total do produtor, que equivale ao gasto total dos consumidores, para uma dada mercadoria é igual à quan3dade vendida vezes seu preço unitário de venda.
    • Incidência tributária e elasticidade-preço da demanda
      • Quanto mais inelás3ca for a demanda do bem, maior será a proporção do imposto repassada ao consumidor e menor a parcela paga pelo produtor. O consumidor não tem muitas condições de diminuir o consumo do bem, provavelmente porque tem poucos produtos subs3tutos ou sucedâneos. Trata-se de uma caracterís3ca mais comum em mercados em que a produção está concentrada em poucas empresas;
        • Quanto mais elás3ca for a demanda do bem, menor será a proporção do imposto repassada ao consumidor e maior a parcela paga pelo produtor. Mercados com um número bastante grande de empresas produtoras costumam apresentar esse comportamento.
    • 2 Elasticidade-renda da demanda
    • Elasticidade-renda da demanda
      • O coeficiente de elasticidade-renda da demanda (ER) mede a variação percentual da quan3dade da mercadoria comprada resultante de uma variação percentual na renda do consumidor, coeteris paribus. Produtos mais sofis3cados, como eletrônicos e automóveis, apresentam elas3cidade-renda da demanda superior à dos produtos básicos, como alimentos, que têm um limite fisiológico a seu consumo. Ou seja, se houver aumento da renda dos consumidores, eles não consumirão muito mais arroz, feijão, açúcar do que já consomem, mas certamente gastarão em bens de consumo duráveis, como TV, automóvel, microcomputador. Esse conceito é muito u3lizado para ilustrar uma questão bastante discutida na literatura econômica denominada deterioração dos termos de troca no comércio internacional.

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Mindmap am Capítulo 5, erstellt von Amanda Ajala am 16/01/2022.
Erstellt von
Amanda Ajala
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