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DEN B1998 Portugiesisch

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  1. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA – COMPONENTES PRELIMINARES DO PROJETO

    • Sistema de abastecimento de água urbana
      • A água é um recurso natural mais utilizado no planeta, tornando-se fundamental para a sobrevivência dos seres vivos
      • O sistema de abastecimento de água urbana é uma indústria de potabilização deste recurso natural
      • um planejamento de abastecimento de água urbana se torna importante, pois está relacionado com a qualidade de vida da população
    • Generalidades
      • O conhecimento do sistema predial de água fria é importante para poder atender as demandas da população
      • O projeto de instalações prediais de água fria, é conhecido também como projeto complementar do projeto arquitetônico, por isso a necessidade que o projeto arquitetônico esteja concluído
      • o projeto de instalações prediais de água fria deve compreender:
        • Plantas, cortes, detalhes e vistas isométricas
        • Memórias descritivas, justificativas e de cálculo
        • Especificações do material e normas para a sua aplicação
        • Orçamento compreendendo o levantamento das quantidades e dos preços unitário e global da obra
    • Terminologias e conceitos
      • Água fria: Água potável a temperatura ambiente
      • Água potável: Água que atende ao padrão de potabilidade determinado por legislação vigente
      • Alimentador predial: Tubulação que liga a fonte de abastecimento a um reservatório de água ou à rede de distribuição predial
      • Aparelho sanitário: Componente destinado ao uso da água
      • Barrilete: Tubulação da qual derivam as colunas de distribuição
  2. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA – PRINCIPAIS VARIÁVEIS DO PROJETO

    • Pressões máximas e mínimas
      • Em algumas edificações dependendo da altura manométrica, que é a distância entre a tubulação do ponto de utilização até a saída de água do reservatório
    • Pressão de serviço
      • As peças de utilização, são projetadas para funcionar sob determinadas pressões estáticas – pressões quando a peça não está em funcionamento
    • Velocidade máxima de escoamento da água
      • A velocidade de escoamento da água é um dado importante para o dimensionamento de tubulações, pois ela está diretamente ligada com a pressão e a vazão da água presente nas tubulações
  3. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA – DIMENSIONAMENTO PARTE 1

    • Consumo predial diário
      • O primeiro passo para realizar o dimensionamento do sistema predial de água, é calcular o consumo predial diário nas edificações
      • Especificamente para dimensionamento em edificações residenciais, estima-se que cada quarto social é ocupado por duas pessoas e cada quarto de serviço, é ocupado por uma pessoa
    • Capacidade dos reservatórios de água
      • No Brasil há uma distribuição desigual de água doce, devido as condições climáticas e a elevada extensão do país
    • Dimensionamento do alimentador predial
      • O alimentador predial também é conhecido como ramal predial ou ramal de entrada
    • Sistema e dimensionamento dos encanamentos
      • O sistema de distribuição de água de uma edificação, é iniciada com o alimentador ou ramal predial, também conhecido como ramal de entrada que alimenta o reservatório superior, ou caixa d’água
  4. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA – DIMENSIONAMENTO PARTE 2

    • Ramais pelo Método de Consumo Máximo Provável
      • Para realizar o dimensionamento do ramal, ou seja, da tubulação que alimenta as peças de utilização, deve-se pensar sempre que todas estas peças sanitárias serão utilizadas simultaneamente
    • Colunas de distribuição pelo Método Hunter
      • As colunas de distribuição são tubulações verticais que alimentam os ramais, que são dimensionadas por trechos
      • De acordo com Creder (2012), quando se tem ramais longos, é preferível criar novas colunas de distribuição, devido a elevadas perdas de cargas e baixas pressões que estas distâncias podem gerar nas tubulações
    • Barriletes
      • Os barriletes são os últimos conjuntos de tubulações a serem calculados nos sistemas prediais de água
      • Os barriletes podem ser calculados pelo Método Hunter, onde a perda de carga é fixada em 8%, e a vazão é calculada como se cada metade da caixa d’água atendesse a metade das colunas
  5. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE

    • Generalidades
      • O sistema de distribuição de água quente em uma edificação é semelhante ao sistema de água fria
      • O fornecimento de água quente tem como objetivo melhorar as condições de conforto de aparelhos sanitários de uso comum
    • Terminologias e conceitos
      • Semelhante ao projeto de sistemas prediais de água fria, antes de iniciar a elaboração de um projeto de sistemas prediais de água quente, é fundamental saber os principais conceitos que compõem este projeto
    • Materiais e componentes para o uso de água quente
      • As instalações prediais de água quente exigem tubulações e peças de utilização capazes de resistir a elevadas temperaturas
    • Cobre
      • Os tubos fabricados em cobre, utilizados em instalações prediais de água quente, devem obedecer aos requisitos da ABNT NBR 14122
  6. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTOS SANITÁRIOS

    • Generalidades
      • Em linhas gerais, é considerado como esgoto sanitário predial todo líquido oriundo do uso de água que envolve dejetos das edificações dentro do limite do alinhamento predial
    • Terminologias, conceitos e simbologias
      • Altura do fecho hídrico
        • Profundidade da camada líquida, medida entre o nível de saída e o ponto mais baixo da parede ou colo inferior do desconector, que separa os compartimentos ou ramos de entrada e saída desse dispositivo
      • Aparelho de descarga
        • Dispositivo que se destina a lavagem provocada ou automática de aparelhos sanitários
      • Aparelho sanitário
        • Aparelho ligado à instalação predial e destinado ao uso de água para fins higiênicos ou a receber dejetos ou águas servidas
      • Bacia sanitária
        • Aparelho sanitário destinado a receber exclusivamente dejetos humanos
      • Barrilete de ventilação
        • Tubulação horizontal com saída para a atmosfera em um ponto, destinado a receber dois ou mais tubos ventiladores
      • Caixa coletora
        • Caixa onde se reúnem os efluentes líquidos, cuja disposição exija elevação mecânica
  7. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTOS SANITÁRIOS – DIMENSIONAMENTO –

    • Ramal de descarga
      • A ABNT NBR 8160 (1999) prevê que todos os trechos horizontais nos sistemas prediais de esgoto sanitário, devem possuir escoamento dos efluentes por gravidade, apresentando uma declividade constante
    • Ramal de esgoto
      • Segundo Creder (2012), os ramais oriundos de vasos sanitários e pias de despejos, são considerados como tubulações primárias, devido aos gases presentes nos efluentes
    • Tubo de queda
      • Segundo Creder (p. 231, 2012), os tubos de queda “devem ser o mais vertical possível, empregando-se sempre curvas de raio longo nas mudanças de direção”. Para a ABNT NBR 8160
  8. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTOS SANITÁRIOS – DIMENSIONAMENTO – PARTE 2

    • Subcoletores e coletor predial
      • Os subscoletores são tubulações sanitárias horizontais com declividades mínimas estipuladas pela ABNT NBR 8160
    • Ramais e coluna de ventilação
      • Os ramais e as colunas de ventilação são tubulações destinadas a promover a evacuação dos gases presentes de outras canalizações sanitárias
    • Elementos de inspeção
      • Quando se tem duas tubulações de esgotos sanitários em direções ou inclinações diferentes, a união destas tubulações deve ser realizada por meio de curva de raio longo

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Mindmap am jhhgjghjfghfghfcghfgh, erstellt von DEN B1998 am 16/06/2024.
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DEN B1998
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