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MECÂNICA DOS SOLOS, DAS ROCHASEELEMENTOS DE GEOLOGIA

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MECÂNICA DOS SOLOS, DAS ROCHASEELEMENTOS DE GEOLOGIA
FATORES E PROCESSOS DE FORMAÇÃO DO SOLO
- 1.1 Material de origem
- 1.1.1 Relevo
- 1.1.2 Clima
- 1.1.3 Organismos
- 1.1.4 Tempo
- 1.1.5 Processos Pedogenéticos
- 1.2 Rochas Metamórficas, Sedimentares e Ígneas
- as rochas ígneas são formadas pelo resfriamento do magma:
- O granito é um exemplo de rocha ígnea intrusiva composta de minerais como quartzo, feldspato e mica
- O basalto é um exemplo de rocha ígnea vulcânica com composições ricas em magnésio e ferro.
- As rochas sedimentares são formadas a partir da deposição de sedimentos formados pelo intemperismo, ou seja, são “o acúmulo de produtos de decaimento e desagregação de todas as rochas da crosta terrestre” (DAS, 2019).
- 1.3 Conceitos e definições
- 1.3.1 Perfis do Solo e Estratos
- 1.1 Material de origem
COMPOSIÇÃO QUÍMICA E MINERALÓGICA DO SOLO
- 2.1 Composição do solo
- 2..1.1 Intemperismo
- 2.1.2 Composição orgânica
- Matéria orgânica não humificada:
- Matéria orgânica humificada:
- 2.1.3 Fase sólida orgânica do solo
- 2.1.4 Fase sólida inorgânica do solo
- ⇨ Partículas maiores que 2 mm são chamadas de esqueleto do solo e consistem em cascalho (2 mm a 2 cm); ⇨ Seixos/calhaus (2 a 20 cm); ⇨ Rochas/matacões (>20 cm).
- ⇨ Areia (0,05 mm até 2 mm); ⇨ Silte (0,002 mm até 0,05 mm); ⇨ Argila (<0,002 mm).
- 2.1 Composição do solo
PROPRIEDADES DAS PARTÍCULAS E ESTRUTURA DO SOLO
- 3.1 Propriedades das partículas
- 3.1.1 Identidade visual e tátil dos solos
- ⇨ Tato:
- ⇨ Plasticidade:
- ⇨ Resistência do solo seco:
- ⇨ Dispersão em água:
- ⇨ Impregnação:
- ⇨ Dilatância:
- ⇨ Um solo é classificado como argiloso se for possível moldá-lo, ou seja, se ele apresenta características plásticas com formatos resistentes ao secar. Já o solo siltoso além de apresentar uma dificuldade maior para moldá-lo, desmorona facilmente quando seco (CAPUTO, 2022).
- ⇨ O solo argiloso se dissolve na água mais lentamente do que o solo siltoso. Solos siltosos, por outro lado, mostram uma expansão/dilatância distinta que não é vista em solos argilosos (CAPUTO, 2022).
- 3.1.1 Identidade visual e tátil dos solos
- 3.2 Estrutura do solo
- ⇨ Tipo: Lamelar, prismático, Colunar, Blocos Angulares, Bloco Subangulares, Granular; ⇨ Tamanho: extra pequeno, pequeno, médio, grande, extragrande; ⇨ Grau de desenvolvimento: solto, fraco, moderado, forte.
- ⇨ Fase Sólida: Caracterizada pelo tamanho, forma, distribuição e composição mineral das referidas partículas. ⇨ Fase gasosa: geralmente a fase composta pelo ar do solo em contato com a atmosfera, que também pode existir na forma aprisionada (bolhas dentro da fase aquosa). A fase gasosa é importante em problemas de deformação do solo e é muito mais compressível do que as fases sólida e líquida. ⇨ Fase Líquida: A fase líquida ocupa as cavidades deixadas pelas partículas sólidas. Uma fase líquida que consiste principalmente em água e pode conter solutos e outros líquidos imiscíveis. Pode-se dizer que a água existe em várias formas no solo, mas é muito difícil identificar o estado em que a água existe.
- 3.3 Partículas sólidas
- ⇨ Polígonos angulares: possuem configurações irregulares. Exemplos de solos: areia, siltes e pedregulhos. Como podemos observar na Figura 3.5. ⇨ Polígonos arredondados: geralmente possuem superfícies arredondadas devido aos efeitos de transporte causados pela ação da água. Exemplo: seixos rolados. ⇨ Lamelar: possuem duas dimensões principais, esse formato das partículas explica e possibilita algumas das propriedades, como, por exemplo, compressibilidade e plasticidade. Exemplo: solos argilosos. ⇨ Fibrilares: têm apenas uma dimensão predominante. Exemplo: São típicos de solos orgânicos.
- 3.3.1 Consistência
- ⇨ Consistência de Secagem: ⇨ Consistência Úmida : ⇨ Consistência Molhada:
- 3.3.2 Porosidade
- 3.3.3 Coesão
- 3.3.4 Cor
- 3.1 Propriedades das partículas
ÍNDICES FÍSICOS
- 4.1 Índices físicos
- • Permeabilidade; • Compressibilidade; • Resistência.
- 4.2 Fases do solo
- • Fase sólida – formada por partículas sólidas; • Fase líquida – formada pela água; • Fase gasosa – formada pelo ar (vapor, gases).
- 4.1 Índices físicos
ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DOS SOLOS
- 5.1 Granulometria dos solos
- 5.1.1 Preparação da amostra
- 1. Primeiramente, a amostra deve ser seca até atingir valores próximos da higroscopicidade. Cuidado ao desembrulhar a amostra, evitando quebrar os grãos, e homogeneizar a amostra.
- 2. Estratifique a quantidade de material usando um divisor de amostra ou dividindo o material até obter uma quantidade suficiente de uma amostra representativa para teste.
- 3. Parte da amostra resultante é retirada e peneirada em peneira de 76 mm e o restante é descartado.
- 4. Pegue uma quantidade do material passando pela peneira 76 mm dependendo do tamanho estimado dos grãos maiores
- 5.1.2 Metodologia do ensaio
- 5.1.1 Preparação da amostra
- 5.2 Sedimentação:
- 5.3 Sistema unificado (S.U.C.S.)
- 5.3.1 Solos granulares
- ⇨ A amostra possui menos de 5% de finos na composição:
- ⇨ A amostra possui mais que 12% de finos na composição:
- ⇨ A amostra possui entre 5% e 12% de finos:
- 5.3.2 Solos de granulação fina
- 5.3.1 Solos granulares
- 5.1 Granulometria dos solos
MACIÇOS ROCHOSOS
- 6.1 Comportamento dos maciços rochosos
- 6.1.1 Estado de alteração das rochas
- ⇨ Método Expedito
- 6.1.2 Descontinuidades
- • Foliação; • Estratificação; • Fraturas; • Juntas.
- 6.1.3 Coerência
- 6.1.4 Grau de fraturamento
- 6.1.5 Persistência
- 6.1.6 Espaçamento
- 6.1.7 Rugosidade
- 6.1.8 Abertura
- 6.1.9 Preenchimento
- 6.1.1 Estado de alteração das rochas
- 6.2 Rock quality designation (RQD)
- 6.1 Comportamento dos maciços rochosos
PLASTICIDADE E CONSISTÊNCIA DO SOLO
- 7.1 Consistência do solo
- 7.2 Ensaio de limite de plasticidade
- 7.3 Ensaio de limite de liquidez
- 7.1 Consistência do solo
COMPACTAÇÃO DO SOLO
- 8.1 Estrutura do solo compactado
- 8.2 Tipos de compactação
- 8.2.1 Pé de Carneiro
- 8.2.2 Compactadores de Percussão
- 8.3 O emprego da compactação
- 8.4 Diferenças entre compactação e adensamento
INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA
- 9.1 Investigação do subsolo
- 9.2 Métodos de prospecção geotécnica
- 9.2.1 Sondagem a trado
- 9.2.2 Sondagem a percussão ou de simples reconhecimento (SPT)
- Etapa 1: Perfuração
- Etapa 2: Penetração
- Etapa 3: Amostragem
- 9.3 Critérios de paralisação da sondagem
- 9.4 Espaçamento entre sondagem
- 9.1 Investigação do subsolo
PERMEABILIDADE DO SOLO
- 10.1 Material de origem
- ⇨ Se o solo tem grande capacidade de escoamento, possui grande infiltração, pode ser classificado como altamente permeável. ⇨ Caso contrário, o solo irá permear menos e se tornar menos permeável ou impermeável.
- 10.2 Permeâmetro de carga constante
- Q=k. i . A (Equação 10.1)
- 10.3 Permeâmetro de carga variável
- 10.4 Estrutura e Propriedades da Água
- 10.4.1 Polaridade
- 10.4.2 Coesão e adesão
- 10.4.3 Tensão superficial
- 10.4.4 Fundamentos da Capilaridade e Água no Solo
- (1) a atração da água pelas superfícies sólidas (adesão ou adsorção) e;
- (2) a tensão superficial da água, que se deve principalmente à atração entre as moléculas de água (coesão).
- 10.5 Coeficiente de permeabilidade
- 10.1 Material de origem
RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DOS SOLOS
- 11.1 Material de origem
- Gráfico de Mohr-Columb.
- Gráfico de Mohr-Columb.
- 11.2 Tipos de ensaio de cisalhamento
- 11.2.1 Cisalhamento direto
- 11.2.2 Compressão triaxial
- 11.2.3 Compressão simples
- 11.3 Resistência ao cisalhamento das areias
- 11.4 Resistência ao cisalhamento das argilas
- • O estado de compactação do solo; • Condições de drenagem; • Taxa e velocidade de aplicação de carga; • Baixa permeabilidade devido a coesão das partículas.
- 11.5 Modos de Ruptura
- 11.6 Correlações NSPT
- 11.1 Material de origem
COMPRESSIBILIDADE E ADENSAMENTO DO SOLO
- 12.1 Impacto da compressibilidade e adensamento
- 12.2 Compressibilidade e adensamento
- 12.3 Ensaio de compressão axial
- 12.4 Ensaio de adensamento (edométrico)
- 12.5 Compressibilidade
- 12.5.1 Compressibilidade dos terrenos permeáveis
- 12.5.2 Compressibilidade dos terrenos pouco permeáveis (argila)
- 12.6 Classificação dos tipos de recalque
- 12.6.1 Solo
- a) Imediato b) Primário c) Secundário d) Colapso
- 12.6.2 Estrutura
- a) Recalque uniforme b) Recalque diferencial c) Recalque distorcional
- 12.6.1 Solo
COLAPSO E SUBSIDÊNCIA DOS SOLOS
- 13.1 Introdução ao colapso estrutural
- 13.2 Solos colapsíveis
- 13.3 Solos argilosos moles/solos compressíveis
- 13.4 O fenômeno do colapso: como ocorre?
- 13.5 O fenômeno da subsidência ou adensamento: como ocorre?
- 13.6 Como evitar danos causados por fenômenos de colapso e subsidência?
- 13.6.1 Elaboração de cartas de risco de colapso de solos
- 13.6.2 Solos brasileiros
- O Brasil detém uma grande diversidade de solos em sua extensão continental
ANÁLISE E MAPEAMENTO DE RISCO
- 14.1 Conceitos básicos
- Segundo Tominaga (2009) um fenômeno geológico pode ser classificado com acidente ao ocasionar consequências sociais e econômicas, como por exemplo, perdas e danos materiais
- 14.1.1 Conceitos básicos de avaliação de perigo e risco
- ⇨ A possibilidade da ocorrência de um evento; ⇨ Fenômeno ou atividade humana potencialmente danosa; ⇨ Vulnerabilidade, isto é, o grau de suscetibilidade do elemento exposto ao perigo.
- 14.2 Mapa de perigo
- • Definir o fenômeno em potencial (localização, dimensão, mecanismos); • As ocorrências anteriores (mapa de inventário ou cadastro);
- 14.2.1 Métodos qualitativos
- 14.2.2 Métodos quantitativos
- 14.2.3 Métodos empíricos
- 14.2.4 Métodos probabilísticos
- 14.2.5 Métodos determinísticos
- 14.3 Voçorocas
- 14.1 Conceitos básicos
DESASTRE NATURAL
- 15.1 Classificação dos desastres
- 15.1.1 Classificação quanto à origem
- • Chuvas intensas provocando inundação; • Erosão e escorregamentos; • Ventos fortes formando vendaval, tornado e furacão; etc.
- • Incêndios urbanos; • Contaminação de rios; • Rompimento de barragens, etc.
- dinâmica interna
- • Terremotos, maremotos, vulcanismo e tsunamis.
- dinâmica externa
- • Tempestades, tornados, inundações, escorregamentos, entre outros.
- 15.1.1 Classificação quanto à origem
- 15.1.2 Classificação quanto à intensidade
- 15.1.3 Escorregamentos
- 15.1.4 Predição da suscetibilidade
- • Pluviosidade; • Erosão pela água ou vento; • Oscilação de nível dos lagos e marés e do lençol freático; • Ação de animais e ação humana como desmatamento, entre outros; • Chuva intensa; • Terremotos.
- 15.1.5 Medidas de prevenção dos escorregamentos
- 15.1 Classificação dos desastres
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Informationen
- Beschreibung
- A mecânica dos solos é uma disciplina presente em várias grades dos cursos de engenharias, como por exemplo, engenharia civil, ambiental e sanitária, com um propósito pertinente a cada área de abrangência.
- Erstellt von
- ildefonso gonczoroski
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