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Hanseníase- APS

Mapa mental: Hanseníase na APS
Inhalt der Mindmap
Hanseníase- APS
é uma doença infecciosa de evolução crônica e curável
- É causada pelo M. leprae, um BAAR
- de multiplicação lenta e não cultivável in vitro
- apesar das inúmeras tentativas realizadas desde a sua descoberta até o momento atual.
- A principal fonte de infecção pelo bacilo são:
- indivíduos acometidos pela hanseníase não tratados e com alta carga bacilar
- que eliminam o M. leprae pelas vias aéreas superiores.
- Acredita-se a VAS seja a porta de entrada do bacilo no organismo
- a via hematogênica seja o seu principal mecanismo de disseminação para:
- a pele, mucosas, nervos e outros tecidos.
- a via hematogênica seja o seu principal mecanismo de disseminação para:
- A transmissão ocorre pelo contato direto pessoa a pessoa
- é facilitada pelo convívio de doentes não tratados com indivíduos susceptíveis.
- Não se conhece precisamente o período de incubação da doença
- mas se estima que dure em média 5 anos
- havendo relatos de casos em que os sintomas apareceram após 1 ano do contato suspeito
- outros em que a incubação demorou até 20 anos ou mais
- havendo relatos de casos em que os sintomas apareceram após 1 ano do contato suspeito
- mas se estima que dure em média 5 anos
- A doença cursa com neuropatia em graus variados
- podendo causar incapacidades físicas e perda funcional
- especialmente nas mãos, nos pés e nos olhos
- que podem ser muito graves em casos com diagnóstico tardio.
- especialmente nas mãos, nos pés e nos olhos
- fatores de risco para o desenvolvimento de incapacidades físicas:
- o sexo masculino, altas cargas bacilares e a presença de reações hansênicas
- ASPECTOS CLÍNICOS
- sintomas e sinais:
- manchas hipocrômicas ou avermelhadas na pele
- perda ou diminuição da sensibilidade em mancha(s) da pele, dormência ou formigamento de mãos/pés
- dor ou hipersensibilidade em nervos, edema ou nódulos na face ou nos lóbulos auriculares
- ferimentos ou queimaduras indolores nas mãos ou pés.
- dor ou hipersensibilidade em nervos, edema ou nódulos na face ou nos lóbulos auriculares
- perda ou diminuição da sensibilidade em mancha(s) da pele, dormência ou formigamento de mãos/pés
- manchas hipocrômicas ou avermelhadas na pele
- Classificação operacional
- Hanseníase paucibacilar (PB):
- presença de 1 a 5 lesões cutâneas e baciloscopia obrigatoriamente -.
- comprometimento de um único nervo periférico
- presença de 1 a 5 lesões cutâneas e baciloscopia obrigatoriamente -.
- Hanseníase multibacilar (MB):
- presença de >5 lesões de pele e/ou baciloscopia +.
- apresentam mais de um nervo periférico comprometido
- presença de >5 lesões de pele e/ou baciloscopia +.
- Hanseníase paucibacilar (PB):
- Formas clínicas
- Hanseníase tuberculoide
- Ocorre em indivíduos com forte resposta da imunidade celular específica -> multiplicação bacilar limitada e não detectável
- apresenta comprometimento restrito da pele e nervos (lesão cutânea única e bem delimitada)
- resposta inflamatória é intensa
- com a presença de granulomas tuberculoides na derme -> comprometimento dos filetes nervosos -> hipoestesia ou anestesia nas lesões dermatológicas
- é comum haver comprometimento da função das glândulas sudoríparas, com hipo ou anidrose
- assim como dos folículos pilosos, com diminuição dos pelos nas áreas afetadas
- resposta inflamatória é intensa
- apresenta comprometimento restrito da pele e nervos (lesão cutânea única e bem delimitada)
- Ocorre em indivíduos com forte resposta da imunidade celular específica -> multiplicação bacilar limitada e não detectável
- Hanseníase virchowiana
- Ocorre em indivíduos que não ativam adequadamente a imunidade celular específica -> intensa multiplicação dos bacilos
- O comprometimento cutâneo pode ser silencioso, com a progressiva infiltração sobretudo da face:
- com acentuação dos sulcos cutâneos, perda dos pelos dos cílios e supercílios (madarose)
- congestão nasal e aumento dos pavilhões auriculares.
- com acentuação dos sulcos cutâneos, perda dos pelos dos cílios e supercílios (madarose)
- Ocorre infiltração difusa das mãos e pés, com perda da conformação usual dos dedos (“salsichoide”)
- Com a evolução da doença não tratada
- surgem múltiplas pápulas e nódulos cutâneos, assintomáticos e de consistência firme (hansenomas)
- Com a evolução da doença não tratada
- hipoestesia ou anestesia dos pés e mãos; hipotermia e cianose das extremidades
- dormências, câimbras e formigamentos nas mãos e pés; hiperidrose compensatória em áreas não afetadas
- O comprometimento cutâneo pode ser silencioso, com a progressiva infiltração sobretudo da face:
- Ocorre em indivíduos que não ativam adequadamente a imunidade celular específica -> intensa multiplicação dos bacilos
- Hanseníase dimorfa
- apresenta características imunológicas mistas
- variabilidade clínica, como manchas e placas hipocrômicas
- Quando a principal resposta imune é celular
- as lesões podem assemelhar-se às da forma tuberculoide
- Quando a resposta humoral é predominante, as lesões surgem em grande nº
- podendo haver hansenomas e infiltração assimétrica dos pavilhões auriculares
- Quando a principal resposta imune é celular
- variabilidade clínica, como manchas e placas hipocrômicas
- “lesões foveolares”
- a sensibilidade e as funções autonômicas da pele discretamente comprometidas
- dor e choque à palpação, associado à diminuição de força muscular e hipoestesia no território
- incapacidades físicas e às vezes causando deformidades visíveis na face, mãos e pés, com:
- atrofia muscular, garras nos dedos, úlceras plantares, lesões traumáticas em áreas de anestesia, alterações oculares e outras
- incapacidades físicas e às vezes causando deformidades visíveis na face, mãos e pés, com:
- apresenta características imunológicas mistas
- Hanseníase indeterminada
- É a forma inicial da doença, surgindo com manifestações discretas e menos perceptíveis
- caracterizando-se por manchas na pele, em pequeno nº
- mais claras que a pele ao redor (hipocrômicas), sem qualquer alteração do relevo nem da textura da pele
- O comprometimento sensitivo é discreto, geralmente com hipoestesia térmica apenas;
- mais raramente, há diminuição da sensibilidade dolorosa, enquanto a sensibilidade tátil é preservada
- essa forma clínica pode inicialmente manifestar-se por distúrbios da sensibilidade
- sem alteração da cor da pele
- O comprometimento sensitivo é discreto, geralmente com hipoestesia térmica apenas;
- mais claras que a pele ao redor (hipocrômicas), sem qualquer alteração do relevo nem da textura da pele
- caracterizando-se por manchas na pele, em pequeno nº
- A quantidade de bacilos é muito pequena, indetectável pelos métodos usuais
- via de regra a baciloscopia é negativa
- quando a doença não é tratada nessa fase, evoluirá de acordo com a resposta imune do indivíduo infectado
- podendo haver cura espontânea
- desenvolvimento de uma das três formas clínicas
- podendo haver cura espontânea
- quando a doença não é tratada nessa fase, evoluirá de acordo com a resposta imune do indivíduo infectado
- via de regra a baciloscopia é negativa
- É a forma inicial da doença, surgindo com manifestações discretas e menos perceptíveis
- Hanseníase neural pura (ou neurítica primária)
- apresentação clínica exclusivamente neural, sem lesões cutâneas e com baciloscopia negativa
- eletroneuromiograma, a biópsia de nervo, a sorologia e biologia molecular podem auxiliar na definição etiológica
- espessamento de nervo periférico, associado a alterações sensitivas e/ou motoras e/ou autonômicas no território do nervo
- eletroneuromiograma, a biópsia de nervo, a sorologia e biologia molecular podem auxiliar na definição etiológica
- apresentação clínica exclusivamente neural, sem lesões cutâneas e com baciloscopia negativa
- Hanseníase tuberculoide
- Reações hansênicas
- exacerbação dos sinais e sintomas da doença
- Resultam da ativação de resposta imune contra o M. leprae
- podem ocorrer antes, durante ou após o tratamento da infecção.
- podem acarretar dano neural e incapacidades físicas permanentes
- podem ocorrer antes, durante ou após o tratamento da infecção.
- Resultam da ativação de resposta imune contra o M. leprae
- Reação hansênica tipo 1 (reação reversa)
- acomete especialmente pacientes com formas dimorfas da hanseníase
- pode surgir tanto em casos classificados como paucibacilares como nos multibacilares
- Ocorre abruptamente, com piora das lesões de pele preexistentes e aparecimento de novas lesões
- muitas vezes acompanhada por intensa inflamação de nervos periféricos
- Ocorre abruptamente, com piora das lesões de pele preexistentes e aparecimento de novas lesões
- pode surgir tanto em casos classificados como paucibacilares como nos multibacilares
- As lesões cutâneas tornam-se mais visíveis, com coloração eritemato-vinhosa, edemaciadas, algumas vezes dolorosas
- a neurite vem acompanhada por comprometimento das funções sensitivas, motoras e/ou autonômicas
- pode ocorrer ulceração das lesões cutâneas e formação de abscessos em nervos periféricos
- a neurite vem acompanhada por comprometimento das funções sensitivas, motoras e/ou autonômicas
- a realização periódica das avaliações neurológicas é essencial para o controle clínico da hanseníase
- possibilitando detectar quadros de deterioração neurológica mais insidiosa
- acomete especialmente pacientes com formas dimorfas da hanseníase
- Reação hansênica tipo 2 (eritema nodoso hansênico)
- Acomete exclusivamente pacientes multibacilares (forma virchowiana e dimorfos com altas cargas bacilares)
- o mecanismo etiopatogênico subjacente é a ativação da resposta imune humoral contra o bacilo
- Sintomas:
- febre, artralgias, mialgias, dor óssea, edema periférico e linfadenomegalia
- comprometimento inflamatório dos nervos periféricos (neurite), olhos (irite, episclerite), testículos (orquite) e rins (nefrite)
- a manifestação clássica: o eritema nodoso hansênico (ENH)
- que são nódulos subcutâneos, dolorosos, geralmente múltiplos
- caracterizados histopatologicamente por paniculite.
- eritema nodoso necrotizante
- Em casos severos, pode ocorrer necrose e ulceração das lesões
- que são nódulos subcutâneos, dolorosos, geralmente múltiplos
- Sintomas:
- o mecanismo etiopatogênico subjacente é a ativação da resposta imune humoral contra o bacilo
- Classificação:
- Agudo:
- episódio que persiste por menos de 6 meses
- o tratamento é eficaz
- episódio que persiste por menos de 6 meses
- Recorrente (“subentrante”):
- apresentação de pelo menos um 2º episódio de ENH no período >27 dias após a interrupção do tratamento antirreacional
- Crônico:
- episódios que perduram por >6 meses
- durante os quais o paciente necessita de tratamento constante ou tem períodos de remissão <28 dias.
- episódios que perduram por >6 meses
- Agudo:
- Acomete exclusivamente pacientes multibacilares (forma virchowiana e dimorfos com altas cargas bacilares)
- exacerbação dos sinais e sintomas da doença
- sintomas e sinais:
- podendo causar incapacidades físicas e perda funcional
- indivíduos acometidos pela hanseníase não tratados e com alta carga bacilar
- de multiplicação lenta e não cultivável in vitro
- É causada pelo M. leprae, um BAAR
Diagnótico
- Avaliação Neurológica Simplificada (ANS)
- Consiste na anamnese detalhada para identificar queixas relativas ao nariz, aos olhos, às mãos e aos pés
- assim como no reconhecimento de limitações para a realização de atividades diárias e de fatores de risco individuais para incapacidades físicas.
- deve ser repetida sempre que o paciente apresentar novas queixas e nos casos de reações hansênicas
- grau de incapacidade:
- grau de incapacidade física 2
- Os casos que apresentam deformidades físicas visíveis ou cegueira resultantes da neuropatia hansênica
- grau de incapacidade física 1
- Quando a incapacidade física não é detectável pela inspeção ou pelo teste de acuidade visual
- mas se observa diminuição da sensibilidade protetora ou redução da força muscular nas mãos, pés e/ou nos olhos
- Quando a incapacidade física não é detectável pela inspeção ou pelo teste de acuidade visual
- grau 0
- não apresentam os sinais citados
- grau de incapacidade física 2
- grau de incapacidade:
- deve ser repetida sempre que o paciente apresentar novas queixas e nos casos de reações hansênicas
- Começar a palpação pelos nervos da face: trigemeo, auricular e facial
- Membros superiores: Radial, unar e mediano
- Membros Inferiores: Tibial e Fibular
- Membros superiores: Radial, unar e mediano
- teste de sensibilidade
- 1. Teste da sensibilidade térmica
- Capacidade de diferenciar quente x frio
- • Não diferencia quente de frio. • Demora para responder. • Refere “tudo igual”.
- Capacidade de diferenciar quente x frio
- 2. Teste da sensibilidade tatil
- Tocar levemente a pele com algodão, pincel fino ou monofilamentos.
- Algodão, pincel, monofilamentos (ideal Semmes-Weinstein 10 g e 0,05 g)
- Ausência completa de percepção ao toque. • Resposta inconsistente (sente às vezes, outras não).
- Algodão, pincel, monofilamentos (ideal Semmes-Weinstein 10 g e 0,05 g)
- Tocar levemente a pele com algodão, pincel fino ou monofilamentos.
- 3. Teste da sensibilidade dolorosa
- Aplicar estímulo com palito de madeira ou ponta romba.
- Paciente sente toque, mas não sente dor. • Dor ausente em lesão e presente no entorno.
- Aplicar estímulo com palito de madeira ou ponta romba.
- 1. Teste da sensibilidade térmica
- assim como no reconhecimento de limitações para a realização de atividades diárias e de fatores de risco individuais para incapacidades físicas.
- Consiste na anamnese detalhada para identificar queixas relativas ao nariz, aos olhos, às mãos e aos pés
- Baciloscopia direta para bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR)
- busca detectar a presença do M. leprae em esfregaços de raspado intradérmico
- estimar a carga bacilar apresentada pelo paciente
- Está indicada nos casos de dúvidas no diagnóstico da hanseníase
- o exame tem baixa sensibilidade, resultando negativo nos casos paucibacilares
- Resultados - em pacientes MB podem ocorrer devido a falhas na coleta, coloração e leitura ou, ainda, em casos atípicos
- o exame tem baixa sensibilidade, resultando negativo nos casos paucibacilares
- Está indicada nos casos de dúvidas no diagnóstico da hanseníase
- estimar a carga bacilar apresentada pelo paciente
- busca detectar a presença do M. leprae em esfregaços de raspado intradérmico
- Histopatologia
- é empregado nos casos em que o diagnóstico persiste indefinido mesmo após a avaliação clínica e baciloscópica
- utilizado especialmente no diagnóstico diferencial da hanseníase
- A especificidade diagnóstica do exame varia entre 70% e 72%
- a sensibilidade é mais baixa, variando de 49% a 70% de acordo com a forma clínica
- A especificidade diagnóstica do exame varia entre 70% e 72%
- utilizado especialmente no diagnóstico diferencial da hanseníase
- é empregado nos casos em que o diagnóstico persiste indefinido mesmo após a avaliação clínica e baciloscópica
- USG de nervos periféricos
- contribui diretamente para a avaliação do dano neural
- o exame permite analisar nervos em áreas anatômicas em que a palpação é mais difícil ou inacessível
- aumenta consideravelmente a possibilidade de detectar o 2º sinal cardinal da hanseníase (o espessamento neural periférico)
- contribuindo para o diagnóstico precoce de casos.
- aumenta consideravelmente a possibilidade de detectar o 2º sinal cardinal da hanseníase (o espessamento neural periférico)
- o exame permite analisar nervos em áreas anatômicas em que a palpação é mais difícil ou inacessível
- contribui diretamente para a avaliação do dano neural
- Eletroneuromiograma
- utiliza uma série de testes neurofisiológicos para o estudo funcional do SNP
- o exame é capaz de detectar precocemente o dano neural
- identificando alterações iniciais que não são detectadas pela avaliação clínica
- mesmo com o exame dos delicados monofilamentos
- o estudo pode demonstrar a natureza e a extensão do comprometimento
- contribuindo para o diagnóstico diferencial do dano neural.
- Além disso, o eletroneuromiograma é útil para avaliar o prognóstico do caso
- para mensurar a resposta terapêutica
- o estudo pode demonstrar a natureza e a extensão do comprometimento
- mesmo com o exame dos delicados monofilamentos
- identificando alterações iniciais que não são detectadas pela avaliação clínica
- o exame é capaz de detectar precocemente o dano neural
- utiliza uma série de testes neurofisiológicos para o estudo funcional do SNP
- Teste rápido imunocromatográfico para detecção de anticorpos IgM
- A sorologia anti-PGL-1 tem se mostrado útil no monitoramento da eficácia terapêutica
- auxilia na classificação operacional de pacientes para fins de tratamento
- o teste apresenta alta sensibilidade para casos multibacilares
- auxilia na classificação operacional de pacientes para fins de tratamento
- A sorologia anti-PGL-1 tem se mostrado útil no monitoramento da eficácia terapêutica
- Teste de biologia molecular para detecção de M. leprae em biópsia de pele ou nervo (qPCR)
- permite amplificar fragmentos específicos do DNA, possibilitando sua identificação em amostras biológicas
- pode gerar resultados falso-positivos
- permite amplificar fragmentos específicos do DNA, possibilitando sua identificação em amostras biológicas
- Avaliação Neurológica Simplificada (ANS)
Tratamento
- Tratamento farmacológico
- PQT – Poliquimioterapia (1ª linha)
- PB: 6 doses (6–9 meses)
- Mensal: Rifampicina 600 mg + Dapsona 100 mg
- Diário: Dapsona 100 mg/dia
- Mensal: Rifampicina 600 mg + Dapsona 100 mg
- MB: 12 doses (12–18 meses)
- Mensal: Rifampicina 600 mg + Clofazimina 300 mg + Dapsona 100 mg
- Diário: Clofazimina 50 mg/dia + Dapsona 100 mg/dia
- Mensal: Rifampicina 600 mg + Clofazimina 300 mg + Dapsona 100 mg
- PB: 6 doses (6–9 meses)
- Tratamento das Reações Hansênicas
- Reação Tipo 1 (Reversa)
- Leve (sem neurite): Observação + AINEs
- Moderada a grave (com neurite): Corticoterapia sistêmica (Prednisona)
- Leve (sem neurite): Observação + AINEs
- Reação Tipo 2 (ENH)
- Leve a moderada: Talidomida (1ª linha) ou Pentoxifilina.
- Com neurite, irite, orquite, nefrite ou ENH grave: Corticosteroide sistêmico + manutenção da PQT.
- Casos refratários: Avaliar combinar Talidomida + Corticoide + outras medidas.
- Com neurite, irite, orquite, nefrite ou ENH grave: Corticosteroide sistêmico + manutenção da PQT.
- Leve a moderada: Talidomida (1ª linha) ou Pentoxifilina.
- Reação Tipo 1 (Reversa)
- Tratamento de 2ª Linha
- Usado quando há reação adversa grave a um dos medicamentos da PQT.
- RAM grave à Rifampicina: Ofloxacino + Minociclina + Clofazimina (“esquema alternativo”).
- RAM grave à Dapsona: Tratar como MB com esquema alternativo.
- RAM grave à Clofazimina: Esquema sem clofazimina, com Ofloxacino/Minociclina
- Resistência à Rifampicina: Associações com Ofloxacino, Minociclina, Clofazimina.
- Resistência a Rifampicina + Ofloxacino: Clofazimina + Minociclina + outro.
- RAM grave à Clofazimina: Esquema sem clofazimina, com Ofloxacino/Minociclina
- RAM grave à Dapsona: Tratar como MB com esquema alternativo.
- RAM grave à Rifampicina: Ofloxacino + Minociclina + Clofazimina (“esquema alternativo”).
- Usado quando há reação adversa grave a um dos medicamentos da PQT.
- PQT – Poliquimioterapia (1ª linha)
- Tratamento não farmacológico
- Prevenção de Incapacidades (PI):
- Pele e olhos: Lubrificação, proteção solar, óculos envolventes, cuidados com hipoestesia.
- Mãos/pés: Inspeção diária; hidratação; evitar traumas; calçados adequados; palmilhas; órteses.
- Proteção térmica: Evitar exposição a fontes quentes devido à perda de sensibilidade.
- Educação em autocuidado: Checar feridas, hidratar pele, alongamentos, fortalecimento, evitar calçados abertos.
- Proteção térmica: Evitar exposição a fontes quentes devido à perda de sensibilidade.
- Mãos/pés: Inspeção diária; hidratação; evitar traumas; calçados adequados; palmilhas; órteses.
- Pele e olhos: Lubrificação, proteção solar, óculos envolventes, cuidados com hipoestesia.
- Prevenção de Incapacidades (PI):
- Tratamento farmacológico
Informationen
- Beschreibung
- Mindmap am Hanseníase- APS, erstellt von mateus teixeira matos am 22/11/2025.
- Erstellt von
- mateus teixeira matos
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