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Protocolos de Roteamento Final (RIP OSPF BGP)

Flavio Costa Redes Portugiesisch

Protocolos de Roteamento Final (RIP OSPF BGP)

Inhalt der Mindmap

Protocolos de Roteamento Final (RIP OSPF BGP)

  1. Tipos de Roteamento

    • Estático
      • É feito manualmente. Tem prioridade sobre o dinâmico quando o destino é o mesmo.
      • Características
        • não adaptativo; não reage a mudança na rede; é usado em ambiente pequenos, de baixa complexidade e pouco alteração de rota.
      • Algoritmos
        • Dijkstra
          • Busca o caminho mais curto independete da métrica. Não leva mais nada em consideração.
        • Flooding
          • O roteador encaminha um pacote recebido para todas as suas interfaces, com exceção da interface que recebeu o pacote.
    • Dinâmico
      • Atualiza as informações da tabela de roteamento automáticamente analisando os aspectos da rede.
      • Vetor de Distância
        • utiliza a distância para determinar os destinos, identificando a rota com menor quantidade de saltos.
        • Características
          • Visibilidade descentralizada. Possui informações apenas dos vizinhos e não é escalável
      • Estado de Enlace
        • O roteadores tem uma visão global da rede. 
        • Custo
          • Essa visão permite que o roteador defina o custo de cada enlace, e assim defina qual é a melhor rota.
  2. Roteador de Borda

    • Objetivo
      • Fazer a comunicação entre diferentes AS's
    • Protocolos
      • Podem rodar protocolos internos e externos.
    • Função
      • Se não for possível tratar a informação corretamente, tem a função de encaminhar os pacotes a outros AS's
  3. RIP

    • Uso
      • Pequenas redes com baixo overhead
    • Protocolo de transporte
      • UDP na porta 520
    • Camada
      • Atua na camada de aplicação e depende das camadas inferiores e seus recursos.
    • Vetor de Distância
      • Usa esse método e pode ter até 15 saltos até a rede de destino.
    • IGP
      • É um protocolo de roteamento interno.
    • Funcionamento
      • as tabelas de roteamento são encaminhas completas aos vizinhos.
      • Atualizações
        • Se for detectada uma rota com a quantidade de saltos menor do que a existente, a tabela é atualizada.
      • Período
        • As tabelas são encaminhadas a cada 30 segundos aos roteadores vizinhos (adjcentes)
      • Vizinho inativo
        • após 180s sem receber a tabela de um vizinho, ele é considerado inativo e excluído da tabela de roteamento.
      • Round-Robin
        • Se houver duas rotas para o mesmo destino com saltos iguais é feito balanceamento automático através de round-robin.
    • Algoritmo
      • É descentralizado
    • Contagem para o infinito
      • ocorre quando há uma falha no enlace e os roteadores começam a repassar informações invalidas sem considerar a falha. Os pacotes ficam vagando pela rede consumindo a banda.
      • Limite de Saltos
        • Quando a rota para determinada rede está acima do limite, considera-se que a rede é inalcansável.
      • Split Horizon
        • Não é útil enviar informações sobre uma rota na mesma direção por onde a informação original chegou.
      • Route Poison
        • Ao detectar problemas no enlace, a rota com destino àquela rede é considerada inalcansável.
      • Poison Reverse
        • A convergência da rede é feita em menor tempo.
    • RIPv1 x RIPv2
  4. OSPF

    • Open Shortest Path First
    • IGP
      • É do tipo IGP podem atuar em redes internas consideradas grandes.
      • CESPE
        • Já considerou ele como EGP - Somente a CESPE.
    • Estado do Link
      • É capaz de considerar largura de banda, atraso, congestionamento, entre outros, para definir as rotas.
      • Rotas distintas
        • É possível gera-las de acordo com o serviço usado. Ex.: video é melhor usar link com menor latencia. dados é melhor usar link com mais banda.
    • Tempo de convergência
      • É menor, por isso é mais eficiênte.
    • Transporte de Informações
      • É feito na camada de rede com o identificado do campo protocolo igual a 89
    • Funcionamento
      • Cada roteador registra e compartilha parametros de suas interfaces e estados de links
      • LSU
        • Link State Update - Permite que os roteadores se conheçam de forma detalhada.
      • LSA
        • Link State Ack - são respostas de confirmação.
      • Troca de Informações
        • São feitas quando são detectadas alterações na rede ou a cada 30 minutos.
        • 1 - Hello
          • Testa conectividade com o vizinho
        • 2 - ECHO
          • Valida conectividade e cálcula o custo.
        • 3 - LSU
          • é criada com as informações de suas interfaces
        • 4 - TODOS
          • A mensagem é enviada para todos os roteadores.
        • 5 - GRAFO
          • é montada a rede que representa as conexões entre os roteadores e o SPF é executado.
    • Algoritmo
      • baseado no SPF ou Dijkstra
    • Hierarquia OSPF
      • Essa característica torna o OSPF versátil e escalável.
      • Áreas
        • Os roteadores são divididos (logicamente) em grupos menores chamados de áreas.
        • Área 0
          • É obrigatória e todas as demais devem estar conectadas a ela.
      • Roteador de fronteira
        • São os roteadores que estão na fronteira com a área 0
    • Modo Centralizado
      • Há um roteador central com adjacência física com os demais roteadores. Mas não impede que o vizinhos se conectem entre si.
      • Roteadores adjacentes
        • Trocam informações entre si o que implica que pode não haver trocas entre todos os conectados fisicamente.
      • Roteadores designados
        • Possuem adjacencia com todos os demais roteadores. São os responsáveis por cálcular e distribuir as rotas.
        • Falha
          • Há um ponto central de falha, ha menos que tenha mais de um roteador designado.
  5. BGP

    • É um protocolo de roteamento externo (EGP).
    • Camada de atuaçao
      • Atua na camada de aplicação usando a porta TCP/179
    • Comunicação semipermanete
      • são estabelecidas e mantidas as conexões entre os roteadores pares através de mensagens keep alive. A conexão precisa ficar aberta.
    • Sumarização de rotas
      • tem suporte a CIDR com o objeto de reduzir a tabela de roteamento.
    • Autenticação
      • Implemente o algoritmo HASH MD5 para tratar a comunicação entre os ASs.
    • Funcionamento
      • Políticas
        • o BGP é capaz de implanta-la na definição de rotas.
        • AS-PATH
          • Caminho completo de cada rota com o identificador de cada AS intermediário.
        • NEXT-HOP
          • Interface de saída pelo qual será enviado o pacote.
        • Origin
          • Fonte originária das informações de roteamento.
      • Desempenho
        • Não é verificado. Preocupa-se apenas com a interligação entre os ASs
      • Path Vector
        • Vetor de Caminho - fornece a informação da rota integral, ou seja, até o destino.
      • Tabela de roteamento
        • As tabelas são trocadas apenas quando há atualizações na rede
        • Políticas definidas
          • Após o recebimento da tabela de roteamento, a políticas são aplicadas, excluindo as rotas indesejadas e aplicando as preferidas.
        • Desempate
          • Se tiver mais de uma rota para o mesmo destino, a que tiver menos saltos será usada.
    • iBGP
      • é usado para comunicação de roteadores de um mesmo AS.
      • Troca de informações
        • entre si, sobre cada uma das redes alcançaveis por cada um.
      • Sessão Lógica
        • Não precisam estar ligados fisicamente
      • Rede Lógica FULL
        • é obrigatória a conexão entre todos os roteadores iBGP.
    • eBGP
      • faz a comunicação entre os roteadores de borda de cada AS.
      • Conexão Física
        • Há a necessidade de eles estarem conectados "fisicamente"
  6. Outros

    • IS-IS
      • IGP
        • é um protocolo de roteamento interno
      • Estado de Enlace
        • tem um visibilidade global da rede
      • Multiprotocolo
        • suporte IP, IPX ou appletalk. Desenhado pela OSI.
    • IGRP
      • Vetor de Distância
        • Só consegue visualizar os vizinhos
      • Classfull
        • Suporta apenas endereços completos. Não há suporte para VLSM
      • Métricas
        • Possui outras além da contagem de saltos.
    • EIGRP
      • Vetor de Distância
        • Visualiza somente os vizinhos, com algumas melhorias.
      • Classless
        • tem suporte a VLSM
  7. Distância administrativa

    • Rotas distintas com protocolos de roteamento distintos.
    • Melhor rota
      • Quando um roteador está configurado com mais de 1 protocolo de roteamento e há rotas para o mesmo destino usando protocolos diferentes, é priorizada a rota com menor distância administrativa.
  8. Multicast

    • É um grupo de roteadores que trocam informações para obter maior qualidade e controle no roteamento de pacotes.
    • MBone
      • É uma rede virtual que usa de forma compartilhada os recursos físicos da internet.
    • IP Multicasting
      • O roteadores precisam ter suporte ao IP Multicasting e seus protocolos.
    • DVMRP
      • Distance Vector Multicast Routing Protocol - faz a troca de informações entre os roteadores.
      • Truncated Reverse Path
        • É o algoritmo do DVMRP. Monta a tabela de roteamento com sentido inverso das rotas.
    • MOSPF
      • Multicast OSPF - Permite a troca de mensagens de estado de enlace entre os roteadores do mesmo grupo.
    • PIM
      • Protocol Independet Multicast - tem o foco na comunicação entre disferentes ASs
      • PIM-DM
        • Modo Denso - quase todos querem obter informações do grupo.
        • Eliminação de caminhos
          • Para otimizar a comunicação busca-se eliminar os caminhos não usado ou que não sejam as melhores alternativas.
          • PRUNE
            • É um tipo de mensagem para que o roteador para de enviar mensagens para o roteador em questão. 
        • Reverse Path Forwarding
          • É um algoritmo que permite a definição do fluxo de mensagens no grupo de forma automática. 
        • Inundar e Podar
          • Técnica de repasse de caminho inverso.
      • PIM-SM
        • Modo Esparso - quase ninguém quer obter informações do grupo.
        • Pontos de encontro
          • São roteadores usados pelos novos roteadores para do túnel e participação do grupo.
      • Tabela de roteamento
        • Usa as já existentes do unicast que estão armazenadas. Diferentemente do DVMRP e MOSPF. 
  9. VRRP

    • Virtual Router Redundancy Protocol - é um protocolo que cria um roteador virtual redundante.
    • LSA
      • Usa mensagens LSA para demonstrar o estado ativo dos links através de grupos multicast.
    • Endereço Virtual
      • Tem um grupo de roteadores com o mesmo endereço de forma que apenas um responda as requisições.
    • Virtual Router Master
      • É o roteador responsável por responder as requisições do IP Virtual. 
      • LSA
        • Envia a cada 1 segundo para os backups.
    • Virtual Router Backup
      • ou Slave - caso o backup não receba um SLA em 3 segundos o backup começará a responder as solicitações.
    • Endereço ARP
      • É usado para substituição do master em caso de problema.
      • Funcionamento
        • O cliente requisita o MAC do IP virtual usado, como o master não terá condições de responder, o backup responde a requisição assumindo o endereço virtual e informando seu MAC para redirecionar o tráfego ao novo roteador.

Bilder und Dateien der Mindmap

  • Protocolos de Roteamento Final (RIP OSPF BGP)
  • Protocolos de Roteamento Final (RIP OSPF BGP)
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Beschreibung
Redes Mindmap am Protocolos de Roteamento Final (RIP OSPF BGP), erstellt von Flavio Costa am 02/05/2017.
Erstellt von
Flavio Costa
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  • Erstellt von Ein gelöschter Nutzer · 5 Apr 2017
  • Kopiert von Flavio Costa · 2 Mai 2017
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