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Notizen

Natureza de Deus

Jiliandro Santana Doutrina de Deus Portugiesisch 1 Seite

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Conceitos Bíblico (os nomes de Deus)

Quem é, e que é Deus? A melhor definição é a que se encontra no Catecismo de Westminster: “Deus é Espírito, infinito, eterno e mutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade.” A definição bíblica pode formular-se pelo estudo dos nomes de Deus. O “nome” de Deus, nas Escrituras,significa mais do que uma combinação de sons; representa seu caráter revelado.

Os seguintes nomes de Deus são os mais comuns que encontramos nas Escrituras:

a) Elohim (traduzido “Deus”.) Esta palavra emprega-se sempre que sejam descritos ou implícitos o poder criativo e a onipotência de Deus. Elohim é o Deus-Criador. A forma plural significa a plenitude de poder e representa a trindade.

(b) Jeová (traduzido “Senhor” na versão de Almeida.) Elohim, oDeus-Criador, não permanece alheio às suas criaturas. Observando Deus a necessidade entre os homens, desceu para ajudá-los e salvá-los; ao assumir esta relação, ele revela-se a si mesmo como Jeová , o Deus da Aliança. O nome JEOVÁ tem sua origem no verbo SER e inclui os três tempos desse verbo — passado, presente e futuro. O nome, portanto significa: Ele que era, que é e que há de ser; em outras palavras, o Eterno. Visto que Jeová é o Deus que se revela a si mesmo ao homem, o nome significa: Eu me manifestei, memanifesto, e ainda me manifestarei.

(c) El (Deus) é usado em certas combinações: EL-ELYON (Gên. 14:18-20), o “Deus altíssimo”, o Deus que é exaltado sobre tudo o que se chama deus ou deuses. EL-SHADDAI, “o Deus que é suficiente para as necessidades do seu povo” (Êxo. 6:3). EL-OLAM, “o eterno Deus” (Gên. 21:33). (*)

(d)Adonai significa literalmente “Senhor” ou “Mestre” e dá a idéia de governo e domínio. (Êxo. 23:17; Isa. 10:16, 33.) Por causa do que Deus é e do que tem feito, ele exige o serviço e a lealdade do seu povo.Este nome no Novo Testamento aplica-se ao Cristo glorificado.

(e) Pai, emprega-se tanto no Antigo como no Novo Testamento. Em significado mais amplo o nome descreve a Deus como sendo a Fonte de todas as coisas e Criador do homem; de maneira que, no sentidocriativo, todos podem considerar-se geração de Deus. (Atos 17:28.) Todavia, esta relação não garante a salvação. Somente aqueles que foram vivificados e receberam nova vida pelo seu Espírito são seus filhos no sentido intimo da salvação. (João 1:12, 13.)

12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; 13 os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. (João 1:12, 13.)

Crenças errôneas

Existem outras idéias extra-bíblicas acerca de Deus. Dessas, algumas originaram-se em verdades exageradas. Algumas são deficientes; outras pervertidas ou torcidas. Por que tomar o tempo para considerar essas idéias? Visto que é muito difícil descrever perfeitamente o ser de Deus, podemos, sabendo o que ele não, chegar a uma melhor compreensão do que ele realmente é.

(a) O agnosticismo (expressão originada de duas palavras gregas que significam “não saber”) nega a capacidade humana de conhecer a Deus. “A mente finita não pode alcançar o infinito”, declara o agnóstico. Mas o agnóstico não vê que há grande diferença entre conhecer a Deus no sentido absoluto e conhecer algumas coisas acerca de Deus. Não podemos compreender a Deus, isto é, conhecê-lo inteira e perfeitamente; mas podemos aprender, isto é, ter uma concepção da sua Pessoa.

“Podemos saber quem é Deus, sem saber tudo o que ele é”, escreve D. S. Clarke. “Podemos tocar a terra embora não possamos envolvê-la com os braços. Um menino pode conhecer a Deus enquanto o filósofo não pode descobrir todos os segredos do Todo- poderoso.” As Escrituras baseiam-se no pensamento de que é possível conhecer a Deus; por outra parte, elas nos avisam que por agora “conhecemos em parte”. (Vide Êxo. 33:20; Jo 11:17; Rom. 11:33, 34; l Cor. 13:9-12.)

12 O que agora vemos é como uma imagem imperfeita num espelho embaçado, mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é imperfeito, mas depois conhecerei perfeitamente, assim como sou conhecido por Deus. (1 Cor. 13)

(b) O politeísmo (culto de muitos deuses) era característico das religiões antigas e pratica-se ainda hoje em muitas terras pagãs. Baseia-se ele na idéia de que o universo é governado, não por uma força só, mas sim por muitas, de maneira que há um deus da água, um deus do fogo, um deus das montanhas, um deus da guerra,etc. Foi esta a conseqüência natural do paganismo, que endeusou os objetos finitos e as forças naturais e “adoraram e serviram à criatura antes que o Criador” (Rom. 1:25). Abraão foi chamado a separar-se do paganismo e a tomar-se uma testemunha do único verdadeiro Deus; sua chamada foi o começo da missão de Israel, a qual era pregar o monoteísmo (o culto a um só Deus), o contrário do politeísmo das nações vizinhas.

(c) O panteísmo (proveniente de duas palavras gregas que significam “tudo é Deus”) é o sistema de pensamento que identifica Deus com o universo, árvores e pedras, pássaros, terra e água, répteis e homens — todos são declarados partes de Deus, e Deus vive e expressa-se a si mesmo através das substâncias e forças como a alma se expressa através do corpo. Como se originou esse sistema? O que está escrito em Rom. 1:20-23 desvenda esse mistério.

20 Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, isto é, o seu poder eterno e a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma. 21 Eles sabem quem Deus é, mas não lhe dão a glória que ele merece e não lhe são agradecidos. Pelo contrário, os seus pensamentos se tornaram tolos, e a sua mente vazia está coberta de escuridão. 22 Eles dizem que são sábios, mas são tolos. 23 Em vez de adorarem ao Deus imortal, adoram ídolos que se parecem com seres humanos, ou com pássaros, ou com animais de quatro patas, ou com animais que se arrastam pelo chão. (Rom. 1)

Pode ser que na penumbra do passado os filósofos pagãos, havendo perdido de vista a Deus e expulsando-o de seus corações, tenham observado que era necessário achar alguma coisa que preenchesse o seu lugar, visto que o homem procura sempre um objeto de culto. Para preencher o lugar de Deus, deve haver algo tão grande quanto o próprio Deus. Havendo Deus se retirado do mundo, por que então não fazer do mundo Deus?

Desta maneira arrazoaram os homens e assim se iniciou o culto às montanhas e às árvores, aos homens e aos animais, e a todas as forças da natureza. À primeira vista essa adoração da natureza tem certa feição lógica, mas leva a uma conclusão absurda. Pois se a árvore, a flor e a estrela são Deus, logo também o devem ser o verme, o micróbio, o tigre e também o mais vil pecador — uma conclusão absolutamente irrazoável. O panteísmo confunde Deus com a natureza. Mas a verdade é que o poema não é o poeta, a arte não é o artista, a música não é o músico, e a criação não é o Criador.

Uma linda tradição judaica nos relata como Abraão observou essa distinção: Quando Abraão começou a refletir sobre a natureza de Deus, pensou primeiramente que as estrelas fossem divindades por causa de seu brilho e formosura. Mas quando percebeu que a lua as excedia em brilho, concluiu então que a lua era divindade. A luz da lua, porém, desvaneceu-se ante a luz do sol e este fato o fez pensar que este último era a Divindade. No entanto, à noite o sol também desapareceu. “Deve existir algo no mundo maior do que estas constelações”, pensou Abraão. Desta maneira, do culto à natureza, ele se elevou ao culto ao Deus da natureza. As Escrituras corrigem as idéias pervertidas do panteísmo. Ao ensinar que Deus é revelado mediante a natureza, fazem a distinção entre Deus e a natureza. Os panteístas dizem que Deus é o universo; a Bíblia diz que Deus criou o universo. Onde se professa o panteísmo hoje? Primeiramente entre alguns poetas que atribuem divindade à natureza. Em segundo lugar, é a filosofia básica da maior parte das religiões da Índia, as quais a citam para justificar a adoração de ídolos. “Não será a árvore, da qual se fez a imagem, uma parte de Deus?” argumentam eles. Em terceiro lugar, a Ciência Cristã é uma forma de panteísmo porque um dos seus fundamentos é: “Deus é tudo e tudo éDeus.” Tecnicamente falando, é panteísmo “idealista”, porque ensina que tudo é mente ou “idéia,” e que, por conseguinte, a toda matéria falta realidade.

(d) O materialismo nega qualquer distinção entre a mente e a matéria; afirma que todas as manifestações da vida e da mente e todas as forças são simplesmente propriedades da matéria. “O pensamento é secreção do cérebro como a bílis é secreção do fígado”; “o homem é apenas uma máquina”, são alguns dos pensamentos prediletos dos materialistas. “O homem é simplesmente um animal”, declaram eles, pensando que com isto poderão extinguir o conceito generalizado acerca da superioridade do ser humano e do seu destino divino. Essa teoria é tão absurda que quase não merece refutação. No entanto, em dezenas de universidades, em centenas de novelas, e de muitos outros modos, discute-se e aceita-se a idéia de que o homem é animal e máquina; que não tem responsabilidade por seus atos e que não existe o bem nem o mal.

Para refutar esse erro vamos observar:

Qual é o antídoto para o materialismo? O antídoto é o Evangelho pregado com demonstração e poder do Espírito acompanhado dos sinais.

(e) O deísmo admite que haja um Deus pessoal, que criou o mundo; mas insiste em que, depois da criação, Deus o entregou para ser governado pelas leis naturais. Em outras palavras, ele deu corda ao mundo como quem dá corda a um relógio e o deixou sem mais cuidado da sua parte. Dessa maneira não seria possível haver nenhuma revelação e nenhum milagre. Esse sistema, às vezes, chama-se racionalismo, porque eleva a razão à posição de supremo guia em assuntos de religião; também se descreve como religião natural, como oposta à religião revelada.

As Escrituras ensinam duas importantes verdades concernentes à relação de Deus para com o mundo:

Primeira, sua transcendência, que significa sua separação do mundo e do homem e sua exaltação sobre eles.

No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. (Isa. 6:1)

Segunda, sua imanência, que significa sua presença no mundo e sua aproximação do homem.

um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos. (Efé. 4:6)

O deísmo acentua demais a primeira verdade enquanto o panteísmo encarece demais a segunda. As Escrituras apresentam a idéia verdadeira e absoluta: Deus, de fato, está separado do mundo e acima do mundo; por outro lado, ele está no mundo. Ele enviou seu Filho para estar conosco, e o Filho enviou o Espírito Santo para estar em nós. Desta maneira a doutrina da Trindade evita os dois extremos. à pergunta, “Está Deus separado do mundo ou está no mundo?” a Bíblia responde: “Ele está tanto separado do mundo como também está no mundo.”

Conceitos

Crenças Erroneas

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Doutrina de Deus Notiz am Natureza de Deus, erstellt von Jiliandro Santana am 29/03/2014.
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Jiliandro Santana
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  • Erstellt von Jiliandro Santana · 29 Mär 2014
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