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Notizen

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Leonardo Silva Portugiesisch 2 Seiten

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Etica e moral segundo Aristoteles

FILOSOFIA

A Ética de Aristoteles

Aristóteles começa a Ética com as seguintes palavras: "Toda arte e todo saber, assim como tudo que fazemos e escolhemos, parece visar algum bem. Por isso, foi dito, com razão, que o bem é aquilo a que todas as coisas tendem, Mas há uma diferença entre os fins: alguns são atividades, ao passo que outros são produtos à parte das atividades que os produzem."

Para Aristoteles, todas as coisas tendem ao bem, significa que o bem é a finalidade de todas as coisas. E tambem chega-se ao bem por dois caminhos: a) pelas atividades práticas, isto é, aquelas que contêm seus próprios fins (ética e política); b) pelas atividades produtivas (artes ou técnicas). A ética, no campo individual, prepara terreno para a política, no campo coletivo. Em relação à ética, o bem leva cada indivíduo a ser capaz de viver com os outros, na polis.

A Moral de Aristoteles

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Etica para Aristoteles

A ética aristotélica inicia-se com o estabelecimento da noção de felicidade. Neste sentido, pode ser considerada uma ética eudemonista (doutrina segundo a qual a felicidade é o objetivo da vida humana) por buscar o que é o bem agir em escala humana, o agir segundo a virtude. A felicidade é definida como uma certa atividade da alma que vai de acordo com uma perfeita virtude.

Virtude Moral para Aristoteles

Aristóteles define a virtude moral como disposição – já que não podem ser nem faculdades nem paixões – para agir de forma deliberada e a disposição está de acordo com a reta razão. A virtude moral consiste em uma mediania relativa a nós.

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O dever, para Kant, nada promete ou realiza por prazer ou agrado, mas nos exige absoluta submissão, pois possui uma raiz nobre: nasce da razão e não tem parentesco com a inclinação, sendo sublime. Diz Kant:

“Dever! Nome grande e sublime, que nada em ti incluis de deleitável, trazendo em si a adulação, mas exiges a submissão; no entanto, nada ameaças que excite no ânimo uma aversão natural e cause temor, mas, para mover a vontade, propões simplesmente uma lei que por si mesma encontra acesso na alma e obtem para si, ainda que contra a vontade, veneração (embora nem sempre obediência) lei perante a qual emudecem todas as inclinações, se bem que secretamente contra ela atuem (...)”

Uma ação, para ser considerada como moral, segundo Kant, não pode ter qualquer finalidade que não seja obedecer à razão, mesmo a felicidade. Afinal, o valor do caráter de uma pessoa está no fato desta praticar o bem, não por inclinação, mas por dever, conforme afirma na sua Crítica da Razão Prática. Claro fica que o que Kant quer dizer é que a busca da felicidade não deve ser o príncipio determinante do agir, mas assegurar a felicidade é importante para que o sujeito, demasiadamente descontente com seu estado, não se torne vulnerável às tentações de transgredir o dever.

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Notiz am Ohne Titel, erstellt von Leonardo Silva am 10/09/2018.
Erstellt von
Leonardo Silva · Sep 2018
Aktualisiert
11 Sep 2018
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