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QUESTÕES DE ESTUDO TUTORIA E8M2- BUSQUE CONHECIMENTO
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1Durante o exame primário do paciente, o exame do estado do doente segue o protocolo do A/B/C/D/E,qual passo NÃO corresponde ao procedimento:
- AExaminar as vias áreas com proteção da coluna cervical.
- BManutenção das vias de respiração e ventilação adequada
- CProcurar por lesões internas.
- DExame de estado neurológico.
- EControle do ambiente,prevenindo hipotermia.
2Sobre as medidas auxiliares ao exame primário e á reanimação,pode se afirmar:
- AA monitorizarão eletrocardiográfica se faz necessário somente em pacientes com problemas cardíacos antecedentes.
- BA utilização do oxímetro é útil para medir a saturação de hemoglobina pelo oxigênio,assim como mede também a ventilação ou pressão parcial de oxigênio.
- CA lavagem peritoneal diagnóstica e a ultrassonografia abdominal constituem-se em instrumentos úteis para a detecção rápida de sangramento oculto intra-abdominal.
- DO uso de sonda gástrica está indicado para reduzir a distensão gástrica e aumentar a aspiração do paciente.
- EQuando for feito a passagem de sonda urinária do reto e da genitália é obrigatório logo após a passagem da sonda.
3Paciente politraumatizado com trauma cranioencefálico chega ao hospital com abertura ocular ao estímulo doloroso,falando palavras desconexas e localizando estimulo doloroso.Qual a sua pontuação na escala de coma de glasgow?
- A12
- B11
- C10
- D9
- E8
4Paciente politraumatizado por acidente automobilístico,na qual houve trauma de região torácica sobre o volante do automóvel,chega a UTI com PA 70x50 mmHg,pulmões livres e jugulares ingurgitadas. Um outro achado poderia ser:
- AHiperfonese de bulhas
- BPulso paradoxal
- CLinfonodomegalia
- DPulso alternantes
- ETerceira bulha
5Politraumatizado,vítima de acidente de moto, da entrada no pronto socorro com fratura escalonada de costelas,traumas de face, fratura exposta de fêmur,taquicárdico, hipotenso e com escala de coma de Glasgow de 7.Qual a primeira atitude a ser tomada?
- AIntubação orotraqueal
- BAcesso venoso com reposição de volume
- CVentilação com máscara e ambu
- DImobilização da fratura exposta
- ETomografia de crânio
6Em relação ao uso de medicações no atendimento da para cardiorrespiratória, podemos afirmar que:
- AO bicarbonato de sódio deve ser administrado logo no início do atendimento do pacientes em parada cardíaca
- BO cálcio é essencial no manuseio da parada cárdica por hipopotassemia ou hipomagnesemia
- CA atropina é a droga de escolha nas paradas cardíacas em assistolia ou atividade elétrica sem pulso(dissociação eletro-mecânica) devendo ser repetida quantas vezes for necessário
- DDrogas vasopressoras como a adrenalina e/ou vasopressina são fundamentais,devendo ser usadas no atendimento da parada cardiorrespiratória com a finalidade de aumentar a pressão de perfusão coronariana
- EA amiodarona deve ser usada nos casos de parada cardíaca por fibrilação ventricular, podendo-se postergar a desfibrilação elétrica.
7Assinale a alternativa correta sobre a cardioversão elétrica e desfibrilação:
- AA cardioversão elétrica sincronizada é usada na parada cardíaca causada por fibrilação ventricular.
- BA desfibrilação é uma descarga não sincronizada de energia durante qualquer fase do ciclo cardíaco, enquanto que a cardioversão é a descarga de energia sincronizada com as grandes ondas R ou complexos QRS
- CA cardioversão elétrica sincronizada é usada em pacientes com taquicardia ventricular sem pulso
- DA cardioversão elétrica sincronizada está indicada em parada cardíaca causada por fibrilação ventricular e em pacientes com taquicardia ventricular sem pulso
- EA desfibrilação está indicada em qualquer paciente estável e com taquicardia reentrante com complexo QRS estreito ou largo(freqüência ventricular > 150)
8Um homem, 46 anos, politraumatizado devido a atropelamento,apresenta vias aéreas prévias;MV diminuído à direita com som claro pulmonar à percurssão; PA 110x70 mmHg, FC=84bpm, Glasgow 15, abdome doloroso à palpação difusa com defesa e descompressão brusca dolorosa difusamente. A tomografia de abdome para avaliação de lesão de fígado ou baço:
- ADeve ser realizada após a reposição volêmica
- BDeve ser realizada após a drenagem de tórax
- CDeve ser realizada após a realização do FAST(USG na sala de emergência)
- DDeve ser realizada antes da radiografia de tórax
- EA laparotomia exploradora de urgência deve ser realizada sem necessidade de exames complementares
9Um homem, de 23 anos, vítima de acidente de motocicleta, chega ao pronto socorro de um hospital com todos os recursos para atendimento, com colar cervical e prancha longa. Está com intubação orotraqueal sob ventilação mecânica. Pulmões com MV abolido à direita e timpanismo a percussão. PA=130x70mmHg, FC=90bpm. Boa perfusão periférica. Apresenta sinais clínicos de fratura de bacia. Recebe avaliação e traatamento iniciais adequados e fetivos, e então o médico assistente indica tomografia de crânio, tórax e abdome. Qual dos procedimentos a seguir deverá ser realizado na sala de emergência após o paciente retornar da tomografia?
- APassar sondas nasogástrica e vesical
- BDrenar tórax à direira
- CRealizar radiografias simples de bacia
- DRealizar compressão da bacia com lençol
- EReavaliar a avaliação primária
10Um paciente do sexo masculino, com 40 anos de idade,vítima de atropelamento por ônibus, tem sinais evidentes de perda sanguínea, sendo submetido às medidas de suporte de vida(reposição de sangue e outros líquidos), mas a resposta inicial é transitória. Exames radiográficos e tomográficas do tórax, abdome e pelve demonstram fratura da bacia, com grande hematoma retroperitonial.Qual o procedimento inicial mais recomendado?
- ALaparotomia,pois o sangramento é abdominal
- BAguardar mais tempo e continuar fazendo as reposições mecessarias, pois a resposta hemodinâmica inicial é demorada
- Cfixação externa da pelve para reduzir o sangramento e estabilização hemodinâmicas
- DSolicitar uma ressonância magnética do fígado(foco importante de sangramento)
- ERealizar fixação interna das fraturas da pelve
11Um médico do serviço de resgate retornava para casa quando presenciou colisão de um automóvel de passeio com a traseira de um caminhão. O acidente ocorreu em uma via com grande fluxo de tráfego e velocidade máxima permitida de 80km/h. Foi o primeiro a se aproximar do veículo acidentado, percebendo que o motorista de automóvel se apresentava inconsciente, com sangramento profuso na cabeça e dificuldade respiratória. A conduta inicial imediata deveria ser:
- AAdministrar oxigênio suplementar
- BColocar colar cervical e manter as vias aéreas pérvias
- CPuncionar a veia periférica e administrar imediatamente cristalóide
- DSinalizar a via de tráfego
- EPuncionar a veia periférica e administrar cristalóide
12Segundo o Advanced Cardiac Life Support (ACLS), em um paciente em parada cardiorrespiratória apresentado fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso no monitor cardíaco, qual das condutas abaixo seria INCORRETA:
- ARealizar ciclos de 30 compressões e 2 ventilações independente do numero de socorristas
- BRealizar os primeiros 3 choques para desfibrilação com 200,200-300 e 360 J(nesta sequência), respeitando após cada choque intervalo para a aplicação de epinefrina
- CAplicar a epinefrina em doses fixas de 1mg a despeito da resposta observada
- DUtilizar magnésio EV caso haja hipogmagnesemia documentada
- ENa falta de acesso venoso, epinefrina e a vasopressina podem ser feitas pelo tubo traqueal
13Um paciente masculino de 45 anos é vitima de acidente automobilístico(Colisão Moto vs Ônibus). Não usava capacete de proteção. É admitido na sala de emergência torporoso, com PA=80x40mmHg e FC=130bpm. A ausculta pulmonar está presente e é simétrica, e não há evidências de hemorragia externa importante na cena do trauma. Após a estabilização da coluna cervical e medidas de reposição volêmica, permanece hipotenso. Radiografias de tórax na sala de trauma não mostraram alterações. Neste momento, poderiam ser adotados para diagnostico da causa do choque:
- ATomografia computadorizada de crânio e Radiografia de coluna cervical
- BRadiografias de abdome e coluna cervical
- CLavado peritonial diagnostico e Tomografia computadorizada de crânio
- DUltra-sonografia do abdome e Radiografia de bacia
- ETomografia computadorizada de crânio e de tórax
14Após um acidente motociclístico, um paciente está em atendimento na emergência de um hospital comunitário. Após a estabilização hemodinâmica, o médico generalista avalia o status neurológico e nota que o paciente abre os olhos apenas ao estimulo doloroso, emite sons incompreensíveis e apresenta postura de decortificação. Em relação à escala de coma de Glasgow, a assistência ventilatória e a conduta final, qual seria a melhor opção a ser adotada pelo médico nesta situação?
- AGlasgow 8, Cateter O2 suplementar 3L/mim e internação neste serviço
- BGlasgow 9, Intubação orotraqueal e internação neste serviço
- CGlasgow 3, O2 suplementar por cateter nasal e transferência para um centro de trauma
- DGlasgow 7, intubação orotraqueal e transfusão para um centro de trauma
- EGlasgow 10, Cânula nasofaríngea neste serviço
15Em relação ao tratamento da parada cardiorrespiratória por FV, marque a alternativa CORRETA:
- AApós a desfibrilação elétrica o próximo passo é avaliar a presença de pulso e em seguida iniciar as compressões torácicas
- BApós cada desfibrilação deve-se avaliar a presença de pulso
- CAs manobras de compressões torácicas devem ser realizadas imediatamente após a desfibrilação e o passo seguinte é avaliar o ritmo cardíaco
- DApós desfibrilação o próximo passo é avaliar a presença de pulso e em seguida o ritmo cardíaco
- EA desfibrilação elétrica deve ser realizada com as pás na região paraesternal esquerda e linha axilar esquerda
16Um homem de 60 anos chega ao PS com dor torácica e PA de 220mmHg x 120mmHg, ECG com alteração do segmento ST em DI, DII, AVF, então:
- ATrata-se de uma urgência hipertensiva e você deve tratar a síndrome isquêmica, primeiramente
- BTrata-se de uma SCA, e você deve encaminhar imediatamente para cateterismo.
- CTrata-se de uma emergência hipertensiva e seguindo cada passo do ABCD, iniciar imediatamente nitroglicerina ou nitroprussiato EV até melhora dos sintomas.
- DTrata-se de uma urgência hipertensiva, deve ser instituído nitroglicerina ou nitroprussiato EV até se atingir a redução da PA em 20 ou 25%.
- ETrata-se uma SCA, e você deve iniciar imediatamente o fibrinolítico.
17
Um homem de 59 anos, hipertenso e diabético, apresentou infarto do miocárdio com supra desnivelamento do segmento ST de parede anterior há 1 ano, tendo sido submetido à angioplastia primária, com 8 horas de evolução. Há 3 meses, apresentou hemiparesia à esquerda, de início súbito, com melhora completa em 24 horas. TC de crânio – normal com a idade. A RNM evidenciou infarto do miocárdio transmural antero-apical, sem viabilidade miocárdica, associado à presença de trompo intracavitário no VE. Qual a melhor conduta a ser tomada:- ASuspender todos os antiplaquetários em virtude do risco de novo acidente vascular encefálico.
- BUsar anticoagulante oral.
- CAumentar a dose de ácido acetilsalicílico para 200mg.
- DIniciar uso heparina não fracionada com paciente internado.
- EAssociar clopidogrel ao ácido acetilsalicílico.
18Homem de 52 anos chegou à emergência de um hospital comunitário com IAM com supra de ST, na parede inferior do VE. Na chegada ao hospital, apresentava-se clinicamente em Killip I. O quadro de dor havia iniciado há 60 minutos. Qual a estratégia de tratamento mais adequada, considerando-se que o centro de referência para hemodinâmica encontra-se a 120 minutos de viagem:
- AEncaminhar o paciente imediatamente ao centro capacitado para realização de angioplastia primária.
- BAdministrar heparina de baixo peso molecular, e providenciar a imediata transferência ao centro capacitado para realização de angioplastia primária
- CUtilizar AAS, clopidogrel e Heparina não fracionada, e encaminhar o paciente imediatamente para realização de angioplastia facilitada.
- DAdministrar trombolítico imediatamente com posterior estratificação de risco, avaliando assim a evolução do paciente.
- EPor se o IAM de alto risco para complicações, tratar o paciente com estratégia de reperfusão e encaminhar imediatamente para o centro capacitado, para angioplastia de resgate.
19No que se refere à indicação de angioplastia primária para reperfusão no IAM, considere as assertivas a seguir:
I – em comparação com a trombólise, a angioplastia primária proporciona maior possibilidade de restabelecimento do fluxo coronariano, sendo a estratégia com implante de stents a preferencial.
II – O uso adjunto de inibidores da glicoproteína IIb/IIIa, associado a heparina de baixo peso molecular confere resultados superiores na redução das taxas de mortalidade, melhorando a reperfusão coronariana.
III – A transferência do paciente para tratamento em centros especializados e dotados de serviços de hemodinâmica deve ser considerada independente do tempo de evolução dos sintomas.
Quais das afirmações estão corretas:- AApenas I
- BApenas III
- CApenas II
- DApenas I e II
- ETodas são corretas
20No choque cardiogênico pós-IAM da parede compreendida entre V2 e V6 do VE, podemos afirmar:
- AAs pressões de enchimento ventricular estão elevadas, a pressão capilar pulmonar está reduzida, mas o volume urinário está elevado.
- BAs pressões de enchimento ventricular estão elevadas, o débito cardíaco reduzido, e a pressão arterial sistêmica está baixa.
- CA queda do débito cardíaco determina elevação direta da pressão capilar pulmonar.
- DA pressão capilar pulmonar está elevada na presença de resistência vascular sistêmica baixa.
21Assinale a assertiva INCORRETA em relação a fibrinolíticos empregados em pacientes com IAM e supra desnivelamento do segmento ST.
- ATrombólise intravenosa precoce melhora a sobrevida em curto e médio prazos em pacientes infartados
- BO benefício se reduz à medida que se retarda o início do tratamento, mas ainda é visto quando este é instituído entre 6 e 12 horas após o início dos sintomas isquêmicos.
- CÁcido acetilsalicílico soma efeitos quando administrado com estreptoquinase.
- DHemorragia intracraniana é séria complicação da trombólise, ocorrendo com mais frequência em idosos tratados por mais de 12 horas.
- EPara pacientes que se apresentam em torno de 12 horas do início da dor torácica, a reperfusão com alteplase supera a feita com estreptoquinase, devendo ser preferida.
22Paciente com quadro de IAM recebeu trombolítico intravenoso quatro horas após o início dos sintomas, apresentando alívio da dor, mas sem mudanças significativas no ECG. Para esta situação, qual a próxima conduta a ser adotada?
- ASolicitar marcadores séricos de necrose miocárdica.
- BAssociar antagonista de canal de cálcio e estatinas.
- CIndicar cirurgia de revascularização miocárdica de urgência.
- DRealizar angioplastia de resgate.
- EConduta expectante associado com nitratos, AAS, estatinas.
23Paciente está internado em uma unidade coronariana com quadro de IAM, confirmado por dosagens de enzimas cardíacas e ECG. Após uma semana do evento apresenta novo episódio de precordalgia tendo como suspeita clínica de infarto recorrente. O melhor exame para confirmar esse diagnóstico é:
- AMioglobina.
- BTroponina cardioespecífica.
- CCKMB.
- DECG.
- ECPK seriada.
24
Paciente de 48 anos chega a emergência com dor típica de início há 60 minutos, com irradiação para mandíbula, sudorese fria, vômitos e sensação de morte iminente. Ao exame físico – palidez cutânea, inquietação, taquipneia, ritmo regular com B4. À ausculta pulmonar crepitações em ambas as bases. PA 130x60mmHg, FC 110bpm, elevação de ST de 2,5mm nas derivações V2 até V6.
A localização do IAM está:- AParede lateral.
- BParede inferodorsal
- CParede antero-apical.
- DParede ínfero-apical.
- EParede ápico-lateral alta
25Quanto à evolução e prognóstico, pode-se afirmar que:
- AApresentará boa evolução e prognóstico, independente da conduta a ser tomada
- BSó ocorrerá óbito se houver altos níveis de troponina sérica
- CA rotura e tamponamento cardíaco são incomuns nestes casos.
- DHaverá melhor evolução se for submetido à intervenção cirúrgica de emergência.
- EA evolução e prognóstico dependem essencialmente do espaço de tempo em que se iniciam os procedimentos terapêuticos.
26Paciente de 60 anos, hipertenso, apresentou subitamente dor torácica de forte intensidade, irradiando para as costas. Ao exame clínico a PA 180x120mmHg e um sopro diastólico em foco aórtico. O ECG apresentava supradesnivelamento do segmento ST nas derivações D2, D3 e aVF. Antes de se iniciar a terapêutica trombolítica deve-se afastar:
- APericardite aguda.
- BEmbolia pulmonar.
- CTamponamento cardíaco.
- DDissecção aguda de aorta.
- ESíndrome de repolarização precoce.
27Paciente com quadro clínico de dor torácica irradiando para as costas, com diagnóstico de SCA. Ao exame apresenta sopro diastólico no 2º e 3º espaço intercistal esquerdo. No ECG apresenta supra de ST nas derivações D2, D3 e aVF. Deve-se fazer o diagnóstico diferencial com:
- APericardite aguda.
- BEmbolia pulmonar.
- CPancreatite.
- DDissecção de aorta.
- EAneurisma do VE em parede inferior.
28Paciente com quadro clínico de dor torácica irradiando para as costas, com diagnóstico de SCA. Ao exame apresenta sopro diastólico no 2º e 3º espaço intercistal esquerdo. No ECG apresenta supra de ST nas derivações D2, D3 e aVF. O melhor exame para o diagnóstico diferencial, quanto ao custo-benefício, para a conduta é:
- AECG seriada.
- BCintilografia de ventilação perfusão
- CRadiografia de tórax.
- DTC.
- ED-dímero
29Homem de 64 anos, refere dor precordial há pouco mais de 30 minutos, acompanhada de náuseas, vômitos, palidez, sudorese e palpitação. Obeso, fumante mais de 20 cigarros por dia, hipertenso com tratamento irregular. O ECG apresenta inversão profunda (maior que 4mm) e simétrica da onda T, que se normaliza com nitrato sublingual, melhorando a dor precordial. Assinale a alternativa correta:
- AO diagnóstico definitivo é IAM.
- BO diagnóstico pode ser angina ou IAM sem elevação do segmento ST.
- CHá indicação de trombólise farmacológica.
- DComo há normalização do ECG, o paciente pode ser encaminhado para casa.
- EO paciente deve ser submetido imediatamente ao teste ergométrico, uma vez que não é possível definir o diagnóstico de SCA.
30Considere a seguinte prescrição:
I – Jejum até a segunda ordem.
II – Mononitrato de isossorbida, 2,5mg/Kg/dia diluído em soro infusão – endovenoso (EV), a critério médico.
III – Enoxaparina 60 U subcutâneo.
IV – Metropolol 5mg EV.
V – AAS 200mg VO 8/8 horas.
VI – Diazepan 5mg VO 8/8 horas.
VII – Cateter de O2 4ml/min.
VIII – Repouso absoluto no leito.
Para qual das situações abaixo esta prescrição pode ser usada:- ATromboembolismo pulmonar.
- BDissecção aórtica.
- CEmergência hipertensiva.
- DAngina instável.
- EIAM, com comprometimento de VD.
31Em relação a HAS, do ponto de vista de saúde pública, é possível afirmar que:
- ANíveis de HAS considerados moderados são os que mais atenção deveriam receber, pois embora seu controle populacional não implique substantiva redução de mortalidade poderá ter forte efeito sobre a morbidade.
- BNíveis de HAS considerados moderados são os que mais atenção deveriam receber, pois embora seu controle populacional poderá ter mais impacto sobre a mortalidade que o controle dos níveis considerados severos.
- CNíveis de HAS considerados severos são mais fortemente relacionados à morbimortalidade, mas não há evidência de que seu controle populacional poderá ter algum impacto.
- DNíveis de HAS considerados severos são os que mais atenção deveriam receber, pois o impacto de seu controle populacional é o maior do que obtido com o controle dos níveis moderados.
- EEmbora medidas de controle da HAS severa impactem menos a morbidade que a mortalidade, essas têm sido privilegiadas em função de sua maior transcendência.
32Uma criança de 4 anos de idade, previamente bem, eutrófica, é trazida ao pronto-socorro por seus pais com história de febre há dois dias, tosse e cansaço para respirar. Os pais negam episódios anteriores. Feito o diagnóstico de pneumonia, assinale quais os possíveis agentes etiológicos bacterianos mais prevalentes nessa idade:
- AStreptococcus pneumoniae; Haemophilus influenzae tipo B; Haemophilus influenzae não tipável; Staphylococcus aureus; Staphylococcus epidermidis; Listeria sp.
- BStreptococcus pneumoniae; Haemophilus influenzae tipo B; Staphylococcus epidermidis.; Ureplasma urealyticum; Listeria sp; Haemophilus influenzae não tipável.
- CStreptococcus pneumoniae; Haemophilus influenzae tipo B; Haemophilus influenzae não tipável; Mycoplasma pneumoniae; Chlamydia pneumoniae; Staphylococcus aureus.
- DHaemophilus influenzae tipo B; Chlamydia pneumoniae; Chlamydia trachomatis; Staphylococcus aureus; Streptococcus do grupo B; Mycoplasma pneumoniae;
- EMycoplasma pneumoniae; Haemophilus influenzae não tipável; Staphylococcus aureus; Streptococcus pneumoniae; Streptococcus do grupo B; Ureplasma urealyticum.
33Na pneumonia com derrame pleural à direita observa-se o seguinte conjunto de achados clínicos após a inspeção, palpação, percussão e ausculta no local do derrame:
- AAumento da frequência respiratória, frêmito tóraco-vocal diminuído, macicez, murmúrio vesicular aumentado e estertores finos.
- BAumento da frequência respiratória, frêmito tóraco-vocal aumentado, som claro pulmonar, murmúrio vesicular diminuído.
- CAumento da frequência respiratória, frêmito tóraco-vocal diminuído, macicez, murmúrio vesicular aumentado e estertores grossos
- DAumento da frequência respiratória, frêmito tóraco-vocal aumentado, macicez, murmúrio vesicular diminuído.
- EAumento da frequência respiratória, frêmito tóraco-vocal diminuído, macicez, murmúrio vesicular diminuído.
34Assinale a alternatica CORRETA sobre Oxacilina:
- AÉ bacteriostática, age interferindo na síntese da parede celular, o espectro de ação é preferencialmente para bactéria gram-negativa.
- BÉ bacteriostática, age interferindo na síntese da parede celular, o espectro de ação é preferencialmente para bactéria gram-positiva.
- CÉ bactericida, age interferindo na síntese dos ribossomos, o espectro de ação é preferencialmente para bactéria gram-negativa.
- DÉ bactericida, age interferindo na síntese da parede celular, o espectro de ação é preferencialmente para bactéria gram-positiva.
- EÉ bactericida, age interferindo na síntese dos ribossomos, o espectro de ação é preferencialmente para bactéria gram-positiva.
35Assinale a alternativa CORRETA sobre o Ceftriaxone:
- AO mecanismo de ação é semelhante ao da Oxacilina.
- BO espectro de ação é semelhante ao da Amicacina.
- CNão atravessa bem a barreira hematoencefálica.
- DÉ o antibiótico de escolha para pneumonia em recém-nascidos
- ENão deve ser utilizado se a mulher estiver amamentando
36A hipotensão costuma ser um evento tardio no choque séptico em crianças PORQUE a reserva cardíaca do adulto é menor do que a da criança. Sobre essas duas afirmativas, é correto afirmar que:
- AA asserção é correta, a razão é correta e a razão justifica a asserção.
- BA asserção é correta, a razão é correta, mas a razão não justifica a asserção.
- CA asserção é correta e a razão é incorreta.
- DA asserção é incorreta e a razão é correta.
- EAsserção e razão estão erradas.
37Como você classificaria a gasometria abaixo: pH 7,2; PaCO2 33; PaO2 98; HCO3- 13; BE -5; SatO2 99%.
- AAcidose metabólica.
- BAcidose metabólica e acidose respiratória.
- CAcidose respiratória
- DAcidose respiratória e alcalose metabólica.
- EAcidose metabólica e alcalose respiratória.
38A lesão renal aguda é definida por um de três critérios. Um dos critérios é o que segue abaixo. Assinale o CORRETO
- AAumento da creatinina sérica MAIOR OU IGUAL 0,3 mg/dL dentro de 6 horas.
- BAumento da creatinina sérica MAIOR OU IGUAL 0,3 mg/dL dentro de 12 horas.
- CAumento da creatinina sérica MAIOR OU IGUAL 0,3 mg/dL dentro de 24 horas.
- DAumento da creatinina sérica MAIOR OU IGUAL 0,3 mg/dL dentro de 36 horas.
- EAumento da creatinina sérica MAIOR OU IGUAL 0,3 mg/dL dentro de 48 horas.
39Faça a associação entre os itens e assinale a alternativa correta.
1. Acidose metabólica com ânion gap normal.
2. Acidose metabólica com ânion gap aumentado.
3. Alcalose metabólica.
4. Acidose respiratória.
A. Ingestão de metanol.
B. Acidose lática.
C. Diarreia.
D. Acidose tubular renal.
E. Vômitos.
F. DPOC.
G. Asma.
H. Sonda nasogástrica aberta.- A1D; 1E; 2G; 4F.
- B1D; 2A; 3H; 4F.
- C1C; 2B; 3F; 4G.
- D1C; 2D; 3E; 4G.
- E1E; 2A; 3E; 4F
40Para o atendimento inicial de crianças em sepse grave, recomenda-se, na ordem:
- AMáscara de O2 ou CPAP nasal, acesso venoso periférico ou intraósseo, se possível colher hemocultura antes do início do antibiótico, iniciar antibiótico empírico dentro de 1 hora da identificação da sepse grave, iniciar infusão de cristalóide isotônico ou albumina, iniciar suporte inotrópico.
- BMáscara de O2 ou CPAP nasal, acesso venoso periférico ou intraósseo, se possível colher hemocultura antes do início do antibiótico, iniciar antibiótico empírico dentro de 1 hora da identificação da sepse grave, iniciar suporte inotrópico, iniciar infusão de cristalóide isotônico ou albumina.
- CMáscara de O2 ou CPAP nasal, acesso venoso central ou intraósseo, se possível colher hemocultura antes do início do antibiótico, iniciar antibiótico empírico dentro de 6 horas da identificação da sepse grave, iniciar infusão de cristaloide isotônico ou albumina, iniciar suporte inotrópico.
- DMáscara de O2 ou CPAP nasal, acesso venoso central ou intraósseo, iniciar suporte inotrópico, se possível colher hemocultura antes do início do antibiótico, iniciar antibiótico empírico dentro de 6 horas da identificação da sepse grave, iniciar infusão de cristalóide isotônico ou albumina.
- EIntubação ou CPAP nasal, acesso venoso central ou intraósseo, iniciar suporte inotrópico, se possível colher hemocultura antes do início do antibiótico, iniciar antibiótico empírico dentro de 6 horas da identificação da sepse grave, iniciar infusão de cristaloide isotônico ou albumina.
41 Criança de 10 anos de idade chega ao hospital com história de queda de árvore há 1 hora. Chega com respiração espontânea, acianótica e eupneica, pulsos e perfusão periférica normais. Flexiona os membros superiores e estende os inferiores à estimulação dolorosa e fala palavras incompreensíveis. A forma ideal de fornecer oxigênio é:
- APor meio de cateter com 10 litros por minuto.
- BPor meio de máscara com reservatório.
- CPor intubação traqueal.
- DPor meio de Venturi à concentração de 30%.
- EPor tubo-T.
42Um menino de três semanas de idade recebe o diagnóstico de estenose hipertrófica do piloro. O distúrbio metabólico e ácidobásico clássico apresentado neste caso é de:
- Aacidose metabólica, hipoclorêmica e hipocalêmica.
- Bacidose metabólica, hipoclorêmica e hipercalêmica.
- Calcalose metabólica, hiperclorêmica e hipocalêmica.
- Dalcalose metabólica, hipoclorêmica e hipercalêmica.
- Ealcalose metabólica, hipoclorêmica e hipocalêmica.
43Qual dos seguintes antimicrobianos NÃO deve ser utilizado em infecções pelo Staphylococcus aureus?
- ACeftriaxone.
- BClindamicina.
- CCefalotina
- DOxacilina.
- EVancomicina.
44Um escolar de 7 anos apresenta quadro de febre e tosse há 3 dias. A ausculta apresenta estertores crepitantes na base D. A radiografia de tórax denota um infiltrado alvéolo-intersticial. A melhor antibioticoterapia inicial deste paciente deve incluir:
- Aum macrolídeo
- Buma tetraciclina.
- Cum aminoglicosídeo.
- Dum glicopeptídeo.
- Eum penicilínico.
45Assinale a alternativa que corresponde a uma causa mais provável de derrame pleural em forma de exsudato:
- ASíndrome nefrótica.
- BInsuficiência renal.
- CArtrite reumatoide.
- DCirrose hepática.
- EPericardite.
46Assinale a alternativa que melhor corresponda aos objetivos finais da ressuscitação do choque séptico em crianças.
- AEnchimento capilar MENOR OU IGUAL A 2 segundos, pressão normal para a idade, extremidades quentes, débito urinário MAIOR QUE 1 ml/kg/h;
- BEnchimento capilar MENOR OU IGUAL A 2 segundos, pressão normal para a idade, extremidades quentes, débito urinário MAIOR QUE 2 ml/kg/h;
- CEnchimento capilar MENOR OU IGUAL A 3 segundos, pressão normal para a idade, extremidades quentes, débito urinário MAIOR QUE 1 ml/kg/h;
- DEnchimento capilar MENOR OU IGUAL A 3 segundos, pressão normal para a idade, extremidades quentes, débito urinário MAIOR QUE 2 ml/kg/h;
- EEnchimento capilar MENOR OU IGUAL A 4 segundos, pressão normal para a idade, extremidades quentes, débito urinário MAIOR QUE 1 ml/kg/h.
47Na prevenção da lesão secundária do paciente com TCE grave ficou bem evidente nos últimos anos a importância da monitoração da perfusão cerebral, que é feita com análise monitorada dos valores dos parâmetros a seguir:
- ASaturação do bulbo jugular (SjO2) e PAM
- BPAM e PIC
- CPIC e Pressão venoca central (PVC)
- DPressão Arterial Sistólica e PIC
- EFrequência Cardíaca e PVC
48Paciente com 25 anos vítima de acidente automobilístico, com TCE e perda de consciência, fratura de ossos da perna esquerda, leve trauma torácico sem fratura de costelas é mantido por 18 horas em hospital primário sem os devidos cuidados. É transferido para UTI de referência em trauma onde é admitido com ECG=7 (MRM=4, AO=2, MRV=1), e TC Cerebral com apagamento das cisternas da base e redução volumétrica dos ventrículos laterais sem desvios da linha média. RX de Tórax com hipotransparência discreta e difusa. Os exames laboratoriais mostram glicemia de 160 mg/dL, sódio de 132 mEq/L, hematócrito de 42% e Hb de 9 g/dl, com 18.000 Leucócitos e leve predomínio de segmentados. Após sedação, analgesia e intubação orotraqueal com ventilação controlada, foram instituídas as monitorizações adequadas que mostravam: PIC=45 mmHg, PAM=70 mmHg, PVC de 2 cmH2O, temperatura cerebral de 37 e corporal de 36, SaO2 98% com FiO2 40% e CO2 expirado (EtCO2)-32 mmHg. Os dados da monitorização indicam conduta imediata de:
- AReposição de concentrado de hemácias e início de antibiótico de largo espectro porque a hemoglobina está baixa e os leucócitos muito elevados
- BReposição Volêmica com solução salina levemente hipertônica para melhorar os indícios de desidratação, com atenção à reposição de Na, uso de Manitol em bolus na dose de 1g/Kg, baixar temperatura cerebral e PIC e restabelecer níveis adequados de EtCO2, pois há sinais evidentes de Hipóxia Oliguêmica Cerebral
- CUsar antitérmico para baixar a temperatura cerebral, e promover hiperventilação atimizada para diminuir a PaCO2 e assim tratar a PIC elevada; o manitol deverá ser utilizado em gotejamento lento para evitar edema pulmonar; usar insulina simples em doses baixas conforme glicemias
- DUsar drogas vaso ativas até atingir uma PAM de 100mmHg e manitol em gotejamento rápido até PIC de 20mmHg e usar Ringer com Lactato em doses escalonadas para adequar a osmolaridade do plasma
- EUsar antitérmico para baixar a temperatura cerebral. Usar drogas vaso ativas até PAM de 100 mmHg e início de antibiótico de largo espectro porque a Hb esta baixa eos leucócitos muito elevados
49A PIC PODE SER AGUDAMENTE REDUZIDA por qual das manobras abaixo?
- ADiminuição da PCO2 arterial
- BDiminuição do pH arterial
- CInfusão IV de noradrenalina
- DAumento do débito cardíaco
- EAumento da PCO2 arterial
50 Paciente do sexo feminino, com antecedentes de hipertensão arterial, foi admitida no OS com quadro de edema agudo de pulmão precedido de dor torácica importante há duas horas. A ausculta cardíaca mostra um sopro cardíaco diastólico em borda esternal direita. Qual a HIPÓTESE DIAGNÓSTICA?
- ADissecção aórtica aguda e insuficiência aórtica
- BInfarto Agudo do Miocárdio complicado com insuficiência mitral aguda
- CIAM complicado com ruptura do septo interventricular
- DEstenose aórtica descompensada
- EAngina instável
51Paciente jovem, vítima de acidente automobilístico, desenvolve rabdomiólise importante, com quadro de insuficiência renal oligo-anúrica. No momento, encontra-se com hiperpotassemia (K = 7,5 mEq/L), com alterações eletrocardiográficas importantes (onda T apiculada, QRS alargado, ausência de onda P) e períodos de taquicardia ventricular não sustentada. Enquanto se aguarda instituição de tratamento dialítico, das citadas abaixo, qual a conduta emergencial indicada neste caso?
- AInfusão de solução salina 20mL/Kg de peso
- BGluconato de Cálcio intravenoso
- CIniciar amiodarona IV para prevenir fibrilação ventricular
- DDobutamina para melhorar contratilidade miocárdica
- EIniciar nitroprussiato de sódio e clopidogrel
52 Paciente de 30 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com trauma abdominal fechado, apresentando-se pálido, hipotensi, taquicárdico e oligúrico. As extremidades estão frias e mal perfundidas. Uma gasometria arterial colhida em ar ambiente (FiO2 = 0,21) mostra: pH 7.25, PaO2 85, PaCO2 25, HCO3 12 e BE -12. O lactato sérico é de 8 mmol/L (normal até 2). Pergunta-se: qual das seguintes é a principal causa desses achados na sua gasometria?
- ABaixa pressão parcial de CO2 inspirado
- BHiperventilação de causa neurológica
- CBaixa relação ventilação/perfusão com aumento de shunt pulmonar
- DBaixo débito cardíaco secundário a hipovolemia, com hipoperfusão tissular
- EAlto débito cardíaco secundário a hipovolemia, com hiperperfusão tissular
53Qual das seguintes afirmativas acerca do fluxo sanguíneo cerebral é FALSA?
- AA perfusão cerebral é igual a pressão arterial média menos a pressão intracraniana (PPCer=PAM-PIC)
- BEm condições normais, o fluxo sanguíneo cerebral não se altera de modo significativo quando a PAM eleva-se de 70 para 120 mmHg
- CA diminuição da PaCO2 abaixo de 45 mmHg causa uma progressiva diminuição do fluxo sanguíneo cerebral
- DOs anestésicos voláteis tendem a causar uma acentuada redução do fluxo sanguíneo cerebral
- EA diminuição da PaCO2 abaixo de 40 mmHg causa uma progressiva diminuição do fluxo sanguíneo cerebral
54Em relação ao Thionembutal, todas as alternativas abaixo são corretas, EXCETO:
- ADeve ser dada por via endovenosa exclusivo devido a seu pH = 14
- BPode causar broncoconstrição em pacientes alérgicos
- CAumenta meia vida com uso prolongado
- DFaz parte do grupo dos AINEs
- ECausa hipertensão por vasoconstrição periférica
55Complete os espaços em branco e em seguida escolha a alternativa correta. Na herniação uncal pode ocorrer midríase devido a paralisia do _________________ e a midríase é __________, isto é __________ o reflexo motor.
- AII par craniano, é fixa, não mantém
- BII par craniano, não é fixa, mantém
- CIII par craniano, não é fixa, mantém
- DIII par craniano, é fixa, não mantém
- EVI par craniano, não é fixa, mantém
56Quando devemos considerar o diagnóstico de hipertensão intracraniana (HIC) nos pacientes com PIC monitorizada?
- ASempre que a PIC ultrapassar 15 mmHg por período superior a 5 minutos
- BSempre que a PIC ultrapassar 10 mmHg por período maior que 10 minutos, sem estímulo externo
- CSempre que a PIC ultrapassar 20 mmHg por período maior que 10 minutos, sem estímulo externo
- DApenas quando ocorrer deterioração neurológica
- EApenas quando ocorrer crises convulsivas tônico clônicas generalizadas
57As drogas simpaticomiméticas que são sintetizadas por nós são:
- ADopamina, noradrenalina e milrinone
- BAdrenalina, noradrenalina e levosimendana
- CAdrenalina, dopamina e noradrenalina
- DAdrenalina, dopamina e dobutamina
- ENoradrenalina, dobutamina e adrenalina
58Escolar de seis anos, masculino, é levado ao OS pela equipe de socorro pré-hospitalar após colisão de auto versus auto, lateral, do lado que a criança estava sentada sem cinto de segurança. Ao dar entrada na emergência, paciente apresentava-se: hipocorado, com dificuldade para respirar; FR 42 irpm, SaO2 92%, PA 96X60 mmHg, FC 120 bpm, pulsos palpáveis, murmúrio vesicular diminuído em hemitórax esquerdo e ECG 7. Baseado na avaliação inicial deste paciente, o primeiro procedimento a ser realizado é:
- AToracocentese de alívio a esquerda
- BAcesso venoso central
- CIntubação oro traqueal
- DPunção intraóssea
- EAnalgesia
59Em relação à dissecção de aorta, é correto afirmar:
- ADissecção da aorta é uma delaminação das camadas da aorta e entra no diagnóstico diferencial da dor torácica, com mortalidade inferior a 40% nas primeiras 48 horas
- BDissecção da aorta é uma delaminação das camadas da aorta e entra no diagnóstico diferencial da dor torácica, com mortalidade inferior a 20% nas primeiras 48 horas
- CDissecção da aorta é uma delaminação das camadas da aorta e entra no diagnóstico diferencial da dor torácica, com mortalidade inferior a 30% nas primeiras 48 horas
- DDissecção da aorta é uma delaminação das camadas da aorta e entra no diagnóstico diferencial da dor torácica, com mortalidade inferior a 10% nas primeiras 48 horas
- EDissecção da aorta é uma delaminação das camadas da aorta e entra no diagnóstico diferencial da dor torácica, com mortalidade superior a 48% nas primeiras 48 horas
60Analise as assertivas na conduta para o AVE e responda:
I. É fator de inclusão a possibilidade de iniciar a infusão de rTPA dentro de 4,5h do início dos sintomas desde que este seja precisamente estabelecido
II. TC de crânio com hipodensidade precoce MAIOR QUE 1/3 do território da ACM, é critério de inclusão para trombólise
III. Nos AVCs, se PAS maior que 220 mmHg ou PAD maior que 140 mmHg, sempre usar nitroprussiato de sódio EV
IV. Utilizar anti-hipertensivo endovenoso se PA maior ou igual a 180/105 mmHg, após o início da infusão de trombolítico, monitorando a PA a cada 15 min.- AAs alternativas I, II, III e IV são falsas
- BAs alternativas I, II são verdadeiras e as alternativas II e IV são falsas
- CAs alternativas I, II são falsas e as alternativas III e IV são verdadeiras
- DAs alternativas I, II e III são falsas e IV é verdadeira
- EAs alternativas I, II, III e IV são verdadeiras
61Um homem de 60 anos chega ao OS com dor torácica e PA de 220x120 mmHg. ECG com alteração do segmento ST em DI, DII, aVf, então:
- ATraata-se de uma urgência hipertensivo e você deve tratar a síndrome isquêmica primeiramente
- BTrata-se de uma SCA, e você deve encaminhar imediatamente para cateterismo
- CTrata-se de uma emergência hipertensiva e seguindo cada passo do ABCD, iniciar imediatamente nitroglicerina ou nitroprussiato EV até a melhora dos sintomas
- DTrata-se de urgência hipertensiva, deve ser instituído nitroprussiato ou nitroglicerina EV até se atingir a redução da PA em 20 ou 25%
- ETrata-se de uma SCA, e você deve iniciar imediatamente o fibrinolítico
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