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Karteikarten

Clínica de Grandes I - Equinos

Alessandra Carrer Clínica Médica de Grandes Animais Portugiesisch 59 Karten

Karten in diesem Stapel (59)

  1. 1Diagnóstico definitivo: visualizar a lesão por endoscopia. Sugestivo: anemia leve, sangue digerido nas fezesSíndrome da Úlcera Gástrica em Equinos
  2. 2Tratamento: Omeprazol 4mg/kg SID por 28 dias. Reavaliar em 14 dias. Dose manutenção: 2 mg/kg SID. Sucralfato de alumínio ATB: metronidazol ou sulfa+trimetropim Cetoprofeno, xilazina ou butorfanol pra dor. NÃO DEIXÁ-LOS EM JEJUM!Síndrome da Úlcera Gástrica em Equinos
  3. 3Tratamento: PergolinaSíndrome de Cushing
  4. 4Diagnóstico: Teste de função da Adrenal Teste Noturno de Supressão com Dexa Teste Padrão de Supressão com DexaSíndrome de Cushing
  5. 5Tratamento: Levotiroxina Dieta: evitar concentrado Exercícios Controlar laminiteSíndrome Metabólica
  6. 6Diagnóstico: Teste de Resistência à Glicose Teste de Resistência à InsulinaSíndrome Metabólica
  7. 7Causa de EGUS?Multifatorial: hipersecreção HCl, estresse, confinamento, volumoso reduzido e excesso de grãos que leva a menor produção de saliva. Exercício intenso que libera adrenalina e diminui o fluxo sangúineo da mucosa, diminui o pH gástrico. Deixar o animal em jejum. Uso de AINES que inibe a secreção de prostaglandina que atua inibindo a acidez e protegendo a mucosa.
  8. 8Classificação: - Grau 0: mucosa íntegra; - Grau 1: lesões pequenas multifocais, hiperqueratose; - Grau 2: lesão extensa e hiperqueratose; - Grau 3: lesão extensa e profunda.EGUS
  9. 9Causas de cólica?Obstrução simples: corpo estranho, verminose;
    Obstrução por estrangulação: torção de alça intestinal, comprometimento circulatório;
    Enfarte não estrangulado: verminose;
    Enterite: inflamação da mucosa;
    Ulceração;
    Peritonite: normalmente por ruptura ou evolução de alguns quadros anteriores, sendo a pior consequencia;
    Idiopática
  10. 10Quais práticas alimentares podem predispor a Cólica?Súbita exposição a aumentada quantidade de carboidrato (fermentável) - ração;
    Excesso de concentrados em relação à forrageira;
    Alterações bruscas na alimentação 1/3 dos casos;
    Baixo consumo de água está relacionado com a impactação;
  11. 11O que deve ser avaliado visualmente no exame físico de um animal suspeito de cólica?Manifestação da dor em liberdade e distensão abdominal e assimetria.
  12. 12O que deve ser avaliado no exame físico na abordagem de cólica?Observação visual da dor em liberdade e distensão abdominal;
    Avaliação cardiopulmonar (28-36) e respiratória (8-16), pulso, perfusão, coloração de mucosa
    Avaliação da temperatura (37-39);
    Avaliação da motilidade GI;
    Sonda nasogástrica
    Palpação retal caso não tenha risco de ruptura;
    Caracterização da dor:
    - leve moderada ou severa
    - aguda <24-36h; crônica > 24-36h
    - responsiva ou não à analgesia
    - dor contínua ou intermitente
  13. 13A parada abrupta de dor seguida por sinais de choque, indica o que em um animal com cólica?Ruptura
  14. 14Taquipnéia/ dispnéia, cianose e extremidades frias dão indício do que?Choque em quadro de cólica
  15. 15A partir de qual quantidade há um volume significativo de refluxo?Acima de 2 Litros
  16. 16Diagnóstico: estômago repleto à endoscopia e ausência de refluxo à sonda.Compactação Gástrica
  17. 17Causa: ingestão de grande quantidade de alimento, alimentos fibrosos, secos que absorvem água como ração ou aveiaCompactação Gástrica
  18. 18Qual o tratamento para Compactação Gástrica?Cirúrgico
  19. 19Causas: infestação por anoplocephala ou feno da planta Bermuda (Cynodon). Fibras finas, que geram mastigação deficienteCompactação de Íleo
  20. 20Cólica moderada a severa, aguda ou crônica com anorexia e perda de pesoCompactação Gástrica
  21. 21Cólica moderada sendo que o refluxo à sonda pode demorarCompactação de Íleo
  22. 22Diagnóstico: ocasionalmente palpável no início. Com a evolução ocorre maior distensão, se tornando mt evidente à palpação.Compactação de Íleo
  23. 23Tratamento: Clínico sem hidratação enteral pois pode aumentar a distensão; Cirúrgico: refluxo, distensão ID evidente e múltipla, sinais de endotoxemia, risco de ruptura.Compactação de Íleo
  24. 24Tratamento: Clínico com hidratação enteral; Cirúrgico: refluxo, distensão ID evidente e múltipla, sinais de endotoxemia, risco de ruptura.Compactação de Intestino Grosso
  25. 25Forma organizada: corpo estranho, enterólito - tratamento sempre cirúrgico; Forma não organizada: ingesta, areia, cascalho..Compactação do Intestino Grosso
  26. 26Causa: ressecamento da ingesta. Menor consumo de água, maior oferta de concentrado, pouco exercício físico, paralisia de terminações nervosas por distensão prévia - lesão do plexo mioentéricoCompactação por acúmulo de ingesta
  27. 27Dor moderada e intermitente Sinais vitais normais EC: 40-60 bpm; Sons intestinais diminuídos Produção de fezes duras cobertas por mucoCompactação por acúmulo de ingesta
  28. 28Diagnóstico: palpaçãoCompactação por acúmulo de ingesta
  29. 29Dor discreta à moderada. Sinais: redução dos sons intestinais; redução da defecação; Pode ocorrer em associação com a compactação do cólonCompactação do Ceco
  30. 30Causa: sobrecarga alimentar ou alteração de motilidade associadas a pobre dentição, menor ingestão de água, volumosos grosseiros e AINES. Obstrução parcialCompactação do Ceco
  31. 31Diagnóstico por palpação: massa firme no quadrante dorsal. Endotoxemia, isquemia, ruptura, peritonite Percussão: PING no quadrante dorsal direito Aumento da FC. Menor ou ausência de borborigmoCompactação do Ceco
  32. 32Tratamento: Clínico: quando os sinais estiverem no início. Objetivo é amolecer o conteúdo. Se não melhorar em 8 horas > cirurgia. Cirurgia: distensão severa, casos refratários, risco de ruptura > líquido peritoneal > peritoniteCompactação do Ceco
  33. 33Dor leve à moderada, intermitente. Sinais: desidratação leve, mucosas róseas e congestas, FC normal ou aumentada, TPC normal ou aumentadoCompactação do Cólon
  34. 34Diagnóstico: Palpação retal: maior deslocamento e compactação da flexura pélvica. Prova da mão enluvada: somente muco na luvaCompactação do Cólon
  35. 35Tratamento: Analgesia com baixo tempo de ação; AINES: Flunixim meglumine Alfa 2 agonista: xilazina, detomidina Opioides: somente em casos graves ou necessidade de transporte Hiper-hidratação: fluidoterapia elevada para umidificar o conteúdo Hidratação enteral: quantidade pequena e deve ser aquecida Após hiper-hidratação: sulfato de magnésio para manter a umidade; pssyllium hidrofílico; exercício leve; pró-cinéticos: eritromicina, lidocaína. Sem resposta: cirurgia!Compactação do Cólon
  36. 36Enterocolite Severa e Hiperaguda, com ou sem diarreiaSalmonelose
  37. 37Diagnóstico: isolamento complexo das fezes colhidas por 5 dias. Isolamento e antibiogramaSalmonelose
  38. 38Tratamento: ATB só é recomendado se o animal apresentar septicemia ou neutropenia severa. Enrofloxacina ou gentomicina. Suporte e reposição da floraSalmonelose
  39. 39Diagnóstico: demostração de toxinas por imunoensaio ou isolamento + presença do gene toxina + sinais clínicosClostridiose
  40. 40Tratamento: ATB só em caso de septicemia ou neutropenia. Metronidazol ou metronidazol + penicilina + aminoglicosídeoClostridiose
  41. 41Cólica moderada à severa que evolui para depressão. Extensa infiltração de fluidoDuodeno jejunite proximal
  42. 42Sinais: aumento da temperatura, dilatação intestinal, laminite, taquicardia, desidratação, ausência de defecação. Diarreia Lesão severa na mucosa Fluido peritoneal Refluxo gástrico abundante acima de 10L Refluxo nasal espontâneo Choque hipovolêmico - morteDuodeno Jejunite Proximal
  43. 43Tratamento: sonda para retirar o líquido. Flunixim Meglumine. Manter jejum total. Controlar acidose com Bicarbonato. Aumentar a motilidade: Lidocaína, Metoclopramida. Manter terapias até cessar refluxoDuodeno Jejunite Proximal
  44. 44Potro apresenta menos de 400 mg/dL de IgG após 48 de nascimento. Qual o seu diagnóstico?Falha na Transferência de Imunidade Passiva - FTIP
  45. 45Complete: - Valor de IgG que refere-se a falha total de transferência ______ - Valor abaixo de __________ indica falha - ________ mg/dL é o suficiente _ __________md/dL é o valor ideal de IgG200 mg/dL
    400 mg/dL
    500 mg/dL
    800 mg/dL
  46. 46O diagnóstico de FTIP deve ser feito com quantas horas de vida do potro? Por que?Deve ser feito entre 12-18h após o nascimento pois o potro já apresenta ac circulantes e caso ele não tenha a quantidade ideal de IgG, há 12h ainda para reparar e suplementá-lo
  47. 47A carência de IgG ocorre de forma silenciosa, sem apresentar sinal clínico, predispondo o animal a quadros de...Septicemia, artrite séptica, onfaloflebite e outras doenças infecciosas
  48. 48Qual seria o teste que apesar de subjetivo, é prático para se realizar a campo, no diagnóstico de FTIP? Como ele funciona?Teste de Curvação pelo Sulfato de Zinco.
    Solução de Sulfato de Zinco + 0,1 mL de soro do potro e compara com a solução padrão (controle).
    O objetivo é que a solução precipite as enzimas imunológicas.
    Após 60 segundos, deve-se fazer a leitura, avaliando a turvação através do espectofotômetro:
    - Se estiver inferior à solução padrão ou turvar menos: insatisfatória, ou seja, valor abaixo de 400 mg/dL.
    - Se estiver igual ou superior à solução padrão: satisfatória.
  49. 49Qual o tratamento de FTIP?Se diagnosticada antes de 12h: colostro e monitoramento.
    Após 12h: transfusão de plasma IV de um doador livre de doenças infecciosas, vacinado, que não tenha risco de causar isoeritrólise, castrado, nunca submetido a transfusão e deve ter mais de 1200 mg/dL de IgG. Controlar a temperatura do soro para não causar hipotermia. Infusão lenta e monitoramento contínuo através do teste de curvação de sulfato de zinco.
  50. 50A Isoeritrólise Neonatal é resultante de uma__________ que irá causar destruição imunomediada das hemácias do neonato pelos ac da mãe. Isso ocorre devido a incompatibilidade genética da égua e do ___________, fazendo com que o feto possua antígenos dos grupos sanguíneos que a mãe não possui, herdados do ________.Anemia hemolítica
    Garanhão
    Pai
  51. 51Sinais específicos: anemia hemolítica, icterítica, depressão, sinais nervosos e hipóxia. Complicações: hemoglobinemia e hemoglobinúria= nefrose; Melena e cólica; Septicemia; Doença hepática; Encefalopatia por bilirrubinaIsoeritrólise Neonatal
  52. 52Qual teste você realizaria para diagnosticar Isoeritrólise Neonatal? Como funciona esse teste?Teste de Aglutinação de Ac no colostro.
    8 tubos com 1 mL de solução salina a 0,9% em cada. Coloco 1 mL do colostro no primeiro tubo, homogenizo e vou fazendo diluições seriadas, sendo que em todos os tubos eu coloco 1 gota de sangue do potro com anticoagulante após a diluição.
    Centrifugo os tubos por 2 a 3 minutos e avalio se teve ou não aglutinação:
    - Positivo: coagulou, aglutinou
    - Negativo: não coagulou, não aglutinou
    Reação significativa normalmente acima de 1:16 é positivo em equinos.
  53. 53Qual o tratamento para Isoeritrólise Neonatal?Hidratação para diurese e eliminação da hemoglobinúria.
    Impedir a mamada com corda presa na boca, deixando o potro ficar perto da mãe pois o vínculo é importante para seu desenvolvimento.
    Transfusão de sangue total, avaliado do doador de acordo com a compatibilidade com o colostro/soro da ÉGUA.
    Antibioticoterapia
  54. 54Ocorre perda da hemostasia imunológica promovendo a liberação de mediadores pró-inflamatórios, que consequentemente levam a alterações hemodinâmicas com hipertermia intensa e acúmulo de fibrina, coagulopatias e choque séptico. Animais podem manifestar: hipoglicemia, hipóxia, acidose, maior taxa de fibrinogênio, neutropenia ou neutrofilia.Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica - SRIS
  55. 55Como você realiza o diagnóstico de SRIS?Sinais clínicos
    Hemocultura com antibiograma - parecer definitivo
  56. 56Existe uma ferramenta que auxilia a compreender a gravidade da situação em potros com SRIS. Qual seria e quais informações te traz o resultado?Escore de Sepse, consiste de uma tabela em que avalia-se parâmetros relacionados com histórico, sinais clínicos e resultados laboratoriais e dá-se pontuações para cada item. Ao final, somando os pontos tenho melhor noção da gravidade do quadro:
    + de 12 pontos: sepse em 94%
    + de 20 pontos: óbito
  57. 57Qual tratamento você indica para um potro acometido por SRIS?Atb até 5-7 dias após sessarem os sinais;
    Corticoide para inflamação
    Polimixina B para endotoxemia
    Transfusão de plasma, fluidoterapia com ringer lactato ou bicarbonato para hipotensão
    Plasma para coagulopatias
    Nutrição enteral ou parenteral
  58. 58Como é feito o diagnóstico de Retenção de Mecôneo?Pela própria falha na eliminação do mecôneo;
    Sinais clínicos: dor abdominal, diminuição na frequencia de mamada, decúbito prolongado.
    Palpação trans-abdominal
  59. 59Qual o tratamento de para Retenção de Mecôneo?Enemas com água morna e sabão, solução salina a 0,9% ou óleo mineral.
    Acerilcisteína
    200 mL óleo mineral via sonda nasogástrica para ajudar no amolecimento das fezes;
    Laxantes orais;
    Fluidoterapia intravenosa ou oral;
    Correção dos desequilíbrios eletrolíticos pra promover o retorno da motilidade intestinal;
    Analgésicos não esteroidais
    Tratamento cirúrgico se nada resolver.

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Beschreibung
Clínica Médica de Grandes Animais Karteikarten am Clínica de Grandes I - Equinos, erstellt von Alessandra Carrer am 01/07/2018.
Erstellt von
Alessandra Carrer
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