O lodo produzido no processo é desidratado
e levado para um aterro sanitário
especializado. O esgoto clarificado e
corretamente tratado é devolvido para o
meio ambiente. Em alguns casos, por meio
de outros processos, o efluente pode virar
água de reúso.
O setor da agricultura têm utilizado o lodo para a
produção de fertilizantes orgânicos, em função de
sua composição repleta de macro e micronutrientes.
Benefícios: Aumento da densidade,
da porosidade e da capacidade de
retenção de água pelo solo.
Adição de produto químico sanitizante ao efluente líquido
ou encaminhamento do mesmo a uma unidade com plantas
macrófitas (aquáticas), removendo os vírus, bactérias e
outros micro-organismos.
O lodo formado vai para o fundo do tanque, separando-se da parte
líquida, que já está livre de impurezas.
Essa matéria acaba se tornando um subproduto do
chamado biosólido, que pode ser usado na
agricultura.
O efluente passa por filtros de brita onde ocorre a injeção de oxigênio. É nessa
etapa ainda que acontece o segundo passo do tratamento biológico, na
presença de bactérias aeróbias.
Rotífero e Tardígrado.
O efluente passa por tanques
fechados na presença de bactérias
anaeróbias, para degradação da
matéria orgânica.
Retém areia e outros resíduos menores
que passaram pela etapa do gradeamento.
Acontece na caixa de areia. Separa a areia, os
pedriscos, os cascalhos e outros elementos do
líquido.
Retenção dos resíduos sólidos
indevidamente lançados na rede de esgoto.
Fraldas, papel higiênico, restos de
alimentos e até roupas e calçados.