Ácido lático é agente irritante para o epitélio ruminal, e a
exposição a altas concentração dessa substâncias ocasiona
ruminite
Concentração de ácidos graxos voláteis iniciamente
irá aumentar, o que contribui para diminuir o pH
ruminal
Acidose ruminal deve-se realizar sondagem e ou ruminotomia, com o esvaziamento do
rúmen, correção do pH ruminal, reposição de eletrólitos e estabelecimento de terapia
antimicrobiana para o controle da proliferação dos lactobacilos
RETICULO PERICARDITE
Decorre da perfuração do retículo por
objetos pontiagudos (Arames, pregos)
produzindo peritonite local ou generalizada
Sinais
Hipogalactia, febre, dor abdominal
ventral cranial, anorexia e
diminuição da motilidade ou atonia
ruminal
Diagnóstico= Baseado nos sinais clínicos, prova do
bastão, percussão dolorosa, planos inclinados,
detector de metais, ultrassonografia e laparotomia
exploratória
ISOERITROLISE NEONATAL
qUANDO O POTRO HERDA DO SEU PAI OS TIPOS
DE HEMÁCIAS ESTRANHAS DA SUA MÃES E ESTÁ
É EXPOSTA A ESSES ANTÍGENOS QUE NÃO
POSSUI
ACTINOMICOSE
ACTINOBACILOSE
Pode atingir linfonodos regionais ou outros
órgãos, por via linfática ou hemática
Bactéria gram-
Actinobacillus lignieressi
Glossite
Língua de pau
Bactéria gram+
Actinomyces bovic
Mandíbula encaroçada
Acomete mais a mandíbula que a máxila
Osteomielite
CARCINOMA DE CÉL ESCAMOSAS
Tumor maligno nos queratinocitos , falta de pigmento.
Principalmente pálpebras e junções muco-cutâneas
Exposição prolongada radiação
Sarcóide, melanoma, carcinomas e
PITIOSE
Pythium insideum= Pseudofungo
Contato com áreas alagadas
Lesões ulcerativas granulomatosas irregualres com u
mprocesso inflamatório e prurido intenso exsudato
sanguinolento e serossanguinolento e um tecido necrotico
HABRONEMA
FERIDA DE VERÃO
Larvas depositadas por moscas
DERMATOFITOSES
Microspurum e Trichophyton
DERMATOFILOSE
NÃO É CAUSADA
POR UM AGENTE
SENCIVEL A
DESINFETANTES,
SENDO DIFICIL A
SUA CONTROLE
Lesões pustulares e crostras na pele+ pús
ECTIMA
Ovinos e caprinos
Lesões pustulares crostosas em focinho, lábio
LINFADENITE CASEOSA
Corynebacterium
pseudotuberculosis, um bacilo gram
positivo
ADENITE EQUINA
AGENTE= Streptococus equi
SINAIS= Febre, depressão, tosse e inapetência
Principais linfonodos =Retrofaríngeos e submandibulares
Diagnóstico= Quadro clínico e isolar a bactéria streptococus equi,
pesquisa secreção nasal e conteudo dos abcessos
Tratamento= compressas quentes e diarias sobre o abcesso, iodo para a
higienização e punção do material purulento
NEOPLASIAS CUTÂNEAS EM GRANDES
ANIMAIS
Maioria dos casos vai ser remoção cirurgica. Devido quimmioterápicos não serem
baratos e gasta muito devido o peso dos animais
Atentar para possíveis casos de
metástase
DERMATOFITOSES
DERMATOFILOSES
Bactérias
Mais agressivas e disseminadas
ZOONÓTICA
Bovinos, caprinos,
equinos e ovinos
Ambiente e pele do animal
Dermatophilus Congolensis
Bactéria Gram positivo
Aeróbica Facultativa
Presente na pele
integra agente é
oportunista
Problemas animais
assintomatícos. PORTADORES
FATOR PREDISPONENTES= Clima,época de chuva, áreas
depigmentadas, desnutrição e imunossuprimidos
LESÕES= Exsudativas (Úmidas). Não coça, localizada ou
disseminada, lesões profundas e fácil de tirar
Regiões com alopecia arranca o pelo com facilidade
DIAGNÓSTICO= Achados clínicos, isolamento
agente, cultura bacteriana e histopatológico
TRATAMENTO= Retirar áreas úmidas, e retirar sem higiene.
Terapia sistêmica (Penicilina)
Fungos
Tricophyton Mentagrophytes
Microsporum Gypseum
Microsporum Canis
Pode ocorrer infecção crozadas
pequenos e grandes
Pode acometer todas as espécies de Grande Porte
TRANSMISSÃO
DIRETA= Animal com animal
INDIRETA= Espora, baia compartilhada, Bridão, sela
ANIMAIS PORTADORES = Grandes problemas são assintomáticos
Não consegue-se curar consegue-se um intervalo
Bovinos,caprinos,ovinos e equinos
DIAGNÓSTICO= Lesão, sinais clínicos
Isolar= fungo e bactéria
Crescimento sobre o pelo ou no
seu interior
Não se dissemina para estruturas profundas. Mais na epiderme,
lesões superficiais, pelos grossos e descamação
Áreas avermelhadas e hiperpigmentadas
AMBIENTE: Úmid, pouca luminosidade, sem
limpeza diária. Comun em animais
estabulados
Face, rosto, olhos e região quartela
Alopecias+crostras,
ls~eos superficiais e
mais localizadas
É uma doença comum, alta
morbidadee mortalidade
quase de zero
Doença infectocontagiosa= Corybacterium
pseudotuberculosis, Gram positivo, caprinos e
ovinos
Consistência de abcessos
Possui olho e consistência mais
mole e consegue lancetear os
abcessos
VISCERAL= Forma mais rara de se ver. Não é tão comum
Gânglios internos (mediastinos, torácicos)
Pulmões,fígado, baço, cérebro
TRANSMISSÃO= Contato direto, principalmente
achar o animal infectado lancetear o abcessoe
limpar depois de cauterizar
Veterinário geralmente não é chamado para tratar Linfadenite caseosa
Peão realiza isto (Abre com o canivetee joga iodo). O veterinário é chamado após
estar instalado um surto pela contaminação promovida pelo descaso do peão
DIAGNÓSTICO= Fácil de identificar,
cultura bacteriana, elisa, weestern blot
TRATAMENTO= Antibioticos sistêmicos,
Oxitetraciclina, cirúrgico drenagem e
cauterizaçãoquímica iodo de 10%
RUPTURA= De abcessos
principal fonte de
disseminação. O material
contém um elevado número
de micro-órganismos
COMPRA DE ANIMAIS INFECTADOS
Vacinas- não é eficaz
CUIDADO PARA NÃO DEIXAR SE INSTALAR
NO REBANHO
Ictima Contagioso
Crato conjutivite Infecciosa
Difícil lidar com estas doença. Praticamente impossível erradicar a menos que
descarte eu rebanho e adquira novos
Saber Histórico
ICTIMA CONTAGIOSA
Vírus paraxovírus. Altamente contagiosa
100% dos animais vão apresentar. Alta morbidade e baixa mortalidade
TRATAMENTO = Limitadonão há anti-viral trata-se os sinais
Distribuição Global
Lactantes e pós-desmame
ZOONOSE DE CARATER OCUPACIONAL
Lesões no dedo e mãos
Cuidado= Histórico de propriedades
APARECIMENTO
ANIMAIS LACTANTES=Podem
apresentar lesõoes no úbere
das mães
Caso a mãe sinta dor a mãe vai abandonar o filhote e estes morrem de fome
Crostras em lábios e fucinhos
TRANSMISSÃO= Direta, indireto.
Indireta= fÔmites, cocho e água
TRATAMENTO
1LITRO DE IODO GLICERINADOE FAZER UM CONCENTRAÇÃO DE IODO5%
Retirar crostras masi antissépticos
CARCINOMA DE CÉL ESCAMOSAS
Preferencia por idades mais avançadas. mais
frequênte em animais de pele clara/branca
Jovens podem ter tb
Áreas despigmentadas= junções muco-cutâneas, palpebras
Crescimento anormal de tecido sobre a terceira pálpebra
Exposição prolongada de luz ultravioleta, falta de pigmentona epiderme
Diferencia com o aspecto da lesão
EROSIVOS
Mais comuns, Úlceras cobertas com crostras, profundas
PRODUTIVOS
Aspecto pupilar, tamanho variável,
aspecto de couve flor, superfície ulcerada
Sangra com facilidade
ASPECTO COUVE-FLOR+ Diferencial papilomatose e sarcoide equino
Diagnóstico= história clínica, despigmentação, incidência de raios solares
Histopatológico
Maligno= Risco de metástase(Se espalhar),
atravéz de resquício de cél neoplásicas
BENIGNAS
SARCOIDE EQUINO
Neoplasia Cutâneas mais frequêntes em equinos
Qualquer região do corpo
Dieferenciados histologicamente
em 6 tipos. Porém é difícil
classificar na clínica
Etiologia
Mecanismos moleculares, celulares
Possível fonte de origem infecciosa
Papilomavírus bovino (PVB)
ImportÂNTE SEPARA OS ANIMAIS EM CURRAIS
Diagnóstico= Histórico,bovinos com papilomavírus contactuante, histopatoógicos
Diferencial=Pitiose, habronemose, carcinoma de cél escamosas
Ocorre principalmente em cavalos turdilhos na região mais pigmentada (Preta)
Aumento de volúmes no períneo e fede muito
TRATAMENTO
Complicado. Dependendo dos
casos preférivel eutanásia
Pelagem turdilha, idade avançada e sem predileção por sexo
NA MAIORIA DOS CASOS É MALIGNO
Exceção =NEVO MELANOCÍTICO
Possível tratamento e não faz mestástase
Maligno
Melanoma Maligno Anaplásico e Melanoma Dérmico
Alta chance de fazer metástases
Pode causar obstruçõa física de
esfincteres, pênis, prepúcio ou
comisssura vulvar
Órgãos vitais apatia, perda
de peso, cólicas e morte
súbita
DIAGNÓSTICO= Anamnse, história
clínica, idades, pelagem do naimal,
histopatológico
TRATAMENTO
Cisplatina Intratumorál= Quimioterápico
Cimetidina= Imunoesitimulação, bloqueia a produção de histaminae
reduz produção de . Estimula o sistema imune e tem efeitos anti-tumorais
LESÕES NÃO NEOPLÁSICAS
PAPILOMATOSE
Mais propensos jonvens e imunosuprimidos
Predieleção por todo o corpo
Vetores, transfusão sanguínea
Comum em região de ubere, mastite e cai produtividade
Não é fator de descarte da carcaça
PLACAS AURAIS = Equinos
Papiloma n verrugoso
DIAGNÓSTICO= Anamnese, história, e histopátológico
TRATAMENTO= Vacinas heterologas,
remoção cirúrgica e
auto-hemoterapia20ml IV
Cirúrgica= Difícil remoção
devido ser multifocal
PITIOSE
Pseudo-fungo
Pythium Insidium
Distribuição global
Enfermidades granulomatosas crônicas, principamente em
tecido subcutâneo
Equinos mais atingidos
Cresce rápido em uma
semana está gigante
Devido a sua membrana plásmatica não possuir esteroides. (ERGOSTEROL)
Drogas anti-fungicas convencionais são ineficazes
Devido estás possuirem alvo de ação o ergosterol
PROTESES
Pessima qualidade
Em humanos antes de colocação da protese ocorre a fase de conificação
(Formato de cone do membro), o animal deve ficar com o membro estático para
rápida recuperação
CAVALOS
Não existe essa de esperar o processo de conificação e cicatrização.
Protese bate direto nma lesão, impede cicatrização e prolonga o
sangramento
TECIDO DE GRANULAÇÃO
Mesmo problema que ocorre na HABRONEMOSE
Retira-se a pitiose e deve-se controlar o
processo de granulação exuberante
GRANULOMA= Cicatrização descontrolada é BENIGNO
Controlar a cicatrização
Corticoide (Dificulta acicatrização),
Apoquezil cauterização, Sulfato de
cobre e Bandagem compressiva
Sem predileção por idade, sexo ou raça e também não há
relatos de transmissão direta entre animais e animais e
humanos
Comum em áreas alagadas, após estação chuvosa
DIAGNÓSTICO= Características clínicas,
histopatológicas, isolamento e identificação do
agente
Carreador de membrana. Consegue passar de fora para dentro as substÂncias
Derivado de petroléo
Cancerígeno para humanos porém é utilizado na veterinária
Facilita a entrada de fármacos
PITIUM-VAC
Imunoterápico, estimula a produção de anticorpos contra o fungo
HABRONEMOSE
Ferida de verão
Parasita gástricos (Habronema e Draschia)
Ciclo errático (Habronemose cutânea)
Não completa o ciclo e é de difícil cura
L3 = Depositada nas feridas cutâenas= reação de
hipersencibilidade e não consegue curar de jeito
nenhum. Ferida aumenta devido a reação de hipersencibilidade
Larva não completa o ciclo e se calcifica
embros, prepúcio, processo uretrál do pênis
DIAGNÓSTICO= Observação e identificação
de larva no raspado da pele e
histopatológico
NÃO possui ergosterol, dificulta
apassagem de anti-fúngico
SARCOIDES= Crioterápia
ADENITE EQUINA
Apenas equinos de todas as idades
Streptococcus equi
Prevalência em jovens
LINFONODOS
Mandibulares e Retrofáringeos
Aumento de linfonodos retrofáringeos e
submandibuláres
TRANSMISSÃO= Direta animais
INDIRETA= Animais em recuperação
Fômites= agulhas e mesmo freio
Abcessos, secrreçaõ nasal serosa e
mucopurulenta, tosse produtiva,
dor a palpação da região
mandibulár
DIAGNÓSTICOS= PCR, ELISA E SECREÇÃO NASAL PURULENTA+ ABCESSOS
BEZERROS RECÉM-NASCIDOS
Cura do úmbigo, fornecimento de colostro nas
primeiras 6 horas
Tríade Neonatal
Desidratação
Hipoglicemia
Hipotermia
Escore apgar
A soma da pontuação dada aos parâmetros correnspondentes à
vitalidade do bezerro, sendo o valor máximo correspondente a um
recém nascido com pouca vitalidade e inviável, e com asfixia severa.
EQUINOS
Nas primeiras horas de vida = Decúbito
esternal seguido de esforço para se
levantar, mamar em até duas horas e
hiperresponsividade
DIARREIA NEONATAL
Altos índices de mortalidade
em rebanhos leiteiros
Desidratação e ácidose metabólica
Manter filhotes com a mãe por 48horas,
vermifugar a partir do 5 dia de nascimento
DEFORMIDADE FLEXURAL
Tenotomia do TFDP e/ ou desmotomia do
ligamento acessório do TFDP.
PROTOCOLO VACINAL
EQUINOS
TRI-EQUI
Influenza, tétano,
encefalomielite viral
2doses= 5-6 mês
LEXGTON-8
Influenza, tétano,
encefalomielite viral
Cepas de variações herpesvírus e
encefalomielite
3dOSES= 4,5e 6 mês
Ambas devem ser
re-vacinadas anualmente
RAIVA
Deve ser realizada
separadamente
1Dose= com 4 meses.
2Dose= 30 dias após a
primeira
Reforço anual
BOVINOS
FEBRE AFTOSA
2Aplicações
1Dose=24 mese.
2Dose novembro
vacinar todos
Gargalo
Contenção de bovinos para a vacinação
CUIDADOS COM O RECÉM NASCIDOS
Vem desde qual touro/ Garanhão vai copular com a fêmea
DISTOCIAS
Condições que interferem o bom
andamento de um trabalho de
parto.
Alteração na posição fetal.
Anormalidades de tamanho
Dificuldade no parto
ASFIXIA NEONATAL
Tem comprometimento importante na
distosia e viabilidade do potro/ bezerro
Vaca leiteira teve privatizações durante a
gestação. Restrições alimentares, deficiências.
Compromete o desenvolvimento do feto
BOVINOS= Normalmente em vida livre são
neonatos até atingirem 5-6 meses
Porém hoje nem dia para suprir a demanda por alimentos
realiza-se o desmame precoce. Visando aumentar o
rendimento e diminuir estádia na fazenda
Mudar a alimentação do animal= Concentrado e/ou volumoso. Força o animal a
desenvolver as papilas ruminais
EQUINOS
Quando em vida livre 6 meses. Algumas raças podem
ser realizados o desmame precoce em 5 meses
RETENÇÃO DE MÊCONIO
é frequênte em equinos
Após retido por muito tempo pode
se tornar em uma pedra
Tratar = Mucilagem
COLOSTRO CURIOSIDADES
É mais concentrado nas primeiras horas de vida quanto mais tarde
ingerir menor é a absorção de imunoglobulinas
Funções= Estimular motilidade intestinal, transferência de
imunidade passiva e Evitar a retenção de mecônio