Define-se espessura de um aerofólio como sendo:
a) o desvio entre a linha média e a corda do perfil,
b) o ponto em que a curvatura atinge seu máximo,
c) a distância entre a corda e pontos do intradorso e extradorso,
d) a maior distância entre a cambra superior e cambra inferior.
Num aerofólio, uma força aerodinâmica que tem a mesma direção e sentido que o vento relativo, é denominada:
a) arrasto,
b) sustentação,
c) tração,
d) resultante aerodinâmica.
Nos perfis assimétricos, o ângulo de sustentação nula é:
a) zero,
b) negativo,
c) positivo,
d) maior que um.
Nos perfis simétricos, o ângulo de sustentação nula é:
b) positivo,
c) negativo,
Num aerofólio de perfil assimétrico, teremos sustentação nula com um ângulo de ataque de:
a) 0º,
b) 45º,
c) 60º,
d) 90º.
Num perfil assimétrico o aumento do ângulo de ataque desloca o centro de pressão para:
a) frente,
b) trás,
c) cima,
d) o lado.
A eficácia de um perfil é a razão entre:
a) o coeficiente de arrasto e o coeficiente de sustentação,
b) o coeficiente de sustentação e o coeficiente de arrasto,
c) a resultante aerodinâmica e a sustentação,
d) a resultante aerodinâmica e a tração.
Um aerofólio de perfil simétrico não produzirá sustentação quando:
a) o ângulo de ataque for positivo,
b) o ângulo de incidência for positivo,
c) o ângulo de ataque for zero (nulo),
d) a velocidade do vento relativo for inferior a 10 nós (Kt).
O tipo de perfil em que o centro de pressão é considerado invariável com a mudança do ângulo de ataque, é denominado:
a) axial,
b) coaxial,
c) simétrico,
d) assimétrico.
O estol é definido como sendo o ponto onde os filetes de ar sofrem um(a):
a) aumento de velocidade,
b) diminuição de velocidade,
c) deslocamento do aerofólio,
d) acréscimo do atrito com o aerofólio.
Quando se aumenta o ângulo de ataque num perfil assimétrico a resultante aerodinâmica:
a) é inversamente proporcional ao ângulo de ataque,
b) mantém-se numa posição fixa sobre a corda média aerodinâmica,
c) passa através da corda média em posições variáveis em direção ao bordo de ataque,
d) passa através da corda média em posições variáveis em direção ao bordo de fuga.
Quando um aerofólio atinge o ângulo de ataque crítico, tem-se:
a) CL máximo e CD mínimo,
b) CL mínimo e CL alto,
c) CL máximo e CD alto,
d) CL mínimo e CD mínimo.
O coeficiente de sustentação de um aerofólio atinge seu valor máximo no ângulo:
a) mínimo,
b) de estol ou crítico,
c) de maior rendimento (ótimo),
d) de arrasto mínimo.
Valores de CL negativos relacionam-se com ângulos de ataque próprios para vôos:
a) de dorso,
b) em altas velocidade,
c) em cabradas violentas,
d) em velocidades médias.
A especificação NACA-0012, indica que no aerofólio:
a) o perfil é simétrico, indicado pelo "00",
b) a razão de fineza está situada a 25% da corda média,
c) o 12 indica a espessura ( razão de fineza), em porcentagem da corda,
d) todas as alternativas anteriores são corretas.
A corda média do perfil de um aerofólio é uma linha imaginária que:
a) une a raiz à ponta do aerofólio,
b) une o bordo de ataque ao bordo de fuga,
c) divide o aerofólio exatamente ao meio,
d) une a cambra inferior à cambra superior.
O ângulo de ataque é formado entre o:
a) vento relativo e a corda,
b) eixo longitudinal e a corda da asa,
c) eixo longitudinal e o vento relativo,
d) vento relativo e a direção do arrasto.
O ângulo for mado pela corda média do perfil aerodinâmico e o eixo longitudinal da aeronave é denominado ângulo:
a) de ataque,
b) de incidência,
c) diedro,
d) de "enflechamento".
O ângulo formado entre a corda do perfil e a direção do vento relativo, chama-se ângulo:
c) de atitude,
d) da trajetória.
A linha imaginária que une o bordo de ataque ao bordo de fuga de um aerofólio é denominada:
a) corda,
b) linha de curvatura média,
c) flecha,
d) ordenada.