¡GoConqr estrena diseño! Cuéntanos qué te parece.

Módulo 2 de 4 · Texto

AZUSA EM CHAMAS - JENNIFER A. MISKOV

Nathan Almeida

Azusa em Chamas

Prepare-se para um novo avivamento

 

Inicialmente, devo lembrar que comprei esse livro na imersão que eu fui em Marília com a Igreja Recon. Ao me deparar com esse livro, não fazia ideia do que tinha sido o avivamento da Rua Azusa, e foi por meio do Espírito Santo que o comprei. 

Em geral, esse livro desperta uma fome por um avivamento real nos dias de hoje, "nos preparando para receber um novo derramamento do Espírito com maior sabedoria e percepção", palavras do livro.

O movimento iniciado em Azusa deve ser explorado por nós.

 

"Creio que este avivamento pentecostal no qual estamos agora é a melhor coisa que o Senhor tem na terra hoje, no entanto, creio que Deus tem algo para tirar disto que será ainda melhor". "Um avivamento que ofuscará tudo o que conhecemos ao longo da história... Nada do que aconteceu no passado será como o que acontecerá quando isto começar... Ofuscará até o avivamento pentecostal atual do século XX, que já é uma maravilha para o mundo"

- Smith Wigglesworth (1859-1947)

 

Resumidamente, usando palavras do livro, o avivamento da Rua Azusa (1906-1909) foi um despertamento espiritual significativo que exerceu um papel crucial no surgimento do pentecostalismo e no rápido crescimento do cristianismo ao redor do globo. Esse mover trouxe mais pessoas a Jesus do que em todos os séculos passados. 

 

A importância do testemunho

Liberar um testemunho é contar novamente uma história sobre como Deus se moveu na vida de alguém. Ao nos lembrarmos da história de Deus, a fé é liberada na atmosfera. No idioma hebraico, a palavra testemunho é derivada de uma palavra que significa "fazer de novo". Contar um testemunho cria uma atmosfera para que o sinal, a maravilha ou o milagre seja multiplicado. Basicamente, contar um testemunho tem a ver com desejar que Deus faça isso novamente. Se a profecia gera mudanças nos eventos presentes, liberar um testemunho é retirar algo do passado para profetizar um futuro maior. 

Podemos, através do testemunho, explorar as correntes de fé daqueles que vieram antes de nós, a fim de nos lançarmos ainda mais longe nas grandes ondas do que Deus está fazendo na nossa geração. Podemos construir sobre o impulso deles e viajar em sua corrente de fé para romper barreiras maiores e chegar a um destino maior. Explorar essas correntes de fé pode nos levar mais longe do que poderíamos ir sozinhos. 

 

Pioneiros que prepararam o caminho

 

Charles F. Parham (1873-1929) 

Foi um dos precursores e um dos principais influenciadores da teologia do movimento pentecostal. Fundou uma escola no Kansas na intenção de ensinar os alunos a buscarem a presença do Espírito Santo de uma maneira maior. Existia nessa escola uma torre de oração, onde os alunos oravam revezando-se vinte e quatro horas por dia.

Foi recebida uma missão aos alunos, a missão era buscar na Palavra de Deus a prova e a evidência do batismo no Espírito Santo, eles decidiram que a resposta era o falar em línguas. A partir desse estudo, eles começaram a orar pelo batismo no Espírito. Esse era um tempo em que falar em línguas era algo inédito. Foi um romper de barreira tremendo para aquela geração.

 

Pandita Ramabai (1858-1922)

Iniciou em 1895 um lar para resgatar mulheres que haviam sido abandonadas na miséria em virtude do casamento de seus filhos ou por viuvez. Em 1905, Ramabai sentiu uma inquietação para começar a orar por avivamento, ela conseguiu reunir 550 pessoas que se encontravam duas vezes por dia para orar. Em 29 de junho de 1905, às 3 da manhã, o Espírito Santo desceu sobre uma das voluntárias de Ramabai. A jovem que dormia foi envolvida por um fogo. Em menos de uma hora, aproximadamente todas as jovens no prédio se reuniram em redor dela. A garota recém batizada no Espírito sentou-se no meio delas, disse o que Deus havia feito por ela e exortando-as a se arrependerem. No dia seguinte, durante um estudo bíblico, o Espírito Santo despertou uma intercessão tão intensa entre as garotas a ponto de Ramabai ter de parar de falar. A sala ficou cheia da presença de Deus e muitas começaram a chorar e orar, com fome de Deus. Muitas experimentaram um arder profundo do fogo do Espírito Santo.

 

Evan Roberts (1878-1951)

A fome por Deus estava aumentando ao redor do mundo no início do século XX. O país de Gales experimentou um profundo derramamento do Espírito Santo de 1904 a 1905, quando Deus levantou um mineiro de carvão na casa dos vinte anos chamado Evan Roberts. A nação foi levada a um despertamento espiritual que continua a ter um efeito propagador ao redor do mundo até o dia de hoje. Na época, mais de cem mil pessoas foram salvas. Lojas fechavam, pessoas se reconciliavam, o crime diminuía, as dívidas eram pagas.. Muitas pessoas foram para o país de Gales a fim de participar do que Deus estava fazendo.

As reuniões eram marcadas por orações, testemunhos e adoração. A direção espontânea do Espírito Santo assumiu a precedência sobre qualquer plano ou agenda estabelecida. Embora houvesse muitos fatores que tenham contribuído para o Avivamento da Rua Azusa, um a ser enfatizado é o vínculo único que ele teve com o Avivamento Galês.

 

Joseph Smale (1867-1926)

Em 1905, um pastor batista em Los Angeles foi em seu tempo sabático fazer uma visita ao avivamento que acontecia no pais de Gales. Smale foi impactado pela plenitude da presença de Deus naquele lugar. Ao voltar para casa, queria ver o mesmo derramamento do Espírito em sua cidade natal. Ele imediatamente mudou o estilo de pregação e começou a fazer reuniões de avivamento todas as noites, moldadas ao padrão das do país de Gales. A junta da Primeira Igreja Batista que ele pastoreava não gostou daquele novo direcionamento e acabou por confrontá-lo. Ele pediu demissão e seguiu em frente com seu objetivo, fundando a Primeira Igreja do Novo Testamento, em Los Angeles. O intercessor Frank Bartleman cruzou o caminho de Smale e viu o que Deus havia iniciado um mover de uma maneira especial em sua igreja. Em junho de 1905, Bartleman observou que "o Espírito havia tido início" em Los Angeles e também disse: "O temor de Deus está vindo sobre o povo, um espírito de extremo fervor". Muitas reuniões noturnas durava até as primeiras horas do dia seguinte.

A transferência de unção do Avivamento Galês começou a se espalhar em Los Angeles, em parte por causa desse pastor batista que tinha uma paixão ardente por ver o avivamento em sua cidade.  

 

Frank Bartleman (1871-1936)

Frank desejava ardentemente ver o avivamento irromper em Los Angeles no início de 1900. Ele ficou encantado com o que Deus estava fazendo em Gales. Ele também acreditava que Deus estava fazendo algo especial na Califórnia naquele tempo, portanto queria atrair esse mover e posicionar-se para pegar a onda. Ele carregava um fardo de intercessão por sua cidade que era tão forte que ele "gritava como uma mulher com dores de parto". Deus se encontrava poderosamente com ele durante esses momentos de intercessão. Certa ocasião, quando ele estava orando em uma reunião em uma casa, ele disse que Deus "veio e encheu a nossa pequena cabana com uma nuvem de glória até que eu mal pude suportar Sua presença". Suas orações ajudaram a criar impulso, expectativa e fome pelo que Deus queria fazer em Los Angeles. Bartleman reconhecia que sua geração estava grávida e prestes a dar à luz um dos maiores avivamentos que alguém já havia visto até aquele momento. Uma das maneiras dele entrar em parceria com Deus para amar Los Angeles foi convidando a transferência de unção de outra nação que havia acabado de dar à luz um lindo avivamento.

 

Evan Roberts ora pela Califórnia 

Roberts se compromete a orar por transferência de unção na Califórnia do que estava acontecendo no país de Gales. Ele pede para que as pessoas congregassem, orassem e esperassem. Crendo nas promessas de Deus.

Roberts cria em um avivamento maior do que o que houve no país de Gales. Bartleman e Smale foram enviados a Los Angeles para orar antes do avivamento iminente. Deus usou esses intercessores e outros para preparar o lugar para um grande derramamento do Espírito antes de William J. Seymour entrar em cena.

Eles ficaram muito mais do que ficar sentados esperando que a onda de avivamento viesse. 

 

A História da Rua Azusa

William J. Seymour: O catalisador de uma geração

O afro-americano William Joseph Seymour (1870-1922) aproveitou o movimento e se tornou catalisador e líder do Avivamento da Rua Azusa. As igrejas metodistas que ele frequentava começaram a permitir as divisões raciais.

Seymour contraiu varíola, o que o deixou cego de um olho. Mais tarde, passou a acreditar que Deus usou a doença para fazer com que ele entrasse na plenitude do seu chamado. Seymour começou a frequentar a escola bíblica de Charles Parham. A escola bíblica foi aberta para ensinar a mais pessoas a nova teologia do batismo no Espírito Santo que incluía falar em línguas.

A decisão de Parham de permitir Seymour que era negro ainda era radical naquela época. Parham recusava-se a mandar embora qualquer um que tivesse fome de aprender, independentemente da cor da pele.

Seymour admirava Parham como um pai espiritual naquela época. Foi também sob os ensinamentos de Parham que Seymour aprendeu a falar em línguas como evidência ou prova inicial do batismo no Espírito Santo.

 

Convite á cidade dos anjos

Julia W. Hutchins juntamente com oito outras famílias, foram expulsos da Segunda Igreja Batista em Los Angeles por terem acolhido a nova teologia da Santidade que pregava uma segunda obra da graça. Em resultado, eles decidiram realizar reuniões de oração e estudo da Bíblia. Quando as reuniões cresceram demais dentro da casa, Hutchins abriu uma igreja.

Em fevereiro de 1906, Julia W. Hutchins convidou Seymour para ir pregar em sua igreja, e possivelmente pastoreá-la, a fim de que ela pudesse partir para o campo missionário da África.

Seymour pregava o batismo do Espírito como uma terceira obra da graça, livremente disponível a todos os que a desejassem avidamente. Essa nova teologia foi ofensiva para muitos cristãos, porque eles acreditavam que já haviam sido batizados no Espírito Santo quando tiveram uma segunda bênção ou experiência de santificação. Contudo, Seymour ensinava que esse novo encontro era adicionado e somado às experiências anteriores, sem negá-las. O mais engraçado é que Seymour pregava o novo batismo com o sinal de falar em línguas antes mesmo de ele próprio falar em línguas.

Edward S. Lee, um membro da igreja de Hitchins, convidou Seymour para almoçar e abriu sua casa para que ele permanecesse ali, de modo a não ficar perdido nas ruas. Pois Seymour foi impedido de entrar na congregação no domingo por conta de seu novo método de ensino. Lee e Seymour planejaram um jejum de dez dias, enquanto leriam Atos 2:1-4 e orariam todas as noites até terem a mesma experiência que os discípulos tiveram no Pentecostes.

Esse tempo de oração foi ganhando força e várias pessoas começaram a se interessar e começaram a procurar a casa de Lee. Estavam determinados em receber o seu Pentecostes 'a todo custo', às vezes orando a noite inteira. As reuniões aumentaram tanto que tiverem que se mudar para uma casa na Rua Bonnie Brae.

 

A casa da rua Bonnie Brae

Naquelas primeiras reuniões havia apenas cerca de quinze pessoas, incluindo crianças, muitas delas vindo da missão de Hutchins. 

Em 9 de abril de 1906, imediatamente antes de sair para a reunião de oração, Edward Lee começou a falar em línguas depois que Seymour impôs as mãos sobre ele e orou por ele. 

Nessa mesma noite, Deus irrompeu dentro daquela reunião como nunca antes e alguém começou a falar em línguas. Vários outros foram batizados no Espírito Santo e falaram em línguas também. Após essa liberação, Jennie, que nunca havia tocado piano antes, andou até o piano e tocou-o sob a unção enquanto cantava em línguas.

Em 12 de abril de 1906, Seymour falou em línguas pela primeira vez depois de orar sem desistir até conseguir, aproximadamente ás quatro da manhã.

Frank Bartleman soube pela primeira vez desse novo mover de Deus quando um irmão da igreja Jennie Evans Moore foi ao culto e falou em línguas. Isso gerou uma "grande agitação". Multidões de pessoas foram à casa na Rua Bonnie Brae para ver e participar do que Deus estava fazendo. Em questões de uma semana, eles se mudaram para um prédio vago na Rua Azusa, cujo havia sido uma igreja Metodista Episcopal antes de ser danificado por um incêndio.

 

A missão da Rua Azusa

Em 18 de abril de 1906, Bartleman fez a sua primeira visita à Missão da Rua Azusa. Quando se espalhou a notícia desse novo mover, centenas de pessoas começaram a visitá-los. As portas foram abertas para cultos contínuos todos os dias, a fim de acomodar aqueles que estavam ávidos por se encontrar com Deus. A partir do momento em que os participantes tinham a sua experiência pentecostal do batismo no Espírito e falavam em línguas, prontamente testemunhavam e depois voltavam para suas casas, liberando a transferência de unção para muitos.

É importante notar que o falar em línguas foi um sinal que rompeu barreiras em princípios de 1900, recuperando o dom que foi manifestado na igreja primitiva de Pentecostes no livro de Atos. 

Não eram feitas coletas de ofertas na Missão, havia apenas uma caixa nos fundos que dizia: 'Resolva com o Senhor". Embora os fundos não fossem solicitados, sempre entravam recursos para a Missão e as pessoas eram muito generosas.

 

Conclusão

A chama do Avivamento da Rua Azusa foi acesa inicialmente quando um pequeno grupo de familiares e amigos se reuniu em uma casa e se comprometeu em buscar a Deus até Ele os encontrar de uma maneira poderosa. Eles sabiam que havia mais disponível e que falar em línguas  era possível por causa dos que haviam vindo antes deles. Quando um punhado de pessoas se reuniu para encontrar Deus de uma maneira mais significativa do que nunca, alguma coisa foi desencadeada, que mais tarde marcaria a História. Não é preciso muitas pessoas para iniciar um fogo. Tudo o que é necessário é fome e uma persistência ardente que não irá parar diante de nada até que Deus invada o lugar.

 

Encontro

 

Instrucciones

Para avanzar en el curso, envía un intento de este test. Puedes enviarlo después de la última pregunta.

Ir al módulo elegido

Escríbenos

¿Sobre qué es tu mensaje?

¿Qué te parece el nuevo diseño?

¿Te gusta?