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Fichas

micologia

Raíssa Almeida Portugués 56 fichas

Fichas del conjunto (56)

  1. 1MICOSES OPORTUNISTASPessoas transfusadas, transplantadas, que fizeram cirurgias de grande porte, com HIV, neoplasias ou
    terapias imunossupressoras são mais suscetiveis
    • Idosos, crianças e prematuros
    • Gêneros cândida, cryptococcus e aspegillus fumigatus
    • Fungemia relacionada a cateteres e peritonite
    • Gera lesões localizadas e disseminadas, imunossupressão local ou generalizada
  2. 2MICOSES SISTÊMICASRelacionas com a presença de fungos dimórficos
    • Causam infecção em hospedeiros normais e imunocomprometidos
    • Causam lesões em vísceras após a inalação (pulmões primeiro e depois pode atingir outros sistemas)
    • Patógenos endêmicos
    • transmissão por inalação dos esporos dos fungos
  3. 3MICOSES SUBCUTÂNEASRelacionadas com traumas (penetra no tecido por uma porta de entrada “perda de integridade da pele”)
    • Tendência de cronicidade, insidiosos (traiçoeiro)
    • Resistente à anti-fúngicos
    • Agentes etiológicos fúngicos ambientais
    • Ocupacionais e lazer
  4. 4MICOSES CUTÂNEASEnvolvem as camadas mais profundas da epiderme e seus anexos, os pelos e as unhas. Causam processo
    inflamatório
    São dermatofitoses
  5. 5DERMATOFITOSESEscamosa e pode ficar vermelha ao coçar – cutâneas, fazem processo inflamatório
    Aumento da suscetibilidade: calor, umidade, composição química da pele (+seca, +gordurosa...), do sebo e
    do suor, da prematuridade, a exposição a grande inóculo e predisposição genética
    Os conideos permanecem viáveis por longo tempo no ambiente (dermatófitos são fungos filamentosos) –
    recontaminação
    3 gêneros de dermatófitos:
    -Espécies de Trichophyton: Infectam cabelos, a pele e as unhas
    -Espécies de Microsporum: Infectam os pêlos e a pele
    -Epidermophyton floccosum: Infecta a pele e as unhas
  6. 6MICOSES SUPERFICIAISSuperficial: pelos, peles e unhas (tecidos com queratina, usam ela como fonte de energia)
    Tinea: Extrato córneo do couro cabeludo ou pele glabra – superficial ou cutânea *recebe um sobrenome, ex:
    tinea barbae (ele indica o local do corpo ou nome/característica do fungo, nessa citada é na barba)
    • Piedra: pelos – superficial
    • Onicomicose: unha – superficial ou cutânea
  7. 7M. FURFURMaculas brancas ou hiperpigmentadas
    • Pode ocasionar prurido, foliculite e abcessos (depende da resposta de cada um)
    • Pessoas com a pele mais oleosa (+ gordura) tem propensão maior a infectar-se pq ela tem atração por
    gordura (lipofílica)
  8. 8H. WERNECKIIRelacionada a melanina na parede celular que gera proteção contra radiação ultra-violeta
    • Acomete todas as faixas de idades
    • Lesão traumática, ao ter lesão e encostar se inocula o fungo
    • palma das mãos e planta dos pés é onde mais se infecta
  9. 9T. Rubrum70% das infecções por dermatófitos, + pé
  10. 10T. verrucosumvem do boi, atinge barba e couro cabeludo
  11. 11T. mentagrophytesinterdigital e couro cabeludo
  12. 12T. Tonsuranscouro cabeludo
  13. 13M. canisvem dos animais domésticos, couro cabeludo, unhas e pele
  14. 14M Gypsiumpele
  15. 15ESPOROTRICOSE LINFOCUTÂNEAGera lesões nodulares e ulcera
    Doença ocupacional,
    jardinagem, florestas, inoculação, traumática. Transmissão zoonótica (por mordidas de animais)
    • Síndromes clínicas: Nódulo pequeno que pode ulcerar, nódulos linfáticos após nódulos subctâneos
    indolores, lesões nodulares, verrucoides e ulcerativas
  16. 16CROMOBLASTOMICOSEGera nódulos ou placas verrugosas
    • Demáceos e pigmentados naturalmente
    • Tem células muriformes castanhas devido a melanina em sua parede celular
    : lesão crônica, gera coceira e odor, é indolor e resistente ao tratamento. Gera pápulas
    verrucosas “couve-flor”, ulceração “cistos” e infecção bacteriana secundária
  17. 17MICETOMA EUMICÓTICOGera granulomas e abcessos (destrói músculo, tecidos e ossos)
    Pé e
    mão são mais comuns afetados, mais em homem e não é contagioso
    infecções de longa duração, nódulo ou placa subcutânea pequena e indolor que se
    desenvolve, inflamação crônica e fibrose, líquido serossanguinolento com grânulos, afeta músculos e osso
    sem disseminação sistêmica
  18. 18– ZIGOMICOSE SUBCUTÂNEAGera grânulos e se dá pela implantação do fungo em diferentes localizações do corpo
    • Hifas com material eosinofílico
  19. 19FEO-HIFOMICOSE SUBCUTÂNEAGera cisto e é um conjunto heterogêneo de infecções fúngicas
    e forma cisto feo-hifomicotico após ele
    se instalar
    • Síndromes clínicas: cisto inflamatório solitário, lesões pigmentadas, endurecidas e indolores e acometem os
    pés, pernas e mãos
  20. 20BLASTOMICOSEvivem em matéria orgânica em decomposição e a infecção ocorre por inalação de conídeos,
    contato ocupacional ou recreacional e atinge todas as idades e ambos os sexos
    : doença pulmonar ou extrapulmonar (pele e ossos, próstata, fígado, baço, rins e SNC),
    pneumonia, febre, tosse e pode haver envolvimento cutânico por difusão via hematogênese do pulmão
    (causando pápulas, pústulas e úlceras)
  21. 21COCCIDIOIDOMICOSEInalação dos artroconídeos
    • Gera gramuloma coccidiodal e febre do vale do Joaquim e é assintomática até a morte
    solo e ambientes com excretas de morcegos e roedores
    um dos mais virulentos, causa doença pulmonar assintomática (fase primária) ou
    sintomas de resfriado e nódulo ou doença pulmonar progressiva (fase secundária) para pele, tecidos moles e
    meninges
  22. 22HISTOPLASMOSEAtaca pulmão e infecções disseminadas
    • Gera lesões cutâneas e osseas
    solo com nitrogênio, puleiro de
    aves, cavernas e locais deteriorados
    assintomática 90%,
    sontomas de resfriado, febre, mialgia e dor torácica, casos de linfedenite, problemas cardíacos, artrites
  23. 23PARACOCCIDIODOMICOSESubclinica ou progressiva formas pulmonares ou sistemicas ou crônicas, fungemia
    . Lesoes na mucosa são
    dolorosas e ulceradas: boca, lábio, gengiva e palato. 90% sexo masculino
  24. 24PENICILIOSE MARNEFFEIGera micose disseminada
    proeminente em paciente com HIV
    Pigmento vermelho na cultura em agar
    inalação de conídeos, imita tuberculose e leishmaniose
  25. 25CANDIDOSE ou CANDIDÍASEGeralmente pela ausência da competição pelo uso de antibióticos que matam as bactérias protetoras
    deixando a candidose se reproduzir
    É encontrada no TGI, comensais na vagina e uretra, pele, mãos,
    unhas e pés.
    Sítios de maior proliferação: genital, cutâneo e oral
    candidose superficial mucosa e cutânea até disseminação hematogênica (fígado, baço, rim, coração e cérebro)
  26. 26CRIPTOCOCOSEExcretas de pombos
    • Parede celular com melanina
    Inalação por aerossois – pulmões – SNC
  27. 27ASPERGILOSEDoença alérgica até casos pulmonares graves
    Presentes no ar, solo e material em decomposição, ambiente hospitalar
    Trato respiratorio é a principal porta de entrada
  28. 28ZIGOMICOSEDisseminação nosocomial (ar condicionados)
    infecção invasiva agudada cavidade nasal, seios paranasais e orbita. Meninges e
    cérebro.
    Lesão cutânea = disseminação hemtogênica
  29. 29PNEUMOCISTOSEAfeta debilitados e imunocomprometidos
    Transmissão pelo ar
    • Trato respiratório é a porta de entrada
    Pneumonia, Manifestações extrapulmonares
  30. 30ESTERILIZAÇÃO FÍSICA – AUTOCLAVE• Usam umidade e calor – amplamente usados em hospitais para todos os materiais termorresistentes, exceto
    termossensíveis, tóxicos ou voláteis (daí usa o químico ou gasoso)
    • Trabalha com 3 coisas: tempo, temperatura e pressão
    • Promove desnaturação de proteínas (rompimento de componentes da parede celular) e ácidos nucleicos
    pelo calor úmido sob pressão
  31. 31ESTERILIZAÇÃO FÍSICA – FILTRAÇÃOProcesso físico (remoção mecânica), passagem do material através de um filtro utilizando-se membranas
    filtrantes
    • Útil para remoção de bactérias e fungos do ar a partir de filtros de alta eficiência para partículas aéreas
    (chamados HEPA) ou soluções
    • Não efetiva contra vírus e bactérias menores
  32. 32ESTERILIZAÇÃO FÍSICA – RADIAÇÃO• Radiações ionizantes e não ionizantes
    • Rediação ultra-violeta (não-ionizante) tem poder germicida
    • Necessidade de exposição direta – não há poder de penetração
  33. 33ESTERILIZAÇÃO GASOSA – GASES ESTERILIZANTES Óxido de etilenoaltamente eficiente, gás inflamável, explosivo e carcinogênico
  34. 34ESTERILIZAÇÃO GASOSA – GASES ESTERILIZANTES Gás formaldeídocarcinogênico, possui natureza oxidante e uso restrito a esterilização de filtros HEPA
  35. 35ESTERILIZAÇÃO GASOSA – GASES ESTERILIZANTES Vapores de peróxido de hidrogênioagentes esterilizantes eficientes, natureza oxidante do gás esteriliza
    instumentos
  36. 36ESTERILIZAÇÃO GASOSA – GASES ESTERILIZANTES Plasma de peróxido de hidrogêniopela energia da frequência de micro-ondas, método eficiente de
    esterilização sem produtos tóxicos. Eitar materiais reativos ao peróxido de hidrogênio
  37. 37ESTERILIZAÇÃO QUÍMICA Ácido peracéticoagente oxidante que tem excelente atividade e seus subprodutos não são tóxicos
  38. 38ESTERILIZAÇÃO QUÍMICA Glutaraldeídomais tóxico, necessita cuidado ao uso
  39. 39desinfetantes de alto nívelpara artigos críticos envolvidos em procedimentos invasivos e que não podem
    ser esterilizados (autoclave) – endoscópios, instrumentos cirúrgicos com plásticos
  40. 40desinfetantes de nível intermediárioindicados para instrumentos e superfícies sem risco de
    contaminação por esporos ou MO resistentes. São álcoois, iodóforos e fenólicos. – semicríticos, entram em
    contato com mucosas – endoscópios de fibra ótica, laringoscópios, espéculos vaginais, circuitos de
    respiração
  41. 41desinfetantes de baixo nívelnão críticos, entram em contato apenas com a pele – braçadeiras de
    instrumentos de pressão, eletrodos de ECG, estetoscópios
  42. 42ANTISSÉPTICOS: Álcooisalccol 70 é mais efetivo que o álcool 96 por ter água e penetrar mais fácil. Excelete poder germicida
    na remoção de todos os grupos de MO, mas não mata esporos bacterianos (apenas se colocar IODO, aí vira
    álcool iodado que mata esporos). Não são tóxicos, mas desidratam a pele
  43. 43ANTISSÉPTICOS: Iodóforosexcelentes agentes antissépticos, ótimo espectro de ação, mais tóxicos que os álcoois. Inativados
    por matéria orgânica. Associados ao álcool.
  44. 44ANTISSÉPTICOS: Clorhexidinaampla atividade antimicrobiana, atividade residual. Afetado por matéria orgânica e pH elevado.
  45. 45ANTISSÉPTICOS: Paraclorometaxilenolmais efetivo contra gram-positivas. Produtos para lavagem de mãos.
  46. 46ANTISSÉPTICOS: Triclosanativo contra bactérias, comum em sabões e cremes dentais.
  47. 47Espectro de atividadequantidade de diferentes microrganismos no qual o agente antimicrobiano atua
  48. 48Mecanismos de ação dos antimicrobianosinibição da síntese da parede celular- peptideoglicano
    inibição da síntese das proteínas
    Dano à membrana plasmática
    Inibição da síntese dos ácidos nucleicos
    Inibição competitiva
  49. 49MECANISMOS DE AÇÃO: Calor úmidofervura é um método de eliminação de MO e causa desnaturação das proteínas, mata só as
    formas vegetativas (autoclave mata vegetativas e esporuladas)
  50. 50MECANISMOS DE AÇÃO: Óxido de etilenogás incolor utilizado para artigos sensíveis ao calor, processo lento e seu poder é
    aumentado pelo aumento da temperatura. Precisa cuidar resíduos do gás nas coisas – ventilar por 16h. age
    alterando o metabolismo celular
  51. 51MECANISMOS DE AÇÃO: Aldeídos formaldeído e glutaraldeídogás formaldeído – gás esterilizantes e gás gluataraldeído desinfetante
    de alto nível. Age alterando o metabolismo celular
  52. 52MECANISMOS DE AÇÃO: Agentes oxidantes (ozônio, peróxido de hidrogênio e ácido peracético)elimina esporos, empregado em
    impantes de plástico, lentes de contato e prótese cirúrgica. Age librando os radicais livres
  53. 53MECANISMOS DE AÇÃO: Halogênicos (iodo e cloro)amplamente usados como desinfetantes. Iodo age precipitando proteínas e
    oxidando enzimas essenciais (forma di-iodotirosina que interfere nessa precipitação das proteínas).
    Inativado por matéria orgânica (por isso tem que limpar antes). Mata todos os MO, esporos e
    micobactérias. Cloro age sendo uma solução aquosa bactericida com forte poder oxidante e atuando em
    componentes citoplasmáticos. Inativado por matéria orgânica (por isso tem que limpar antes) e precisa estar
    em água para formar o radical ácido hipocloroso (forma ativa oxidante que age sobre MO). Mata formas
    vegetativas e não mata esporos.
  54. 54MECANISMOS DE AÇÃO: Compostos fenólicosgermicidas e pouco usados como desinfetantes por serem um pouco tóxicos. Age nas
    membranas lipídicas com extravasamento do conteúdo intracelular. Hexaclorofeno- antisséptico que atua
    nos GP
  55. 55MECANISMOS DE AÇÃO: Compostos de amônio quaternáriocomposto catiônico que desnatura as membranas celulares liberando o
    conteúdo intracelular. Ocorre a atração pelas moléculas (composto catiônico é neg e membrana é posit).
    Resistência por Pseudomonas, Mycobacterium e Trichophyton, vírus, esporos
  56. 56MECANISMOS DE AÇÃO: Álcooisbactericidas frente a vários MO (bactérias vegetativas, micobactérias, alguns fungos e vírus com
    membrana lipídica. Usado como antisséptico e desinfetante. Maior atividade na presença de água

Información

Descripción
Fichas sobre micologia, creado por Raíssa Almeida el 01/02/2023.
Creado por
Raíssa Almeida · feb 2023
Actualizado
3 ago 2023
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