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Carolina Karlec Portugués 67 fichas

Fichas del conjunto (67)

  1. 1O que é escoliose?Deformidade tridimensional da coluna com angulação maior que 10 graus (angulo de Cobe)
  2. 2Fases da OsteomieliteSupuração, Necrose óssea, Reação periostal e Reabilitação
  3. 3Sintomatologia da OsteomieliteDor de início subito em metáfise de ossos ongos, articulação livre, sinais flogisticos e fístulas
  4. 4Complicações da osteomieliteLesões MULTIFOCAIS, descolamento de epífise, FRATURA PATOLÓGICA, NECROSE e REAÇÃO PERIOSTAL
  5. 5Qual o nível sensitivo de - C4 - C6 - T1 -T4 -T7 -T10 T12 L2 L4C4: bordo superior do acromio
    C6: porção lateral do antebraço
    T1: parte intera do braço
    T4: mamilo
    T7: processo xifóide
    T10: umbigo
    T12: região inguinal
    L2: terço médio da coxa
    L4: maleolo medial
  6. 6Doença de Legg PerthesNecrose asséptica da cabeça do fêmur, é uma osteocondrite
  7. 7Fatores que prejudicam a consolidaçaoDo paciente: infecção e lesão de partes moles adjacentes
    Do médico: imobilização ou redução inadequada
  8. 8Tratamento de Fratura Grave da Cabeça do RádioRessecção cirurgica da cabeça do rádio. Não se faz redução pois tem prognóstico ruim.
    Caso necessário, prótese de borracha pode ser utilizada como substituição anatomica.
  9. 9Postura típica da pronação dolorosaExtensão e pronação
  10. 10Tratamento da pronação dolorosaRedução (supinação + flexão do antebraço)
    Caso necessário, cirurgia
  11. 11Fratura de Robert JonesFratura causada por entorse do pé, causando aumento da tensão sobre inserção do fibular curto, o que causa arrancamento ósseo do 5 metatarso
  12. 12Articulação de Lis FrankAntepé com médiopé
    Tarso e metatarso
  13. 13Articulação de ChoppartMédiopé com retropé
  14. 14Complicação de FraturasPrecoces: embolia gordurosa, lesão vascular e necrose
    Tardias: consolidação visiosa, retardo de consolidação ou pseudoartrose
  15. 15OsteocondriteNecrose asséptica de centro de ossificação
  16. 16Sinal clássico de OsteocondriteClaudicação
  17. 17Sinal de TredelemburgAvalia musculatura abdutora do quadril durante marcha
  18. 18Tipos de TB osteoarticularOsteite (Granular e Caseosa)
    Articular (Granular e Caseosa)
  19. 19Mal de PottOsteoartrite da Coluna Vertebral causada por TB
  20. 20Giba pótticaDegeneração dos corpos vertebrais causando cifose aguda
  21. 21RX do mal de pottAbscessos, aspecto em aranha, pinçamento discal (pela degeneração dos corpos, os discos se aproximam), rarefação óssea e lesões osteolíticas.
  22. 22Sinal radiológico clássico da ARTROSEOSTEÓFITOS
  23. 23Locais mais comuns de ARTROSEColuna, quadril, joelho e dedos das mãos
  24. 24Sinal clássico da Fratura de ClaviculaOmbro caído
  25. 25Tratamento de Fratura de ClaviculaCrianças - conservador e uso de lenço de dessault
    Adultos - cirurgico (fio de Kirchnner)
  26. 26Sinais da Luxação do OmbroSinal da dragona e da machadada
  27. 27Clínica da LuxaçãoDor, impotência funcional e deformidade visível
  28. 28Lesões de luxação de ombroBankart e Hills Sacks
  29. 29Arco de ShentonArco formado entre pelve e colo do fêmur, utilizada na análise Raio-X para análise do acetábulo
  30. 30Complicações da Fratura de Cabeça do FêmurCondrólise
    Lesão nervosa
    Miosite ossificante
    Necrose avascular
  31. 31Sinal de FRATURA DA CABEÇA DO FÊMURFlexão, adução e rotação interna
  32. 32Tratamento de fratura de Diáfise Femoral em Criança0 - 2 anos: gesso inguinopedico
    2-5 anos: tração cutanea continua vertical
    5-10 anos: tração continua no leito
    10-14 anos: tração transesqueletica
    14 anos+: igual adulto
  33. 33Tratamento de Fratura de Diáfise de Femur em AdultosConservador: só se contra-indicaçao de cirurgia (ruim). Tração transesquelética.
    Cirurgico: haste intramedular é o melhor (mas pode usar placa, fixador, etc)
  34. 34Tipos de Fratura quanto a etiologiaTrauma - comum (TCE)
    Espontânea - osteoporose (idosos)
    Patológica - osteomielite, TU, cistos
    Fadiga/Stress - atletas e soldados
  35. 35Agentes etiológicos da OsteomieliteS. aureus, S. pyogenes e Pseudomonas
  36. 36Tipos de OsteomieliteDireta: fratura exposta
    Indireta: contiguidade e hematogenica
  37. 37Sinais da osteomieliteSinal de Venon (aperta abscesso periosteal e dói)
  38. 38Tratamento de OsteomieliteAnalgésico, antitérmico, ATB, punção diagnóstica, repouso e CX.
  39. 39Tipos de FraturaLETEDE
    Localização, extensão, traço, exposição, desvio e estabilidade.
  40. 40Fases de uma fratura (ou Formação do calo ósseo)Fratura -> hematoma fraturário -> hematoma organizado -> calo fibroso -> calo ósseo primário -> calo ósseo definitivo
  41. 41Tratamento de Emergencia em FraturasFratura Fechada: imobilização + Raio x
    Fratura Exposta: curativo compressivo + ATB + CX de emergência + imobilização + Raio X
  42. 42Tratamento definitivo de fraturasRedução + Imobilização + Reabilitação
    Lembre: o tratamento definitivo de fratura é só RIR
  43. 43Causa de Torcicologo CongenitoContratura unilateral do ECM
  44. 44Clínica do paciente com torcicólogo congênitoAssimetria de face e pescoço
  45. 45Tratamento cirurgico da epifisióliseFixação
    Lembrar: epifisiólise é deslocamento, logo, fixar colocaria novamente no lugar
  46. 46Pra que serve a osteotomia na epifisióliseCorrigir a coxa vara
  47. 47Diferença da fratura de colo de femur e fratura trocantéricaO colo do fêmur é envolto por liquido sinovial o que dificulta a formação do calo ósseo.
    A trocantérica é bem vascularizada o que facilita a consolidação.
  48. 48Tratamento de Fratura de Colo do FêmurCriança sem desvio - imobilização
    Criança com desvio - Cirurgia
    Adulto - Redução e fixação
    Idosos sem desvio - fixação
    Idosos com desvio - artroplastia total
    Pacientes muito idosos - artroplasia parcial
  49. 49Patologias no trauma pélvicoGenitourinario, gastrointestinal, HEMORRAGIAS, fratura exposta é rara
  50. 50Como são classificadas as lesões do anel pélvicoA - estável
    B- intabilidade rotacional (mas vertical ok)
    C - instabilidade vertical
  51. 51Tratamento de lesões de anel pélvico em criançasSempre CONSERVADOR
  52. 52Tipos de Redução em Luxação de OmbroKocher, Stinson e Hipócrates
  53. 53O que é Dor de Galo?Dor que ocorre durante a madrugada, no ombro do paciente, sendo que essa dor melhora com a gravidade e piora ao longo da noite por estar deitado
  54. 54Tratamento inicial de Fratura de colunaImobilização
    Cateterismo venoso e vesical (repouso)
    Metil-prednisolona
    Avaliação neurológica frequente
  55. 55Escala de FrankelA- lesão completa
    B - persiste somente sensibilidade
    C- alteração sensitiva e motora
    D- somente alteração motora
    E - normal
  56. 56Problemas do paciente lesado medularITU
    Pneumonias
    Infecções cutâneas/Escaras
    Contraturas musculares
    Atitudes viciosas
  57. 57Por que não há grandes desvios na fratura de cotovelo?Devido à CÁPSULA ARTICULAR que mantém as estruturas ósseas
  58. 58O que é Pronação Dolorosa?Sub-luxação da cabeça (proximal) do rádio com afastamento em relação ao ligamento anular
  59. 59Quais são as epicondilites do cotovoleto e qual o TTO?Lateral (Lara) - Tenista
    Medial - Golfista
    Conservador: analgésico, imobilização e infiltração
    Cirúrgico: desinserção muscular
  60. 60O que é Epifisiólise do Quadril?Deslocamento da cabeça do fêmur, pelo enfraquecimento da camada epifisária
  61. 61Diferencia coxa vara da criança e do adolescenteCoxa Vara
    Criança : osteocondrite
    Adolescente: epifisiólise
  62. 62Como é a marcha de epifisiólise?Claudicação com rotação externa e passo curto
  63. 63O que é Sinal de Drehman?Examinador flete coxa da criança e provoca rotação externa e abdução involuntária
  64. 64Complicações da EpifisióliseCondrólise e osteonecrose (encurtamentos e coxa vara)
  65. 65Manobra de Lesão do Tendão de AquilesManobra de Thompson (compressão palmar da panturrilha com o paciente em decubito ventral, contraindo o pé)
  66. 66O que é Paralisia obstétricaParalisia total ou parcial do membro superior em decorrência da lesão do plexo braquial durante o parto.
  67. 67Fratura de CollesFratura por penetração da extremidade DISTAL do rádio, penetrando a parte esponjosa.

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Fichas sobre Sin título, creado por Carolina Karlec el 05/07/2016.
Creado por
Carolina Karlec
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