¡GoConqr estrena diseño! Cuéntanos qué te parece.

Fichas

Capítulo 162 - Infecções do trato urinário e prostatite

Fábio Fernandes Rumo ao 100 Rumo ao 100 Portugués 30 fichas

Fichas del conjunto (30)

  1. 150-80% das mulheres da população geral adquire pelo menos uma ITU durante a sua vida na maioria dos casos cistite não complicada.V (pág. 861, col. 2, par. 5, lin. 1)
  2. 2A cistite relaciona-se temporalmente com a relação sexual e de uma forma dose-resposta.V (pág. 861, col. 2, par. 5, lin. 5) aumento relativo que varia de 1,4 com um episódio de relação sexual até 4,8 com cinco episódios na semana precedente.
  3. 3Cerca de 60% das mulheres que tiveram um episódio de ITU vão ter episódios recorrentes.F (pág. 862, col. 1, par. 2, lin. 1) cerca de 20-30% das mulheres que já tiveram um episódio de ITU  terão episódios recorrentes.
  4. 4A probabilidade de recorrência diminui com o aumento do tempo decorrido desde a última infecção.V (pág. 862, col. 1, par. 2, lin. 14)
  5. 5O tratamento da bacteriúria assintomática em mulheres grávidas diminui o risco de pielonefrite em 75%.V (pág. 862, col. 1, par. 3, lin. 5)
  6. 6Em relação às infecções do trato urinário (ITU), pielonefrite e prostatite, são todos factores de risco para ITU recorrente, EXCEPTO: a) Diabetes mellitus. b) Uso de espermicida. c) História materna de ITU. d) Primeira ITU antes dos 15 anos de idade. e) Novo parceiro sexual.a) F (pág. 862, col. 1, par. 2, lin. 15 | pág. 861, col. 2, par. 5, lin. 8) mulheres brancas na pré-menopauusa  relações sexuais frequentes, (…) são factores de risco independentes para ITU | mulheres saudáveis na pós-menopausa  actividade sexual, diabetes mellitus e a incontinência constituem factores de risco para ITU.
  7. 7A nitrofurantoina pode ser usada para tratar pielonefrites.F (pág. 867, col. 1, par. 1, lin. 8) nitrofurantoina  não alcança níveis significativos nos tecidos e não pode ser usada no tratamento da pielonefrite.
  8. 850-80% das mulheres da população geral adquire pelo menos uma ITU durante a sua vida, na maioria dos casos cistite não complicada.V (pág. 861, col. 2, par. 5, lin. 1)
  9. 9Cerca de 20-30% das mulheres que tiveram um episódio de ITU vão ter episódios recorrentes.V (pág. 862, col. 1, par. 2, lin. 1)
  10. 10As mulheres com diabetes têm uma taxa 2-3x superior de BUA e ITU em relação a mulheres não diabéticas.V (pág. 862, col. 1, par. 5, lin. 1) não há evidência suficiente para fazer uma afirmação em relação aos homens.
  11. 11A maioria dos homens com ITU não tem anormalidade anatómica ou funcional do trato urinário.F (pág. 862, col. 1, par. 4, lin. 1) homens com ITU  apresentam, na sua maioria, uma anormalidade anatómica ou funcional do trato urinário, mais comumente obstrução urinária secundária à hipertrofia prostática.
  12. 12Até 2% das ITU tem origem na disseminação hematogénica.V (pág. 862, col. 2, par. 3, lin. 2) geralmente resulta de bacteriémia causada por microrganismos relativamente virulentos como Salmonella e S. aureus.
  13. 13A dor unilateral ou no flanco é geralmente indicação de envolvimento do trato urinário superior.V (pág. 863, col. 2, par. 5, lin. 3)
  14. 14A febre é a principal caraterística distintiva entre a pielonefrite e a cistite.V (pág. 863, col. 2, par. 5, lin. 5) indicação de infecção invasiva do rim ou da próstata.
  15. 15A bacteriémia desenvolve-se em 20-30% dos casos de pielonefrite.V (pág. 863, col. 2, par. 6, lin. 8)
  16. 16A ITU recorrente não é necessariamente complicada.V (pág. 861, col. 2, par. 3, lin. 18) episódios individuais podem não ser complicados e tratados desse modo.
  17. 17Os dados disponíveis demonstram um aumento à escala mundial da resistência da Escherichia coli aos antibióticos habitualmente utilizados para tratar uma ITU.V (pág. 862, col. 2, par. 1, lin. 12)
  18. 18Cerca de 20% das mulheres da população geral adquire pelo menos uma ITU durante a sua vida, na maioria dos casos cistite não complicada.F (pág. 861, col. 2, par. 5, lin. 1) até 50-80% das mulheres mulheres da população em geral  apresentam pelo menos uma ITU durante a sua vida, na maioria dos casos cistite não complicada.
  19. 19A pielonefrite enfisematosa ocorre quase exclusivamente em diabéticos.V (pág. 863, col. 2, par. 6, lin. 16) forma particularmente grave da doença, que está associada à produção de gás nos tecidos renais e perinefréticos.
  20. 20A deteção de bactérias na urocultura é o gold standard para o diagnóstico de ITU.V (pág. 865, col. 2, par. 2, lin. 1)
  21. 21Trimetropim-sulfametazol é o único agente de primeira linha no tratamento da cistite aguda não complicada.F (pág. 866, col. 2, par. 5, lin. 2) agentes de primeira linha bem estudados  SMX-TMP e nitrofurantoina.
  22. 22A nitrofurantoína afecta o metabolismo bacteriano em múltiplas vias, mantendo-se altamente ativa contra E.coli e Proteus.F (pág. 866, col. 2, par. 7, lin. 2 | lin. 4 | pág. 867, col. 1, par. 1, lin. 2) nitrofurantoina  como afecta o metabolismo bacteriano em múltiplas vias são necessárias diversas etapas de mutação para o desenvolvimento de resistência | nitrofurantoina  altamente activa contra E. coli e contra a maioria dos microrganismos isolados não E. coli | Proteus, Pseudomonas, Serratia, Enterobacter e leveduras  são todos eles intrinsecamente resistentes a esse fármaco.
  23. 23Todas as fluoroquinolonas atingem níveis urinários adequados, sendo altamente efetivas em ciclos terapêuticos curtos na cistite.F (pág. 867, col. 1, par. 2, lin. 1) fluoroquinolonas  são na sua maioria, altamente efectivas como terapia de ciclo curto para a cistite com excepção do moxifloxacino, que pode não alcançar níveis urinários adequados.
  24. 24As fluoroquinolonas são opção de tratamento parentérico na pielonefrite complicada ou associada a episódios prévios.F (pág. 867, col. 2, par. 1, lin. 4 | lin. 7 | par. 4, lin. 5) elevadas taxas de E. coli resistentes ao SMX-TMP observadas em doentes com pielonefrite  fluoroquinolonas tornaram-se o tratamento de primeira linha para a pielonefrite aguda não complicada | administração de fluoroquinolonas  por via oral ou por via parenteral dependerá da tolerância do paciente para a ingestão oral | terapia para a ITU complicada  precisa de ser individualizada e orientada pelos resultados da cultura de urina.
  25. 25A ampicilina e as cefalosporinas constituem os fármacos de escolha na ITU sintomática ou assintomática na grávida.V (pág. 867, col. 2, par. 2, lin. 9)
  26. 26Dor lombar unilateral ou dor no flanco é são patognomónicas de envolvimento do trato urinário superior.F (pág. 863, col. 2, par. 5, lin. 3) dor lombar ou no flanco unilateral  geralmente indicação de comprometimento do trato urinário superior.
  27. 27Qualquer condição que permite a estase ou obstrução urinária predispõe o indivíduo a ITU.V (pág. 863, col. 1, par. 3, lin. 1)
  28. 28O uso de estrogénios tópicos para prevenção de ITU em mulheres pós-menopáusicas é controverso.V (pág. 863, col. 1, par. 2, lin. 11) tendo em conta os efeitos colaterais da reposição hormonal sistémica, os estrogénios orais não devem ser usados para prevenção de ITU.
  29. 29A prostatite aguda ou crónica são entidades menos frequentes que a síndrome de dor pélvica crónica.V (pág. 864, col. 1, par. 1, lin. 2) prostatite aguda ou crónica, quase sempre são de natureza bacteriana.
  30. 30A microscopia da urina revela piúria em quase todos os casos de cistite.V (pág. 865, col. 2, par. 1, lin. 1) e hematúria em cerca de 30% dos casos.

Información

Descripción
Rumo ao 100 (Flashcards (simulações)) Rumo ao 100 Fichas sobre Capítulo 162 - Infecções do trato urinário e prostatite, creado por Fábio Fernandes el 14/11/2017.
Visitas
6
Valoración

Escríbenos

¿Sobre qué es tu mensaje?

¿Qué te parece el nuevo diseño?

¿Te gusta?