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Fichas

OCD

Thobias da Silveira Portugués 81 fichas

Fichas del conjunto (81)

  1. 1QUAL O OBJETIVO DE UMA OPERAÇÃO DE CONTROLE DE DISTÚRBIOS?Preservação ou restabelecimento da ordem pública.
  2. 2CONCEITO DE OPERAÇÕES DE CHOQUE: Atividade de policiamento _______, realizado por efetivo ______, _______, devidamente _______ [...]Atividade de policiamento especializado, realizado por efetivo qualificado, enquadrado, devidamente comandado
  3. 3CONCEITO DE OPERAÇÕES DE CHOQUE: Atividade de policiamento [...] que possua _______, _______ e _________ para atuar [...]Atividade de policiamento especializado, realizado por efetivo qualificado, enquadrado, devidamente comandado e que possua equipamento específico, treinamento contínuo e aptidão
  4. 4CONCEITO DE OPERAÇÕES DE CHOQUE: Atividade de policiamento [...] para atuar em regime de ______ em apoio à tropa ordinária em ocorrências que envolvam (6):CONCEITO DE OPERAÇÕES DE CHOQUE: Regime de pronto emprego em apoio à tropa ordinária
    Em ocorrências que envolvam:
    1- grave perturbação ou ameaça de perturbação à ordem pública;
    2- repressão qualificada à criminalidade violenta,
    3- operações de controle de distúrbios,
    4- intervenções em estabelecimentos prisionais,
    5- reintegrações de posse urbanas ou rurais,
    6- eventos que, por sua natureza, demandem atuação de policiamento especializado.
  5. 5TÁTICA X TÉCNICA a parte da arte da guerra que trata como proceder durante um combate ou batalhaTÁTICA
  6. 6TÁTICA X TÉCNICA arte de dispor e manobrar as tropas no campo de batalha para garantia da eficiência.TÁTICA
  7. 7TÁTICA X TÉCNICA procedimento que tem como objetivo a obtenção de um determinado resultado, seja na ciência, na tecnologia, na arteTÉCNICA
  8. 8TÁTICA X TÉCNICA conjunto de regras, normas que se utiliza como meio para alcançar uma meta.TÉCNICA
  9. 9TÁTICA X TÉCNICA (em OCD) consiste nas estratégias utilizadas para restabelecer a ordem pública dispersando a turba com o mínimo de resultados adversos possíveis.Tática em OCD:
  10. 10TÁTICA X TÉCNICA (em OCD) procedimentos, formações e protocolos de atuação encetados pela tropa de choque a fim de atingir os objetivos da ação.Técnica em OCD
  11. 11OPERAÇÕES de CONTROLE DE DISTÚRBIOS x CONTROLE DE DISTÚBIOS CIVIS são as inquietações ou tensões que tomam a forma de manifestações. Situações que surgem dentro do país decorrentes de atos de violência ou desordens prejudiciais à manutenção da lei e da ordem.Distúrbios civis
  12. 12OPERAÇÕES de CONTROLE DE DISTÚRBIOS x CONTROLE DE DISTÚBIOS CIVIS todas as ações e operações policiais militares com objetivo de manutenção ou reestabelecimento da ordem, nos casos de ocorrências que extrapolem a capacidade operacional do polost geral e que exijam o uso de doutrina policial específica, equipamentos especiais e efetivo treinado, denominada de tropa de choque.Operações de controle de distúrbios
  13. 13TrinômioHomem: (compromisso com a instituição, resistência a psicofadiga, resiliência, autocontrole, disciplina técnica, tática e hierarquia);
    Equipamentos: EPI, EPC, IMPO;
    Treinamento: formação e treinamento constante.
  14. 14CLASSIFICAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS HUMANOS QUANTO AOS PROPÓSITOSAGLOMERAÇÃO
    MULTIDÃO
    MANIFESTAÇÃO
    TUMULTO
  15. 15CLASSIFICAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS HUMANOS QUANTO AOS PROPÓSITOS agrupamento temporário e aleatório de pessoas. Os membros pensam e agem como elementos isolados e não organizados.Aglomeração
  16. 16CLASSIFICAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS HUMANOS QUANTO AOS PROPÓSITOS agrupamento de pessoas psicologicamente unificadas por interesse comum. Caracteriza-se pelo aparecimento do pronome “nos” entre os seus membros.Multidão
  17. 17CLASSIFICAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS HUMANOS QUANTO AOS PROPÓSITOS é a demonstração, por pessoas reunidas, de sentimento hostl ou simpático a determinada autoridade ou a alguma condição, movimento econômico, cultural ou social.Manifestação
  18. 18CLASSIFICAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS HUMANOS QUANTO AOS PROPÓSITOS Manifestação divide-se em:Regular
    Irregular
  19. 19CLASSIFICAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS HUMANOS QUANTO AOS PROPÓSITOS Manifestação: com respeito à legislação vigente e as determinações das autoridades.Regular
  20. 20CLASSIFICAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS HUMANOS QUANTO AOS PROPÓSITOS Manifestação: desrespeito à legislação e às determinações das autoridades.Irregular
  21. 21CLASSIFICAÇÃO DOS AGRUPAMENTOS HUMANOS QUANTO AOS PROPÓSITOS cenário que quebra a ordem, podendo advir de atos organizados em apoio a vontade comum de realizar certo empreendimento ou de forma inopinada ou desorganizada.Tumulto
  22. 22CAUSAS DE TUMULTOS (5)Sociais
    Econômica
    Políticas
    Calamidades Públicas
    Omissões ou falência da autoridade constituída
  23. 23CAUSAS DE TUMULTOS aqueles resultantes de conflitos raciais, religiosos ou exaltação provocada por uma comemoração, por um acontecimento esportivo.Sociais
  24. 24CAUSAS DE TUMULTOS são aqueles advindas de desnível entre classes sociais, desequilíbrio entre regiões, divergência entre empregados e empregadores ou condições de pobreza que induzam o povo à violência para obter utilidades necessárias à satisfação das suas necessidades essenciais.Econômica
  25. 25CAUSAS DE TUMULTOS originadas de disputas político-partidárias, divergência ideológicas estimuladas ou não por países estrangeiros ou da tentativa de se atingir o poder político por meios não legais.Políticas
  26. 26CAUSAS DE TUMULTOS resultantes de catástrofes, as quais impõem as pessoas problemas, como falta de água, luz, bem como temor de sua repetição, podendo gerar ações de desordem como pilhagem.Calamidades Públicas
  27. 27CAUSAS DE TUMULTOS aqueles surgidas em decorrência da constatação de falhas ou omissão dos gestores públicos no exercício das suas atribuições.Omissões ou falência da autoridade constituída.
  28. 28FATORES PSIOLÓGICOS QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DOS INDIVÍDUOS (8)Número
    Sugestão
    Contágio
    Imitação
    Anonimato
    Sensação de impunidade
    Novidade
    Expansão de emoções reprimidas
  29. 29FATORES PSIOLÓGICOS QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DOS INDIVÍDUOS quantidade de pessoas que fazem parte de um determinado agrupamento. Quanto maior a quantidade, maior a sensação de poder e segurança do indivíduo.Número
  30. 30FATORES PSIOLÓGICOS QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DOS INDIVÍDUOS surgimento de ideias a partir de um integrante do grupo, em que se sugere a tomada de determinada postura, que para muitos nem será discutida se está certa ou errada, restante apenas a sua aceitação passiva. Ganham maior relevância quando parte de uma liderança.Sugestão
  31. 31FATORES PSIOLÓGICOS QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DOS INDIVÍDUOS difusão de ideias e condutas, as quais se transmite de indivíduo a indivíduo nas multidões, havendo uma tendência em atrais novos manifestantes.Contágio
  32. 32FATORES PSIOLÓGICOS QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DOS INDIVÍDUOS comportamento humano relacionado ao desejo irresistíveis de observar e copiar condutas.Imitação
  33. 33FATORES PSIOLÓGICOS QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DOS INDIVÍDUOS sentimento de não ser identificado devido ao fato de estar acobertado pela massa. Ciente disso o sujeito perde freios morais e se sente irresponsável pelos seus atos.Anonimato
  34. 34FATORES PSIOLÓGICOS QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DOS INDIVÍDUOS sentimento de que não haverá punição ou, se esta ocorre, será branda ou não causará grande prejuízos. Propicia ao indivíduo agir contrariamente às leis e às autoridades, buscando muitas vezes reconhecimento perante a opinião pública e a seus pares.Sensação de impunidade
  35. 35FATORES PSIOLÓGICOS QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DOS INDIVÍDUOS aguçamento da vontade de experimentar circunstâncias novas e desconhecidas, fazendo com que o indivíduo reaja em desconformidade com suas normas de ações habituais.Novidade
  36. 36FATORES PSIOLÓGICOS QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DOS INDIVÍDUOS extravasamento de preconceitos e desejos insatisfeitos, normalmente contidos, correndo como perigoso incentivo à prática de desordens, pela oportunidade que tem os indivíduos de realizarem, afinal, o que sempre almejaram, mas nunca haviam ousado fazer.Expansão de emoções reprimidas
  37. 37PRINCÍPIOS DOUTRINÁRIOS DE UM PELOTÃO DE CHOQUE: requisito necessários para uma atuação eficaz, segura, legal, conveniente, moderada e proporcional da Tropa de Choque. (10)a) O pelotão de choque não pode ser dividido, pois cada homem exerce função primordial.
    b) Todo policial integrante do pelotão de choque é responsável pela segurança do Pelotão e de seu companheiro.
    c) Todo policial da tropa de choque zela pelo seu equipamento individual e coletivo e o conhece perfeitamente.
    d) Escudeiros sempre tem prioridade sobre os demais integrantes do pelotão (alimentação, descanso, hidratação).
    e) Todos os policiais da Tropa de Choque devem conhecer o objetivo da missão.
    f) Só desembarca e atua mediante ordem do seu Comandante.
    g) Tropa de Choque só atua quando há visibilidade do terreno e do oponente.
    h) Atua estritamente dentro da lei e sempre demonstrando autoridade, deixando as questões sociais e políticas a cargo dos responsáveis.
    i) Mantem-se distância do oponente (mínima de 30 metros). Excepcionalmente, poderá a diminuição dessa distância.
    j) O principal objeto da Tropa de Choque é a dispersão dos manifestante e não a detenção dos mesmos.
    l) Age sempre observando os critério da prioridade de emprego de meios.
  38. 38CONCEITOS conjunto de processos destinados à administração e controle de multidões.Gestão de Multidões
  39. 39CONCEITOS procedimentos destinados à restauração da ordem pública, quebrada pela ação da turma, subdividindo-se em Intervenção Indireta e Direta.Controle de Multidões
  40. 40CONCEITOS c. Intervenção Indireta:Ação de presença
    Conter
    Acompanhar
    Negociar
  41. 41CONCEITOS c. Intervenção Direta:Repelir
    Dispersar
  42. 42CONCEITOS c. Intervenção Indireta: ato de manter a multidão em uma área delimitada, por vezes já pré-estabelecida ou determinada em reunião anterior ao evento, por meio do efetivo policial ou de estruturas física.Conter
  43. 43CONCEITOS c. Intervenção Indireta: ação PM que consiste em seguir uma passeata, visando minimizar os efeitos da quebra da ordem.Acompanhar
  44. 44CONCEITOS c. Intervenção Indireta: ação PM que consiste em agir com os manifestantes ou com a liderança, na tentativa de convencer, influenciar para que deixem de tomar alguma atitude que prejudique a ordem pública ou que desrespeito uma determinação legal.Negociar
  45. 45CONCEITOS c. Intervenção Direta: ação utilizar para recuar a massa para direção determinada até um limite pré-definido. Não tem o objetivo de retirar a massa do local, de forma definitiva, mas de afastá-la temporariamente para reestabelecer a ordem pública.Repelir
  46. 46CONCEITOS c. Intervenção Direta: ação utilizada para deslocar uma massa, divindo-a, desagregando-a, enfraquecendo-a e, com isso, impedindo de se reagrupar. O objetivo é a retirada da massa, de forma definitiva, do local.Dispersar
  47. 47CONCEITOS Intervenção Indireta (4)Ação de presença
    Conter
    Acompanhar
    Negociar
  48. 48CONCEITOS Intervenção Direta (2)Repelir
    Dispersar
  49. 49PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD (10)a. Vias de fuga
    b. Demonstração de força
    c. Ordem de dispersão
    d. Recolhimento de provas
    e. Emprego de água – VLA
    f. Emprego de agentes químicos, armas e munições de menor potencial ofensivo.
    g. Carga de Cassetete
    h. Carga de cavalaria
    i. Detenção de infratores da lei
    j. Emprego de munição letal
  50. 50PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD quanto mais caminhos forem de dispersão forem dados à multidão, mais rapidamente ela se dispersará. A multidão não deve ser encaminhada em direção aos veículos, viaturas da corporação ou a estabelecimentos públicos e privados.a. Vias de fuga
  51. 51PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD a tropa deverá desembarcar em local longe das vistas do oponente, mas próxima o suficiente para agir rapidamente. O desembarque deverá ser em local que não coloque em risco as viaturas. A demonstração de força deve ser feita através da disposição da tropa em formação disciplinada e no ponto mais próximo do contato.b. Demonstração de força
  52. 52PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD dada pelo comandante do pelotão, preferencialmente, através de amplificadores de som de modo a assegurar que todos os manifestantes ouçam claramente. Os manifestantes não devem ser repreendidos, desafiados ou ameaçados. O comandante da tropa não deve blefar, tampouco não cumprir o combinado.c. Ordem de dispersão
  53. 53PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD consiste em fotografar, filmar ou gravar fatos ocorridos durante toda a operação para posterior apresentação à Justiça.d. Recolhimento de provas
  54. 54PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD por meio de veículo lançador de água. Tinta inofensiva poderá ser misturada à água, a fim de que as pessoas sejam marcadas para identificação posterior ou mesmo para aumentar o efeito psicológico.e. Emprego de água – VLA
  55. 55PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD Avanço do pelotão de choque contra os manifestantes em formações ofensivas.g. Carga de Cassetete
  56. 56PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD Esquadra de cavalaria equipada com material antitumulto podem representar extrema eficácia para a dispersão da turba. Contudo, a carga de cavalaria deverá ter seu uso muito bem pensado em função dos seus prováveis efeitos traumáticos.h. Carga de cavalaria
  57. 57PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD Trata-se de um subsídio importante à legitimidade da atuação policial-militar, além de concorrer diretamente para a responsabilizar de infratores da lei. Tais ações devem ser realizada, preferencialmente, por efetivo que não seja do pelotão de choque.i. Detenção de infratores da lei
  58. 58PRIORIDADE DE EMPREGO DE MEIOS – USO DIFERENCIADO DA FORÇA EM OCD deve ser utilizado como último recurso quando se coloca em risco a integridade ou a vida dos operadores da tropa de choque.j. Emprego de munição letal
  59. 59COMPOSIÇÃO DE UM PELOTAÇÃO DE CHOQUE: IDEAL26 ME
  60. 60COMPOSIÇÃO DE UM PELOTAÇÃO DE CHOQUE: MINIMA.18 ME
  61. 61COMPOSIÇÃO DE UM PELOTAÇÃO DE CHOQUE:01 CMT de Pel de Choque
    01 SGT Auxiliar
    03 SGT de CMT de grupo
    12 Escudeiros
    02 Lançadores manuais
    02 operadores por artefato próprio
    02 atiradores
    01 socorrista
    01 segurança
    01 motorista
  62. 62FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE (3)BÁSICAS
    OFENSIVAS
    DEFENSIVAS
  63. 63FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE BÁSICASPEL POR 3
    PEL POR 2
    COLUNA TÁTICA POR 2
  64. 64FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE OFENSIVASPEL EM LINHA
    PEL EM CUNHA
    ESC DIR.
    ESC ESQ.
  65. 65FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE DEFENSIVASGUARDA ALTA
    GUARDA ALTA EMASSADA
    GUARDA BAIXA
    GUARDA BAIXA EMASSADA
    ESCUDO ACIMA
    ESCUDOS AO ALTO
  66. 66FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE formação administrativa aonde o comandante poderá verificar as alterações do efetivo, para que cada integrante saiba sua função.BÁSICAS
    COLUNA POR 3
  67. 67FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE Utilizada para empregar a tropa taticamente, isto é, dela poderemos partir para qualquer outra formação de CDCBÁSICAS
    COLUNA POR 2
  68. 68FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE formação que será mais comumente utilizada, notadamente pela doutrina ocidental adotada pela BMRS. Preconiza distância entre a turma e a tropa de choque viabilizando o manejo com agentes químicos e lançadores.OFENSIVAS
    LINHA
  69. 69FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE LINHA Na doutrina da BMRS a linha é sempre ______. O homem base sempre será o _________, exceto nos escalões a esquerda ____ e à direita ______.Na doutrina da BMRS a linha é sempre cerrada. O homem base sempre será o escudeiro 01, exceto nos escalões a esquerda (E11) e à direita (E12).
  70. 70FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE formação que objetiva a divisão da turba. Adota-se dois homens como ponta, de forma a não ter em um dos grupos um integrante a mais. Os demais integrantes deverão posicionar-se buscando a proteção dos escudos e distribuindo o poder de reação da tropa.OFENSIVAS
    CUNHA
  71. 71FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE objetivam o direcionamento da turba para a esquerda ou para a direita.OFENSIVA
    ESCALÕES
  72. 72FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE Nos escalões o homem base será o ___ (à direita) e o _____ (à esquerda).Nos escalões o homem base será o E12 (à direita) e o E11 (à esquerda).
  73. 73FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE utilizada como primeira resposta a uma agressão vinda da frente da tropa. Nela os escudeiros mantem-se ao máximo ao longo da linha, mas com a utilização dos escudos para garantir as suas integridades e dos demais integrantes. O deslocamento da tropa nessa posição fica prejudicado.DEFENSIVAS
    GUARDA BAIXA (ESTÁTICA)
  74. 74FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE Essa formação já é uma resposta mais pertinente a uma agressão física vnda da frente da tropa. A diferença é que nessa 50% da linha de choque diminuirá de modo a compor uma segunda linha de escudeiro com a finalidade de ampliar a capacidade defensiva do pelotão.DEFENSIVAS
    GUARDA BAIXA EMASSADA (ESTÁTICA)
  75. 75FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE Terá como ponto de referência o posicionamento do escudo do E01. Se os escudeiros tiveram a mesma estatura não haverá dificuldade em alinhar os escudos. Agora se houver disparidade nas estaturas, as extremidades deverão projetar ainda mais o seu equipamento de forma a formar uma barreira única acima das cabeças dos policiais.DEFENSIVAS
    GUARDA ALTA (DINÂMICA)
  76. 76FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE formação permite proteger a tropa de objetos proveniente de arremessos parabólicos da frente/alto e das laterais/alto. O que deve ser observado é que os três últimos escudeiros de cada extremidade deverão proteger os flancos da formação sem que para isso deixei um espaço entre eles e a linha dos escudos que permanecerão à frente.DEFENSIVAS
    GUARDA ALTA EMASSADA (DINÂMICA)
  77. 77FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE formação de defesa que além de proteger de objetos lançados pela frente, também protege daqueles lançados em cima da tropa. Comumente utilizadas em presídios.DEFENSIVAS
    ESCUDOS ACIMA (DINÂMICA)
  78. 78FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE FORMAÇÕES DEFENSIVAS ESTÁTICASGUARDA BAIXA
    GUARDA BAIXA EMASSADA
  79. 79FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE FORMAÇÕES DEFENSIVAS DINÂMICASGUARDA ALTA
    GUARDA ALTA EMASSADA
    ESCUDOS ACIMA
    ESCUDOS AO ALTO
  80. 80OUTRAS FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE Costuma ser utilizado este tipo de deslocamento quando a intenção da tropa de choque é a dispersão final de determinado contingente.Carga de Cassetetes
  81. 81OUTRAS FORMAÇÕES DO PELOTÃO DE CHOQUE com a finalidade de atingir objetivo táticos, uma célula contendo atirador, operador de artefato próprio, lançador manual e comando, desgarra momentaneamente de uma linha, a fim de ganhar terreno e efetuar o lançamento, obtendo vantagem tática, retornando para a linha após. NÃO CONFIGURA EXCEÇÃO À INDIVISIBILIDADE, mas sim manobra tática.Lingua de Sogra

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Fichas sobre OCD, creado por Thobias da Silveira el 26/05/2022.
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