Fichas
TESTES ESPECIAIS- CINEMÁTICA II
Fichas del conjunto (50)
- 1Teste de apreensão anterior do ombroPaciente em decúbito dorsal e cotovelo fletido a 90°. O examinador abduz o ombro do paciente a 90º e lentamente roda o
ombro lateralmente com uma mão segurando punho e a outra posterior ao cotovelo.
Considera-se que o teste é positivo quando o paciente apresenta uma expressão de
apreensão ou de alarme - 2Teste de apreensão posterior do ombroPaciente em decúbito dorsal ou sentado,
com o cotovelo fletido. O examinador eleva o ombro do paciente no plano da
escápula enquanto estabiliza com a outra mão. A seguir aplica uma força posterior
sobre o cotovelo do paciente. Enquanto aplica a carga axial, o examinador aduz
horizontalmente e roda internamente o ombro do paciente. Considera-se o teste
positivo quando o paciente apresenta uma expressão de apreensão ou de alarme. - 3Teste do impacto de Hawkins-Kennedypaciente em pé ou sentado, o examinador
flexiona o membro do paciente a 90º e a seguir roda internamente e forçadamente o
ombro com uma mão no punho e a outra posterior ao cotovelo que está posicionado
em flexão de 90º. Considera-se positivo quando o paciente apresenta dor, sendo
indicativo para paratendinite/tendinose ou impacto secundário - 4Teste do impacto de NeerTeste do impacto de Neer: Paciente sentado, o membro superior do mesmo é
elevado de forma passiva, forçada com o mesmo rodado medialmente pelo
examinador. Considera-se positivo se o paciente apresenta expressão facial de dor,
sendo indicativo de lesão por uso excessivo do músculo supra-espinhal e, algumas
vezes, do tendão do bíceps. - 5Teste de GerberEm pé, o paciente coloca o dorso da mão contra a porção média
da coluna lombar. Em seguida o paciente levanta a mão, distanciando-se das
costas. A incapacidade de realizar tal movimento indica lesão do subescapular. - 6Teste de JobePaciente sentado, o ombro do mesmo é abduzido a 90º com rotação
interna e plano escapular (posição de lata vazia), o examinador coloca resistência à
abdução. Considera-se o teste positivo na presença de fraqueza ou dor, sendo
indicativo para laceração do tendão ou do músculo supra-espinhal. - 7Teste de Yergason:Paciente sentado, com o cotovelo flexionado a 90º. O
fisioterapeuta resiste a rotação externa e supinação realizada pelo paciente,
enquanto com a outra mão palpa o sulco bicipital. Considera-se positivo se houver
dor a palpação no sulco bicipital, sendo indicativo de paratendinite/tendinose
bicipital. - 8Estresse em varo e valgo no cotoveloPaciente sentado com o cotovelo estendido. O
examinador estabiliza o úmero com uma mão e com a outra mão realiza varo e
valgo de cotovelo. Objetivos - Estresse em varo: avaliar a integridade do ligamento
colateral lateral; Estresse em valgo: avaliar a integridade do ligamento colateral
medial. - 9Teste de Cozen:Paciente sentado, cotovelo fletido a 90°, antebraço em pronação,
punho fletido e mão fechada. Fisioterapeuta estabiliza antebraço com uma mão e
com a outra aplica resistência para extensão de punho. Considera-se positivo se o
paciente relatar dor no epicôndilo lateral, sendo indicativo para presença de
epicondilite lateral. - 10Teste de MillPaciente sentado, cotovelo estendido, antebraço em pronação, punho
fletido e mão fechada. Fisioterapeuta estabiliza o braço com uma mão e aplica
resistência para extensão de punho com a outra mão. Considera-se positivo se o
paciente relatar dor no epicôndilo lateral, sendo indicativo para presença de
epicondilite lateral. - 11Teste para epicondilite medialPaciente sentado, com extensão de cotovelo e
supinação de antebraço; paciente realiza flexão de punho contra resistência imposta
pelo fisioterapeuta. Considera-se positivo se o paciente relatar dor no epicôndilo
medial, sendo indicativo para presença de epicondilite medial. - 12Teste de Phalen:Paciente realiza flexão de punho, encostando o dorso da mão
direita no dorso da mão esquerda e mantém a posição por 1 minuto. Considera-se
positivo se o paciente relatar: formigamento dos dedos, queimação ou pontadas,
sendo indicativo para presença de síndrome do túnel do carpo. - 13Teste de FilkensteinPaciente realiza flexão de dedos com oponência do polegar, e
o fisioterapeuta solicita que seja realizado um desvio ulnar do punho brusco.
Considera-se positivo se o paciente relatar dor na região do punho, sendo indicativo
Apostila de Cinemática Muscular II – Fisioterapia- Universidade Federal do Ceará
2013
144
de tenossinovite estenosante do extensor longo e abdutor curto do polegar
(Enfermidade de Quervain) - 14Teste de McmurrayPaciente em decúbito dorsal com o joelho totalmente
flexionado. O examinador roda a tíbia internamente para testar o menisco lateral e
externamente para testar o menisco medial. Considera-se o teste positivo se houver
estalido e/ou dor na região testada. - 15Teste de apley compressãoPaciente em decúbito ventral e joelho testado fletido a
90º. O examinador realiza com as duas mãos apoiadas sobre o pé do paciente
realiza uma compressão e em seguida roda a tíbia internamente para testar menisco
lateral e externamente para testar menisco medial. Considera-se o teste positivo se
o paciente referir dor na região testada. - 16Teste de AllisPaciente em decúbito dorsal com flexão de quadril a 90º e joelhos
fletidos com os pés apoiados na maca. O examinador avalia a diferença de
comprimento das coxas através da observação do nível dos joelhos. Considera-se
positivo se houver desnível, sendo indicativo de encurtamento da tíbia ou do fêmur - 17Gaveta anteriorPaciente em decúbito dorsal com os pés apoiados na maca. O
examinador posiciona-se sentado com a coxa fixando o pé do paciente. As mãos
estão segurando ao redor da tíbia, com os dedos apontando posteriormente e os
polegares anteriormente, realizando um movimento de anteriorização da tíbia.
Considera-se positivo se houver uma anteriorização excessiva da tíbia quando
comparado ao membro contralateral, sendo indicativo de lesão do Ligamento
Cruzado Anterior. - 18Gaveta posteriorPaciente em decúbito dorsal com os pés apoiados na maca. O
examinador posiciona-se sentado com a coxa fixando o pé do paciente. As mãos
estão segurando ao redor da tíbia, com os dedos apontando posteriormente e os
polegares anteriormente, realizando um movimento de posteriorização da tíbia.
Considera-se positivo se houver uma posteriorização excessiva da tíbia quando
comparado ao membro contralateral, sendo indicativo de lesão do Ligamento
Cruzado Posterior. - 19Teste de LachmanPaciente em decúbito dorsal. O examinador mantém o joelho do
paciente posicionado entre a extensão completa e 30º de flexão. Com uma das
mãos o examinador estabiliza o fêmur, enquanto com a outra ele move a tíbia para
frente. Considera-se o teste positivo quando há uma anteriorização excessiva da
tíbia quando comparado ao membro contralateral, sendo indicativo de lesão do
Ligamento Cruzado Anterior. Nesse teste também pode-se avaliar o ligamento
cruzado posterior, desde que a força seja de posteriorização da tíbia. - 20Teste de GodfreyPaciente em decúbito dorsal. O examinador segura ambas as
pernas e flexiona os quadris e joelhos do paciente a 90º. Considera-se positivo
quando observa-se um abaulamento posterior da tíbia, sendo sugestivo para lesão
do Ligamento Cruzado Posterior - 21Teste de estresse em valgo e varo no joelhoPaciente em decúbito dorsal. O examinador com
uma mão fixa o fêmur e com a outra força o joelho para valgo (ligamento colateral
medial) ou varo (ligamento colateral lateral). Considera-se positivo se o paciente
referir dor na região testada.
Obs.: Os testes de estresse em valgo e varo devem ser realizados em 0º e 20º de
flexão do joelho. - 22Exame ortopédico de cyriax:Dorsiflexão passiva – tensionamento do tendão do calcâneo, flexibilidade
tríceps sural e artrocinemática (choque ósseo);
Flexão plantar – tensionamento tibial anterior, extensor longo de dedos,
extensor longo do hálux, cápsula articular, ligamento tíbio-talar anterior, talofibular
anterior e artrocinemática;
Inversão – tensionamento do fibular longo e curto, ligamento calcâneo fibular,
talo-fibular anterior e artrocinamética;
Eversão – tensionamento do tibial posterior, ligamento deltóide e tíbio talar
anterior e artrocinemática. - 23Teste da gaveta anterior no tornozeloPaciente em decúbito dorsal com o pé relaxado. O
examinador estabiliza a tíbia e a fíbula, mantém o pé do paciente em 20º de flexão
plantar e traciona o tálus para frente da articulação. Considera-se o teste positivo se
houver anteriorização excessiva do tálus quando comparado ao tornozelo
contralateral, sendo indicativo de lesão do ligamento talofibular anterior. - 24Teste da gaveta posterior no tornozeloPaciente em decúbito dorsal com o pé relaxado. O
examinador estabiliza a tíbia e a fíbula, mantém o pé do paciente em 20º de flexão
plantar e mobiliza o tálus posteriormente. Considera-se o teste positivo se houver
posteriorização excessiva do tálus quando comparado ao tornozelo contralateral. - 25Teste do estresse em inversão e eversãoPaciente em decúbito dorsal com o pé
relaxado. O examinador inclina o tálus de um lado para o outro, em inversão e
eversão. A inversão testa os ligamentos calcaneofibular e talofibular anterior,
enquanto a eversão testa o ligamento deltóide. Para efeito de comparação, o lado
não afetado é testado primeiro. - 26Teste do estresse com rotação externaPaciente na posição sentada com o membro
inferior pendente na mesa de exame e com o joelho flexionado a 90°. O examinador
posiciona-se a frente do membro, com uma mão apoiando o joelho do paciente e a
outra no calcanhar, aplicando um estresse com rotação externa sobre o pé e
tornozelo. Considera-se o teste positivo quando o paciente refere dor sobre os
ligamentos tibiofibulares anteriores ou posteriores e membranas interósseas. - 27Teste de ThompsonPaciente em decúbito ventral. Enquanto o mesmo se encontra
relaxado, o examinador comprime os músculos gastrocnêmios do paciente.
Considera-se positivo na ausência de flexão plantar quando o músculo é
comprimido, sendo indicativo de uma ruptura do tendão do calcâneo (lesão de 3º
grau). - 28Teste de TrendelenburgPaciente é solicitado a ficar em pé apoiado sobre um
membro inferior (apoio unipodal). Este teste avalia a estabilidade de quadril e a
capacidade dos abdutores do quadril de estabilizar a pelve sobre o fêmur.
Considera-se o teste positivo se houver queda da pelve contralateral, caracterizando
fraqueza do glúteo médio ou instabilidade do quadril no membro inferior que está
apoiado no solo. - 29Teste de ElyPaciente em decúbito ventral, o examinador flexiona passivamente o
joelho do paciente. Na flexão do joelho, o quadril ipsilateral do paciente flexiona
espontaneamente, indicando que o músculo reto femoral está encurtado nesse
lado, considerando-se o teste o positivo - 30Teste de Patrick-FaberePaciente em decúbito dorsal, o examinador posiciona o
membro inferior testado de modo que o pé do mesmo fique sobre o joelho do
membro inferior oposto. Na sequência o examinador baixa lentamente o membro
inferior testado em direção à mesa de exame. Considera-se positivo ao quando o
paciente relata a reprodução da sintomatologia, sendo indicativo de síndrome da dor trocantérica - 31Teste de FaduriPaciente em decúbito dorsal, o examinador realiza passivamente
os movimentos de flexão do quadril, adução e rotação interna. Considera-se positivo
se o paciente relatar dor, sendo indicativo de lesão do labrum por causa do impacto
da cabeça do fêmur com a porção antero-superior do labrum - 32Lesão em anterioridade e/ou posterioridade do ilíacoAnterioridade: Ilíaco faz anterioridade e não faz posterioridade
Posterioridade: Ilíaco faz posterioridade e não faz anterioridade
* Palpação EIAS, EIPS
* TFP
* Teste de Gillet
* Teste de Downing - 33TFP(paciente em pé com braços ao longo do corpo; 2 - fisioterapeuta
sentado ao nível da articulação a ser avaliada palpando com polegares as EIPS; 3 -
paciente realiza flexão de tronco tentando encostar dedos no chão; 4 - fisioterapeuta
verifica a balística; O lado que se move mais tem indicativo de
restrição tecidual.
Obs.: Como o TFP é um teste de restrição miofascial, pode-se palpar 4 camadas
(pele; pele + tecido gorduroso; pele + tecido gorduroso + músculos; pele + tecido
gorduroso + músculos + ossos). Para verificar lesões de ilíaco, deve-se fazer uma
palpação mais leve (músculos), somente com polegares do avaliador relaxados
sobre a EIPS. - 34teste de Gillet em um lado de cada vez para verificar se ilíaco faz anterioridade e posterioridade:Paciente em pé com ombros fletidos a 90°, cotovelos estendidos e as mãos
apoiadas em uma superfície vertical fixa;
Fisioterapeuta sentado ao nível da articulação a ser avaliada palpando com
polegares paralelos sobre o promontório e a articulação sacro-ilíaca;
Paciente realiza ao máximo a flexão de quadril e joelho e depois volta à
posição inicial;
Paciente realiza extensão máxima de quadril e joelho e depois volta à posição
inicial.
Obs¹.: O Teste de Gillet é um teste de disfunção articular, logo verifica a mobilidade
da articulação sacro-ilíaca.
Obs².: Ao final da flexão de quadril, deve ocorrer uma báscula posterior e ao final da
extensão uma báscula anterior. - 35teste de Dowining parte um: para verificar qual é o lado da lesão e se a lesão é primária ou secundáriaPaciente em decúbito dorsal;
Fisioterapeuta ao lado do paciente;
Realiza alívio das tensões cápsulo-ligamentares com paciente realizando
ponte e depois relaxando;
Realiza-se uma marcação com o lápis demográfico nas pernas do paciente,
na mesma altura em ambas as pernas;
Faz alongamento (adução e rotação externa do quadril passiva) por 5
segundos e verifica se altera (diferente de 0) a marcação feita na perna
alongada em relação a outra – perna longa falsa; - 36teste de Dowining parte dois: para verificar qual é o lado da lesão e se a lesão é primária ou secundáriaNeutraliza a pelve (ponte), levando as marcações a ficarem alinhadas
novamente.
Faz encurtamento (abdução e rotação interna do quadril passiva) por 5
segundos e verifica se altera (diferente de 0) a marcação feita na perna
alongada em relação a outra – perna curta falsa;
Neutraliza a pelve (paciente em flexão de quadril e joelho a 90° e resiste à
extensão de quadril e joelho), levando as marcações a ficarem alinhadas
novamente; - 37OBS teste de DowningObs¹.: No Teste de Dowining os ligamentos da pelve são tensionados e verifica se o
paciente tem lesão em anterioridade ou posterioridade observando se o paciente
tem perna longa falsa ou perna curta falsa – pela altura dos calcâneos (escola belga
de osteopatia), maléolos (escola espanhola) ou uma marcação na pele na tíbia do
paciente (escola francesa).
Obs².: Durante o teste de Dowining-alongamento, os ligamentos íleofemorais e
pubofemoral são tensionados levando o ilíaco a realizar o movimento de báscula
anterior.
Obs³.: Durante o teste de Dowining-encurtamento, os ligamentos sacro ilíaco
posteriores e isquio femoral são tensionados levando o ilíaco a realizar o movimento
de báscula posterior - 38Teste de gravaPaciente em decúbito dorsal, com as mãos atrás da cabeça,
apoiando a planta do pé de um dos lados na face medial do joelho posto que estará
estendido sobre a mesa. O avaliador estabiliza a pelve do lado estendido com uma
das mãos sobre a EIAS e a outra na face interna do joelho ou coxa contralaterais.
Solicita ao paciente que realize força para adução de quadril e simultaneamente
realize contração concêntrica de reto abdominal contra a ação da gravidade.
Considera-se o teste positivo se o paciente apresentar dor na região do púbis, sendo
indicativo de pubalgia. - 39Testes de irritabilidade da articulação sacroilíacaa) Distração
b) Compressão
c) Thrust sacral
c) Thigh Thrust
d) Teste de Gaenslen: - 40Distração:Paciente em decúbito dorsal, o examinador posiciona-se ao lado do
paciente, cruzando seus braços e apoiando a região tenar de ambas as mãos sobre
as cristas ilíacas do paciente. Na sequência realiza uma forte compressão contínua
sobre as asas ilíacas tentando afastá-las e empurrando-as para baixo. Considera-se
o teste positivo se o paciente apresentar dor na região sacroilíaca - 41CompressãoPaciente em decúbito lateral, o examinador posiciona-se ao lado do
paciente, apoiando a região tenar de ambas as mãos sobre a crista ilíaca do
paciente. O examinador aplicará uma força no perpendicular à maca, aproximando
as cristas ilíacas no sentido da linha mediana. Considera-se o teste positivo se o
paciente apresentar dor na região sacroilíaca. - 42Thrust sacralPaciente em decúbito ventral, O examinador aplica uma força firme
póstero-anterior em vários locais do sacro: base, vértice, e cada lado do sulco
sacral. Em seguida, o examinador aplica uma pressão cefálica sobre o sacro em
cada posição: base e ápice (para aplicar pressão cefálica, primeiro comprimir os
tecidos, em seguida, aplicar a força cefálica). Considera-se o teste positivo se o
paciente apresentar dor. - 43Thigh ThrustPaciente em decúbito dorsal, com abdução leve do quadril, flexão
do quadril e do joelho em 90º, aplica-se uma pressão no sentido vertical sobre o eixo
longitudinal do fêmur. - 44Teste de GaenslenPaciente em decúbito dorsal, na beira da mesa, abraçando
ambos os joelhos em flexão. O examinador deverá se posicionar ao lado da maca e
solicitar ao paciente que deixe o membro inferior pendendo para fora da maca.
Nessa posição final do teste, a articulação sacroilíaca tenderá a rodar e uma
hemipelve estará sendo testada. Considera-se o teste positivo se o paciente
apresentar dor na região posterior da articulação sacroilíaca durante o movimento - 45Teste de AdsonPaciente em pé ou sentado de frente para o examinador, o
examinador deverá em primeiro lugar palpar o pulso radial do paciente. Na
sequência solicita ao paciente uma abdução de 30º, hiperextensão de ombro e
rotação da cervical para o lado testado e/ou inclinação para o lado oposto, o
fisioterapeuta verifica o pulso novamente. Considera-se positivo se o pulso radial
diminuiu, sendo indicativo de encurtamento dos escalenos (1º desfiladeiro torácico). - 46Teste de EdenPaciente sentado ou em pé, o examinador posiciona-se atrás do
paciente palpando o pulso radial. O examinador realiza uma depressão da clavícula
e verifica o pulso novamente. Considera-se positivo se o pulso radial diminuiu, sendo
indicativo de restrição de mobilidade da primeira costa (2º desfiladeiro torácico). - 47Teste de WrightPaciente em pé ou sentado de frente para o examinador, o
examinador deverá em primeiro lugar palpar o pulso radial do paciente. Paciente
realiza uma abdução horizontal completa do lado a ser testado. Considera-se
positivo se o pulso radial diminuiu, sendo indicativo de encurtamento do peitoral
menor (3º desfiladeiro torácico). - 48Teste de compressão de SpurlingPaciente sentado, o examinador posicionado
atrás realiza uma compressão axial sobre o topo da cabeça,seguida de flexão lateral
para o lado a ser testado. Considera-se o teste positivo quando ocorre exacerbação
dos sintomas radiculares na extremidade, devido a compressão foraminalipsilateral a
inclinação. Dores cervicais podem estar relacionadas ao aumento da pressão sobre
os discos. O teste também pode ser realizado com extensão cervical mais
compressão axial, sendo indicativo de compressão articular (facetária). - 49Teste de Distração (tração-separação):Paciente sentado, o examinador posicionase
ao lado do paciente, com uma mão no mento e a outra na base do occipito
realizando uma tração na cervical, considera-se positivo se o paciente referir
melhora dos sintomas, sendo indicativo para compressão radicular. - 50Teste de Klein (artéria vertebral)Paciente em decúbito dorsal com a cabeça fora da
maca. O examinador posiciona-se atrás do paciente na ponta da mesa e realiza uma
extensão e rotação de cervical no paciente, a qual é mantida por 30 segundos.
Considera-se o teste positivo se o paciente relatar alguma tontura, náusea, visão
turva ou dor de cabeça, sendo indicativo de presença de compressão/insuficiência
da artéria vertebral. Esse teste não deve ser realizado em pacientes com alterações
vestibulares (labirintite).
Información
- Descripción
- Fichas sobre TESTES ESPECIAIS- CINEMÁTICA II, creado por Thamiris Silva el 19/09/2016.
- Creado por
- Thamiris Silva
- Visitas
- 29
- Valoración