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Daniela Oliveira Portugués

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Contenido del diagrama

  1. Capitalismo mercantil ou comercial: O capitalismo comercial foi empregado nas colônias da América, África e Ásia, donde a metrópole buscava riquezas e produtos nas novas terras, intensificando cada vez mais as relações comerciais.

  2. Fases do capitalismo:

    Capitalismo Comercial ou Mercantil (pré-capitalismo) – do século XV ao XVIII

    Capitalismo Industrial ou Industrialismo – séculos XVIII e XIX

    Capitalismo Financeiro ou Monopolista – a partir do século XX

  3. colonialismo é uma forma de imposição de autoridade de uma cultura sobre outra. A forma mais popular do colonialismo ocorre por interesses capitalistas, quando um país explora os recursos naturais do outro para crescer economicamente.

  4. Grandes Navegações:

    Vários fatores contribuíram

    O déficit em relação ao comércio com o Oriente

    O ocidente conseguia do Oriente açúcar, ouro, porcelanas, pedras preciosas, condimentos etc.

    Aliança entre burguesia e os reis

  5. EXPANSÃO ULTRAMARINA ESPANHOLA

    Somente após 1 século de atraso em comparação a Portugal é que os espanhóis começa

    CRONOLOGIA

    1492 – Colombo descobre a América

    De 1492 ate 1504 – descobrimento das Antilhas, Panamá e da América do Sul

    1504 – Américo Vespúcio afirmou que as terras descobertas por Colombo eram um novo continente.

    1513 – Nunes Balboa confirmou essa hipótese, atravessando por terra a América Central chegando ao Oceano Pacífico. Em homenagem a Vespúcio, deu o nome de América ao novo continente.

    Entre 1519 e 1522 - Fernão de Magalhães iniciou a primeira viagem de circunavegação.

  6. CONSEQUÊNCIAS DAS GRANDES NAVEGAÇÕES

    Sistema colonial português

    Dominação das civilizações asteca e inca pelos espanhóis

    Descoberta das minas de prata de Potosi (consideradas as maiores do mundo)

    Ampliação do comércio mundial

    Afluxo de metais preciosos

    Preparação das revoluções Comercial e Industrial

  7. EXPANSÃO ULTRAMARINA PORTUGUESA

    Portugal foi o primeiro país europeu a se aventurar pelos mares e vários foram os fatores que contribuíram para esse fato:

    Insuficiência portuguesa em metais preciosos para a cunhagem da moeda

    Falta de produtos agrícolas e de mão-de-obra

    Desejo de expandir a fé cristã

    Necessidade de novos mercado

  8. Expansionismo marítimo: Este termo se refere a um processo histórico de longa duração, ocorrido entre os séculos XV e XVII, que levou a uma expansão técnica-comercial na Europa. Tal expansão, por sua vez, conduziria a uma grande acumulação de capital neste continente, juntamente com o alargamento das fronteiras geopolíticas. Em seu conjunto, esta expansão marítima europeia é mais comumente chamada como as Grandes Navegações.

  9. INSTRUMENTOS NÁUTICOS

    A expansão portuguesa obrigou a uma evolução bastante rápida da Ciência Náutica, uma vez que se tornou necessário superar novos obstáculos. Os Portugueses praticavam uma navegação de cabotagem, utilizando a barca e o barinel, embarcações pequenas e frágeis, até ao século XV, altura em que foram substituídos pela Caravela e pela Nau. O desenvolvimento da navegação astronômica com novos instrumentos e técnicas de navegação e os progressos da Cartografia permitiram que os portugueses se aventurassem por mares nunca dantes navegados.

  10. Modos de localização:

    ASTROLÁBIO O astrolábio era um instrumento naval antigo, usado para medir a altura dos astros acima do horizonte e para determinar a posição dos astros no céu, tendo sido usado, durante muito tempo, como instrumento para a navegação marítima.

    QUADRANTE O quadrante, que tinha a forma de um quarto de círculo graduado de 0º a 90º e um fio de prumo no centro, tinha duas pínulas com um orifício, por onde se fazia pontaria à Estrela Polar. Este instrumento permitia determinar a distância entre o ponto de partida e o lugar onde a embarcação se encontrava, cujo o cálculo se baseava na altura desse astro.

    BÚSSOLA ​​​​​​A bússola foi provavelmente o instrumento de navegação e orientação mais usado durante os descobrimentos. Esta “pequena caixa” de madeira é compostas por uma agulha magnetizada colocada num plano horizontal e suspensa pelo seu centro de gravidade, que aponta sempre para o eixo norte-sul, ao seguir a direção do norte magnético da Terra, indicando-nos o Norte.

    BALESTILHA Este instrumento, que se supõe ter sido inventado pelos portugueses, é extremamente simples, sendo constituído por uma vara de madeira de secção quadrada e tendo cerca de 80 centímetros de comprimento. A sua função era medir a altura (em graus) que une o horizonte ao astro e, dessa forma, determinar os azimutes, antes e depois da sua passagem meridiana.

  11. CARAVELA A caravela foi uma embarcação criada pelos portugueses e usada durante a época dos descobrimentos nos séculos XV e XVI. Era uma embarcação rápida, de fácil manobra, capaz de bolinar e que, em caso de necessidade, podia ser movida a remos. Com cerca de 25 m de comprimento, 7 m de boca e 3 m de calado deslocava cerca de 50 toneladas, tinha 2 ou 3 mastros, convés único e popa sobrelevada. As velas latinas (triangulares) permitiam-lhe bolinar (navegar em ziguezague contra o vento).

    NAU Nau é uma denominação genérica dada a navios de grande porte até o século XV usados em viagens de grande percurso. Durante a época dos Descobrimentos, houve uma evolução dos tipos de navio utilizados.

    De grande porte, como castelos de proa e de popa, com dois, três ou quatro mastros, e com duas ou três ordens de velas sobrepostas, as naus eram imponentes e de armação arredondada, chegando a ter 600 toneladas no auge da Carreira da Índia.

    MAPA – PORTULANO Um portulano (do latim "portus", porto), ou portolano, é uma antiga carta náutica Europeia, datada do século XIII ou posterior. Estes mapas primitivos de origem italiana eram manuscritos em pergaminho. Não dispunham de um sistema de coordenadas geográficas (latitude e longitude), mas sim de rectas direcionais (linhas loxodrômicas ou de rumo) a partir de uma rosa-dos-ventos principal. Este tipo de traçado permitia calcular os pontos de acerto de rota de navegação com o simples auxílio da bússola.

  12. A Revolução Científica tornou o conhecimento mais estruturado e mais prático, absorvendo o empirismo como mecanismo para se consolidar as constatações.

  13. Diversos movimentos sociais, culturais e religiosas prestaram suas valiosas contribuições para o incremento da Revolução Científica. Aquele era o período do Renascimento, uma fase que pregava a volta da cultura Greco-romana e propagava a mudança de orientação do teocentrismo para o antropocentrismo. Outra característica era o humanismo, uma corrente de pensamento interessada em um pensamento mais crítico e, principalmente, valorizava mais os homens. Tais abordagens mudaram muito o pensamento humano.

  14. Antropocentrismo (do grego, anthropos "humano" e kentron "centro" que significa homem no centro) é um conceito, oposto ao Teocentrismo, que ressalta a importância do homem como um ser dotado de inteligência e, portanto, livre para realizar suas ações no mundo.

  15. Sin título
  16. Surgimento da burguesia: O renascimento urbano europeu teve início no século XI. A partir do crescimento comercial surgiu a burguesia, formada por comerciantes que desenvolveram o capitalismo.

  17. invenção da máquina de impressão em tipos móveis, mais conhecida como imprensa, pelo alemão Johannes Gutenberg, no século XV, provocou uma enorme revolução na modernidade: o processo de aceleração da produção de livros. Após a invenção da imprensa, imprimir e compor livros deixaram de ser práticas manuais e artesanais e tornaram-se uma produção em série mecanizada.

  18. Absolutismo

    Resultante do processo de centralização política das monarquias nacionais europeias, o absolutismo era um sistema político da Idade Moderna. Suas principais características são: ausência de divisão de poderes, poder concentrado no Estado e política econômica mercantilista.

  19. Reforma Protestante No século 16, na Europa central, foi iniciado um movimento de renovação da Igreja cristã denominado Reforma Protestante. Já no final da Idade Média vários fatores contribuíram para que isso ocorresse: a formação dos Estados Nacionais ou as modernas nações europeias, com toda a descentralização política e com príncipes limitando a autoridade do Imperador e com forte tensão entre o Estado e a Igreja.

  20. Feudalismo é um modo de produção ou a maneira como as pessoas produziam os bens necessários para sua sobrevivência. Durante a Idade Média, este foi um sistema de organização social que estabelecia como as pessoas se relacionavam entre si e o lugar que cada uma delas ocupava na sociedade.

  21. O período conhecido como Idade Moderna ocorreu entre os séculos XV e XVIII, sendo que seu início tem como marco o dia 29 de maio de 1453, com a tomada da cidade de Constantinopla pelos turcos otomanos, e seu término em 14 de julho de 1789, com a Revolução Francesa.

  22. Idade Moderna é o período compreendido entre a Idade Média e a Idade Contemporânea. Foi nesse período que surgiram as bases sociais e econômicas da sociedade atual. Idade Moderna foi uma das formas encontradas pelos historiadores para se dividir a história da humanidade.

  23. Na Idade Moderna, surgem o Pacto Colonial, o Metalismo, A Balança Comercial e os Monopólios, que fizeram com que grande parte do mundo capitalista que conhecemos hoje fosse criada.

  24. É o movimento conhecido como Renascimento que marca definitivamente a Idade Moderna de modo realmente determinante, com grandes artistas surgindo em diversas partes da Europa ocidental.

    Esse movimento gerou grandes clássicos da pintura, da literatura e da escultura, brindando a humanidade com algumas obras que são consideradas entre as mais importantes de toda a História até hoje.

  25. Monarquia Nacional Francesa A situação do Estado Francês só retornou à estabilidade com a ascensão de Luís XIV ao trono em 1661. Com Luís XIV, o absolutismo reencontrou sua estrutura bem acabada na França. Esse foi o monarca que também ficou conhecido como Rei Sol. Com Luís XIV, a doutrina do direito divino dos reis entrou em seu vigor máximo. Sua estrutura política era baseada em seu grupo de conselheiros, que, com o tempo, foram tornando-se governadores das províncias. Toda a fonte de poder emanava da figura do rei.

  26. Iluminismo O iluminismo foi um movimento contrário ao absolutismo.Seu objetivo era substituir a visão teocêntrica da Europa que foi espalhada na Idade Média por uma visão mais racional. seus pensadores atuaram nas mais diversas áreas científicas: economia, filosofia, sociologia, física e etc.O iluminismo tornou-se intenso nesses países, ainda mais na França e atingiu o seu apogeu no século XVIII, sendo chamado de Século das Luzes. Essas ideias trouxeram seguidores e foram as principais motivações para o surgimento da Revolução Francesa, cujo lema era liberdade, igualdade e fraternidade.

  27. Escravos na Era Moderna Mesmo com o desenvolvimento de outras formas de organização social, como o feudalismo na Europa e os modos de produção das civilizações pré-colombianas nas Américas, a escravidão jamais deixou de ser praticada em várias partes do mundo. Quando os portugueses e espanhóis se lançaram às navegações desafiando o Oceano Atlântico, a humanidade ingressava no que viria a ser a chamada Era Moderna. Ao desembarcarem nas costas da África, observaram o costume enraizado da escravização de povos negros por outros negros para o comércio com árabes que os empregavam em seus domínios ou os revendiam para o Oriente, as chamadas Índias.

  28. Antecedentes da Revolução Francesa

    Os motivos que levaram a população francesa a realizar uma revolução estavam ligados principalmente à estrutura feudal que ainda vigorava no país. O privilégio detido pela aristocracia e pelo clero obrigava camponeses a pagarem altos tributos. Além disso, problemas climáticos nos anos que antecederam a revolução causaram más colheitas, preços altos e fome entre grande parte do povo. As pessoas das cidades também estavam insatisfeitas, e novos grupos sociais surgiam com novos interesses, principalmente a burguesia.

  29. Para tentar aplacar as insatisfações, o rei Luís XVI convocou a Assembleia dos Estados Gerais, em 1788. Formavam os estados gerais três ordens: o clero, a nobreza e o povo. Porém, durante a Assembleia, não houve acordo entre as ordens. O rei dissolveu a assembleia. O povo rebelou-se contra o rei, invadindo a Bastilha, e apresentou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Os camponeses passaram a ocupar as terras dos senhores e a persegui-los, no que ficou conhecido como o “Grande Medo”. Tinha início a Revolução Francesa.

  30. Fase da Monarquia Constitucional (1789-1792)

    Além do Grande Medo e da Declaração dos Direitos dos Homens, caracterizaram essa fase a perda dos direitos que a aristocracia detinha desde o período feudal e a formação de uma monarquia constitucional, após a elaboração da primeira Constituição.

    Essas medidas geraram uma pressão por parte de outros países monárquicos que se sentiram receosos de que o processo revolucionário afetasse os ânimos de suas populações. Áustria e Prússia entraram em guerra com a França, em 1791. Em agosto desse mesmo ano, a Assembleia Legislativa, após pressão popular, destituiu Luís XVI de seu reinado. Foi proclamada a República e uma organização criada em Paris, chamada de Comuna Insurrecional, passou a administrar o país.

  31. Convenção Republicana e o Período do Terror (1792-1794)

    A Convenção Republicana tinha o interesse de elaborar uma nova Constituição, garantindo uma maior participação popular na administração do Estado, além de impedir o retorno de uma monarquia absoluta. Nesse período houve o aparecimento de divergências políticas internas, o que resultou na divisão entre girondinos, jacobinos e a planície. Com a consolidação da República, foi inaugurado um novo calendário, tendo o ano de 1792 como o ano I.

    A radicalização das propostas das classes mais baixas na hierarquia social levou à execução do rei Luís XVI e sua família na guilhotina. O fato dos girondinos terem se oposto às execuções resultou também na perda de suas cabeças na guilhotina. Tinha início o período do Terror.

  32. Através do período do Terror, subiram ao poder os jacobinos liderados por Robespierre. A nova Constituição entrou em vigor, garantindo o voto a todos os homens maiores de 21 anos. Foi sufocada a contrarrevolução interna e leis sociais foram promulgadas, entre elas, o fim da escravidão nas colônias e o preço máximo dos alimentos. No entanto, essas medidas e a centralização do poder por Robespierre, bem como o ordenamento de condenações tanto a inimigos quanto a aliados, deixaram-no isolado, sem base para manter o poder. Em julho de 1794, Robespierre foi guilhotinado, e os jacobinos perderam o poder de Estado.

  33. Diretório (1794-1799)

    A queda dos jacobinos representou a subida ao poder da alta burguesia. O Diretório era composto por cinco membros, e existiam ainda duas assembleias: a dos Anciãos e a dos Quinhentos. Essa fase representou o fortalecimento da burguesia e a volta de alguns privilégios, como o voto censitário e o fim das leis sociais do período anterior.

  34. Houve ainda tentativas de insurreições, como a de Graco Babeuf, líder da Conspiração dos Iguais, que pretendia destituir o Diretório e aprofundar as reformas sociais da Revolução Francesa. Babeuf foi guilhotinado, ilustrando o domínio da burguesia no poder do Estado. As disputas internas e as guerras externas criaram as condições para o fortalecimento do exército e de um dos seus principais generais, Napoleão Bonaparte. Com a criação do Consulado em 1799, tinha início a época Napoleônica.

  35. A revolução francesa

    Muitos fatores levaram à Revolução Francesa. O sistema de governo na época era a monarquia absoluta, que governou o país de forma antiquada, opressora e irresponsável. As classes mais baixas tinham sido oprimidas por muitos anos e, graças a filosofias do iluminismo, impostos injustos, fome e inspiração dos americanos, as classes mais baixas francesas eventualmente se levantaram e derrubaram o governo tirânico da monarquia francesa.

    No período que antecedeu a Revolução Francesa as classes trabalhadoras da França abraçaram os ideais iluministas defendidos por filósofos como Voltaire, Jean Jacques Rousseau, Diderot e Denis. Estes ideais são de liberdade e igualdade para todas as classes. Antes da Revolução a França foi governada por uma monarquia absoluta sob o controle do rei Luís XVI. Graças ao Iluminismo tal sistema de governo passou a ser desprezado. O povo da França preferiu um governo democrático que iria colocar o controle nas mãos de muitos em vez de nas mãos de uns poucos privilegiados.

  36. Crise Econômica e Política

    A crítica situação econômica, às vésperas da revolução de 1789, exigia reformas urgentes e gerava uma grave crise política. Ocorreu uma onda de falências, acompanhada de desempregos e queda de salários, arruinando o comércio nacional.

    As crises econômicas se juntaram às políticas, com demissão de ministros que haviam convocado a nobreza e o clero para contribuírem no pagamento de impostos.

    Pressionado pela crise, o rei Luís XVI convoca os Estados Gerais, uma assembleia formada pelas três divisões da sociedade francesa:

    Primeiro Estado - composto pelo clero;

    Segundo Estado - formado pela nobreza;

    Terceiro Estado - composto por todos aqueles que não pertenciam ao Primeiro nem ao Segundo Estado, no qual se destacava a burguesia.

  37. Consequências

    Em dez anos, de 1789 a 1799, a França passou por profundas modificações políticas, sociais e econômicas.

    A aristocracia do Antigo Regime perdeu seus privilégios, libertando os camponeses do antigos laços que os prendiam aos nobres e ao clero.

    Desapareceram as amarras feudais que limitavam as atividades da burguesia, e criou-se um mercado de dimensão nacional.

    A Revolução Francesa foi a alavanca que levou a França do estágio feudal para o capitalista e mostrou que a população era capaz de condenar um rei.

    Igualmente, instalou a separação de poderes e a Constituição, uma herança deixada para várias nações do mundo.

    Em 1799, a alta burguesia aliou-se ao general Napoleão Bonaparte, que foi convidado a fazer parte do governo.

    Sua missão era recuperar a ordem e a estabilidade do país, proteger a riqueza da burguesia e salvá-los das manifestações populares.

    Por volta de 1803 têm início as Guerras Napoleônicas, conflitos revolucionários imbuídos dos ideais da Revolução Francesa que teve como protagonista Napoleão Bonaparte. Foi uma das guerras mais importantes da história.

  38. Sin título
  39. Descobrimento da América

    A América foi descoberta em 12 de outubro de 1492 pelo navegador genovês Cristóvão Colombo (1452 - 1516). A viagem foi patrocinada pelos reis católicos de Espanha Fernando de Aragão e Isabel de Castela.

    Colombo, na verdade, esperava atingir as Índias em uma rota alternativa, pelo Oriente. A rota foi apoiada no mapa de outro italiano, o florentino Toscanelli, e apresentada ao rei de Portugal, Dom João II, que negou o apoio.

    Portugal, mais experiente nas grandes navegações, haviam apoiado a Espanha na unificação do território e na formação da monarquia. O país luso já atuava em viagens marítimas intercontinentais há mais de um século e duvidavam da rota apresentada pelos italianos.

  40. Caravelas de Colombo

    Com o apoio espanhol, Cristóvão Colombo partiu em agosto de 1942. As caravelas Nina e Pinta e a nau Santa Maria chegaram à América 61 dias depois, aportando nas Bahamas e, logo depois, em Cuba e Santo Domingo.

    Colombo acreditava ter aportado às Índias e tentou por mais quatro vezes chegar aos mercados indianos. Suas incursões resultaram no descobrimento das Antilhas, do Panamá e da América do Sul.

    Foi em 1504 que o navegador florentino a serviço da Espanha Américo Vespúcio (1454 - 1512) classificou como um continente as novas terras descobertas. O fato foi confirmado por Nunes Balboa em 1513. O navegador atravessou a América Central e chegou ao oceano Pacífico. É dele a autoria do nome do continente, América, em homenagem a Américo Vespúcio.

    Somente em 1519, o navegador português Fernão de Magalhães (1480 - 1521) iniciou a primeira viagem de circunavegação pelo Planeta. Ele partiu de Cádiz, passou pelo Atlântico e, de lá passou pelo estreito de Magalhães (em sua homenagem), chegando à Ásia.

    Magalhães morreu em 1521, combatendo nativos. A viagem foi concluída no ano seguinte por Sebastião del Cano. Essa viagem confirmou que a Terra é redonda.

  41. Tratado de Tordesilhas

    O Tratado de Tordesilhas foi assinado nem 1494 e consistia em um acordo que dividia as novas terras descobertas entre Espanha e Portugal.

  42. O colonialismo pode ser dividido em duas etapas: a primeira começa na Europa Ocidental entre os anos de 1415 e 1800. Foi liderada por Portugal e Espanha que criaram rotas pelas pelas Índias. Neste momento, o interesse era o comércio de especiarias. A segunda fase tem dois períodos. O primeiro vai de 1815 a 1880, quando a política expansionista vinha somente de países da Europa já estabelecidos. A segunda pode ser datada entre os anos de 1880 a 1914, quando chegou no continente africano, regiões asiáticas e do Pacífico.

  43. Nova Rota para o Oriente

    A busca por um comércio com o Oriente está entre os principais fatores que impulsionaram as grandes navegações. As trocas comerciais estavam limitadas e o Ocidente dependia mais do restante do mundo, comprando em quantidade maior que o Oriente.

    Do continente europeu saíam pedra, madeira, ferro, cobre, chumbo, estanho, carne, peixe, trigo, frutas, lã e linho. E do Oriente saía o açúcar, ouro, cânfora, porcelanas, pedras preciosas, pimenta, cravo, canela, noz-moscada, gengibre, drogas medicinais, bálsamos, unguentos, perfumes e óleos aromáticos.

    As mercadorias que saíam do Oriente rumo ao Ocidente eram transportadas por árabes em caravanas realizadas por terra até a Itália, aportando em Gênova, Veneza e Pisa.

    Como intermediárias, essas cidades monopolizavam o comércio do Mar Mediterrâneo e havia uma pressão das monarquias nacionais para a quebra do monopólio.

    Além do comércio paralisado, a união entre o Estado e a burguesia consistiu em outro importante fator para as grandes navegações. Era de interesse dos monarcas e burgueses financiar a tecnologia para subsidiar as incursões marítimas.

    Surgem, assim, os barineis, pequenos barcos de dois mastros e velas quadrangulares; seguidos pelas caravelas com três mastros e, por fim, as naus, mais sofisticadas e dotadas de leme. Da China saem a bússola e o astrolábio.

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  45. Sin título
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Diagrama sobre Sin título, creado por Daniela Oliveira el 01/09/2018.
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