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Diagrama de flujo

Sin título

Gustavo Dall'Orto Giuriato Portugués

Contenido del diagrama

  1. PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE AS MICOSES

  2. SUPERFICIAIS

  3. SUBCUTÂNEAS

  4. SISTÊMICA

  5. Micoses superficiais são definidas como o crescimento fúngico nos tecidos epiteliais, sem invasão do tecido vivo e sem provocar resposta infamatória no hospedeiro.

  6. Acometem a derme, tecido subcutâneo, músculos e fascias

  7. Acometem órgãos e sistemas internos

  8. OPORTUNISTAS

  9. Pitiriasis Versicolor

  10. Tínea Negra

  11. Piedra Negra

  12. Piedra Branca

  13. Etiologia

  14. Patogenese

  15. Diagnóstico

  16. Etiologia

  17. Diagnóstico

  18. Patogenese

  19. Etiologia

  20. Patogenese

  21. Diagnóstico

  22. Etiologia

  23. Diagnóstico

  24. Patogenese

  25. infecção fúngica da pele, caracterizada por lesões hipocrômicas ou hipercrômicas causada por leveduras lipofílicas

  26. ESPOROTRICOSE

  27. Cromoblastomicose

  28. Paracoccidioidomicose

  29. Coccidioidomicose

  30. Histoplasmose

  31. Criptococose

  32. Candidíase

  33. Aspergilose

  34. Mucormicose

  35. Fusariose

  36. Pneumocistose

  37. Tricosporonose

  38. Otomicoses

  39. Oculomicoses

  40. Etiologia

  41. Diagnóstico

  42. Patogenese

  43. Etiologia

  44. Diagnóstico

  45. Patogenese

  46. Etiologia

  47. Diagnóstico

  48. Patogenese

  49. Etiologia

  50. Diagnóstico

  51. Patogenese

  52. O diagnóstico clínico pode ser complementado pelo exame com a lâmpada de Wood e microscópico através da analise das escamas

  53. A doença se apresenta como máculas de tamanho, forma e cor variáveis, observadas mais comumente em áreas seborreicas do corpo, tórax, ombros, região cervical, zona proximal dos membros superiores, abdome, mas pode ocorrer em lugares inusitados como pênis, pálpebras, região submamária, ocorrendo com lesões descamativas.

  54. A tinea negra é infecção assintomática, superfcial, benigna caracterizada por lesões maculares, pouco descamativas de cor marrom a negro, mais comum nas regiões palmar e plantar, mas outras áreas do corpo podem ser acometidas.

  55. O exame microscópico de escamas da pele

  56. A Piedra Branca branca é infecção fúngica, superfcial benigna, que se caracteriza pela presença de nódulos claros ao redor dos pelos, de qualquer parte do corpo, causada por Trichosporon spp.

  57. O diagnóstico laboratorial é feito pela clarifcação dos pelos, contendo nódulos com posterios microscopia.

  58. A Piedra negra é micose assintomática, caracterizada pela presença de nódulos escuros firmemente aderentes ao pelo causada pelo fungo melanizado. Os nódulos são de forma e tamanhos variados

  59. O exame direto do pelo infectado clarifcado

  60. O agente da esporotricose é Sporothrix Schenckii, fungo dimórfco, ubiquitário na natureza, onde vive, principalmente, no solo e em vegetal.

    A forma clínica de manifestação depende do local de entrada do microorganismo

  61. A forma mais comum é a linfocutânea que compromete pele, tecido subcutâneo e gânglios linfáticos regionais. No local de penetração do fungo, forma-se uma lesão ulcerada e, geralmente, ao longo do trajeto de um linfático aparecem nódulos que amolecem, rompem-se e eliminam pus.

  62. A cromoblastomicose é também denominada cromomicose, dermatite verrucosa, dermatite verrucosa cromoparasitária.

  63. A infecção caracteriza-se pela formação de nódulos cutâneos verrugosos de desenvolvimento lento e, posteriormente, vegetações papilomatosas, que podem ou não se ulcerar, apresentando em seu conjunto o aspecto de couve-for nos estágios mais avançados da moléstia

  64. A paracoccidioidomicose pode resultar tanto da inalação de estruturas do fungo, consideradas infectantes, como da reativação de algum foco preexistente. A classifcação anatomopatológica da doença é baseada nos tipos clínicos apresentados: forma mucocutânea ou tegumentar, forma linfática ou ganglionar, forma visceral e formas mistas.

  65. O pulmão é o órgão mais frequentemente atingido, seguido pela mucosa da boca, havendo grande incidência de formas clínicas mistas. Histologicamente, as lesões de pele são abscessos ou infamações granulomatosas, com centros necróticos. Nos tecidos, pus, escarro etc

  66. O diagnóstico laboratorial baseia-se no exame microscópico direto do espécime clínico como pus, escarro secreções.

  67. A infecção estabelece-se pela inalação de artroconídios, transportados pelas correntes aéreas. Em aproximadamente 40% das pessoas. Às vezes, são observadas erupções cutâneas, como eritema multiforme nodoso, que provavelmente representam resposta alérgica aos antígenos do fungo ou aos tecidos por ele alterados.

  68. O diagnóstico presuntivo tem por base dados epidemiológicos, sintomas clínicos, resposta à coccidioidina e detecção de anticorpos. A presença de esférulas com endoconídios no material clínico ou em cortes de tecidos e o cultivo do fungo estabelecem o diagnóstico defnitivo

  69. A histoplasmose resulta da inalação do fungo, desenvolvendo-se a primoinfecção no pulmão. Na maioria dos indivíduos, o quadro infeccioso inicial é subclínico, assintomático, passando despercebido, ou com sintomas de infecção viral, do tipo resfriado comum

  70. O isolamento do fungo, em cultivo, é o método de comprovação diagnóstica mais seguro, com a desvantagem de ser demorado

  71. O fungo é inalado atingindo como primeiro órgão os pulmões, com tropismo para o SNC, ocasionando meningite criptocócica. A criptococose, como a candidíase, é uma das principais infecções em pacientes com AIDS, apresentando alta morbidade e mortalidade.

  72. O diagnóstico é feito pelo exame microscópico dos materiais clínicos – liquor, pus, escarro. A técnica de contraste pela tinta-da-china ou Nankin permite evidenciar a espessa cápsula do Cryptococcus

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Diagrama sobre Sin título, creado por Gustavo Dall'Orto Giuriato el 18/06/2022.
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