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COMBINATÓRIA

Eliesio Silva Matemática 2º ano Portugués

COMBINATÓRIA

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COMBINATÓRIA

  1. Permutações

    • Formas de ordenação dos elemento de um dado conjunto finito
    • SIMPLES
      •  Dados N objetos distintos a1, a2, ..., an,  o modo de cada Ordenação desses N é chamada Permutação Simples
      • Dados N objetos distintos a1, a2, ..., an, o modo de cada Ordenação desses N é chamada Permutação Simples
    • C/ ELEMENTOS REPETIDOS
      • Faz-se a permutação com todos os (N) elementos, divide-se pela quantidade de permutações entre os (n1,..., nN) elementos repetidos.
      • Faz-se a permutação com todos os (N) elementos, divide-se pela quantidade de permutações entre os (n1,..., nN) elementos repetidos.
    • CIRCULAR
      • Quando os elementos de um conjunto formam um ciclo. Por exemplo: roda de crianças, pessoas ao redor de uma mesa, etc. Neste tipo de permutação, é necessário a definição do ponto de partida para a contagem, Sendo N objetos, temos N pontos de partida.
      • Quando os elementos de um conjunto formam um ciclo. Por exemplo: roda de crianças, pessoas ao redor de uma mesa, etc. Neste tipo de permutação, é necessário a definição do ponto de partida para a contagem, Sendo N objetos, temos N pontos de partida.
  2. Arranjos Simples

    • São subconjuntos com elementos distintos formados por uma quantidade qualquer (p) de elementos, tais arranjos podem possuir  até (n) elementos, sendo que essa quantidade pode ser igual ou menor que a quantidade de elementos do conjunto.   
    • São subconjuntos com elementos distintos formados por uma quantidade qualquer (p) de elementos, tais arranjos podem possuir até (n) elementos, sendo que essa quantidade pode ser igual ou menor que a quantidade de elementos do conjunto.
  3. Combinações

    • SIMPLES
      • Quantidade de modos de escolher p objetos distintos entre  n objetos distintos dados
      • Quantidade de modos de escolher p objetos distintos entre n objetos distintos dados
    • COMPLETAS
      • Também chamada de Combinação com Repetição determina a quantidade de modos de escolher p objetos distintos ou não entre  n objetos distintos dados   
      • Também chamada de Combinação com Repetição determina a quantidade de modos de escolher p objetos distintos ou não entre n objetos distintos dados
  4. Métodos de Contagem

    • PRINCíPIO ADITIVO
      •   DIVIDIR PARA SOMAR: Atenção ao conetivo “ou” do problema. Em geral divide-se o problema em casos. Para conjuntos distintos, a intersecção é vazia, basta somar os eventos   
    • PRINCÍPIO MULTIPLICATICO
      •    DECISÕES EM SEQUÊNCIA: Atenção no conetivo “e”. Se um evento A pode ocorrer de m maneiras diferentes e, se para cada uma dessas m maneiras possíveis de A ocorrer, um outro evento B pode ocorrer de n maneiras diferentes, então o nº de maneiras de ocorrer o evento A seguido do evento B é m.n   
    • PRINCÍPIO DA INCLUSÃO/EXCLUSÃO
      • Forma para contar o número de elementos que pertencem à união de vários conjuntos não necessariamente disjuntos.  
      • Forma para contar o número de elementos que pertencem à união de vários conjuntos não necessariamente disjuntos.
    • PERMUTAÇÃO CAÓTICA
      • Uma permutação(Kn) dos números (1,2,...,n) é dita caótica quando nenhum número está no seu lugar primitivo.
      • Uma permutação(Kn) dos números (1,2,...,n) é dita caótica quando nenhum número está no seu lugar primitivo.
    • LEMAS DE KAPLANSKY
      • Determina o números de modos possíveis de formar um p-subconjunto (subconjuntos com p elementos) de {1,2,...,n} no qual não haja números consecutivos.   
      • sem números consecutivo
        • Determina o números de modos possíveis de formar um p-subconjunto (subconjuntos com p elementos) de {1,2,...,n} no qual não haja números consecutivos.
      • com 1 e n consecutivos
        • Determina o números de modos possíveis de formar um p-subconjunto (subconjuntos com p elementos) de {1,2,...,n} no qual não haja números exceto 1 e n consecutivos.
    • PRINCÍPIO DA REFLEXÃO
      • Geralmente relacionada a uma parte de um gráfico que se pode realizar uma reflexão em torno de um eixo arbitrário, com S: subida e D: descida.   
      • Geralmente relacionada a uma parte de um gráfico que se pode realizar uma reflexão em torno de um eixo arbitrário, com S: subida e D: descida.
    • PRINCÍPIO DAS GAVETAS
      • Se n objetos forem colocados em n-1 gavetas, então pelo menos uma delas conterá pelo menos 2 objetos. Equivalente a M objetos forem colocados em N gavetas, então pelo menos uma gaveta contém [(M - 1) / N] + 1 objetos.
      • Se n objetos forem colocados em n-1 gavetas, então pelo menos uma delas conterá pelo menos 2 objetos. Equivalente a M objetos forem colocados em N gavetas, então pelo menos uma gaveta contém [(M - 1) / N] + 1 objetos.
  5. Triângulo de Pascal

    • Quadro formado pelos  números binomiais  com p representando o número da linha e n representando o número da coluna, iniciando a contagem a partir do zero.   
    • PROPRIEDADES NOTÁVEIS DO T.P.
      • Relação de Stifel
        • Somando dois elementos consecutivos de uma mesma linha, obtém-se o elemento situado abaixo da última parcela. 
        • Somando dois elementos consecutivos de uma mesma linha, obtém-se o elemento situado abaixo da última parcela.
      • Relações Combinatórias Complementares
        • Em uma mesma linha do triângulo de Pascal, elementos equidistantes dos extremos são iguais.   
        • Em uma mesma linha do triângulo de Pascal, elementos equidistantes dos extremos são iguais.
      • Teorema das Linhas
        • A soma dos elementos da linha n vale 2^n
        • A soma dos elementos da linha n vale 2 elevado a n
    • NÚMEROS BINOMIAIS
      • Números binomiais, coeficientes binomiais ou ainda Números Combinatórios são números que determinam a combinação de n elementos tomados p a p.   
      • Números binomiais, coeficientes binomiais ou ainda Números Combinatórios são números que determinam a combinação de n elementos tomados p a p.
    • BINÔMIO DE NEWTON
      • Permite escrever na forma canônica o polinómio  correspondente à potência de um binómio para os números reais a e x e um número inteiro positivo n.  
      • Permite escrever na forma canônica o polinómio correspondente à potência de um binómio para os números reais a e x e um número inteiro positivo n.
      • Termo Geral
        • Permite determinar o valor de um termo qualquer  T de ordem k + 1 do binômio de Newton.   
        • Permite determinar o valor de um termo qualquer T de ordem k + 1 do binômio de Newton.
    • POLINÔMIO DE LEIBNIZ
      • Fórmula do multinômio de Newton é a generalização do binômio de Newton 
      • Fórmula do multinômio de Newton é a generalização do binômio de Newton
    • Quadro formado pelos números binomiais com p representando o número da linha e n representando o número da coluna, iniciando a contagem a partir do zero.
  6. PROBABILIDADE

    • Espaço amostral
      • Explicita o conjunto dos possíveis resultados de um experimento e calcula o número de elementos contidos nele.   
      • Explicita o conjunto dos possíveis resultados de um experimento e calcula o número de elementos contidos nele.
    • Espaço de probabilidade
      • Função P definida para todos os subconjuntos (A) do espaço amostral (chamados EVENTOS) observando-se as condições (1), (2) e (3)   
      • Função P definida para todos os subconjuntos (A) do espaço amostral (chamados EVENTOS) observando-se as condições (1), (2) e (3)
    • Probabilidade condicional
      • Probabilidade a posteriori ou condicional de B dado A é a relação entre a quantidade de elementos da interseção de dois eventos em  relação a quantidade de um deles.   
      • Probabilidade a posteriori ou condicional de B dado A é a relação entre a quantidade de elementos da interseção de dois eventos em relação a quantidade de um deles.
    • Diagrama de árvore
      • Também denominado árvore de probabilidades, pode ser usado para representar um espaço de probabilidade. Podendo ainda ser usado para representar as várias possibilidades de uma permutação ou  combinação (neste caso, é mais adequado chamá-lo de árvore de possibilidades)  
      • Também denominado árvore de probabilidades, pode ser usado para representar um espaço de probabilidade. Podendo ainda ser usado para representar as várias possibilidades de uma permutação ou combinação (neste caso, é mais adequado chamá-lo de árvore de possibilidades)
    • Distribuição binomial
      • Aplica-se a experimentos com apenas dois resultados possíveis, um deles será o sucesso (p) e o outro o fracasso (q).
      • Aplica-se a experimentos com apenas dois resultados possíveis, um deles será o sucesso (p) e o outro o fracasso (q).
    • Teorema Binomial
      • Determina a probabilidade de ocorrerem exatamente k sucessos em uma sequência de n eventos independentes, na qual a probabilidade de sucesso em cada evento é p.   
      • Determina a probabilidade de ocorrerem exatamente k sucessos em uma sequência de n eventos independentes, na qual a probabilidade de sucesso em cada evento é p.

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Descripción
Mapa conceitual de Combinatória e Probabilidade
Creado por
Eliesio Silva
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