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Mapa mental

TROMBOELASTOMETRIA

Danilo Lopes Módulo: Perda de Sangue Portugués

TROMBOELASTOMETRIA

Contenido del mapa

TROMBOELASTOMETRIA

  1. ROTEM®

    • demonstra a dinâmica da formação, estabilização e dissolução do coágulo, refletindo a hemostasia in vivo à beira do leito
      • TEG®
        • demonstra as alterações viscoelásticas do sangue por meio de uma representação gráfica durante o processo
          • utilizam sangue total, demonstrando as interações entre as diferentes células do sangue, suas características bioquímicas e podem ser realizada na temperatura do paciente
  2. desvantagens dos testes convencionais

    • índice normalizado internacional (INR), tempo de protrombina (TP) e o tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa)
    • não validados para prever e/ou orientar terapia na hemorragia aguda
    • avaliam apenas a geração de trombina determinada pelos fatores pró-coagulantes, sendo incapazes de demonstrar o equilíbrio hemostático entre fatores ativadores e inibidores da coagulação
    • não levam em consideração a interação dos fatores da coagulação com as plaquetas, os elementos celulares do sangue e o endotélio vascular
    • refletem pobre e tardiamente a hemostasia in vivo, pois se alteram quando os fatores de coagulação apresentam deficit maior que 50%.
    • a influência da hipotermia não é mensurada
  3. vantagens da TEM

    • em pacientes com trauma, a tromboelastografia demonstrou prever necessidades de transfusão
    • o emprego de novos reagentes, inibidores e ativadores, acelerou o resultado do exame e permitiu a identificação de diferentes distúrbios da coagulação
    • pode racionalizar hemotransfusões e otimizar o tratamento de pacientes graves com sangramento ativo, por guiar e individualizar a terapêutica
      • hemorragia maciça e transfusão de sangue estão associadas ao aumento da morbidade, da mortalidade e dos custos
  4. VARIÁVEIS

    • CT (ou R)
      • iniciação do coágulo, formação inicial de trombina e da polimerização do coágulo
      • prolongamento
        • deficiência de fatores de coagulação, ação de heparina (inclusive de baixo peso molecular) e warfarina
      • encurtamento
        • hipercoagulabilidade de qualquer etiologia
      • normal: 4-8min
      • pode ser usada como medida de reversão dos anticoagulantes
    • CFT (ou K)
      • intervalo entre o início da coagulação até que o coágulo chegue à sua máxima força
      • máxima força alcançada em 20mm de amplitude
      • tempo de formação do coágulo
    • ângulo α
      • normal: 47-74°
      • reflete a velocidade de formação do coágulo
        • quanto mais agudo, mais hipocoagulável; quanto mais obtuso, maior a tendência a hipercoagulabilidade
    • MCF (ou MA)
      • amplitude máxima
        • normal: 20-30mm
      • reflete a maior estabilização do coágulo pela polimerização da fibrina
      • envolve a interação entre as plaquetas, o fibrinogênio e o fator XIII
    • A5 a A30
      • momentos de análise da amplitude do coágulo (5min a 30min)
    • ML (ou LY30)
      • % de lise após alcançar o MCF
        • normal: 0-8%
      • reflete a estabilidade do coágulo
        • aumenta com a fibrinólise alterada
  5. TESTES REAGENTES

    • INTEM
      • avalia via intrínseca
        • fatores XII, XI, IX, VIII, X, V, II, I, e von Willebrand
      • ativação ocorre na fase de contato pelo ácido elágico
    • EXTEM
      • ativação pela tromboplastina ou fator tissular
      • avalia via extrínseca
        • fatores vitamina K-dependentes: II, VII, IX, X
    • FIBTEM
      • adição de citocalasina D inibe a função plaquetária, permitindo a avaliação isolada do fibrinogênio.
      • O coágulo resultante é dependente apenas da formação e da polimerização da fibrina
    • HEPTEM
      • A adição de heparinase degrada a heparina presente na amostra. Quando o teste de HEPTEM corrige alteração do CT vista no INTEM, define-se como sangue heparinizado, caso contrário, configura-se deficiência de fatores de cogulação
    • APTEM
      • Pela adição de aprotinina ao reagente, ocorre inibição da fibri nólise. Caso haja correção do ML em relação ao EXTEM, caracteriza-se a hiperfibrinólise verdadeira (ML>15%)

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Información

Descripción
Fontes: Crochemore T, Piza FM, Rodrigues RR, Guerra JC, Ferraz LJ, Corrêa TD. A nova era da tromboelastometria. Einstein. 2017;15(3):380-5. Raffán, F., Ramírez, F.J. y cols. Tromboelastografía. Rev. Col. Anest. 33: 181, 2005.
Creado por
Danilo Lopes
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