Mapa mental
TROMBOELASTOMETRIA

Contenido del mapa
TROMBOELASTOMETRIA
ROTEM®
- demonstra a dinâmica da formação, estabilização e dissolução do coágulo, refletindo a hemostasia in vivo à beira do leito
- TEG®
- demonstra as alterações viscoelásticas do sangue por meio de uma representação gráfica durante o processo
- utilizam sangue total, demonstrando as interações entre as diferentes células do sangue, suas características bioquímicas e podem ser realizada na temperatura do paciente
- demonstra as alterações viscoelásticas do sangue por meio de uma representação gráfica durante o processo
- TEG®
- demonstra a dinâmica da formação, estabilização e dissolução do coágulo, refletindo a hemostasia in vivo à beira do leito
desvantagens dos testes convencionais
- índice normalizado internacional (INR), tempo de protrombina (TP) e o tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa)
- não validados para prever e/ou orientar terapia na hemorragia aguda
- avaliam apenas a geração de trombina determinada pelos fatores pró-coagulantes, sendo incapazes de demonstrar o equilíbrio hemostático entre fatores ativadores e inibidores da coagulação
- não levam em consideração a interação dos fatores da coagulação com as plaquetas, os elementos celulares do sangue e o endotélio vascular
- refletem pobre e tardiamente a hemostasia in vivo, pois se alteram quando os fatores de coagulação apresentam deficit maior que 50%.
- a influência da hipotermia não é mensurada
vantagens da TEM
- em pacientes com trauma, a tromboelastografia demonstrou prever necessidades de transfusão
- o emprego de novos reagentes, inibidores e ativadores, acelerou o resultado do exame e permitiu a identificação de diferentes distúrbios da coagulação
- pode racionalizar hemotransfusões e otimizar o tratamento de pacientes graves com sangramento ativo, por guiar e individualizar a terapêutica
- hemorragia maciça e transfusão de sangue estão associadas ao aumento da morbidade, da mortalidade e dos custos
VARIÁVEIS
- CT (ou R)
- iniciação do coágulo, formação inicial de trombina e da polimerização do coágulo
- prolongamento
- deficiência de fatores de coagulação, ação de heparina (inclusive de baixo peso molecular) e warfarina
- encurtamento
- hipercoagulabilidade de qualquer etiologia
- normal: 4-8min
- pode ser usada como medida de reversão dos anticoagulantes
- CFT (ou K)
- intervalo entre o início da coagulação até que o coágulo chegue à sua máxima força
- máxima força alcançada em 20mm de amplitude
- tempo de formação do coágulo
- ângulo α
- normal: 47-74°
- reflete a velocidade de formação do coágulo
- quanto mais agudo, mais hipocoagulável; quanto mais obtuso, maior a tendência a hipercoagulabilidade
- MCF (ou MA)
- amplitude máxima
- normal: 20-30mm
- reflete a maior estabilização do coágulo pela polimerização da fibrina
- envolve a interação entre as plaquetas, o fibrinogênio e o fator XIII
- amplitude máxima
- A5 a A30
- momentos de análise da amplitude do coágulo (5min a 30min)
- ML (ou LY30)
- % de lise após alcançar o MCF
- normal: 0-8%
- reflete a estabilidade do coágulo
- aumenta com a fibrinólise alterada
- % de lise após alcançar o MCF
- CT (ou R)
TESTES REAGENTES
- INTEM
- avalia via intrínseca
- fatores XII, XI, IX, VIII, X, V, II, I, e von Willebrand
- ativação ocorre na fase de contato pelo ácido elágico
- avalia via intrínseca
- EXTEM
- ativação pela tromboplastina ou fator tissular
- avalia via extrínseca
- fatores vitamina K-dependentes: II, VII, IX, X
- FIBTEM
- adição de citocalasina D inibe a função plaquetária, permitindo a avaliação isolada do fibrinogênio.
- O coágulo resultante é dependente apenas da formação e da polimerização da fibrina
- HEPTEM
- A adição de heparinase degrada a heparina presente na amostra. Quando o teste de HEPTEM corrige alteração do CT vista no INTEM, define-se como sangue heparinizado, caso contrário, configura-se deficiência de fatores de cogulação
- APTEM
- Pela adição de aprotinina ao reagente, ocorre inibição da fibri nólise. Caso haja correção do ML em relação ao EXTEM, caracteriza-se a hiperfibrinólise verdadeira (ML>15%)
- INTEM
Imágenes y archivos del mapa
Información
- Descripción
- Fontes: Crochemore T, Piza FM, Rodrigues RR, Guerra JC, Ferraz LJ, Corrêa TD. A nova era da tromboelastometria. Einstein. 2017;15(3):380-5. Raffán, F., Ramírez, F.J. y cols. Tromboelastografía. Rev. Col. Anest. 33: 181, 2005.
- Creado por
- Danilo Lopes
- Visitas
- 7
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