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Mapa mental

FRATURA EXPOSTA

Hellen Guinosa Portugués

FRATURA EXPOSTA

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FRATURA EXPOSTA

  1. ·

    • Tratamento
      • 1) ATLs, avaliação neurovascular do membro, curativo oclusivo e imobilização provisória, ATB + tetanoprofilaxia
        • *Curativo oclusivo: isolamento da ferida do meio externo, realinhar membro, não reduzir a fratura para dentro, imobilização para proteção das partes moles de novos traumas, evitar reavaliações da ferida.
        • *ATB: Cefalosporina 1ªG (cefalotina) para fratura tipo I e II, cefalosporina 1ªG (cefalotina) +aminoglicosídeo (gentamicina) fratura tipo III, associação com penicilina na suspeita de contaminação por anaeróbio, duração 48h,
        • *Tétano: imunização há < 5 anos (não fazer), imunização > 5 anos (vacinação toxóide tetanico), se desconhece (vacina + imunoglobulina para tétano)
        • 2) Debridamento no centro cirúrgico, remoção dos tecidos necróticos e corpos estranhos, degermação da pele do meio para fora, evitar penetração da solução antisséptica nos tecidos expostos, iniciar irrigação após completa retirada de tecido desvitalizado. Debridar qualquer tecido necrótico! Necrose muscular (4C = coloração escura, consistência endurecida, contratilidade ausente após estímulo mecânico ou elétrico, C)
        • 3) Irrigação com ringer ou SF 0,9%, 10 L para tipo III e 5 L para tipo I e II
        • 4) Estabilizar fratura: restabelece o comprimento e alinhamento ósseo > restabelece a tensão das partes moles > diminui hematoma, probabilidade de infecção e dos espaços mortos.
          • Fixador externo (politrauma, pouco dano em partes moles, rápido e menos invasivo, fácil acesso a ferida para curativo e enxerto).
          • Placa e parafusos (fratura articular e matafisária, cobertura cutânea presente, maior desperiostização, agride mais o sítio cirúrgico).
          • Fechamento primário (ferida limpa, tipo I e II, sutura sem tensão, ausência de espaço morto)
  2. Ruptura na pele e nos tecidos moles subjacentes (invólucro) permitindo a comunicação óssea direta ou de seu hematoma fraturário com o ambiente (comunicação com meio externo)

  3. H> M. Acidente de moto, alta energia (arma de fogo) e em casa (menor risco de infecção)

  4. Tempo: < 6h contaminada, 6-12h potencialmente infectada e > 12h infectada (não faz cirurgia definitiva pq vai infeccionar)

  5. Osso mais acometido é a tíbia, diáfise do fêmur e do proximal da tíbia (trauma de maior energia). MMII é mais grave do que MMSS.

  6. RX esclarece a suspeita de fratura

  7. Classificação

    • Parâmetros: gravidade + prognóstico > tratamento cirúrgico!
    • História e mecanismo do trauma, estado vascular da extremidade, tamanho da ferida cutânea, tamanho da lesão muscular, desperiostização, desvitalização óssea, traço de fratura, cominuição e/ou perda óssea, contaminação, síndrome compartimental
    • Fatores que modificam a classificação de gustilo: sinais de alta energia (fratura segmentar e perda óssea) e contaminação (locais de alta contaminação (solo, água, defritis fecais) e mordidas humanas ou de animais)

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  • FRATURA EXPOSTA

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Mapa Mental sobre FRATURA EXPOSTA, creado por Hellen Guinosa el 14/11/2019.
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Hellen Guinosa
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