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Relíquia
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Relíquia
Este livro conta a história de Teodorico. O avô de Teodorico era padre, e seu pai se beneficiou dessa influência e conseguiu um excelente emprego que lhe permitiu ingressar em um Ambiente social próspero, sendo casado com a filha do Comandante Gordinho. Porém, a mãe de Teodorico morreu logo após o parto, seguida por seu avô e pai. O menino ficou totalmente órfão aos sete anos. Ele vai morar com a piedosa tia Dona Maria do Patrocínio. Ele começou a receber educação religiosa, o que era inconsistente com seu caráter
O romance é narrado em primeira pessoa.
Teodorico Raposo, o “Raposão”, assume a empreitada da escrita com o seguinte propósito, segundo afirma no prólogo: “decidi compor, nos vagares deste verão, na minha quinta do Mosteiro […], as memórias da minha vida” […] “Esta jornada à terra do Egito e à Palestina permanecerá sempre como a glória superior da minha carreira; e bem desejaria que dela ficasse nas letras, para a posteridade, um “monumento airoso e maciço”.
A história se passa na sua infância, com o pai, na adolescência, órfão, com a tia; na juventude, em Lisboa, passando pela faculdade de Coimbra e, depois, a viagem à Terra Santa, principal local da narrativa, onde se passa a maior parte das suas aventuras.
Teodorico Raposo: Conhecido como “Raposão”, é o narrador da história. Sobrinho de Dona Maria do Patrocínio, ele é um personagem extremamente complexo e de múltiplas facetas. Teodorico não é um personagem tipo plano - um sujeito previsível - , ao contrário, ele é capaz do melhor e do pior e vai se descobrindo ao longo do livro.
- Dona Maria do Patrocínio: Conhecida também como D. Patrocínio das Neves, Tia Patrocínio ou Titi. Rica e religiosa, a tia é uma beata da Igreja que segue a risca os ensinamentos do padre Negrão. Após a morte dos pais de Teodorico, Dona Maria adota o menino que passa a ser sua responsabilidade. A senhora se compromete com a educação do rapaz (envia-o para um internato e depois para estudar Direito em Coimbra) e com a formação religiosa, incentivando-o à frequentar a Igreja e a cumprir os rituais e preces.
- Crispim: Profundamente amigo de Raposão desde os tempos da escola. Crispim se tornará o cunhado do grande amigo quando ele se apaixonar pela sua irmã, com quem se casará. Adélia: Primeira paixão de Raposão. Os dois se conhecem quando o rapaz vai visitar a tia, em Lisboa, durante umas férias da faculdade de Direito, em Coimbra. Teodorico para agradar a tia acaba deixando Adélia de lado em função da rotina religiosa. Revoltada, a moça o abandona.
- Topsius: Amigo de Raposão. De origem alemã, é um estudioso historiador que conhece em Alexandria enquanto segue para Jerusalém. Topsius escreve um livro para narrar a viagem e insere lá Raposão, que fica sendo identificado como o "ilustre fidalgo português".
- Miss Mary: Uma inglesa que se tornará amante de Raposão por pouco tempo. Os dois vivem dias tórridos de amor e volúpia em Alexandria, mas o rapaz precisa deixá-la para trás para seguir rumo à Terra Santa. Mary deseja deixar uma lembrança com Teodorico, por isso o oferece uma camisola sexy e um bilhete, que são entregues embrulhados. Por uma confusão do protagonista, que troca acidentalmente as embalagens, a tia recebe o embrulho de Mary e não a coroa de espinhos que o sobrinho havia mandado confeccionar.
- Topsius: Amigo de Raposão. De origem alemã, é um estudioso historiador que conhece em Alexandria enquanto segue para Jerusalém. Topsius escreve um livro para narrar a viagem e insere lá Raposão, que fica sendo identificado como o "ilustre fidalgo português".
- Crispim: Profundamente amigo de Raposão desde os tempos da escola. Crispim se tornará o cunhado do grande amigo quando ele se apaixonar pela sua irmã, com quem se casará. Adélia: Primeira paixão de Raposão. Os dois se conhecem quando o rapaz vai visitar a tia, em Lisboa, durante umas férias da faculdade de Direito, em Coimbra. Teodorico para agradar a tia acaba deixando Adélia de lado em função da rotina religiosa. Revoltada, a moça o abandona.
- Dona Maria do Patrocínio: Conhecida também como D. Patrocínio das Neves, Tia Patrocínio ou Titi. Rica e religiosa, a tia é uma beata da Igreja que segue a risca os ensinamentos do padre Negrão. Após a morte dos pais de Teodorico, Dona Maria adota o menino que passa a ser sua responsabilidade. A senhora se compromete com a educação do rapaz (envia-o para um internato e depois para estudar Direito em Coimbra) e com a formação religiosa, incentivando-o à frequentar a Igreja e a cumprir os rituais e preces.
1ª pessoa : prólogo
Duplicidade do caráter
Julgamento dos valores burgueses
Dividido em cinco capítulos
Ao criar um “narrador-autor” de suas memórias, um tanto cético, prepotente, orgulhoso de sua “carreira”, sem o peso do trabalho nas próprias costas, dado aos desejos mundanos e à boa vida burguesa, o leitor brasileiro logo o associará ao Brás Cubas, protagonista das “Memórias póstumas…”, obra maior do Realismo brasileiro, escrita por Machado de Assis, publicada em 1881.
Esta obra é da segunda fase do autor Eça de Queiroz, na qual ele segue o REALISMO.
Seus personagens são uma alegoria de determinados tipos de pessoas em Portugal. Por exemplo, ele faz um retrato da burguesia e da hipocrisia.
A narrativa está em primeira pessoa, o próprio Teodorico é quem nos conta sua vida.
Información
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- Mapa Mental sobre Relíquia, creado por giovanna estevam el 10/08/2020.
- Creado por
- giovanna estevam
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