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MEMÓRIA

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MEMÓRIA
TIPOS DE MEMÓRIA
- A memória é dividida em dois grandes tipos
- MEMÓRIA DECLARATIVA
- A memória declarativa é a direcionada a fatos e eventos, e tem alguns subtipos como memórias episódicas, autobiográficas, de nossas experiências de vida, e as memórias semânticas, de fatos.
- MEMÓRIA DE LONGO PRAZO
- Memórias de longo prazo são aquelas que você pode recordar dias, meses ou anos após terem sido originalmente armazenadas. A informação que constitui a memória de longo prazo representa, naturalmente, apenas uma fração daquilo que experimentamos diariamente. A maior parte da informação é mantida no encéfalo apenas temporariamente, na ordem de horas
- MEMÓRIA DE CURTO PRAZO
- Essas memórias de curto prazo têm em comum a propriedade de serem vulneráveis. Por exemplo, a memória de curto prazo pode ser apagada por um trauma na cabeça ou por eletroconvulsoterapia (ECT), que é usada para tratar doenças psiquiátricas. Contudo, o mesmo trauma e a ECT não afetam memórias de longo prazo, as quais foram armazenadas muito tempo atrás (p. ex., memórias da infância).
- Essas observações levaram à ideia de que fatos e eventos são armazenados na memória de curto prazo, e que um subconjunto deles é convertido em memórias de longo prazo por meio de um processo chamado de consolidação da memória
- Essas memórias de curto prazo têm em comum a propriedade de serem vulneráveis. Por exemplo, a memória de curto prazo pode ser apagada por um trauma na cabeça ou por eletroconvulsoterapia (ECT), que é usada para tratar doenças psiquiátricas. Contudo, o mesmo trauma e a ECT não afetam memórias de longo prazo, as quais foram armazenadas muito tempo atrás (p. ex., memórias da infância).
- MEMÓRIA DE TRABALHO
- Uma segunda forma de armazenamento da memória, inteiramente distinta, com duração na ordem de segundos, é a memória de trabalho. Distintamente da memória de curto prazo, discutida acima, as memórias de trabalho são limitadas de forma aguda em sua capacidade e requerem ensaio.
- Diz-se frequentemente que a memória de trabalho é aquela informação que retemos “na mente”. Quando alguém lhe diz seu número de telefone, você pode retê-lo por um tempo limitado, repetindo o número para si mesmo. Manter uma memória viva pela repetição é o apanágio da memória de trabalho. Se o número for muito longo (p. ex., um número de telefone com números extras para um país estrangeiro), você pode ter problemas para lembrá-lo.
- Esse número pode ser, eventualmente, consolidado em uma memória de longo prazo. A memória de trabalho é comumente estudada medindo-se o span de dígitos de uma pessoa, o máximo de números escolhidos ao acaso que uma pessoa pode repetir após ouvir a lista ser lida. O span de dígitos normalmente é sete, mais ou menos dois. A memória de trabalho distingue-se da memória de curto prazo por sua capacidade muito limitada, a necessidade de repetição e a duração muito curta
- Diz-se frequentemente que a memória de trabalho é aquela informação que retemos “na mente”. Quando alguém lhe diz seu número de telefone, você pode retê-lo por um tempo limitado, repetindo o número para si mesmo. Manter uma memória viva pela repetição é o apanágio da memória de trabalho. Se o número for muito longo (p. ex., um número de telefone com números extras para um país estrangeiro), você pode ter problemas para lembrá-lo.
- Uma segunda forma de armazenamento da memória, inteiramente distinta, com duração na ordem de segundos, é a memória de trabalho. Distintamente da memória de curto prazo, discutida acima, as memórias de trabalho são limitadas de forma aguda em sua capacidade e requerem ensaio.
- MEMÓRIA DE LONGO PRAZO
- A memória declarativa é a direcionada a fatos e eventos, e tem alguns subtipos como memórias episódicas, autobiográficas, de nossas experiências de vida, e as memórias semânticas, de fatos.
- MEMÓRIA NÃO DECLARATIVA
- Existem alguns tipos de memória não declarativa mas a principal é a procedural seja, a memória para habilidades, hábitos e comportamentos.
- MEMÓRIA PROCEDURAL
- A formação de memórias procedurais pode se dar mediante duas classes de aprendizado, não associativo ou associativo.
- Aprendizado Não Associativo
- O aprendizado não associativo descreve uma mudança na resposta comportamental que ocorre ao longo do tempo em resposta a um único tipo de estímulo. Existem dois tipos: habituação e sensitização.
- Suponhamos que você viva em uma casa onde existe um único telefone. Quando o telefone soa, você corre para atendê-lo, mas a cada vez a chamada é para outra pessoa. Com o tempo, você para de reagir à campainha do telefone e, eventualmente, nem mesmo a ouve.
- Esse tipo de aprendizado, a habituação, consiste em aprender a ignorar um estímulo que não tenha significado
- Agora, suponhamos que você esteja andando pela calçada à noite em uma rua bem iluminada e, subitamente, ocorre um blecaute. Você ouve passos às suas costas e, embora isso normalmente não o perturbe, agora você se apavora. Faróis de carros aparecem, e você reage afastando-se da rua
- O forte estímulo sensorial (o blecaute) causou sensitização, uma forma de aprendizado que intensifica sua resposta a todos os estímulos, mesmo àqueles que previamente evocavam pouca ou nenhuma reação
- Suponhamos que você viva em uma casa onde existe um único telefone. Quando o telefone soa, você corre para atendê-lo, mas a cada vez a chamada é para outra pessoa. Com o tempo, você para de reagir à campainha do telefone e, eventualmente, nem mesmo a ouve.
- O aprendizado não associativo descreve uma mudança na resposta comportamental que ocorre ao longo do tempo em resposta a um único tipo de estímulo. Existem dois tipos: habituação e sensitização.
- Aprendizado Associativo.
- No aprendizado associativo, o comportamento é alterado pela formação de associações entre eventos; isso contrasta com a resposta alterada a um único estímulo no aprendizado não associativo. Dois tipos de aprendizado associativo são normalmente considerados: condicionamento clássico e condicionamento operante (ou instrumental).
- O condicionamento clássico foi descoberto e caracterizado em cães pelo famoso fisiologista russo Ivan Pavlov por volta do fim do século XIX. O condicionamento clássico envolve a associação entre um estímulo que evoque uma resposta mensurável e um segundo estímulo que, normalmente, não evoca essa resposta
- O primeiro tipo de estímulo, aquele que normalmente evoca a resposta, é chamado de estímulo incondicionado (EI), pois não há necessidade de treino (condicionamento) para que ele determine uma resposta.
- O segundo tipo de estímulo, aquele que normalmente não evoca essa mesma resposta, é chamado de estímulo condicionado (EC), pois requer treino (condicionamento) antes que ele evoque essa resposta.
- Nos experimentos de Pavlov, o EI era a visão de um naco de carne, e a resposta do cão era a salivação.
- Nos experimentos de Pavlov, o EC era um estímulo auditivo, como o som de uma campainha.
- Após muitas dessas apresentações pareadas, a carne foi retirada, e o animal salivava apenas com a apresentação do som. O cão havia aprendido uma associação entre o som (EC) e a apresentação da carne (EI) . A resposta aprendida ao estímulo condicionado é chamada de resposta condicionada (RC).
- Nos experimentos de Pavlov, o EC era um estímulo auditivo, como o som de uma campainha.
- O primeiro tipo de estímulo, aquele que normalmente evoca a resposta, é chamado de estímulo incondicionado (EI), pois não há necessidade de treino (condicionamento) para que ele determine uma resposta.
- O condicionamento operante, ou instrumental, foi descoberto e estudado pelo psicólogo Edward Thorndike, da Universidade Columbia, no início do século passado. No condicionamento instrumental, o indivíduo aprende a associar uma resposta, um ato motor, a um estímulo significativo, geralmente uma recompensa, como, por exemplo, comida.
- Por exemplo, considere o que acontece quando um rato faminto é colocado em uma caixa com uma alavanca que,quando acionada, libera alimento. Durante a exploração da caixa, o rato bate na alavanca e aparece uma certa porção de alimento. Após esse feliz acidente acontecer umas poucas vezes, o rato aprende que pressionar a alavanca leva a uma recompensa, a porção de alimento.
- O rato trabalha, pressionando a alavanca, e come o alimento até que não tenha mais fome. Assim como no condicionamento clássico, uma relação preditiva é aprendida durante o condicionamento operante.
- No condicionamento clássico, aprende-se que um estímulo (EC) prediz outro estímulo (EI). No condicionamento operante, aprende-se que um determinado comportamento está associado a uma determinada consequência. Uma vez que a motivação tem um papel tão importante no condicionamento operante (afinal de contas, apenas um rato faminto pressionará a alavanca por comida como recompensa), os circuitos neurais envolvidos são consideravelmente mais complexos do que aqueles envolvidos no condicionamento clássico simples.
- O rato trabalha, pressionando a alavanca, e come o alimento até que não tenha mais fome. Assim como no condicionamento clássico, uma relação preditiva é aprendida durante o condicionamento operante.
- Por exemplo, considere o que acontece quando um rato faminto é colocado em uma caixa com uma alavanca que,quando acionada, libera alimento. Durante a exploração da caixa, o rato bate na alavanca e aparece uma certa porção de alimento. Após esse feliz acidente acontecer umas poucas vezes, o rato aprende que pressionar a alavanca leva a uma recompensa, a porção de alimento.
- O condicionamento clássico foi descoberto e caracterizado em cães pelo famoso fisiologista russo Ivan Pavlov por volta do fim do século XIX. O condicionamento clássico envolve a associação entre um estímulo que evoque uma resposta mensurável e um segundo estímulo que, normalmente, não evoca essa resposta
- No aprendizado associativo, o comportamento é alterado pela formação de associações entre eventos; isso contrasta com a resposta alterada a um único estímulo no aprendizado não associativo. Dois tipos de aprendizado associativo são normalmente considerados: condicionamento clássico e condicionamento operante (ou instrumental).
- Aprendizado Não Associativo
- A formação de memórias procedurais pode se dar mediante duas classes de aprendizado, não associativo ou associativo.
- MEMÓRIA PROCEDURAL
- Existem alguns tipos de memória não declarativa mas a principal é a procedural seja, a memória para habilidades, hábitos e comportamentos.
- MEMÓRIA DECLARATIVA
- A memória é dividida em dois grandes tipos
Aprendizado é a aquisição de novos conhecimentos ou habilidades. Memória é a retenção da informação aprendida. Aprendemos e lembramos de muitas coisas diferentes, e é importante darmo-nos conta de que cada uma dessas coisas pode não ser processada e armazenada pela mesma maquinaria neural. Não existe uma única estrutura encefálica ou apenas um mecanismo celular capaz de, individualmente, dar conta de tudo que se aprende
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- Descripción
- Mapa Mental sobre MEMÓRIA, creado por MURILO DESENZI VIEIRA el 28/04/2021.
- Creado por
- MURILO DESENZI VIEIRA
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