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Liturgia e História
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Liturgia e História
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- IMERSÃO LITÚRGICA
- VIVÊNCIA PROFUNDA DA LITURGIA
- FORMÇÃO lITÚRGICA
- É O VEÍCULO = É A FERRAMENTA
- E NÃO O DESTINO = É A EXPERIÊNCIA DO MISTÉRIO
- IMERSÃO LITÚRGICA
SUJEITO DA IMERSÃO
- NÃO É SOMENTE O RELIGIOSO
- O HORIZONTE É A TOTALIDADE DA PESSOA = ENCONTRO PESSOAL COM CRISTO
ESPÍRITO DE IMERSÃO
- MISTAGOGIA = EXPERIÊNCIA VITAL DO MISTÉRIO CELEBRADO
- É O ESPÍRITO QUE SUSTENTA O MISTÉRIO
ÂMBITO
- GLOBAL = vida no espírito
- ECLESIAL = comunhão
- SACRAMENTAL = ritualidade litúrgica
LITURGIA, COSMOS E HISTÓRIA
- 1 -IMPERTINÊNCIA RELIGIOSA DA OPOSIÇÃO ENTRE COSMOS E HISTÓRIA
- 1. 1 - toda orientação da história (realidade integral)
- 1. 2 - não está a margem da história (tempo/espaço
- 1. 3 - COSMOS = tudo o que existe com ordem.
- NO ÂMBITO CRISTÃO
- CRIAÇÃO = elemento cósmico
- entre ambos(criação e redenção)não há uma separação
- REDENÇÃO = elemento histórico
- CRIAÇÃO = elemento cósmico
- NO ÂMBITO CRISTÃO
- 2 - RELIGIÕES NATURAIS E DEMAIS TRADIÇÕES
- 2. 1 - culto e cosmos encontram--se vinculados
- 2. 2 - o culto não serve apenas à consciência comunitária
- 2. 3 -FINALIDADE DO CULTO = é o alcance cósmico, universal e integral
- 3 - IMPRECISÃO DO ELEMENTO CÓSMICO
- 3. 1 - SISTEMA DE TROCA = os deuses "sustentam" o mundo e os homens os "agradam"
- 3. 2 - SISTEMA POLARIZADO E DESBALANCEADO
- o ser humano intervém no divino e os deuses em consequência os não se preocupam com o Homem.
- 4 - SIGNIFICADO DO SÁBADO DIMENSIONA O CULTO CRISTÃO
- o sábado seria apenas uma espécie de libertação/igualdade antropológico social
- um "favor" de Deus porque "agradado" pelo trabalho humano?!
- na verdade o sábado tem como significado a aliança entre Deus e o Homem
- dimensionado o sábado, o que teremos é a plenitude da criação, não como "descanso" concedido pelo criador, e sim como "lugar" da aliança
- o Domingo é o dia do Senhor, porque é o dia da relação com Deus
- o objetivo da criação é a aliança entre Deus e o Homem
- Deus cria o Mundo e o Homem, e no mundo coloca-o para ter uma relação de amor
- 5 - DEUS CRIA SALVANDO
- a salvação é a experiência eficaz e existencial da aliança da comunhão, relação com Deus
- Deus cria para salvar, para fazer aliança conosco
- Deus cria salvando, e salva criando
- Deus nos criou para alcançarmos a salvação
- A criação é o substrato cósmo, histórico e Teológico do culto cristão
- a resposta do Homem à aliança querida por Deus é uma resposta de amor e adoração
- A criação é o substrato cósmo, histórico e Teológico do culto cristão
- Deus nos criou para alcançarmos a salvação
- Deus cria salvando, e salva criando
- Deus cria para salvar, para fazer aliança conosco
- a salvação é a experiência eficaz e existencial da aliança da comunhão, relação com Deus
- 6 - A DIMENSÃO CÓSMICA DA LITURGIA
- a criação espera a aliança e a aliança completa a criação
- criação, história e culto não se separam, pois Deus cria o ser humano ha história, para fazer uma aliança com ele e a sua resposta de amor tem sua expressão máxima no culto.
- a criação espera a aliança e a aliança completa a criação
- Concluindo
- A liturgia cósmica assume e dimensiona toda a criação
- aliança
- adoração
- comunhão
- A liturgia histórica supõe e implica o ato humano livre
- aliança
- adoração
- comunhão
- O culto cristão possui um caráter de novidade, mas recolhe e ressignifica os elementos fundamentais das religiões naturais
- Liturgia = institucionalização do Amor
- A liturgia cósmica assume e dimensiona toda a criação
- 1 -IMPERTINÊNCIA RELIGIOSA DA OPOSIÇÃO ENTRE COSMOS E HISTÓRIA
7 - SACRIFÍCIO E ADORAÇÃO/CULTO
- SACRIFÍCIO = destruir algo precioso ao ser humano para cedê-lo a Deus
- ADORAÇÃO/CULTO = reunifica o ser humano e a criação com Deus
- Sendo a finalidade da criação a aliança (salvação/comunhão), a adoração é a expressão total da "destruição" da autonomia do sacrifício do existir para si mesmo
- A humanidade é transformada no amor
- Sendo a finalidade da criação a aliança (salvação/comunhão), a adoração é a expressão total da "destruição" da autonomia do sacrifício do existir para si mesmo
- ADORAÇÃO/CULTO = reunifica o ser humano e a criação com Deus
- OBJETIVO
- O objetivo do culto e o objetivo de criação em seu conjunto são o mesmo: a divinização, um mundo de liberdade e de amor.
- SACRIFÍCIO = destruir algo precioso ao ser humano para cedê-lo a Deus
8 - MOVIMENTO DA CRIAÇÃO E REDENÇÃO
- imagem do circulo (exitus e reditus)
- não se trata de um movimento cíclico (retorno viciado).
- a imagem mais significativa é a do aspiral (repetição sempre nova)
- círculos menores = pessoas, sociedade e cosmos.
- ENCARNAÇÃO = exitus de Deus que possibilita o reditus humano
- círculos menores = pessoas, sociedade e cosmos.
- a imagem mais significativa é a do aspiral (repetição sempre nova)
- EXITUS = saída
- saída não se trata da "queda" ou da " saída" meidante o pecado original (visão negativa)
- Saída de Deus de si mesmo/ o ato livre da criação/comunicação da liberdade ao ser humano
- REDITUS= retorno
- O reditus seria, então, libertação da finitude (fardo do existir)
- O reditus é o encontro pessoal com Cristo, logo, é isso que celebramos na liturgia
- o retorno passa pela nossa liberdade
- a salvação é a acolhida da nossa liberdade
- a salvação é graça, logo, o ato de fé, as boas obras é ação da graça
- No culto "sacrifício" se experiencia a cura da liberdade ferida (transformação no amor; liberdade)
- a salvação é a acolhida da nossa liberdade
- não se trata de um movimento cíclico (retorno viciado).
- imagem do circulo (exitus e reditus)
NOVO TESTAMENTO
- Não fazer anacronismos
- Visão - crítico - científica
- NOTAS GERAIS
- Conexão entre Liturgia e Escritura
- A liturgia aparece de maneira implícita
- Pluralidade de experiencias litúrgicas, tanto quanto a diversidade das primeiras comunidades cristãs
- logo, é possível que os ritos eram vastos, não havendo um comum, mas o Mistério era o mesmo
- TEMA - CHAVE
- Torá vs Nova Aliança
- A liturgia Cristã não celebra a lei, mas a Nova Aliança, o Mistério de Cristo, e não a Pascoa Judaica.
- NOVO TESTAMENTO
- bases teológicas do culto cristão
- A Pascoa judaica celebrava a passagem da escravidão à liberdade
- A liturgia Cristã tem continuidades e rupturas com a tradição judaica
- CONTEXTO JUDAICO
- Judaísmo
- A tradição judaico-cristã celebra a relação (aliança) e acontecimentos (memória)
- VS
- religiões mistéricas
- VS
- culto cristão
- A berakah judaica (benção), é a matriz da eucaristia cristã
- Espécie de "anti-culto" = ressignificação da prática cultual judaica (espaço, vocabulário, sujeitos e etc.)
- não nega o culto judaico, mas ressignifica
- Jesus, ressignifica o culto em seu ministério público, e ratifica o que disseram os profetas
- Jesus crucificado e ressuscitado, é o fundamento do culto cristão
- O culto cristão é uma Pessoa
- o culto cristão é gloria que Cristo da a Deus, cuja qual participam os cristãos
- As "primícias" não são mais as coisas, mas a ação do Espírito na vida crente.
- culto cristão
- A ideia de mistério não é aquela entendida pelos gregos, isto é, que só pode ser entendida pela alta elite intelectual
- VS
- História / Mistério - culto/rito - lei/vida
- Liturgia Judaica = História, culto e Lei
- Liturgia Cristã = Mistério, rito e vida
- A tensão escatológica do culto judaico "descansa" no cumprimento da promessa do Messias
- Liturgia Judaica = História, culto e Lei
- Judaísmo
- Torá vs Nova Aliança
- Pluralidade de experiencias litúrgicas, tanto quanto a diversidade das primeiras comunidades cristãs
- A liturgia aparece de maneira implícita
- Conexão entre Liturgia e Escritura
PATRÍSTICA E MÁRTIRES CRISTÃOS
- NOTAS GERAIS
- Conflito com o Império e judeus da diáspora.
- necessidade de "discernimento crítico" em face da nova inculturação litúrgica
- Ampla influência da Igreja no Império no século III
- aumento no numero de cristãos
- pluralidade litúrgica, segundo a expansão da Igreja
- Elementos preponderantes
- catecumenato
- batismo
- eucaristia
- assembleia dominical
- páscoa
- Ampla influência da Igreja no Império no século III
- necessidade de "discernimento crítico" em face da nova inculturação litúrgica
- Conflito com o Império e judeus da diáspora.
- IGREJA DO IMPÉRIO
- NOTAS GERAIS
- Cristianismo: religião do oficial
- monopólio de interpretação do mundo
- tensão entre quantidade e qualidades dos cristãos
- explosão de heresias e controvérsias teológicas
- Queda do Império e invasão dos bárbaros : surgimento da Cristandade
- A Igreja do Oriente "sobrevive" até 1453 (diferenças litúrgicas)
- O martírio dá lugar ao monaquismo: "fuga do mundo"
- Evangelização = do processo espontâneo ao mecanismo institucional
- O martírio dá lugar ao monaquismo: "fuga do mundo"
- A Igreja do Oriente "sobrevive" até 1453 (diferenças litúrgicas)
- Queda do Império e invasão dos bárbaros : surgimento da Cristandade
- explosão de heresias e controvérsias teológicas
- tensão entre quantidade e qualidades dos cristãos
- monopólio de interpretação do mundo
- EVOLUÇÃO LITÚRGICA
- Composição de novos textos litúgicos
- Exigência de certa padronização do culto e adaptações pertinentes
- Diversificação litúrgica: territórios eclesiásticos, diversidade linguística e cultural, acentos doutrinais
- ORIENTE
- Antioquia (Siríaca), Alexandria (Copta) e Constantinopla (bizantina)
- OCIDENTE
- Liturgia romana, hispânica, gálica, celta e milanesa
- Novo Espaço: As Basílicas (mudança na relação comunitária e no modo de celebrar
- Aumento nas construções de Igrejas a partir de roma
- Consolidação do "preceito" do domingo; centralidade do Tríduo Pascal, criação do ano litúrgico face as festas pagãs
- reposicionamento das honras imperiais: do Imperador, ao Papa e aos Bispoas
- Influxo do Arianismo na liturgia
- Aparecimento das liturgias "marianas" em face do nestorianismo.
- Progressivo afastamento da eucaristia: "temor e terror diante do Sacramento da Eucaristia"
- Canto Litúrgico: canto antifonal (oriente) e o jubilus (Agostinho, Ambrósio e João Crisóstomo.
- Progressivo afastamento da eucaristia: "temor e terror diante do Sacramento da Eucaristia"
- Aparecimento das liturgias "marianas" em face do nestorianismo.
- Influxo do Arianismo na liturgia
- reposicionamento das honras imperiais: do Imperador, ao Papa e aos Bispoas
- Consolidação do "preceito" do domingo; centralidade do Tríduo Pascal, criação do ano litúrgico face as festas pagãs
- Aumento nas construções de Igrejas a partir de roma
- ORIENTE
- Diversificação litúrgica: territórios eclesiásticos, diversidade linguística e cultural, acentos doutrinais
- Exigência de certa padronização do culto e adaptações pertinentes
- Composição de novos textos litúgicos
- Cristianismo: religião do oficial
- IDADE MÉDIA
- NOTAS GERAIS
- Expansão do cristianismo (Igreja) por toda Europa
- Unidade religiosa da Cristandade
- Período de grande crescimento no pensamento religioso e institucional
- Vinculo indissociável entre Igreja e Política (Coroação da Carlos Magno, em 800)
- Cisma do Oriente em 1054
- Vinculo indissociável entre Igreja e Política (Coroação da Carlos Magno, em 800)
- Período de grande crescimento no pensamento religioso e institucional
- Unidade religiosa da Cristandade
- EVOLUÇÃO LITÚRGICA
- Gregório Magno (590-604) grande reforma litúrgica (e pastoral)
- simplicidade dos ritos em vista do acesso ao povo simples.
- Época Clássica da Igreja romana (Séc. V e VIII)
- Alcance "universal" (ocidental) liturgia romana (latim cristão)
- Aparecimento das diversas formulações eucológicas.
- Missa Romana: 3 "movimentos" (entrada, oferendas e comunhão)
- Tipos de missa
- solene (bispo)
- no titulus (presbitero)
- e grupos menores (circunstâncias especiais)
- Estilo da missa romana
- precisão, sobriedade, brevidade, orações trinitárias, sem manifestações de veneração exterior, a experiência supera a "explicação", comunhão eclesial e comunhão dos santos
- Tensão entre a "hibridização" litúrgica e a vitalidade criadora da Igreja Franco-germânica
- Liturgia hibrida/mista para todo o Ocidente
- Elementos de ressignificação da liturgia romana:
- sensibilidade afetiva, riqueza simbólica e vocabulário, orações privadas (ministros), supervalorização cristológica
- Progressividade na compreensão do latim por um grupo restrito
- O texto litúrgico se referia quase que unicamente ao ministro; expressão linguística do mistério
- Aparecimento da missa privada (Séc. VI - VIII): a partir dos mosteiros com grande quantidade de presbiteros
- Enfase: pessoa privada, piedade individual, salvação pessoal, etc.
- Consequências:
- proliferação dos altares nas Igrejas
- missal completo
- tradução ritual da ruptura entre eucaristia e comunidade
- consideração do preceito em detrimento da experiência
- Amalário de Metz:
- método alegórico-litúrgico
- tudo é interpretado alegoricamente
- perigo da "imposição de sentido"
- Desejo de uma reforma eclesial segundo a vida apostólica:
- novas ordens religiosas
- avanço teológico-filosófico-científico-pastoral
- volta as fontes
- fortalecimento dos dispositivos canônico-institucionais
- especialização da Igreja numa sociedade cada vez mais especializada
- Período Escolástico
- reforma do papado
- da revisão da vida monástica
- das novas expressões artísticas
- de uma nova organização eclesiástica
- Século XIV
- fragmentação e arrefecimento do processo na Igreja e fora dela, estados absolutistas
- descobrimento geográficos
- ebulição cultural a partir da recuperação da cultura grego-romana
- reforma protestante
- Gregório VII: uso universal do rito romano
- surgimento da Imprensa: promoção da padronização...
- Concílio de Latrão (1215): comungar ao menos uma vez ao ano na páscoa
- Sequela tardia do debate contra o arianismo:
- super valorização da divindade de Cristo
- vs
- distância do ser humano = mysterium tremendum
- Surgimento do Corpus Christi (1264) por Urbano IV
- Estilo arquitetônico gótico: "estilo de vida"
- intimismo, mistério, ver e não ver
- Acento da devoção á Mãe de Deus e aos santos
- liturgia e piedade individual/popular
- Ave-Maria, Salve Rainha e Angelus
- Cristomonismo = supervalorização de Cristo na liturgia
- Devotio moderna
- movimento do séc. XV
- Oração interior > oração vocal/ação litúrgica
- "Divórcio" entre vida espiritual, teologia e liturgia
- Reforma protestante como resposta revolucionária à ausência de reforma ad intra
- Concomitância com a modernidade
- Evento espiritual, religioso, cultural, social, política, etc.
- Intenção de uma reforma da Igreja: sem respaldo de amplitude universal
- Concílio Lateranense
- Concílio de Trento
- reação aos problemas internos à reforma
- Ênfase na "política pontifícia" e na justificação teológica dos temas candentes
- Centralidade dos temas da liturgia e dos sacramentos
- Séc. XVII:
- espiritualidade barroca
- o grandioso, a vitória, o triunfo, a "materialização" da verdade da fé católica, o ultimo fervor místico a Europa cristã
- Transição da Cristandade para o racionalismo, e para o iluminismo.
- Séc. XIX: cultura a-religiosa e anti-eclesiástica
- ilustração, Revolução Francesa, Pós-modernidade, positivismo, Niilismo e etc.
- Rupturas
- Igreja vs mundo
- hierarquia vs laicato
- doutrina vs pastoral
- O primeiro Lutero tinha uma preocupação com a pastoral pertinente à liturgia
- Reformadores Posteriores: novo culto, abolição das missas privadas e da adoração eucarística
- O Segundo Lutero: Critica ao Sacrifício da missa
- Reformadores: ressignificação da fórmula e do espaço litúrgico
- Lutero engendra uma "proliferação anárquica de expressões litúrgicas"
- Processo gradual de "abandono" do rito para uma "missa alemã"
- rito protestante alemão.
- Gradativo uso da língua Vernácula
- imperativo luterano da palavra
- Centralidade da doutrina dos sacramentos a partir de Trento
- Problemática da doutrina da Justificção
- Divisão da doutrina eucarística: presença real, comunhão e sacrifício
- Comissão especial para tratar dos abusos na liturgia eucarística
- Nove cânones da reforma.
- O concílio confiou a Pio V a reforma do missal.
- Latim litúrgico na teologia e na apologética posterior: argumentos teológicos (unidade eclesial e combate às heresias
- Pós - Trento: sentimento de segurança
- Ressignificação do Espaço Litúrgico
- Período de polifonia e satisfação da música litúrgica
- Centralidade do festivo
- Época das procissões
- Ex: Corpus Christi
- peregrinação e novas festividades marianas
- tendência à periferia da liturgia: afastamento da centralidade do mistério pascal
- Altares laterais, imagens dos santos, "espetáculos" litúrgicos, pregação autônoma, comunhão como devoção privada, cristalização da língua latina e devoções particulares.
- Questões centrais no Iluminismo: presença real, sacrifício, sacerdócio ministerial
- Os esforços de renovação litúrgica não foram assumidos e desenvolvidos
- Sínodo de Pistoia (1786): só um altar...
- Liturgia como "junção educativa do povo", um meio para o progresso moral do indivíduo"
- Restauração litúrgica
- orações em latim
- antigas cerimônias
- música gregoriana
- Abade Próspero Gueranger (1805 - 1875): critico da restauração litúrgica em Solesmes
- Reforma põe em xeque a doutrina escolástica dos sacramentos
- Crítica à eficácia dos sacramentos (Ex opere operato)
- Justificação pela fé e não pelas obras
- Redução a dois sacramentos: batismo e a eucaristia (testemunhados pela escritura)
- Igreja da Plavra (protestantes) vs Igreja dos Sacramentos (Católicos)
- Ruptura entre contexto teológico, contexto eclesial e contexto antropológico.
- Igreja da Plavra (protestantes) vs Igreja dos Sacramentos (Católicos)
- Redução a dois sacramentos: batismo e a eucaristia (testemunhados pela escritura)
- Justificação pela fé e não pelas obras
- Crítica à eficácia dos sacramentos (Ex opere operato)
- Reforma põe em xeque a doutrina escolástica dos sacramentos
- Restauração litúrgica
- Liturgia como "junção educativa do povo", um meio para o progresso moral do indivíduo"
- Sínodo de Pistoia (1786): só um altar...
- Os esforços de renovação litúrgica não foram assumidos e desenvolvidos
- Pós - Trento: sentimento de segurança
- Latim litúrgico na teologia e na apologética posterior: argumentos teológicos (unidade eclesial e combate às heresias
- O concílio confiou a Pio V a reforma do missal.
- Nove cânones da reforma.
- Comissão especial para tratar dos abusos na liturgia eucarística
- Divisão da doutrina eucarística: presença real, comunhão e sacrifício
- Problemática da doutrina da Justificção
- Processo gradual de "abandono" do rito para uma "missa alemã"
- Lutero engendra uma "proliferação anárquica de expressões litúrgicas"
- Reformadores: ressignificação da fórmula e do espaço litúrgico
- O Segundo Lutero: Critica ao Sacrifício da missa
- Reformadores Posteriores: novo culto, abolição das missas privadas e da adoração eucarística
- Séc. XIX: cultura a-religiosa e anti-eclesiástica
- espiritualidade barroca
- Séc. XVII:
- Centralidade dos temas da liturgia e dos sacramentos
- Intenção de uma reforma da Igreja: sem respaldo de amplitude universal
- Evento espiritual, religioso, cultural, social, política, etc.
- Concomitância com a modernidade
- Reforma protestante como resposta revolucionária à ausência de reforma ad intra
- "Divórcio" entre vida espiritual, teologia e liturgia
- Devotio moderna
- liturgia e piedade individual/popular
- Estilo arquitetônico gótico: "estilo de vida"
- Sequela tardia do debate contra o arianismo:
- Concílio de Latrão (1215): comungar ao menos uma vez ao ano na páscoa
- surgimento da Imprensa: promoção da padronização...
- método alegórico-litúrgico
- Consequências:
- Enfase: pessoa privada, piedade individual, salvação pessoal, etc.
- Aparecimento da missa privada (Séc. VI - VIII): a partir dos mosteiros com grande quantidade de presbiteros
- O texto litúrgico se referia quase que unicamente ao ministro; expressão linguística do mistério
- Elementos de ressignificação da liturgia romana:
- Liturgia hibrida/mista para todo o Ocidente
- Tipos de missa
- Missa Romana: 3 "movimentos" (entrada, oferendas e comunhão)
- Aparecimento das diversas formulações eucológicas.
- Alcance "universal" (ocidental) liturgia romana (latim cristão)
- Época Clássica da Igreja romana (Séc. V e VIII)
- simplicidade dos ritos em vista do acesso ao povo simples.
- Gregório Magno (590-604) grande reforma litúrgica (e pastoral)
- Expansão do cristianismo (Igreja) por toda Europa
- NOTAS GERAIS
- NOTAS GERAIS
- NOTAS GERAIS