Mapa mental
Modelo Estrutura, Conduta e desempenho
Contenido del mapa
Modelo Estrutura, Conduta e desempenho
Manson, Harvard, 1930
a ESTRUTURA da industria e do mercado determina a CONDUTA da empresa
- a sociedade quer um bom DESEMPENHO dos ofertantes de bens e serviços. depende da CONDUTA
- ESTRUTURA determina CONDUTA determina DESEMPEHHO
- a sociedade quer um bom DESEMPENHO dos ofertantes de bens e serviços. depende da CONDUTA
ESTRUTURA
- NUMERO DE VENDEDORES/COMPRADORES
- CONCENTRAÇÃO DE MERCADO
- Relaciona-se com o grau de concorrência. quando menor a quantidade de empresas, menor a concorrencia na industria e maior o grau de concentração
- poder de mercado
- relacionado com a capacidade de uma empresa em fixar e sustentar os preços de venda do produto no mercado acima do preço da concorrente. Aproximação com o monopólio. empresas mais eficientes. com economias de escala, (aumento da prod com queda nos custos)
- Market Share
- é a forma aparente que o poder de mercado assume. Razao entre oferta/vendas e o total da oferta da indústria
- Concentração e desigualdade
- uma industria concentrada é desigual, mas o inverso nao é verdadeiro. Duas empresas com poder de mercado igual não é desigual. uma outra empresa entra e pega 1% do mercado das outras duas. Aumentou-se a desiguadade, mas nao a concentração, ja que o poder de mercado das outras empresas nao foi alterado
- Medidas de concentração
- fator CR(4) e CR(8) participação das 4 ou 8 maiores empresas da industria no mercado. HH considera fusões. elevado ao quadrado, pois concebe maior peso as maiores empresas. quanto mais proximo de 1, mais concentrado
- CONCENTRAÇÃO DE MERCADO
- DIFERENCIAÇÃO DE PRODUTOS
- modificação em determinado produto para se mostrar diferente de seu concorrente.
- consumidores se dispoem a pagar preços superiores pelos produtos diferenciados sao substitutos imperfeitos, o que permite às empresas fixarem preços
- FATORES E TIPOS DE DIFERENCIAÇÃO
- Diferenciação horizontal e vertical
- Horizontal: a escolha depende do gosto do consumidor. cor dos carros, por exemplo Vertical: uma melhoria numa caracteristica de um produto agrada a todos os consumidores. Carro de mesmo modelo, mas mais potente
- especificações tecnicas, desempenho, confiabilidade, custo de uso, design, imagem e marca...
- O Excesso de produtos diferenciados num mercado de concorrência monopolística não permite que as empresas realizem a totalidade das economias de escala disponíveis
- num monopólio, p = projeção do ponto de encontro da curva de RMg com a CMg na curva da demanda Como a entrada na conco monopolistica é considerada livre, se uma nova empresa entra no mercado há redução da demanda residual da empresa ja estabelecida. com isso, a curva de demanda se desloca para baixo o ponto de tangencia dela na curva de custo médio não será no ponto onde este é mínimo ponto otimo de produção se da no ponto onde emprezas produzem ao menor custo médio (EME)
- Entrada livre é incompatível com a ideia de diferenciação de produtos. entrada livre = prod homogeneos
- Diferenciação gera barreiras à entrada
- um produto diferenciado tem a preferência do consumidor a empresa entrante deve, entao, gastar muito para reverter a preferencia do consumidor
- é considerada uma barreia à entrada
- Diferenciação horizontal e vertical
- MODELOS LOCACIONAIS
- Cidade linear, circular,
- BARREIRAS À ENTRADA
- J. BAIN
- Para ele, o principal fator na determinação dos preços e da lucratividade está relacionado com a facilidade ou dificuldade que as empresas estabelecidas encontram para impedir a entrada de novas empresas. Existencia ou nao de barreiras à entrada
- Preço limite
- maior preço comum praticado pelas empresas estabelecidas obtendo lucros - abaixo do lucro máximo de monopólio - sem induzir a entrada de novas empresas. A empresa pode: optar pelo preço de monopólio num primeiro momento, mas atrairia empresas para o setor. Após a entrada, a empresa obteria lucro zero no longo prazo. poderia escolher o preço competitivo, mas nao seria uma alternativa, uma vez que teria lucro zero tanto no curto quanto no longo prazo. o preço limite permite à empresa obter lucros tanto no curto quanto no longo prazo e ainda nao atrai empresas para o setor, pois esse preço está abaixo do ponto minimo da curva de cmlp da entrante.
- Condição de entrada
- É a margem "E" de custos que a empresa estabelecida pode repassar para o preço competitivo sem atrair outras empresas. E = PL - PC / PC E = 0, não há barreira, entrada fácil ineficazmente impedida: quando a empresa opta pelo preço de monopólio - max lucro eficazmente impedida: empresa opta pelo preço de concorrencia, obtendo limite se o lucro nos dois periodos for maior que se ela optar pelo preço de monopolio Impedida: empresa estabelecida tem vantagens economicas que o preço limite chega a ser maior que o preço de maximização do lucro- monopolio
- Definição de barreira à entrada
- qualquer fator que impeça a livre mobilidade de capital para uma industria no longo prazo e, consequentemente torne possivel uma empresa apresentar lucratividade permanente na industria, constitui barreira à entrada
- Stigler
- existe barreira se a empresa entrante terá custos que a empresa estabelecida nao teve para entrar. legislação, por ex.
- FONTES DE BARREIRAS À ENTRADA
- VANTAGEM ABSOLUTA DE CUSTO PARA EMPRESA ESTABELECIDA - cost barriers compativel com BAIN e Stigler
- quando CMeLP da empresa entrante é mais elevado que o da empresa ja estabelecido, para qualquer nivel de produção
- causas: melhor acesso aos fatores de produção por parte da estabelecida - tecnologia acumulação de economia de aprendizado imperfeição do mercado de fatores: empresa ja estabelecida exploram as melhores fontes de recursos acesso ao capital é mais facil para quem ja esta no mercado
- PREFERENCIA DO CONSUMIDOR PELOS PRODUTOS DA EMPRESA ESTABELECIDA - DIFERENCIAÇÃO DE PRODUTOS - spill over
- diferenciação de produtos: FIDELIDADE DO CONSUMIDOR AOS PRODUTOS JA ESTABELECIDOS FORÇAM AS ENTRANTES A PRATICAREM PREÇOS BAIXOS PARA DESLOCAR A PREFERENCIA OU gastos com publicidade para divulgar a marca isso gera custos de penetração no mercado.
- para os economistas, é a fonte mais forte de barreira. empresa estabelecida tem vantagens para se mover em direção às preferencias do consumidor Eletrodomesticos, por ex - Brastemp evitar arrependimento por parte do consumidor
- Fenomeno Spill over - empresa ja consolidada lança outros produtos/novas marcas os apoia na credibilidade dos produtos ja existentes. há transferencia de credibilidade diminui custo de penetração
- ECONOMIAS DE ESCALA
- para Bain, é uma fraca fonte de barreira
- se empresa entrante produzir num nivel abaixo da EME (nivel subótimo (ela sabe que se entrar com EME aumentara bem a oferta e fara com que os preços caiam)), estabelecidas poderão praticar o preço limite, tendo uma entrada eficazmente impedida. Se ela entrar com a EME. a estabelecida reage da forma chamada de 'nao-resposta em quantidade"/"postulado de sylos". dado Cme e curva de demanda identicos para as duas empresas; A estabelecida sabe que se a entrante produzir na EME, aumentara a oferta e o preço cairá. Ou seja, ela tem expectativa de queda dos preços. A estabelecida, entao, escolhe produzir uma quantidade Q* que é aquela em que a demanda residual disponivel para a entrante nao permite que esta remunere seus custos de produção. ver gráfico p120
- ELEVADOS REQUERIMENTOS DE CAPITAL INICIAL - barreira à saída
- Surgem devido a EME elevados. Não constitui barreira estrutural porque um investimento lucrativo não deixa de ser feito por escassez de fundos para financiar. Por esse ângulo, barreiras de capital incluem-se em barreiras de custos ( financeiros) Na verdade, os elevados investimentos iniciais são barreiras à SAÌDA, já que são formados por custos irrecuperáveis. sunk cost
- VANTAGEM ABSOLUTA DE CUSTO PARA EMPRESA ESTABELECIDA - cost barriers compativel com BAIN e Stigler
- J. BAIN
- INTEGRAÇÃO VERTICAL
- DIVERSIFICAÇÃO
- diz respeito à variedade de produtos que uma empresa oferta (O Boticário oferta maquiagem, perfumes. Bens diversificados). Diferente de DIFERENCIAÇÃO
- ESTRUTURA DE CUSTO
- ECONOMIAS DE ESCOPO
- empresa consegue reduzir seus custos se produzir bens semelhantes numa mesma planta do que em plantas separada. c(Qa, Qb) < c(Qa,0) + c(0,Qb)
- existência de fatores comuns
- Para se produzir um bem é necessario comprar um insumo. Esse insumo comprado, poderá ser utilizado para fabricação de outro bem. empresa compra gerador para produzir um bem. A produção de um outro bem nao demandará mais um gerados, podendo este ser utilizado para outra produção. Diversificação da produção irá reduzir o custo médio de cada produto
- reserva de capacidade
- na produção do bem principal nao se utiliza toda capacidade instalada. produze-se, entao, um outro bem que tenha processos semelhantes que o bem principal. para produção desse bem, utiliza-se apenas a capacidade ociosa. a capacidade utilizada para o bem principal não é compartilhada com o novo bem, como no caso anterior
- complementariedade técnica e comerciais
- quando os produtos apresentam similaridade tecnica e/ou mercado. (cosméticos, por ex) utilização de insumos e propagandas - um produto ganha credibilidade. empresa se aproveita disso e lança um novo produto. os custos para penetração no mercado sao menores
- ECONOMICAS DE ESCALA
- podem ser reais: aumento da produção com queda da quantidade de insumo utilizada pecuniaria: aumento da produção com queda no preço do insumo RESUME-SE EM PRODUÇÃO MAIS EFICIENTE ESCALA MINIMA EFICIENTE: A quantidade minima q* possivel de ser obtida de forma que o CMeLP seja minimizado
- Fontes de ECN de escala reais
- DINÂMICAS
- variação da quantidade com o passar do tempo
- economias de aprendizado
- gastos relacionados ao tempo necessario para produção das primeiras unidades. processo de tentativa e erro - gastos para regular máquinas - especializar pessoal com o tempo, o CMeLP diminui com o aumento da produção acumuada
- economias de reinício (set up)
- reacionadas aos equipamentos 'multitarefas'. tempo gasto para regular a maquina para exercer uma nova função gera custos. quanto maior a produção, mais tempo a maquina funcionará com a mesma regulagem, menores os custos de reinicio.
- ESTÁTICAS
- relaciona custos com a quantidade produzida, sem relacionar ao tempo.
- lei dos grandes números
- quanto mais máquinas, menor necessidade de grande equipe de manutenção e maquinas de reserva. nao ha muita capacidade ociosa
- economias geométricas
- tambem relacionado ao tamanho da máquina. presente em industria quimica. o produto cresce proporcional ao volume da máquina. os custos crescem proporcional à area da maquina. produto ³ > custos ²
- indivisibilidade técnica
- diz respeito ao tamanho da maquina: como n pode ser dividida, utiliza-se ela ao máximo até o esgotamento da sua capacidade
- ganhos de especialização
- com maior quanidade de produto, maior podera ser divisao do trabalho, e mais trabalhadores e maquinas poderao se especializar. trabalhadores mais habilidosos e maqnas mais especializadas amenta produtividade e reduz custos
- DINÂMICAS
- MULTIPLANTA
- Empresas que operam com várias plantas produtivas. relaciona-se ao custo
- economias da duplicação
- nova capacidade produtiva ao longo do tempo para acompanhar o crescimento da demanda. empresa pode: - adicionar capacidade aos poucos, mas com mta frequencia(reduz cap ociosa, mas eleva custos unitários); - adicionar grande capacidade, mas com pouca frequencia (aumento da capacidade ociosa)
- custos de transporte
- reduz custos de reunir os insumos em uma unica planta central (fornecedores espalhados) e de distribuição.
- especialização ao nivel da multiplanta
- Cada planta se especializa em uma coisa. diminiu tambem os custos de reinício.
- flexibilização da operação
- havendo redução de demanda, por ex, empresa fecharia a planta com maior custo de operação, utilizando a capacidade com mais eficiencia
- ECONOMIAS DE ESCOPO
- NUMERO DE VENDEDORES/COMPRADORES
CONDUTA
- ESTRATÉGIA DE PRODUTO E PROPAGANDA
- PESQUISA E DESENVOLVIMENTO | INOVAÇÃO (P&D)
- inovação é mudança tecnológica
- Quando uma empresa usa um novo insumo ou produz um novo bem, ela está realizando uma mudança tecnológica, e isso é inovação.
- Modelo de ARROW
- a concorrência perfeita, em vez do monopólio, estimula mais a inovação, pois esta é mais lucrativa. Pressupõe-se que todos têm acesso à informação sem custos.
- uma empresa de fora da industria é inovadora. para empresa de conco perf, ela cobra um royalty R por unidade para a utilização da inovação. para inovação Drástica Os custos da produção cai. A empresa em CC cobrará um preço que max o lucro p= c + R. o lucro da empresa inovadora é toda a área; para a empr em CP, o lucro continua zero
- plena informação dos agentes
- apenas concorrencia e monopólio
- conc perf estimula mais que monopólio
- modelo de Seleção
- rotina
- procedimento de decisao
- busca
- própria imitação/inovação. de carater aleatorio
- seleção
- quais mercados / insituições sobrevivem
- rotina
- inovação é mudança tecnológica
- INVESTIMENTO NA PLANTA
- TÁTICAS LEGAIS
- COMPORTAMENTO DE PREÇOS
DESEMPENHO
- EFICIÊNCIA ALOCATIVA E PRODUTIVA
- PROGRESSO
- PLENO EMPREGO
- EQUIDADE
Información
- Descripción
- Mapa mental do modelo E-C-D, baseado no livro Economia Industrial: Fundamentos teóricos e práticos no Brasil. Kupfer, D.; Hasenclever, L. Sem revisão. Passível de erros. Para estudo próprio.
- Creado por
- Elis Virginia
- Visitas
- 90
- Etiquetas
- Valoración