Mapa mental
TÉCNICAS CONSTRUTIVAS
Contenido del mapa
TÉCNICAS CONSTRUTIVAS
PATOLOGIAS EM EDIFICAÇÕES
- As patologias mais encontradas nos edifícios são: • Descascamento de pinturas. • Mofo. • Corrosão de armaduras de concreto armado. • Descolamento de pisos cerâmicos e azulejos. • Desgaste excessivo de pisos. • Apodrecimento de estruturas de madeira. • Trincas em paredes, pisos e fachadas (na alvenaria, argamassa ou concreto), cujas principais causas são: procedimento inadequado na aplicação de argamassa (composição imprópria, espessura exagerada, etc.), recalque de fundações, esmagamento dos materiais.
INTRODUÇÃO À INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO
- Tipos de Construções Dentre os tipos existentes de construção quatro são os mais citadas. Construção Artesanal: utiliza-se métodos empíricos (práticos, intuitivos, com base em experiência). É comum em edificações rurais. Construção Tradicional: utiliza-se métodos já normalizados. É comum em áreas urbanas. Construção Tradicional Racionalizada: utiliza-se métodos normalizados com padronizações e processos mais bem definidos. Construção Industrializada: estágio mais avançado em que os processos são bem definidos e muitos componentes são pré-fabricados.
- Construção industrializada em SteelFrame
- Sistema Construtivo O sistema construtivo de um empreendimento constitui o processo de execução da obra, ou seja, a forma como a obra será executada, mediante a definição dos materiais, equipamento e modo de execução
- Atualmente diversos são os métodos construtivos empregados na construção civil: • Estrutura de concreto armado convencional • Estruturas metálicas: steelframe • Alvenaria estrutural • Drywall • Placas de concreto
- - Sistema construtivo em DrywalL
- Processo Construtivo O processo construtivo constitui os procedimentos que serão executados em um canteiro de obras, ou seja, a forma como o sistema construtivo será executado. Todo sistema construtivo possui uma normativa (NBR) que direciona o processo construtivo. Técnica Construtiva A técnica construtiva constitui as ações que possibilitarão o andamento dos processos construtivos que deverão ser alinhados com as condições do canteiro de obra
- - Sistema construtivo em DrywalL
- Atualmente diversos são os métodos construtivos empregados na construção civil: • Estrutura de concreto armado convencional • Estruturas metálicas: steelframe • Alvenaria estrutural • Drywall • Placas de concreto
- Sistema Construtivo O sistema construtivo de um empreendimento constitui o processo de execução da obra, ou seja, a forma como a obra será executada, mediante a definição dos materiais, equipamento e modo de execução
- Construção industrializada em SteelFrame
- Tipos de Construções Dentre os tipos existentes de construção quatro são os mais citadas. Construção Artesanal: utiliza-se métodos empíricos (práticos, intuitivos, com base em experiência). É comum em edificações rurais. Construção Tradicional: utiliza-se métodos já normalizados. É comum em áreas urbanas. Construção Tradicional Racionalizada: utiliza-se métodos normalizados com padronizações e processos mais bem definidos. Construção Industrializada: estágio mais avançado em que os processos são bem definidos e muitos componentes são pré-fabricados.
CONTRATOS DE OBRAS PRIVADAS
- No contrato deve conter informações como: • Objeto (obra a ser executada). • Executor (responsável pela obra, pessoa física ou jurídica). • Responsável técnico pela obra (que deve estar vinculado a algum conselho de classe, CREA ou CAU). • Beneficiário (proprietário ou usuário). • Projeto aprovado (com todas as plantas e especificações de execução). • Condições particulares (prazos, cronogramas). • Preço com formas de pagamento
- Modalidades de Contrato Os contratos privados, mesmo que de caráter público, podem ser divididos em dois tipos: empreitada ou administraçãO
- O contratante paga um preço fixo unitário ou global, previamente combinado entre as partes para receber a obra pronta de acordo com as condições do contrato. Dentre as formas de pagamento existem algumas possibilidades como: • Preço global. • Preço unitário (pagamento de acordo com o que foi executado). • Séries: preço por parte da obra (estrutura, hidráulico, elétrico). Existe ainda, dentro da empreitada, a possibilidade do construtor subempreitar a obra ou parte dela, contanto que essa possibilidade esteja acordada entre as partes
- Contrato por Administração É aquele em que o construtor se encarrega da execução de um projeto (obra) mediante remuneração fixa ou percentual sobre o custo da obra, correndo por conta do proprietário todos os encargos financeiros do empreendimento. O administrador (construtor) é um executor dependente das deliberações do dono da obra no que se refere ao andamento da obra, ressalvada a parte técnica, que é sempre de responsabilidade exclusiva de profissionais habilitados
- O contratante paga um preço fixo unitário ou global, previamente combinado entre as partes para receber a obra pronta de acordo com as condições do contrato. Dentre as formas de pagamento existem algumas possibilidades como: • Preço global. • Preço unitário (pagamento de acordo com o que foi executado). • Séries: preço por parte da obra (estrutura, hidráulico, elétrico). Existe ainda, dentro da empreitada, a possibilidade do construtor subempreitar a obra ou parte dela, contanto que essa possibilidade esteja acordada entre as partes
- Modalidades de Contrato Os contratos privados, mesmo que de caráter público, podem ser divididos em dois tipos: empreitada ou administraçãO
- No contrato deve conter informações como: • Objeto (obra a ser executada). • Executor (responsável pela obra, pessoa física ou jurídica). • Responsável técnico pela obra (que deve estar vinculado a algum conselho de classe, CREA ou CAU). • Beneficiário (proprietário ou usuário). • Projeto aprovado (com todas as plantas e especificações de execução). • Condições particulares (prazos, cronogramas). • Preço com formas de pagamento
CONTRATO DE OBRAS PÚBLICAS
- Neste caso são autorizados diversos regimes de contratação: • Empreitada por preço global: quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total. • Empreitada por preço unitário: quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas. • Tarefa: quando se ajusta mão de obra para pequenos trabalhos por preço certo, com ou sem fornecimento de materiais. • Empreitada integral: quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias.
- A Lei Nº 8.666, de 21 de junho de 1993 regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, e institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências.
- Neste caso são autorizados diversos regimes de contratação: • Empreitada por preço global: quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total. • Empreitada por preço unitário: quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas. • Tarefa: quando se ajusta mão de obra para pequenos trabalhos por preço certo, com ou sem fornecimento de materiais. • Empreitada integral: quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias.
ETAPAS DE OBRA
- 1. Serviços Técnicos e Administrativos Preliminares. 2. Demolição, Limpeza do Terreno, Locação de Obra e Instalação do Canteiro de Obra. 3. Fundação. 4. Estrutura: Formas, Armaduras, Concretagem. 5. Alvenaria. 6. Cobertura. 7. Instalações Hidráulicas: Água e Esgoto. 8. Instalações Elétricas. 9. Marcenaria, Serralheria e Esquadrias. 10. Revestimentos. 11. Pintura e Impermeabilização. 12. Patologias em Edificações.
- A sondagem SPT é um dos principais ensaios para definição de características de resistência de um solo
- 1. Serviços Técnicos e Administrativos Preliminares. 2. Demolição, Limpeza do Terreno, Locação de Obra e Instalação do Canteiro de Obra. 3. Fundação. 4. Estrutura: Formas, Armaduras, Concretagem. 5. Alvenaria. 6. Cobertura. 7. Instalações Hidráulicas: Água e Esgoto. 8. Instalações Elétricas. 9. Marcenaria, Serralheria e Esquadrias. 10. Revestimentos. 11. Pintura e Impermeabilização. 12. Patologias em Edificações.
DEMOLIÇÃO, LIMPEZA DO TERRENO, LOCAÇÃO DA OBRAS E INSTALAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRA
- Demolição Em caso de construções antigas no terreno (fundações, muros divisórios, redes de abastecimento de água e energia elétrica, redes de esgoto) existe a necessidade de demolição. Algumas recomendações devem ser observadas: • Regularização da demolição na prefeitura. • Cuidados para evitar danos a terceiros: realização de vistorias nas edificações vizinhas antes de iniciar a demolição. • Verificação da possibilidade de reaproveitamento dos materiais que saírem da demolição
- Limpeza do Terreno A limpeza do terreno constitui as atividades de capinação, remoção de solo ruim ou rochas, remoção de todo material que não seja de interesse da construção. Ainda abrange cortes de árvores (necessitando para isso uma licença ambiental)
- Locação da Obra A locação da obra consiste em marcar no terreno a exata posição da edificação, transportando as dimensões desenhadas no projeto arquitetônico em escala reduzida para a escala natural. São marcadas as paredes, fundações, pilares, a partir das plantas apresentadas no projeto.
- A instalação do canteiro é precedida da definição do layout do canteiro, ou seja, arranjo físico de homens, máquinas e equipamentos no espaço disponível do canteiro de obras. A Norma Regulamentadora nº 18 do MTE (Ministério do Trabalho e do Emprego) define algumas diretrizes para implantação do canteiro de obras. As principais instalações no canteiro de obras constituem: tapumes, barracões (container), equipamentos de transporte, oficinas de armação e formas, central de concreto, depósito de agregados, ligações provisórias, refeitório e banheiros.
- Locação da Obra A locação da obra consiste em marcar no terreno a exata posição da edificação, transportando as dimensões desenhadas no projeto arquitetônico em escala reduzida para a escala natural. São marcadas as paredes, fundações, pilares, a partir das plantas apresentadas no projeto.
- Limpeza do Terreno A limpeza do terreno constitui as atividades de capinação, remoção de solo ruim ou rochas, remoção de todo material que não seja de interesse da construção. Ainda abrange cortes de árvores (necessitando para isso uma licença ambiental)
- Demolição Em caso de construções antigas no terreno (fundações, muros divisórios, redes de abastecimento de água e energia elétrica, redes de esgoto) existe a necessidade de demolição. Algumas recomendações devem ser observadas: • Regularização da demolição na prefeitura. • Cuidados para evitar danos a terceiros: realização de vistorias nas edificações vizinhas antes de iniciar a demolição. • Verificação da possibilidade de reaproveitamento dos materiais que saírem da demolição
FUNDAÇÃO
- Fundações Rasas: sapatas, radier, viga baldrame, bloco de fundação. São fundações apoiadas em camadas mais superficiais. Fundações Profundas: estacas, tubulões e caixões perdidos. São fundações apoiadas em camadas mais profundas.
- Sapatas Constituem uma espécie de base de concreto armado. O terreno é escavado para concretar essa base que tem a função de transmitir ao maciço uma tensão inferior à tensão atuante na seção transversal do pilar. • Existem sapatas isoladas, corridas e associadas. • As sapatas mais comuns têm área de 3 a 10 m2. • As sapatas de pilares de divisa são excêntricas, o que exige a inclusão de uma viga alavanca vinculada a um pilar central próximo, para se obter o equilíbrio
- Radier Quando a soma das cargas da estrutura dividida pela taxa admissível do terreno excede a metade da área a ser edificada, geralmente é mais econômico reunir as sapatas num só elemento de fundação que toma o nome de radier. É uma sapata associada, tipo laje armada, onde descarregam todos os pilares ou outras cargas. Recorre-se a esse tipo de fundação quando o terreno é de baixa resistência e a espessura da camada do solo é relativamente profunda
- Sapatas Constituem uma espécie de base de concreto armado. O terreno é escavado para concretar essa base que tem a função de transmitir ao maciço uma tensão inferior à tensão atuante na seção transversal do pilar. • Existem sapatas isoladas, corridas e associadas. • As sapatas mais comuns têm área de 3 a 10 m2. • As sapatas de pilares de divisa são excêntricas, o que exige a inclusão de uma viga alavanca vinculada a um pilar central próximo, para se obter o equilíbrio
- Fundações Rasas: sapatas, radier, viga baldrame, bloco de fundação. São fundações apoiadas em camadas mais superficiais. Fundações Profundas: estacas, tubulões e caixões perdidos. São fundações apoiadas em camadas mais profundas.
ESTRUTURA - FORMAS E ARMADURAS
- A estrutura pode ser considerada a parte superior da estrutura de um edifício que suporta as cargas dos diversos pavimentos e as transmite à infraestrutura. É regida pelas Normas: • NBR 6118/2014: Projeto de estruturas de concreto - Procedimento. • NBR 12655/2015: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle, recebimento e aceitação - Procedimento. • NBR 15696/2009: Fôrmas e escoramentos para estruturas de concreto – Projeto, dimensionamento e procedimentos executivos
- Retificação ou alinhamento: consiste em tornar as barras retas, antes do corte. Corte: feito de acordo com as plantas de projeto estrutural, com o auxílio de serra manual, tesoura ou máquina de corte. Dobra: feita manualmente com o auxílio de pinos fixados em bancada de madeira ou máquina automática. Emendas: por trespasse (mais comum), por solda ou por luvas. Montagem: consiste na colocação da armadura nas formas, de modo a permanecerem na posição correta durante a concretagem, garantindo o cobrimento mínimo prescrito - são usados espaçadores de plástico para essa finalidade
- A estrutura pode ser considerada a parte superior da estrutura de um edifício que suporta as cargas dos diversos pavimentos e as transmite à infraestrutura. É regida pelas Normas: • NBR 6118/2014: Projeto de estruturas de concreto - Procedimento. • NBR 12655/2015: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle, recebimento e aceitação - Procedimento. • NBR 15696/2009: Fôrmas e escoramentos para estruturas de concreto – Projeto, dimensionamento e procedimentos executivos
ESTRUTURA - CONCRETAGEM
- A execução da concretagem precede algumas sequências como: • Nivelamento das fôrmas da laje. • Vedação das juntas das formas, se necessário. • Umedecimento das formas. • Preparação dos caminhos (tábuas) sobre a laje para transporte de concreto por carrinho ou caçamba para não haver deslocamento de armaduras e danos na tubulação de eletricidade. • Montagem de tubulação para bombeamento do concreto, quando for o caso. • Posicionamento das “mestras” ou “galgas” de controle da espessura das lajes. • Lançamento do concreto, com adensamento e “desempeno” (regularização da superfície, com o concreto ainda fresco, tornando-a bem acabada e plana
- Alguns cuidados devem ser tomados, como: • Atenção para o posicionamento de aberturas nas lajes para alçapões e passagem de tubos e para o posicionamento de peças para elevadores. • Observação do cobrimento das barras. • Posicionamento de gabaritos (tacos de madeira) para os pilares que seguem. • Recolhimento de corpos-de-prova para controle tecnológico do concreto. • Redução da seção de pilares e “esperas” (pontas de emenda da armadura dos pilares). • Cura: manter o concreto endurecido úmido por 7 dias, no mínimo, para hidratação do cimento e obtenção da resistência de projeto. • Retirada das formas: faces laterais: 3 dias, faces inferiores, com escoramento remanescente (“reescoramento”): 14 dias, faces inferiores, sem reescoramento: 21 dias.
- A execução da concretagem precede algumas sequências como: • Nivelamento das fôrmas da laje. • Vedação das juntas das formas, se necessário. • Umedecimento das formas. • Preparação dos caminhos (tábuas) sobre a laje para transporte de concreto por carrinho ou caçamba para não haver deslocamento de armaduras e danos na tubulação de eletricidade. • Montagem de tubulação para bombeamento do concreto, quando for o caso. • Posicionamento das “mestras” ou “galgas” de controle da espessura das lajes. • Lançamento do concreto, com adensamento e “desempeno” (regularização da superfície, com o concreto ainda fresco, tornando-a bem acabada e plana
ALVENARIA
- A alvenaria pode ser classificada em: • Alvenaria de pedra natural. • Alvenaria de pedra artificial (bloco cerâmico, de concreto, sílico-calcáreo).
- Bloco de concreto estrutural: permite que as instalações elétricas e hidráulicas fiquem embutidas já na fase de levantamento da alvenaria. Bloco de concreto de vedação: para fechamento de vãos em prédios estruturados. Devemse projetar vãos modulados em função das dimensões dos blocos para evitar desperdícios com corte dos blocos na execução da alvenaria. Bloco sílico-calcáreo: empregado como bloco estrutural ou de vedação. O bloco é constituído por mistura de cal e areia silicosa, curado com vapor a alta pressão e temperatura elevada. Normalmente é maciço, bastante poroso, leve e de dimensões que proporcionam alta produtividade da mão de obra. Bloco cerâmico de vedação (bloco vazado ou “lajota furada”): também se deve procurar a modulação dos vãos, apesar de ser mais fácil o corte neste tipo de bloco. Dimensões mais encontradas (cm): 9 x 19 x 19 e 9 x 19 x 29
- Tijolo cerâmico maciço: empregado em alvenaria aparente, de vedação ou estrutural em casas térreas e em áreas comuns dos prédios onde sejam necessários cuidados especiais contra propagação do fogo. Devido às suas dimensões, a produtividade da mão de obra na execução dos serviços é mais baixa. Dimensões mais comuns (cm): 5 x 10 x 20.
- Bloco de concreto estrutural: permite que as instalações elétricas e hidráulicas fiquem embutidas já na fase de levantamento da alvenaria. Bloco de concreto de vedação: para fechamento de vãos em prédios estruturados. Devemse projetar vãos modulados em função das dimensões dos blocos para evitar desperdícios com corte dos blocos na execução da alvenaria. Bloco sílico-calcáreo: empregado como bloco estrutural ou de vedação. O bloco é constituído por mistura de cal e areia silicosa, curado com vapor a alta pressão e temperatura elevada. Normalmente é maciço, bastante poroso, leve e de dimensões que proporcionam alta produtividade da mão de obra. Bloco cerâmico de vedação (bloco vazado ou “lajota furada”): também se deve procurar a modulação dos vãos, apesar de ser mais fácil o corte neste tipo de bloco. Dimensões mais encontradas (cm): 9 x 19 x 19 e 9 x 19 x 29
- A alvenaria pode ser classificada em: • Alvenaria de pedra natural. • Alvenaria de pedra artificial (bloco cerâmico, de concreto, sílico-calcáreo).
COBERTURA
- Para que a finalidade de uma cobertura seja atendida, algumas qualidades devem ser observadas, como: • Impermeabilidade e estanqueidade. • Resistência a esforços mecânicos. • Leveza. • Secagem rápida após as chuvas. • Facilidade de execução e manutenção
- Alguns aspectos de execução devem ser considerados no estudo, como: • Peso próprio do telhado. • Sentido de montagem. • Recobrimentos (longitudinal e transversal). • Largura útil das telhas. • Vãos máximos entre dois apoios. • Balanços máximos. • Presença de calhas. • Dimensionamento das estruturas. • Fixação das telhas. • Proteção da madeira da estrutura do telhado e pintura das telhas. • Custos
- Para que a finalidade de uma cobertura seja atendida, algumas qualidades devem ser observadas, como: • Impermeabilidade e estanqueidade. • Resistência a esforços mecânicos. • Leveza. • Secagem rápida após as chuvas. • Facilidade de execução e manutenção
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - ÁGUA E ESGOTO
- Serviços de Instalações Hidráulicas Alguns serviços são fundamentais para a execução das redes hidráulicas. Ligação provisória de água e esgoto para a obra: requerimento à empresa pública de fornecimento de água tratada e coleta de esgoto (ou abertura de poço, se houver essa possibilidade, e execução de fossa). Execução de reservatórios inferior e superior de água: para abastecimento da edificação, feitos de concreto armado de acordo com projeto estrutural ou simplesmente instalação de caixas d’água de fibrocimento
- Cuidados a serem Tomados • Atenção para o posicionamento correto, durante as concretagens, das aberturas na estrutura para passagem de tubulação. • Atenção para o posicionamento correto, nas paredes, da tubulação, conexões para torneiras, registros, chuveiros (alturas e distâncias horizontais). • Para água quente: passagem por tubos e conexões de cobre ou PVC especial, requer o dobro de torneiras, requer aquecedor (elétrico, gás, energia solar). • Execução dos trechos horizontais da tubulação de esgoto com caimento suficiente e caixas de inspeção (concreto ou PVC) nas mudanças de direção e trechos longos. • Teste das instalações antes do revestimento das paredes: fechar todas as saídas com conexões (tampão) e encher a caixa d’água e a tubulação.
- Serviços de Instalações Hidráulicas Alguns serviços são fundamentais para a execução das redes hidráulicas. Ligação provisória de água e esgoto para a obra: requerimento à empresa pública de fornecimento de água tratada e coleta de esgoto (ou abertura de poço, se houver essa possibilidade, e execução de fossa). Execução de reservatórios inferior e superior de água: para abastecimento da edificação, feitos de concreto armado de acordo com projeto estrutural ou simplesmente instalação de caixas d’água de fibrocimento
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
- As instalações elétricas constituem a etapa de instalação de eletrodutos, condutores, chaves, caixas, luminárias e demais meios necessários ao suprimento de energia elétrica no interior das edificações todos dimensionados e especificados em projeto por engenheiro eletricista. É uma etapa da edificação que se inicia com a ligação provisória de energia para o canteiro de obras passa pela instalação de tubos e caixas embutidas durante as concretagens, continua após a alvenaria com trechos embutidos nas paredes e termina com a passagem dos fios pelos eletrodutos e suas ligações em tomadas e interruptores.
MARCENARIA, SERRALHERIA E ESQUADRIAS
- A marcenaria constitui a etapa de trabalhos em madeira onde se destacam a colocação de portas e rodapés, serviços esses executados por marceneiros.
- Uma serralheria faz portões automáticos e manuais de ferro ou alumínio, grades de proteção, janelas, mezaninos, portas de aço automáticas e manuais de correr e estruturas metálicas de diversos tipos. As principais matérias-primas utilizadas em uma serralheria são: • Chapas. • Tubos. • Ferro. • Baguetes. • Tintas. • Alavancas. • Puxadores
- Esquadrias podem ser portas, janelas ou qualquer abertura que necessite ser fechada. A escolha do tipo de esquadria varia de acordo com os materiais com os quais se pretende trabalhar: madeira, alumínio, aço, PVC e vidro. Os principais critérios para optar por um destes materiais são, principalmente, estética, funcionalidade, durabilidade, manutenção e preço. As esquadrias também possuem uma sequência para sua colocação objetivando uma maior facilidade na hora da montagem e cuidados para a prevenção de problemas futuros, como infiltrações.
- Esquadrias de madeira: de aspecto nobre e aconchegante, exigem manutenção permanente com pintura ou verniz. Esquadrias de alumínio: fabricadas por serralheiro, são de alta durabilidade e não exigem manutenção. São, porém, de preço elevado e com menor segurança por arrombamento. Esquadrias de aço: feitas também por serralheiro, são de aspecto popular e exigem manutenção com pintura para evitar corrosão. Esquadrias de PVC: são as mais novas no mercado e oferecem perfis prontos para uso de diferentes cores e boa durabilidade. Esquadrias de vidro: constituem os famosos “Blindex” que podem ser empregados em portas e janelas, e cujos acabamentos são feitos em alumínio ou aço
- Esquadrias podem ser portas, janelas ou qualquer abertura que necessite ser fechada. A escolha do tipo de esquadria varia de acordo com os materiais com os quais se pretende trabalhar: madeira, alumínio, aço, PVC e vidro. Os principais critérios para optar por um destes materiais são, principalmente, estética, funcionalidade, durabilidade, manutenção e preço. As esquadrias também possuem uma sequência para sua colocação objetivando uma maior facilidade na hora da montagem e cuidados para a prevenção de problemas futuros, como infiltrações.
- Uma serralheria faz portões automáticos e manuais de ferro ou alumínio, grades de proteção, janelas, mezaninos, portas de aço automáticas e manuais de correr e estruturas metálicas de diversos tipos. As principais matérias-primas utilizadas em uma serralheria são: • Chapas. • Tubos. • Ferro. • Baguetes. • Tintas. • Alavancas. • Puxadores
- A marcenaria constitui a etapa de trabalhos em madeira onde se destacam a colocação de portas e rodapés, serviços esses executados por marceneiros.
REVESTIMENTOS
- O revestimento é a etapa da obra cuja principal finalidade é regularizar as superfícies de paredes, tetos, muros, fachadas, de modo a protegê-las das intempéries. As principais qualidades de um revestimento devem ser: resistência ao choque e esforços de abrasão, durabilidade e impermeabilização. Dentre os principais materiais de revestimentos, citam-se: argamassa
- Chapisco (1ª camada) É uma camada fina de argamassa forte de cimento e areia grossa lavada 1:4 (volume), para aumentar a aderência da camada posterior (emboço) na parede. É aplicada com colher de pedreiro (através de uma peneira ou não), lançando a argamassa de forma a ficar bem espalhada.
- Emboço (2ª camada) Possui espessura de 2,5 cm, de acabamento áspero. É aplicado somente após o endurecimento total do chapisco e com as tubulações de instalações elétricas e hidráulicas já embutidas nas paredes. É espalhada com colher e regularização com régua e desempenadeira, seguindo faixasguias de argamassa (“mestras”) que definem um plano. A dosagem da argamassa deve garantir trabalhabilidade, baixa retração na secagem, resistência mecânica, elasticidade adequada e aderência suficiente à base depois de endurecida. De modo geral, utiliza-se agregado médio (máximo 2,0 mm)
- Reboco (3ª camada) É a última camada, aplicada após o endurecimento do emboço, de menor espessura, da ordem de 0,5 cm, com acabamento mais liso, proporcionado pelos grãos finos da areia utilizada na argamassa (máximo 0,6 mm). Executado depois de peitoris e guarnições de portas e janelas, mas antes da instalação de rodapés e alizares.
- Camada Única É o revestimento em que se aplica somente uma única camada, diretamente sobre a alvenaria.
- Reboco (3ª camada) É a última camada, aplicada após o endurecimento do emboço, de menor espessura, da ordem de 0,5 cm, com acabamento mais liso, proporcionado pelos grãos finos da areia utilizada na argamassa (máximo 0,6 mm). Executado depois de peitoris e guarnições de portas e janelas, mas antes da instalação de rodapés e alizares.
- Emboço (2ª camada) Possui espessura de 2,5 cm, de acabamento áspero. É aplicado somente após o endurecimento total do chapisco e com as tubulações de instalações elétricas e hidráulicas já embutidas nas paredes. É espalhada com colher e regularização com régua e desempenadeira, seguindo faixasguias de argamassa (“mestras”) que definem um plano. A dosagem da argamassa deve garantir trabalhabilidade, baixa retração na secagem, resistência mecânica, elasticidade adequada e aderência suficiente à base depois de endurecida. De modo geral, utiliza-se agregado médio (máximo 2,0 mm)
- Chapisco (1ª camada) É uma camada fina de argamassa forte de cimento e areia grossa lavada 1:4 (volume), para aumentar a aderência da camada posterior (emboço) na parede. É aplicada com colher de pedreiro (através de uma peneira ou não), lançando a argamassa de forma a ficar bem espalhada.
- O revestimento é a etapa da obra cuja principal finalidade é regularizar as superfícies de paredes, tetos, muros, fachadas, de modo a protegê-las das intempéries. As principais qualidades de um revestimento devem ser: resistência ao choque e esforços de abrasão, durabilidade e impermeabilização. Dentre os principais materiais de revestimentos, citam-se: argamassa
PINTURA E IMPERMEABILIZAÇÃO
- Pintura A última etapa da obra é a pintura considerada já como acabamento. É considerada uma das mais caras.
- A impermeabilização é a ação de vedar ou selar determinadas superfícies de modo a protegê-las contra as infiltrações. Dessa forma, contribui para a maior durabilidade das construções já que evita o surgimento de mofos, bolores, manchas e destacamento do revestimento interno. A impermeabilização é fundamental para evitar que haja infiltrações em uma obra e precisa ser feita inclusive na fundação. Dessa forma, é necessário que isso conste no planejamento. Ou seja, a impermeabilização é responsável por evitar danos futuros na edificação. Caso a impermeabilização não seja feita a aparência será afetada, além de prejudicar a alvenaria e a armadura da construção. Isso coloca em risco todo o imóvel. Estima-se que o custo com a vedação adequada equivale a 2% a 3% do total da obr
- Existem alguns sistemas utilizados com a função de impermeabilizar, como: Argamassa: aditivos químicos e polímeros são acrescentados ao cimento e agregados, formando um excelente revestimento impermeável. É ideal para subsolos, reservatórios de água, piscinas, poços de elevadores, rodapés. Calafetador: usa-se um produto com propriedades seladoras para preencher caixilhos, juntas e elementos em geral, além de trincas e fissuras. Emulsão acrílica: a base acrílica com elastômero forma uma membrana líquida excelente para selar marquises, paredes, coberturas e lajes. Emulsão asfáltica: trata-se de um monocomponente aplicado a frio e que requer proteção mecânica. É utilizado em lajes, terraços e áreas frias
- Hidrorrepelente ou hidrofugante: é um material que repele a água, mantendo a superfície completamente seca. Por não alterar a aparência do local onde é aplicado, pode ser usado em fachadas de pedras, concreto, tijolos, telhas. Manta asfáltica: é um tipo modificado de asfalto, sendo composto por polímeros e tem função estruturante. Assim, recomendado para lajes inclinadas e planas, e também áreas úmidas ou molhadas. Lona: por ser fabricada em material que a água e umidade não conseguem atravessar, são perfeitas para vigas de baldrames, contrapisos, lajes.
- Existem alguns sistemas utilizados com a função de impermeabilizar, como: Argamassa: aditivos químicos e polímeros são acrescentados ao cimento e agregados, formando um excelente revestimento impermeável. É ideal para subsolos, reservatórios de água, piscinas, poços de elevadores, rodapés. Calafetador: usa-se um produto com propriedades seladoras para preencher caixilhos, juntas e elementos em geral, além de trincas e fissuras. Emulsão acrílica: a base acrílica com elastômero forma uma membrana líquida excelente para selar marquises, paredes, coberturas e lajes. Emulsão asfáltica: trata-se de um monocomponente aplicado a frio e que requer proteção mecânica. É utilizado em lajes, terraços e áreas frias
- A impermeabilização é a ação de vedar ou selar determinadas superfícies de modo a protegê-las contra as infiltrações. Dessa forma, contribui para a maior durabilidade das construções já que evita o surgimento de mofos, bolores, manchas e destacamento do revestimento interno. A impermeabilização é fundamental para evitar que haja infiltrações em uma obra e precisa ser feita inclusive na fundação. Dessa forma, é necessário que isso conste no planejamento. Ou seja, a impermeabilização é responsável por evitar danos futuros na edificação. Caso a impermeabilização não seja feita a aparência será afetada, além de prejudicar a alvenaria e a armadura da construção. Isso coloca em risco todo o imóvel. Estima-se que o custo com a vedação adequada equivale a 2% a 3% do total da obr
- Pintura A última etapa da obra é a pintura considerada já como acabamento. É considerada uma das mais caras.
Información
- Descripción
- Engenharia Mapa Mental sobre TÉCNICAS CONSTRUTIVAS, creado por Dayane Guimarães el 29/08/2022.
- Creado por
- Dayane Guimarães
- Visitas
- 0
- Valoración