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Alice Vitoria Portugués 1 página

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INTRODUÇÃO

Esse estudo tem o objetivo de ressaltar os benefícios e importâncias da amamentação como via promotora de saúde bucal, enfatizando o papel primordial dos profissionais envolvidos nesta area. Segundo uma das últimas pesquisas realizadas pela OMS e pela UNICEF, a escolha do aleitamento natural tem aumentado mundialmente nas ultimas décadas, todavia ainda fica a margem do que é desejado: ser unânime por seis meses e complementado por até dois anos ou mais. Além de ser essencial na formação harmonica da arcada dentaria, prevenindo a má oclusão, o ato de sugação é o promotor do desenvolvimento da musculatura responsável pela fala. Nesse contexto, o papel do cirurgião-dentista como educador bucal, pode ser devidamente trabalhado incentivando a amamentação e promovendo a democratização da higiene bucal, sendo tais práticas complementar a assistência do pré-natal.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Por ser um estímulo fundamental para o desenvolvimento adequado das funções bucais, o aleitamento materno é considerado um importante fator promotor de saúde bucal. Somente a sucção no peito materno é capaz de promover a atividade muscular que favorece o correto desenvolvimento do sistema estomatognático, sendo também o primeiro estímulo para o crescimento mandibular. É também fator de prevenção da Síndrome do Respirador Bucal por estabelecer a correta relação entre as estruturas duras e moles do aparelho estomatognático permitindo uma respiração adequada, além da correta tonicidade e postura da língua e dos lábios (TOLLARA et al., 2009).

A amamentação no seio materno desfavorece a instalação de hábitos deletérios causadores de deglutição atípica e assim, previne as maloclusões e as alterações no desenvolvimento dento-facial. Por postergar a introdução de sacarose na dieta e a transmissibilidade de Estreptococos do Grupo Mutans, a amamentação exclusiva reduz o risco às cáries (LOPES, 2008).

A má oclusão é um desenvolvimento desordem que ocorre no estruturas craniofaciais compreendendo o maxilar, a língua e os músculos faciais, causando deformidade ou falta de funcionalidade e tem sido associado com impactos negativos no sorriso. Dessa forma, a amamentação pode desempenhar um papel importante prevenção da má oclusão em dentição devido à sua capacidade de promover o crescimento adequado e desenvolvimento dos músculos e ossos das mandíbulas.

Os objetivos do presente estudo foram para investigar os efeitos predominante e exclusivo da amamentação na má oclusão, considerando que ocorreu a prevalência em cerca de 8% a 10% de casos de má oclusão naqueles que tinha a prática continua do alinhamento.

Esse estudo foi realizado em Pelotas uma cidade do Sul do Brasil, no período de 2004 - agosto e dezembro de 2009

Durante o período pré-natal, além de uma abordagem humanista em saúde geral é importante que as gestantes recebam orientações sobre a higiene oral da mãe e do bebê, transmissibilidade da doença cárie, e informações sobre a superioridade do aleitamento materno exclusivo para a saúde bucal e geral do bebê e sobre os prejuízos causados por hábitos de sucção não nutritivos precocemente (MOURA et al., 2007, FRANÇA et al., 2008).

Uma das principais razões do desmame precoce é a carência de programas educativos de incentivo ao aleitamento materno e a ausência de preparo das gestantes no pré e no pós-natal para que possam desempenhar a bom termo o seu novo papel de mãe-nutriz (CRUZ & LOPES, 2008).

Na cidade de Londrina, onde atua o CALMA ­ Comitê de Estímulo ao Aleitamento Materno de Londrina, OLIVEIRA et aI (1997) ao caracterizar o AM na cidade verificaram que a duração da amamentação foi superior a 6 meses. MENOLI et aI, entrevistando usuárias da Bebê-Clínica de Londrina, constatou que 92,7% das entrevistadas amamenta ou amamentou a criança no peito, e o tempo médio de AM exclusivo foi de 4 meses. A sucção do dedo e ele outros objetos não é freqüente nas crianças bem alimentadas ao peito, pois esse ato, diferentemente do que acontece com a mamadeira, produz fadiga cansaço muscular, pelo esforço que têm que fazer para ordenhar o peito materno.(PLANAS, 1988).

Os hábitos de sucção não-nutritiva, estão muito mais propensos a apresentar implicações dentais que os hábitos de curta duração. (POPOVICH apud SHOAF , 1979)

INTRODUÇÃO

Esse estudo tem o objetivo de ressaltar os benefícios e importâncias da amamentação como via promotora de saúde bucal, enfatizando o papel primordial dos profissionais envolvidos nesta area. Segundo uma das últimas pesquisas realizadas pela OMS e pela UNICEF, a escolha do aleitamento natural tem aumentado mundialmente nas ultimas décadas, todavia ainda fica a margem do que é desejado: ser unânime por seis meses e complementado por até dois anos ou mais. Além de ser essencial na formação harmonica da arcada dentaria, prevenindo a má oclusão, o ato de sugação é o promotor do desenvolvimento da musculatura responsável pela fala. Nesse contexto, o papel do cirurgião-dentista como educador bucal, pode ser devidamente trabalhado incentivando a amamentação e promovendo a democratização da higiene bucal, sendo tais práticas complementar a assistência do pré-natal.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Por ser um estímulo fundamental para o desenvolvimento adequado das funções bucais, o aleitamento materno é considerado um importante fator promotor de saúde bucal. Somente a sucção no peito materno é capaz de promover a atividade muscular que favorece o correto desenvolvimento do sistema estomatognático, sendo também o primeiro estímulo para o crescimento mandibular. É também fator de prevenção da Síndrome do Respirador Bucal por estabelecer a correta relação entre as estruturas duras e moles do aparelho estomatognático permitindo uma respiração adequada, além da correta tonicidade e postura da língua e dos lábios (TOLLARA et al., 2009).

A amamentação no seio materno desfavorece a instalação de hábitos deletérios causadores de deglutição atípica e assim, previne as maloclusões e as alterações no desenvolvimento dento-facial. Por postergar a introdução de sacarose na dieta e a transmissibilidade de Estreptococos do Grupo Mutans, a amamentação exclusiva reduz o risco às cáries (LOPES, 2008).

A má oclusão é um desenvolvimento desordem que ocorre no estruturas craniofaciais compreendendo o maxilar, a língua e os músculos faciais, causando deformidade ou falta de funcionalidade e tem sido associado com impactos negativos no sorriso. Dessa forma, a amamentação pode desempenhar um papel importante prevenção da má oclusão em dentição devido à sua capacidade de promover o crescimento adequado e desenvolvimento dos músculos e ossos das mandíbulas.

Os objetivos do presente estudo foram para investigar os efeitos predominante e exclusivo da amamentação na má oclusão, considerando que ocorreu a prevalência em cerca de 8% a 10% de casos de má oclusão naqueles que tinha a prática continua do alinhamento.

Esse estudo foi realizado em Pelotas uma cidade do Sul do Brasil, no período de 2004 - agosto e dezembro de 2009

Durante o período pré-natal, além de uma abordagem humanista em saúde geral é importante que as gestantes recebam orientações sobre a higiene oral da mãe e do bebê, transmissibilidade da doença cárie, e informações sobre a superioridade do aleitamento materno exclusivo para a saúde bucal e geral do bebê e sobre os prejuízos causados por hábitos de sucção não nutritivos precocemente (MOURA et al., 2007, FRANÇA et al., 2008).

Uma das principais razões do desmame precoce é a carência de programas educativos de incentivo ao aleitamento materno e a ausência de preparo das gestantes no pré e no pós-natal para que possam desempenhar a bom termo o seu novo papel de mãe-nutriz (CRUZ & LOPES, 2008).

Na cidade de Londrina, onde atua o CALMA ­ Comitê de Estímulo ao Aleitamento Materno de Londrina, OLIVEIRA et aI (1997) ao caracterizar o AM na cidade verificaram que a duração da amamentação foi superior a 6 meses. MENOLI et aI, entrevistando usuárias da Bebê-Clínica de Londrina, constatou que 92,7% das entrevistadas amamenta ou amamentou a criança no peito, e o tempo médio de AM exclusivo foi de 4 meses. A sucção do dedo e ele outros objetos não é freqüente nas crianças bem alimentadas ao peito, pois esse ato, diferentemente do que acontece com a mamadeira, produz fadiga cansaço muscular, pelo esforço que têm que fazer para ordenhar o peito materno.(PLANAS, 1988).

Os hábitos de sucção não-nutritiva, estão muito mais propensos a apresentar implicações dentais que os hábitos de curta duração. (POPOVICH apud SHOAF , 1979)

INTRODUÇÃO

Esse estudo tem o objetivo de ressaltar os benefícios e importâncias da amamentação como via promotora de saúde bucal, enfatizando o papel primordial dos profissionais envolvidos nesta area. Segundo uma das últimas pesquisas realizadas pela OMS e pela UNICEF, a escolha do aleitamento natural tem aumentado mundialmente nas ultimas décadas, todavia ainda fica a margem do que é desejado: ser unânime por seis meses e complementado por até dois anos ou mais. Além de ser essencial na formação harmonica da arcada dentaria, prevenindo a má oclusão, o ato de sugação é o promotor do desenvolvimento da musculatura responsável pela fala. Nesse contexto, o papel do cirurgião-dentista como educador bucal, pode ser devidamente trabalhado incentivando a amamentação e promovendo a democratização da higiene bucal, sendo tais práticas complementar a assistência do pré-natal.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Por ser um estímulo fundamental para o desenvolvimento adequado das funções bucais, o aleitamento materno é considerado um importante fator promotor de saúde bucal. Somente a sucção no peito materno é capaz de promover a atividade muscular que favorece o correto desenvolvimento do sistema estomatognático, sendo também o primeiro estímulo para o crescimento mandibular. É também fator de prevenção da Síndrome do Respirador Bucal por estabelecer a correta relação entre as estruturas duras e moles do aparelho estomatognático permitindo uma respiração adequada, além da correta tonicidade e postura da língua e dos lábios (TOLLARA et al., 2009).

A amamentação no seio materno desfavorece a instalação de hábitos deletérios causadores de deglutição atípica e assim, previne as maloclusões e as alterações no desenvolvimento dento-facial. Por postergar a introdução de sacarose na dieta e a transmissibilidade de Estreptococos do Grupo Mutans, a amamentação exclusiva reduz o risco às cáries (LOPES, 2008).

A má oclusão é um desenvolvimento desordem que ocorre no estruturas craniofaciais compreendendo o maxilar, a língua e os músculos faciais, causando deformidade ou falta de funcionalidade e tem sido associado com impactos negativos no sorriso. Dessa forma, a amamentação pode desempenhar um papel importante prevenção da má oclusão em dentição devido à sua capacidade de promover o crescimento adequado e desenvolvimento dos músculos e ossos das mandíbulas.

Os objetivos do presente estudo foram para investigar os efeitos predominante e exclusivo da amamentação na má oclusão, considerando que ocorreu a prevalência em cerca de 8% a 10% de casos de má oclusão naqueles que tinha a prática continua do alinhamento.

Esse estudo foi realizado em Pelotas uma cidade do Sul do Brasil, no período de 2004 - agosto e dezembro de 2009

Durante o período pré-natal, além de uma abordagem humanista em saúde geral é importante que as gestantes recebam orientações sobre a higiene oral da mãe e do bebê, transmissibilidade da doença cárie, e informações sobre a superioridade do aleitamento materno exclusivo para a saúde bucal e geral do bebê e sobre os prejuízos causados por hábitos de sucção não nutritivos precocemente (MOURA et al., 2007, FRANÇA et al., 2008).

Uma das principais razões do desmame precoce é a carência de programas educativos de incentivo ao aleitamento materno e a ausência de preparo das gestantes no pré e no pós-natal para que possam desempenhar a bom termo o seu novo papel de mãe-nutriz (CRUZ & LOPES, 2008).

Na cidade de Londrina, onde atua o CALMA ­ Comitê de Estímulo ao Aleitamento Materno de Londrina, OLIVEIRA et aI (1997) ao caracterizar o AM na cidade verificaram que a duração da amamentação foi superior a 6 meses. MENOLI et aI, entrevistando usuárias da Bebê-Clínica de Londrina, constatou que 92,7% das entrevistadas amamenta ou amamentou a criança no peito, e o tempo médio de AM exclusivo foi de 4 meses. A sucção do dedo e ele outros objetos não é freqüente nas crianças bem alimentadas ao peito, pois esse ato, diferentemente do que acontece com a mamadeira, produz fadiga cansaço muscular, pelo esforço que têm que fazer para ordenhar o peito materno.(PLANAS, 1988).

Os hábitos de sucção não-nutritiva, estão muito mais propensos a apresentar implicações dentais que os hábitos de curta duração. (POPOVICH apud SHOAF , 1979)

INTRODUÇÃO

Esse estudo tem o objetivo de ressaltar os benefícios e importâncias da amamentação como via promotora de saúde bucal, enfatizando o papel primordial dos profissionais envolvidos nesta area. Segundo uma das últimas pesquisas realizadas pela OMS e pela UNICEF, a escolha do aleitamento natural tem aumentado mundialmente nas ultimas décadas, todavia ainda fica a margem do que é desejado: ser unânime por seis meses e complementado por até dois anos ou mais. Além de ser essencial na formação harmonica da arcada dentaria, prevenindo a má oclusão, o ato de sugação é o promotor do desenvolvimento da musculatura responsável pela fala. Nesse contexto, o papel do cirurgião-dentista como educador bucal, pode ser devidamente trabalhado incentivando a amamentação e promovendo a democratização da higiene bucal, sendo tais práticas complementar a assistência do pré-natal.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Por ser um estímulo fundamental para o desenvolvimento adequado das funções bucais, o aleitamento materno é considerado um importante fator promotor de saúde bucal. Somente a sucção no peito materno é capaz de promover a atividade muscular que favorece o correto desenvolvimento do sistema estomatognático, sendo também o primeiro estímulo para o crescimento mandibular. É também fator de prevenção da Síndrome do Respirador Bucal por estabelecer a correta relação entre as estruturas duras e moles do aparelho estomatognático permitindo uma respiração adequada, além da correta tonicidade e postura da língua e dos lábios (TOLLARA et al., 2009).

A mandíbula avança e retrai durante a ordenha do leite no seio materno, exercitando todo o sistema muscular (masseteres, temporais e pterigóideos), que preparam a boca para a função mastigatória.

A amamentação no seio materno desfavorece a instalação de hábitos deletérios causadores de deglutição atípica e assim, previne as maloclusões e as alterações no desenvolvimento dento-facial. Por postergar a introdução de sacarose na dieta e a transmissibilidade de Estreptococos do Grupo Mutans, a amamentação exclusiva reduz o risco às cáries (LOPES, 2008).

A má oclusão é um desenvolvimento desordem que ocorre no estruturas craniofaciais compreendendo o maxilar, a língua e os músculos faciais, causando deformidade ou falta de funcionalidade e tem sido associado com impactos negativos no sorriso. Dessa forma, a amamentação pode desempenhar um papel importante prevenção da má oclusão em dentição devido à sua capacidade de promover o crescimento adequado e desenvolvimento dos músculos e ossos das mandíbulas.

Os objetivos do presente estudo foram para investigar os efeitos predominante e exclusivo da amamentação na má oclusão, considerando que ocorreu a prevalência em cerca de 8% a 10% de casos de má oclusão naqueles que tinha a prática continua do alinhamento.

Esse estudo foi realizado em Pelotas uma cidade do Sul do Brasil, no período de 2004 - agosto e dezembro de 2009

Durante o período pré-natal, além de uma abordagem humanista em saúde geral é importante que as gestantes recebam orientações sobre a higiene oral da mãe e do bebê, transmissibilidade da doença cárie, e informações sobre a superioridade do aleitamento materno exclusivo para a saúde bucal e geral do bebê e sobre os prejuízos causados por hábitos de sucção não nutritivos precocemente (MOURA et al., 2007, FRANÇA et al., 2008).

Uma das principais razões do desmame precoce é a carência de programas educativos de incentivo ao aleitamento materno e a ausência de preparo das gestantes no pré e no pós-natal para que possam desempenhar a bom termo o seu novo papel de mãe-nutriz (CRUZ & LOPES, 2008).

Na cidade de Londrina, onde atua o CALMA ­ Comitê de Estímulo ao Aleitamento Materno de Londrina, OLIVEIRA et aI (1997) ao caracterizar o AM na cidade verificaram que a duração da amamentação foi superior a 6 meses. MENOLI et aI, entrevistando usuárias da Bebê-Clínica de Londrina, constatou que 92,7% das entrevistadas amamenta ou amamentou a criança no peito, e o tempo médio de AM exclusivo foi de 4 meses. A sucção do dedo e ele outros objetos não é freqüente nas crianças bem alimentadas ao peito, pois esse ato, diferentemente do que acontece com a mamadeira, produz fadiga cansaço muscular, pelo esforço que têm que fazer para ordenhar o peito materno.(PLANAS, 1988).

Os hábitos de sucção não-nutritiva, estão muito mais propensos a apresentar implicações dentais que os hábitos de curta duração. (POPOVICH apud SHOAF , 1979)

A atuação da equipe de Saúde da família e saúde bucal deve identificar os problemas e desafios de cada mãe, a partir daí buscar soluções e transmitir o conhecimento sobre amamentação. ( XAVIER, LAMOUNIER, MOULIN, 2005)

Do ponto de vista de promoção de saúde, o aleitamento materno é considerado por alguns odontopediatras e ortodontistas como o primeiro aparelho ortodôntico ou ortopédico, uma vez que estes estímulos contribuem de forma direta ou indireta para o desenvolvimento da boca, evitando as maloclusões, além de contribuir para o equilíbrio postural da criança.

O aleitamento materno também tem um caráter preventivo na ocorrência dos defeitos de desenvolvimento do esmalte, uma vez que a má nutrição materna e neonatal (incluindo deficiência de proteínas e vitamina A em muitos países em desenvolvimento) tem sido correlacionada com hipoplasia severa de esmalte. Quanto aos minerais presentes no leite materno, a disponibilidade do cálcio é muito alta durante os primeiros meses de aleitamento, apresentando uma relação cálcio-fósforo que facilita sua absorção pelo trato gastrintestinal do lactente. O menor tempo de aleitamento materno e a introdução precoce da mamadeira estão associados ao aumento da prevalência dos defeitos de esmalte em geral. O aleitamento artificial prematuro pode desenvolver hipoplasia de esmalte, explicada pela hipocalcemia que é induzida por altos níveis de fosfato no leite. (Fraiz FC, Gouvêa LC, Ferreira SLM , 4ºed. 2017/ Speirs RL, Beeley JA, 1992 / Wei SHY, Anderson TA, 1992 / Li Y, Navia JM, Bian JY, 1995)

A má oclusão é uma anomalia do desenvolvimento dos dentes e/ou arcos dentários que se estabelece tanto na dentição decídua quanto na permanente, ocasionando desde o desconforto estético, nos casos mais leves, a agravos funcionais e incapacitações, nos casos mais severos. Pela alta prevalência da má oclusão na população, a Organização Mundial de Saúde (OMS) a considera, atualmente, como um dos problemas odontológicos de saúde pública em todo o mundo. Pode provocar impacto social por interferir, negativamente, na qualidade de vida dos indivíduos acometidos, dificultando-lhes a interação social e o bem-estar psicológico. Esta alteração é passível de prevenção e tratamento.

http://www.colgateprofissional.com.br/LeadershipBR/NewsArticles/NewsMedia/Assunto_em_Pauta_25_Dra_Sylvia.pdf

http://pediatrics.aappublications.org/content/pediatrics/early/2015/06/09/peds.2014-3276.full.pdf

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Apunte sobre Sin título, creado por Alice Vitoria el 25/04/2018.
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