Apuntes
Os maiores conflitos da Atualidade
Contenido del apunte (9)
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GUERRA NA UCRÂNIA
Guerra da Rússia com a Ucrânia é um conflito que começou em fevereiro de 2014, inicialmente concentrado na península da Crimeia e partes do território do Donbass, que são internacionalmente reconhecidas como parte do território ucraniano.
2014
Em 21 de novembro de 2013, o presidente Viktor Yanukovych ( governante da ucrânia, mas com uma posição política pró-Rússia) recusou-se a assinar um acordo de associação com a União Europeia. Então o movimento político organizado conhecido como 'Euromaidan' promoveu manifestações de rua exigindo laços mais estreitos com a União Europeia, e a destituição de Yanukovych. Este movimento acabou por ser bem-sucedido, culminando na Revolução de Fevereiro de 2014, que removeu Yanukovych e seu governo.
Na sequência da destituição do presidente Yanukovych em 23 de fevereiro, protestos de ativistas pró-russos e anti-revolução começaram na região maioritariamente russófona da Crimeia, nomeadamente na Cidade de Sevastópol. Estes protestos foram seguidos por manifestações em várias cidades do leste e do sul da Ucrânia, incluindo Donestsk e Lugansk.
Ocupação da Crimeia
A medida que os protestos apertavam na Crimeia, homens armados pró-russos gradualmente começaram a tomar o poder na península. A Rússia inicialmente defendeu que esses homens armados eram "forças de autodefesa locais", no entanto, mais tarde admitiu que eram soldados russos (sem insígnias), confirmando os relatos de uma incursão russa na Ucrânia.
Em 27 de fevereiro, o edifício do parlamento da Crimeia foi tomado pelas forças russas. Bandeiras russas foram hasteadas sobre estes edifícios, e um governo pró-russo autodeclarado realizou um referendo sobre a independência da Ucrânia. Na sequência deste referendo não reconhecido internacionalmente, que foi realizado em 16 de março, a Rússia anexou Crimeia em 18 de março.
O conflito no Donbass
Desde o início de março de 2014, manifestações de grupos pró-russos e anti-governo ocorreram nos oblasts ucranianos de Donetsk e Luhansk - que em conjunto formam o chamado Donbass , na sequência da revolução ucraniana de 2014 e do movimento Euromaidan.
Estas manifestações, que faziam parte de um grupo maior de protestos pró-russos em todo o sul e leste da Ucrânia, escalaram para um conflito armado entre as forças separatistas das auto-declaradas República Popular de Donestsk e República Popular de Lugansk, e o governo ucraniano. Os separatistas eram liderados principalmente por cidadãos russos e paramilitares russos ( entre 15% a 80% dos combatentes).
As tensões entre a Rússia e a Ucrânia explodiram especialmente de 2021 a 2022, quando ficou claro que a Rússia estava a equacionar lançar uma invasão militar da Ucrânia
Crise em Donbass em 2021-2022
Em finais de 2021, a Rússia começou a fazer movimentações ao longo da fronteira ucraniana. O governo ucraniano então pediu que seu país fosse incluído na OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) para evitar a invasão.
Em 19 de dezembro, o governo dos Estados Unidos declarou-se pronto para iniciar conversações com o governo russo para discutir as "ações da Rússia". Na altura Washington não acreditava que Putin fosse invadir o território ucraniano, mas o presidente Joe Biden advertiu que se isto acontecesse, haveria duras sanções económicas.
No dia 14 de janeiro, o secretário de imprensa do Pentágono, John F. Kirby, afirmou que a Rússia tinha enviado “um grupo de agentes” para a Ucrânia para fomentar um pretexto para outra invasão daquele país.
No dia 21 de janeiro, os EUA enviaram uma carga de armas e munições para a Ucrânia e outros países, como Estónia, Letónia e Lituânia, ex-membros da extinta União Soviética e atuais membros da OTAN.
Em 21 de fevereiro de 2022, o governo russo reconheceu formalmente as autoproclamadas República Popular de Luhansk e República Popular de Donetsk como países independentes e Putin ordenou que tropas russas, incluindo tanques, entrassem nas regiões.
O inicio da Guerra
Em 24 de fevereiro de 2022, o presidente russo Vladimir Putin ordenou a invasão do Leste da Ucrânia, tendo ocorrido bombardeamentos em toda região. Sirenes de ataque aéreo também foram ouvidas em toda a Ucrânia durante a maior parte do dia.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy declarou a Lei Marcial em toda a Ucrânia. que está em guerra desde o dia 24 de fevereiro.
https://cebri.org/revista/br/artigo/27/a-guerra-na-ucrania-significados-e-perspectivas


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ISRAEL/HAMAS
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CÁUCASO
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CURDISTÃO
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YEMEN
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HAITI
O Haiti está atualmente sob estado de emergência depois de vários gangues terem lançado uma onda de violência.
Mergulhado numa grave crise política e de segurança há vários anos, o Haiti foi assolado por uma onda de violência no início do mês ( março 2024) quando vários gangues uniram esforços para derrubar o primeiro-ministro Ariel Henry, atirando novamente o país para uma guerra civil e um desastre humanitário.
Quais as origens da crise?
Desde o assassinato do Presidente Jovenel Moïse em 2021, o Haiti mergulhou numa crise profunda. Bandos armados assumiram o controlo de vastas áreas do país de 11,6 milhões de habitantes, incluindo Porto Príncipe.
Segundo a ONU, mais de 8.400 pessoas foram mortas, feridas ou raptadas por estes grupos criminosos no ano passado, "um aumento de 122% em relação a 2022".
Os gangues armados, que têm aumentado o seu poder nos últimos anos e controlam áreas inteiras do país, incluindo 80% da capital Porto Príncipe, uniram esforços para derrubar o governo do primeiro-ministro Ariel Henry, que assumiu o cargo pouco tempo antes do assassinato do presidente Jovenel Moïse, em 2021.
Duas das maiores prisões do Haiti foram atacadas, provocando a fuga de cerca de 3.600 reclusos, muitos deles líderes de bandos. A fuga levou a uma nova escalada de violência no país, que já provocou mais de 17 mil deslocados, e obrigou à imposição do estado de emergência na zona da capital.
O Haiti, um dos países mais pobres do mundo, enfrenta agora uma escassez cada vez maior de alimentos. O Programa Alimentar Mundial da ONU alertou esta semana que o Haiti “está à beira de uma crise de fome devastadora”.
"A população haitiana foi apanhada no meio do fogo cruzado", disse a chefe da UNICEF Catherine Russel, advertindo que "os espaços para as crianças foram transformados em campos de batalha".
À medida que a insegurança aumentou, a presença internacional no Haiti diminuiu.
https://www.rtp.pt/noticias/mundo/capital-do-haiti-palco-de-violentos-confrontos_v1557927
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MYANMAR
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COLOMBIA
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SAHEL
Información
- Descripción
- 12º ano GEOGRAFIA C Apunte sobre Os maiores conflitos da Atualidade, creado por 488 anaisidoro el 19/04/2024.
- Creado por
- 488 anaisidoro · abr 2024
- Actualizado
- 23 abr 2024
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