Test
Questionário Ética
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Preguntas del test (84)
1Diz respeito a um ramo da filosofia que se dedica a estudar e explorar as vertentes da conduta humana no convívio em sociedade.
- AÉtica
- BSociologia
- CAxiologia
- DDeontologia
2Reflexão crítica a um conjunto de hábitos e comportamentos morais que visam o bem comum do homem em sociedade.
- AÉtica
- BDeontologia
- CMoral
- DAxiologia
3Logo, a ética é dispensável a conduta humana, sendo sua eficácia traduzida no bem
estar comum e coletivo, representando uma conduta adotada após um juízo de valor baseado
na consciência moral.- AVerdadero
- BFalso
4Conjunto de normas de conduta que devem ser propostas e executadas durante o exercício
profissional:- AÉtica
- BÉtica Profissional
- CÉtica Profissional Militar
- DMoral
5Em deontologia, o verbo dever no imperativo indica o modo de ser obrigatório o qual alguém deve se comportar de modo a participar corretamente de um determinado grupo profissional.
- AVerdadero
- BFalso
6Ciência que estuda os códigos de ética profissional ou tratados que definem os princípios éticos que regem a conduta, de observância obrigatória, no exercício da profissão.
- ADeontologia
- BSociologia
- CPsicologia
- DFilosofia
7No caso de descumprimento do código de ética de uma profissão, não são previstas sanções ao infrator que podem levar, inclusive, à perda da capacidade legal de exercer a profissão, com o intuito de proteger a sociedade e os próprios profissionais realmente compromissados com os valores e princípios de uma determinada profissão de possíveis desvios de conduta do profissional em exercício.
- AVerdadero
- BFalso
8Os valores, os deveres e a ética militar são conceitos indissociáveis, convergentes e que se complementam, constituindo-se em bússolas morais que devem pautar o comportamento do profissional militar.
- AVerdadero
- BFalso
9A bússola que norteia a ética profissional militar está legitimada
- Ano Estatuto dos Militares
- Bno Regulamento Disciplinar para a Marinha
- Cna Constituição Federal
- Dna Ordenança Geral para o Serviço na Armada
10Termo utilizado para expressar a identidade, a base de formação do caráter de um militar ou o “espírito militar”.
- AValor Militar
- BÉtica Profissional Militar
- CÉtica Militar
- DEspírito Militar
11O art 27 do Estatuto dos Militares dispões sobre as manifestações essenciais do valor militar, dentre as citadas, não é uma manifestação do valor militar:
- Aa fé na missão elevada das Forças Armadas;
- Bo espírito de corpo, orgulho do militar pela organização onde serve;
- Co aprimoramento técnico-profissional
- Do pundonor militar e o decoro da classe, impondo a cada militar conduta moral irrepreensível
12É traduzido pela vontade inabalável de cumprir o dever militar e pelo solene juramento de fidelidade à Pátria até com o sacrifício da própria vida;
- Acivismo
- Bpatriotismo
- Cfé na missão elevada das forças armadas
- Damor a profissão das armas
13Conjunto de regras ou padrões que levam o militar a agir de acordo com o sentimento do dever, a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro da classe, impondo a cada militar conduta moral irrepreensível
- Aética militar
- Bpundonor militar
- Cética
- Dética profissional militar
14Decoro da classe – refere-se ao esforço do militar em pautar sua conduta como a de um profissional correto, em serviço ou no meio civil, mantendo o alto padrão de comportamento ético que se refletirá no seu desempenho perante a Instituição e a Sociedade.
- AVerdadero
- BFalso
15Sentimento do dever – refere-se ao exercício, com autoridade e eficiência, das funções
que lhe couberem em decorrência do cargo, aos cumprimentos das leis, regulamentos e
ordens e à dedicação integral ao serviço.- AVerdadero
- BFalso
16Refere-se ao esforço do militar em pautar sua conduta como a de um
profissional correto, em serviço ou no meio civil, mantendo o alto padrão de
comportamento ético que se refletirá no seu desempenho perante a Instituição e a
Sociedade.- Adecoro da classe
- Bpundonor militar
- Chonra pessoal
- Dsentimento do dever
17A Constituição de 1994, no capítulo dedicado a tratar das Forças Armadas, especificamente em seu art. 132, estabelece que elas são constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, classificando-os como instituições nacionais, permanentes e regulares.
- AVerdadero
- BFalso
18No capítulo dedicado a tratar das Forças Armadas, especificamente em seu art. 142, estabelece que elas são constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, classificando-os como instituições nacionais, permanentes e regulares.
- AConstituição Federal
- BRegulamento dos Militares
- CEstatuto dos Militares
- DManual do Aluno
19As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Ministro de Estado da Defesa, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
- AVerdadero
- BFalso
20Destina-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
- AForças Armadas
- BForças Auxiliares
- CForça Expedicionária
- DForça Beligerante
21Cabe às Forças Armadas, além de outras ações pertinentes, também como atribuições subsidiárias, preservadas as competências exclusivas das polícias judiciárias, atuar, por meio de ações preventivas e repressivas, na faixa de fronteira terrestre, no mar e nas águas interiores, independentemente da posse, da propriedade, da finalidade ou de qualquer gravame que sobre ela recaia, contra delitos transfronteiriços e ambientais.
- AVerdadero
- BFalso
22Cabe às Forças Armadas, além de outras ações pertinentes, também como atribuições subsidiárias, preservadas as competências exclusivas das polícias judiciárias, atuar, por meio de ações preventivas e repressivas, na faixa de fronteira terrestre, no mar e nas águas interiores, independentemente da posse, da propriedade, da finalidade ou de qualquer gravame que sobre ela recaia, contra delitos transfronteiriços e ambientais, isoladamente ou em coordenação com outros órgãos do Poder Executivo, executando, dentre outras ações, exceto:
- Arevista de pessoas, de veículos terrestres, de embarcações e de aeronaves
- Bpatrulhamento
- Cjulgamento de presos
- Dprisões em flagrante delito
23O emprego das Forças Armadas na defesa da Pátria, na garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, e na participação em operações de paz, é de responsabilidade do:
- APresidente do STF
- BChefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas
- CMinistro de Estado da Defesa
- DPresidente da República
24Constituem agravantes aos CRIMES RESULTANTES DE PRECONCEITO DE RAÇA OU DE COR,
ter sido praticado contra um menor de dezoito anos e praticado por funcionário público.- AVerdadero
- BFalso
25Caso o crime tenha sido praticado por funcionário público, a perda do cargo ou função
constitui efeito da condenação. No entanto, isso não ocorre de forma automática, devendo
estar motivadamente declarado na sentença.- AVerdadero
- BFalso
26O art. 140, § 3° do Código Penal estabelece o crime resultante de injúria racial como Injuriar
alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro – detenção, de um a seis meses, ou multa.
O juiz pode deixar de aplicar a pena:
quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria.- AVerdadero
- BFalso
27Consiste em constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental:
- Atortura
- Binjuria racial
- Cracismo
- Dinjuria
28Ato de submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.
- Atortura
- Binjuria
- Cinjuria racial
- Dracismo
29Constituem agravantes para o crime de tortura:
I) se o crime é cometido por agente público;
II) se o crime é cometido contra criança, gestante, portador de deficiência, adolescente ou
maior de 60 (sessenta) anos; e
III) se o crime é cometido mediante sequestro.- AVerdadero
- BFalso
30As penas variam de acordo com a gravidade do ato. A pena por omissão consistirá em reclusão de oito a dezesseis anos. Já a pena por lesão grave ou gravíssima será de reclusão de quatro a dez anos. Caso a tortura leve a morte a pena será de reclusão de um a quatro anos.
- AVerdadero
- BFalso
31A Convenção Americana de Direitos Humanos, popularmente conhecida como Pacto de São José da Costa Rica é um tratado celebrado pelos integrantes da
- AOrganização de Estados Americanos (OEA)
- BOrganização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN)
- COrganização das Nações Unidas (ONU)
- DOrganização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP)
32Busca da consolidação entre os países americanos de um regime de liberdade pessoal e de justiça social, fundado no respeito aos direitos humanos essenciais, independentemente do país onde a pessoa viva ou tenha nascido.
- APACTO DE SÃO JOSÉ DA COSTA RICA
- BDIREITO INTERNACIONAL DOS CONFLITOS ARMADOS (DICA)
- CDIREITO INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS
- DDIREITO DE GENEBRA
33Quantos artigos tem no Pacto de São José da Costa Rica?
- A81
- B91
- C71
- D61
34Têm como função defender e proteger juridicamente os Direitos Humanos previstos em acordos internacionais nos países que fazem parte do sistema
- ASistemas Regionais de Proteção dos Direitos Humanos
- BDeclaração Universal dos Direitos Humanos
- CConferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos
- DSistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos
35Conjunto de normas internacionais, de origem convencional ou consuetudinária, especificamente destinado a ser aplicado nos conflitos armados, internacionais ou não internacionais, e que limita, por razões humanitárias, o direito das Partes em conflito de escolher livremente os métodos e os meios utilizados na guerra, ou que protege as pessoas e os bens afetados, ou que possam ser afetados pelo conflito:
- ADireito Internacional Humanitário
- BDireito Internacional Público
- CDireito Internacional dos Conflitos Armados
- DDireito da Guerra
36Tem o escopo de proteger os indivíduos contra violações cometidas pelo Estado ou por particulares com a conivência ou inatividade deste, sendo formada uma relação jurídica entre o indivíduo e o Estado; ou entre o indivíduo e outro particular, nos casos de omissão do Estado.
- ADireito Internacional dos Direitos Humanos
- BDireito Internacional Público
- CDireito da Guerra
- DDireito Internacional dos Conflitos Armados
37Tem a finalidade de reger as normas referentes à condução das hostilidades e as normas de proteção e distinção entre combatentes e civis em casos de conflito armado. A relação jurídica que esse ramo do Direito abrange é entre as partes que estão em conflito armado, sejam elas Estados, grupos insurgentes ou outros grupos armados organizados. Suas normas não podem ser revogadas, por serem o nível mínimo de humanidade a deve ser respeitado em casos de conflito.
- ADIREITO INTERNACIONAL DOS CONFLITOS ARMADOS
- BDIREITO INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS
- CDireito Internacional Humanitário
- DDireito Internacional Público
38Seu objetivo é restringir o uso de violência pelos beligerantes, por meio do balanceamento das necessidades militares e dos imperativos humanitários.
- ADIREITO INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS
- BDIREITO INTERNACIONAL DOS CONFLITOS ARMADOS
- CPACTO DE SÃO JOSÉ DA COSTA RICA
- DConvenções de Genebra
39Distinguir os combatentes e não combatentes. Os não combatentes são protegidos
contra os ataques. Também, distinguir bens de caráter civil e objetivos militares. Os bens de
caráter civil não devem ser objetos de ataques ou represálias.- ADistinção
- BLimitação
- CNecessidade militar
- DProporcionalidade
40O direito das partes beligerantes na escolha dos meios para causar danos ao
inimigo não é ilimitado, sendo imperiosa a exclusão de meios e métodos que levem ao
sofrimento desnecessário ou danos extensos e a danos supérfluos.- ALimitação
- BDistinção
- CProporcionalidade
- DHumanidade
41A utilização dos meios e métodos de guerra deve ser proporcional à vantagem militar concreta e direta. Nenhum alvo, mesmo que militar, deve ser atacado se os prejuízos e sofrimento forem maiores que os ganhos militares que se espera da ação.
- AProporcionalidade
- BNecessidade militar
- CHumanidade
- DLimitação
42Em todo conflito armado, o uso da força deve corresponder à vantagem militar que se pretende obter. As necessidades militares não justificam condutas desumanas, tampouco atividades que sejam proibidas pelo DICA.
- ANecessidade militar
- BHumanidade
- CLimitação
- DDistinção
43Proíbe que se provoque sofrimento às pessoas e destruição de propriedades, se tais atos não forem necessários para obrigar o inimigo a se render. Por isso, são proibidos ataques exclusivamente contra civis, o que não impede que, ocasionalmente, algumas vítimas civis sofram danos; mas todas as precauções devem ser tomadas para mitigá-los.
- AHumanidade
- BProporcionalidade
- CLimitação
- DDistinção
44Em todo conflito armado, o uso da força deve corresponder à vantagem
militar que se pretende obter - Limitação.- AVerdadero
- BFalso
45A utilização dos meios e métodos de guerra deve ser proporcional à vantagem militar concreta e direta. Nenhum alvo, mesmo que militar, deve ser atacado se os prejuízos e sofrimento forem maiores que os ganhos militares que se espera da ação - Limitação.
- AVerdadero
- BFalso
46O Direito de Genebra trata da proteção das vítimas de guerra, podendo ser estas militares
ou civis, estando em terra ou no mar, desde que não estejam participando das hostilidades ou
se encontrem em situações específicas, em que não possam mais participar das hostilidades.- AVerdadero
- BFalso
47Trata da proteção das vítimas de guerra, podendo ser estas militares ou civis, estando em terra ou no mar, desde que não estejam participando das hostilidades ou se encontrem em situações específicas, em que não possam mais participar das hostilidades.
- ADireito de Genebra
- BDireito de Nova York
- CDireito de Haia
- DDireito Internacional
48O objetivo do Direito de Genebra é salvaguardar as vítimas de situações de conflitos armados.
- AVerdadero
- BFalso
49Estas normas são reconhecidas universalmente e contam atualmente com 168 Estados Partes.
- AVerdadero
- BFalso
50A I Convenção de Genebra protege os soldados feridos e enfermos durante a guerra terrestre.
A II Convenção de Genebra protege os militares feridos, enfermos e náufragos durante a guerra marítima.
A III Convenção de Genebra aplica-se especificamente aos prisioneiros de guerra.
A IV Convenção de Genebra estabelece a proteção aos civis, inclusive em território
ocupado.- AVerdadero
- BFalso
51Aplica-se especificamente aos prisioneiros de guerra.
- AIII Convenção de Genebra
- BII Convenção de Genebra
- CI Convenção de Genebra
- DIV Convenção de Genebra
52Protege os soldados feridos e enfermos durante a guerra terrestre.
- AI Convenção de Genebra
- BII Convenção de Genebra
- CIII Convenção de Genebra
- DIV Convenção de Genebra
53Apresenta um regime especial para o tratamento dos civis internados - IV Convenção de Genebra.
- AVerdadero
- BFalso
54Há um artigo comum às quatro Convenções de Genebra, que merece destaque especial, que estabelece normas fundamentais que são irrevogáveis. É como se fosse uma espécie de “miniconvenção” dentro das quatro Convenções de Genebra, com as suas normas essenciais condensadas, aplicáveis aos conflitos de natureza não internacional.
- Aartigo 1º
- Bartigo 3º
- Cartigo 4º
- Dartigo 6º
55Foram assinados dois protocolos adicionais às Convenções de Genebra. Tais protocolos foram destinados a suplementar as Convenções pela proteção de civis em tempo de guerra e a estender os critérios da aplicação do DICA para abranger novos tipos de conflitos. Assegura
a proteção de civis contra os efeitos das hostilidades, particularmente, bombardeios?- A1° Protocolo
- B4° Protocolo
- C2° Protocolo
- D3° Protocolo
56O 1° Protocolo suplementa o artigo 3°, comum a todas as Convenções, com normas mais detalhadas e aplicáveis em situações que não são abrangidas pelo 1° Protocolo, ou seja, CANI de certa magnitude.
- AVerdadero
- BFalso
57Direito de Haia regulamenta os métodos e os meios de combate, concentrando-se na condução das operações militares. Portanto, o Direito de Haia é de interesse fundamental ao comandante militar em terra, mar e ar.
- AVerdadero
- BFalso
58As Convenções de Haia foram estabelecidas por duas Conferências Internacionais de Paz, ocorridas em Haia, em 1899 e 1907. A primeira Conferência adotou quatorze convenções e declarações e a segunda, seis.
- AVerdadero
- BFalso
59Regulamenta os métodos e os meios de combate, concentrando-se na condução das operações militares.
- ADIREITO DE HAIA
- BDIREITO DE NOVA YORK
- CDIREITO DE GENEBRA
- DDIREITO MISTO
60Contém disposições que tratam tanto da proteção das vítimas de guerra quanto de conceitos operacionais.
- ADIREITO DE NOVA YORK
- BDIREITO DE HAIA
- CDIREITO DE GENEBRA
- DDIREITO INTERNACIONAL
61O Direito de Nova York se caracteriza por instrumentos que abarcam tanto perspectivas de Haia, quanto de Genebra, em forma de complementaridade e especificação desses aspectos, constituindo-se em um sistema com legislação completa aplicável às situações de conflito armado.
- AVerdadero
- BFalso
62O I Protocolo às Convenções de Genebra define como “qualquer pessoa que não pertença
a uma das categorias de pessoas a que se refere o Artigo 4 letra A, alíneas 1, 2, 3 e 6, da
Terceira Convenção, e o Artigo 43 do presente Protocolo."- Apessoa civil
- Bmilitar
- Cprisioneiro de guerra
- Dnáufrago
63Os civis que tenham participação direta nas hostilidades, portando armas ou tentando matar, ferir ou capturar pessoal inimigo, ou mesmo destruir propriedade inimiga, perdem suas imunidades e podem ser atacados.
- AVerdadero
- BFalso
64Pessoas pertencentes às categorias mencionadas no artigo 4º, da III Convenção de Genebra de 1949; bem como àquelas citadas no artigo 43 do I Protocolo às Convenções (feridos, enfermos e náufragos), que tenham caído em poder do inimigo.
- Aprisioneiros de guerra
- Bcivil
- Cmilitar
- Dcombatente
65Pessoas, sejam militares ou civis, que devido a um traumatismo, ou uma enfermidade e outros distúrbios ou incapacidades de ordem física ou mental tenham necessidade de assistência ou cuidados médicos, e que se abstenham de todo ato de hostilidade.
- AEnfermos
- BPrisioneiros de Guerra
- CCivil
- DNáufragos
66Pessoas, sejam militares ou civis, que se encontrem em situação de perigo no mar ou em outras águas em consequência de um infortúnio que as afete ou que afete ao navio ou à aeronave que as transportava, e que se abstenham de todo ato de hostilidade.
- ANáufragos
- BEnfermos Detidos
- CEspiões e Mercenários
- DPessoal de Saúde e Capelães
67Tem status de protegido especial, quando engajado exclusivamente em serviços médicos, não devendo ser atacado.
- APessoal dos serviços de saúde
- BEspião
- CMercenário
- DCombatente engajado em ataque anfíbio
68A posse de pequenas armas para proteção própria, dos doentes e feridos e contra saqueadores e outros indivíduos que violem DICA, desqualifica o pessoal médico do status de protegido.
- AVerdadero
- BFalso
69Os capelães e o pessoal médico devem exibir os respectivos símbolos de identificação, quando desempenhando suas respectivas atividades médicas e religiosas.
- AVerdadero
- BFalso
70Todo pessoal dos serviços de saúde e religioso que caia em mãos inimigas não se torna prisioneiro de guerra, a menos que sua retenção pelo inimigo seja necessária para prover apoio médico ou religioso a prisioneiros de guerra.
- AVerdadero
- BFalso
71Designa todo aquele que tomar parte nas hostilidades essencialmente com o objetivo de obter uma vantagem pessoal e a quem foi efetivamente prometido, por uma Parte no conflito ou em seu nome, uma remuneração material claramente superior à que foi prometida ou paga aos combatentes com um posto e função análogos nas Forças Armadas dessa Parte.
- AMercenário
- BNáufrago
- CMédico
- DCapelão
72Um mercenário não terá direito ao estatuto de combatente ou de prisioneiro de guerra.
- AVerdadero
- BFalso
73O membro das Forças Armadas, que cair em poder do inimigo em atividades de espionagem não terá direito ao estatuto de prisioneiro de guerra e poderá ser tratado como espião, estando sujeito à pena prevista no ordenamento jurídico do Estado captor.
- AVerdadero
- BFalso
74É proibido às Forças beligerantes operarem no mar territorial ou do espaço aéreo dos Estados neutros.
- AVerdadero
- BFalso
75São consideradas Zonas de Guerra Naval, exceto
- Aas águas interiores, águas territoriais, Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e plataforma continental dos Estados beligerantes
- Balto mar
- CZEE dos estados neutros
- Dmar territorial dos Estados neutros
76Navios mercantes inimigos só poderão ser atacados se forem classificados como objetivo militar.
- AVerdadero
- BFalso
77Operação beligerante que tem por finalidade evitar que navios e aeronaves de todos os Estados, inimigos e neutros, entrem ou saiam de específicos portos, aeroportos e áreas costeiras pertencentes, ocupadas, ou sob controle de um Estado inimigo.
- ABloqueio
- BBombardeio
- CGuerra
- DPassagem Inocente
78Entre os critérios para o estabelecimento de bloqueios, deve ser imparcial, aplicável a todos os meios, de todas as nações. A discriminação em favor ou contra os navios de nações em particular, incluindo os próprios ou de uma nação aliada, tornam o bloqueio legalmente inválido.
- AVerdadero
- BFalso
79Áreas marítimas notificadas internacionalmente pelas partes beligerantes com o objetivo de conter a área geográfica do conflito, ou para manter o tráfego mercante neutro a uma distância segura das áreas de hostilidades, efetivas ou potenciais.
- AZona de Exclusão
- BZona Econômica Exclusiva
- CZona de Operação Naval
- DZona de Guerra
80O estabelecimento de tais zonas dispensa o beligerante que as criou da obrigação de se abster de atacar navios e aeronaves que não constituam alvos legítimos. Em tal situação, uma plataforma protegida perde essa proteção por cruzar uma linha imaginária traçada no oceano por um beligerante.
- AVerdadero
- BFalso
81A doutrina contemporânea reconhece que o julgamento pelas práticas de crimes de guerra e as consequentes sanções devem se realizar após o término do conflito, e de preferência por um tribunal neutro.
- AVerdadero
- BFalso
82É qualquer ato cometido com a intenção de destruir, no todo ou em parte, uma nação, etnia, raça ou grupo religioso:
- Agenocídio
- Bagressão
- Ctortura
- Descravidão
83Crime de genocídio é qualquer ato cometido com a intenção de destruir, no todo ou em parte, uma nação, etnia, raça ou grupo religioso. Estão entre as práticas consideradas genocídio, exceto:
- AMatar membros de grupo ou etnia
- BCausar prejuízos à saúde física ou mental dos membros de grupo ou etnia
- CImpor medidas tendentes a evitar nascimentos dentro do grupo;
- DNão comprar vacinas
84São considerados crimes contra a humanidade os atentados contra bens jurídicos individuais
fundamentais, tais como a vida, a integridade física, a saúde e a liberdade, cometidos tanto em
tempo de paz como de guerra, como parte de um ataque generalizado ou sistemático,
realizado com a participação ou tolerância do poder político.- AVerdadero
- BFalso
Información
- Descripción
- Técnico Ética Profissional Militar Test sobre Questionário Ética, creado por Silas Gouvea el 12/03/2022.
- Autor
- Silas Gouvea
- Idioma
- Português
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