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Diapositivas del conjunto (6)
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- Reinos e Impérios africanos - capítulo 5. Módulos 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36 (todos os Reinos e Impérios mencionados no decorrer do capítulo).
- Estudar da página 169 até 187.
- Estudar também todas as atividades corrigidas da apostila sobre esse assunto.
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- O reino do congo foi contruido no século XIV, em uma região localizada ao sul da Linha do equador.
- Segundo a trdição, as origem do Reino do Congo datam do período entre 1350 e 1375, quando o líder tribunal NIMI A NZIMA expandiu deus territórios em direcão ao sul do Rio Zaire, por meio de conquistas e alianças.
- O filho e secesseor do líder Nimi a Nzima, conhecido como Lukeni Lua Nimi, adotou uma política semelhante de pactos e guerras: atravessou o Rio Zaire, conquistou os povos agricultores que ali habitavam e fundou uma nova cidade, chamada Mbanza Kungo, capital do futuro Reino do Congo. A cidade estava localizada no alto de uma colina.
- Lukeni Lua Nimi também conquistou mais poderes ao estabelecer alianças com um sacerdote local, conhecido como Nsaku Vunda, o que lhe possibilitou dominar outros clãs, muitas vezes, violentamente.
- De acordo as tradições, Lukeni Lua Nimi passou a ser conhecido como "o gavião que controla o fogo da mata" e recebeu o titulo de MANICONGO (que significa "senhor do Congo"). Seus herdeiros, também conhecidos como manicongos, ampliaram as extensões do reino por meio de conquistas militares e casamentos com princesas de aldeias aliadas.
- Os manicongos possuiam muitos súditos e governavam, geralmente, com o apoio de doze conselheiros (secretários, militares, juíses etc.). Costumavam resolver dispitas judiciárias em praça pública, ouvindo reclamações, acusações e defesas proferidas pela população.
- O reino tem uma população pouco densa, formada, em geral, por vários povos e etnias bantos - especialmente os povos BAKONGO -, distribuídos em ao menos seis províncias e várias outras regiões ligadas, direta ou indiretamente, ao controle do manicongo , a quem juravam pagar tributos. Por estar localizado na savana africana, o Reino do Congo possibilitava boa mibilidade aos habitantes que transitavamentre vilas e aldeias.
- No século XV, o Reino do Congo ja havia se consolidado coco um dos maiores estados situados a oeste da Africa Central, com um governo centralizado, um poderoso exército e uma burocracia desenvolvida, com funcionários responsáveis pela administação e pela cobrança de impostos.
- Os impostos eram pagos ao reino, geralmente em forma de produtos, como marfim, cabeças de gado, peles, creal conhcido como SORGO (resposta p.170), metais etc., ou de ZIMBO, um tipo de concha coletada na ilha de Luanda, que funcionava como uma espécie de "dinheiro" para os congoleses e cuja produção era controlada polo poder real.
- No reino do congo, havia atividades econômico de base pastiril, como criação de cabras, porcos e bovinos, quanto atividades de base agrícola, como o cultivo de legumes, frutas e verduras. Geralmente, os homens derrubavam as matas, ajudavam nas colheitas ou participavam das campanhas militares. Ja as mulheres cuidavam da semeadura, da irrigação e da colheita nos campos.
- A estrutura social do reino era composta pela nobreza, pelos aldeãos e comerciantes e, por fim, pelos escravizados.
- Os escravos estavam ligados à exploração das minas, à produção agrícola nas terras dos nobres e ao trabalho nas cidades.
- No cotidiano, os habitantes do reino costumavam ultilizar panos feitos com folhas de ráfia.
- A religião também possuia um papel muito importante no Reino do Congo. A legitimidade e o poder do manicongo eram baseados na força dos espíritos e no respeito aos chefes antigos, invocados e consultados para garantir o bem do reino.
- Entre 1482 e 1483, os portugueses, liderados pelo capotão Diogo Cão, alcançaram a foz do Rio Zaire.
- Impressionando co os portugueses, enviou uma comitiva para o rei de Portugual, em 1489, presenteando-o com objetos de marfim e tecidos de palmeiras. O manicongo solicitou o envio de clérigos ao Reino do Congo e formalizou seu desejo de se converter ao cristianismo.
- no início, os portugueses ofereciam ao manicongo algumas mercadorias, como cavalos, fumo, armas e póvora, em troca de escravizados. Alguns nobres do Reino do Congo também foram enviados a Portugal para estudar.
- No final do século XV, houve as conversões do manicongo NZINGA KNUWU, batozado como Dom João I, e de nobres congoleses ao criatianismo, embora o manicongo tenha abandonado o cristianismo pouco tempo depois, pressionando por setores da nobreza que não aceitava a nova religião.
- Apos sua moerte, ocorreu uma disputa secessoria, na qual muitos nobres tentaram remover o cristianismo do reino african.
- Affonso I reinou de 1506 a 1543, período em que consolidou as bases do cristianisto no Reino do Congo.
- Adiquiriu conhecimentos e armas trazidos da Europa, solicitou ao rei de Portugal o envio de prefessores, médicos e missionários católicos ao Reino do Congo, assim como enviou jovens para estudar em Portugal.
- Aos poucos, no europeus, em especial os traficantes de escravos, passaram a interferir nos assuntos políticos do Reino do Congo. Os comerciantes portugueses penetravam cada vez mais nos territórios africanos em busca de escravizados e marfim, desprezando as fiscalizações e os controles exercidos peelo manicongo.
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- Milhares de africanos foram aprisionados e embarcados no porto de Mpinda, direcionados para o outro lado do Atlântico. Ao longo dos século, muitos desses escravos foram enviados para trabalhar nas lavouras e minas que existiam no Brasil.
- Diversos povos e grupos africanos foram apoiados prlos portugueses e rebelaram-se contra os manicongos, enfraquecendo o antes poderoso e organizado Reino do Congo.
- Em 1665, ja sob domínio dos portugueses, os habitantes do Reino do Congo organizaram uma fracassada revolta, derrotada pelos europeus.
- Com a expansão dos países imperialistas, no século XIX o Reino do Congo foi dividido entre belgas, portugueses e franceses. O antigo reino localizava-se nas atuais regiões de Angola, do Congo, da República Democrática do Congo e de Gabão
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- Entre os séculos X e X I, destacaram-se entre os bantos as aldeias makarangas, pertencentes á etniaxona, as quais conseguiram se estabelecer em terras férteis próximas aos Rios Limpopo e Zambeze. Os grupos e reinos que ja habitavam a região foram assimilados pelos invasores makarangas.
- Os territórios escolidos pelos makarangas eram batalhados por numerosos cursos d'agua e possuíam muitas rochas graníticas moles, que facilitavam a escultura e a edificação. Além disso, o território possuía várias jazidas de ouro, que passaram a ser exploradas a patir do séculoXIII. Os trabalhos eram realizados por homens, mulheres e crianças, que desciam em poços com mais de 30 metros de profundidade.
- Muitos especialistas acreditam que os makarangas se fixaram na região da áfrica austraç em razão da liderança que ali assumiram, impulcionada por seus grandesc rebanhos, pela cobrança de tributos sobre os mercadores que passavam pela região - mais tarde, os zimbábues controlariam as rotas comerciais de ouro entre o litoral e as minas. Outros pesquisadores apontam que o local escolhido pelos makarangas era considerado sagrado.
- Por volta de 1320, os makarangas conseguiram consolidar efetivamente seu poder na região e deram ao rei o título de Mwene Mutapa, que pode ser traduzido como "senhor das pilhagens".
- Acredita-se uqe o Reino do Zimbabue era bastante centalizado, visto que o Mwene Mmutapa exercia controle sobre comunidades xonas, que praticavam atividades agrícolas, peculiárias e, posteriormente, meneradores.
- O Mwene Mutapa era respeitada como descendente direto dos antepassados e responsável pela organização da produção. Tinha o direito de cobrar impostos, receber multas e oferendas, além de guardar para si as pilhagens e os prisioneiros obtidos nas guerras. As rendas e os lucros do comércio externo também eram controlados pelo Mwene Mutapa, o que atestava seu grande prestígio.
- Os habitantes do Reino do Zimbábue não eram pruprietaruis das terras e minas nas quais trabalhavam, encaradas como posses dos antepassados. Assim, a propriedade era considerada coletiva, e os aldeães tinham sobre ela apenas o direito de uso. No entanto, o principal representante vivo dos antepassados era o Mwene Mutapa, a quem as comunidades deveriam pagar tributos em troca de sua liderança e sabedoria para organizar a vida em sociedade.
- Os governantes eram protegidos por tropas compostas por homens e mulheres.
- As principais atividades produtivas dos povos que habitavam o territorio dos zimbábues eram ligdos às minas, ao pastoreiro e à agricultira. O trabalho com os metais (outo, cobre, e estranho) era considerado um ofício de grande prestígio, realizado apenas por algumas famílias especializadas. O ouro adquirido era enviado para as zonas costeiras e trocados por mercadorias trazidas pelos árabes e, posteriormente, pelos portugueses, tais como seda, algodão, porcelanas, perfumes, medicamentos etc.
- Entre os séculos XIII e XV, os moradores de Reino do Zimbábue também conseguiram desenvolver om rico e intenso comércio de cerâmicas, produtos agrícolas, ouro, sal e cobre, além de imporem porcelanas chineras chinesas, vidros sírios e tecidos indianos.
- ... Oceano Índico, onde eram trocados produtos, como venda de marfim, ouro e cobre. Alguns comerciantes - especialmente os ligados a venda de marfim - formavam um grupo privilegiado no Reino, constituando uma camada intermediária entre o povo e o Mwene Mutapa.
- O Reino do Zimbábue possuía um poderose exercito, utilizado para invadir e conquistar povos vizinhos. Do ponto de vista religioso, os makarangas acreditavam que o Mwene Mutapa tinha o poder de se comunicae com os antepassados e que, depois de sua morte, transformava-se em uma divinidade chammada MUDZIMO, considerado o antepassado fundador do reino, uma espécie de deus que deixava o mundo dos vivos depois de ter realizado sua obra.
- NIATSINBA MUTOTA decidiu estabelecer uma nova capital para o reino, na região do Dande, situada ao norte, entre os Rios Mazoé e Hunyani, em busca de novas terras para agricultura e pastagem.
- Algum tempo depois e após várias expedições fracassadas, os os portugueses conseguiran atingir os territórios próximos aos Rios Limpopo e Zambeze, encontrando ali um reino enfraquecido e inpactado por conflitos entre grupos ricais. Em 1607, os portugueses firmaram um tratado com um líder chamado GASA LUSERE, oferecendo ajuda militar em troca do acesso às minas de ouro, cobre, ferro e chumbo.
- Em 1628, não satisfeitos, eles lideraram uma grande quantidade de guerreiros, que venceu os senhores do território do zimbábue, impossibilitando novas resintências e garantido a hegemonia portuguesa no território. A partir de então, foram estimuladas as construções de igrejas, a vinda de sacerdotes católicas e a expulsão dos mouros - mercadores islâmicos que se encontavam no reino.
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CIDADES IORUBÁS E IMPÉRIO DE OYO MODULO 32
- No século XII, surgiram em regiões da África Ocidental, várias cidades-Estado que agrupavam povosde língua iorubá.
- Segundo tradições orais, cidades iorubás, como Irê, Akure e Ondo, teria sido fundadas pelos descendentes de ODUDUA, também conhecida como Oduduwa, uma das principais devinidades dos iorubás, que representa a terra.
- Entre 1400 e 1835, as cidedes iorubás exerceram grande poder na Àfrica Ocidental. Ao contrário de Reino do Mali e do Reino Songhai, que constituíram grandes impérios com base em uma forte centralização política, os iorubás desenvolveram um sistema que fornecia mais poderes às cidades, possuidoras de autonomia política (cidades-estado). Dessa forma é possível afirmar existência de pequenos reinos iorubás, consolidados em cidades-estado que alcançaram largo desenvolvimento.
- As duas cidades mais importantes da regiaõ foram IFÉ, grande centro religio governado por um líder que que recebia o título de ini; e OYO, centro que exercia grande influência política e econômica, governado por um líder que recebia o título de alafin.
- Existem indícos arqurológicos de que Ifé, um dos mais antigos reinos do sul da região do Sahel, carcada por pequenas aldeias agrícolas.
- Ifé também era conhecido por ser um importante centro roligioso, que recebia tributos e congregava outras cidaades-estado e sua área de influência, as quiais reconheciam a supremacia dos reis de Ifé e procuravam legitimar seus poderes, traçando "árvores genealógicas" que remontavam ao fundador Odudua
- As cidades-estado que formavam o reinos se organizavam em torno do poder central e estavam subordinadas à autoridade do oni. O poder do soberano respeitava os limites da ocupação compartiçhada dp território e a obeciência a um conjuntode leis comuns.
- Como centro cultural, a cidade de Ifé abrigava artesãos e e atristas que produziam imagens de bronze, cobre e terracota. Em geral, eram confeccionadas figuradas humanas que representavam, provavelmente, reis e cortesãos, decorados com panos e contas, além de sinais e linhas faciais.
- Apesar de continuar a figura como importante centro religioso, Ifé sofreu um grande declínio econômico a partir do século XVI, sendo subtituída por Oyo nos arranjos comerciais entre as regiões da floresta e da savana.
- O Reino de Oyo teria seido criado por ORANIÃ, um descadente de Odudua, auxiliando pelos povos nupes e baribas. Segundo lendas, o fundador Oraniã tornou-se o primeiro rei de Oyo, que foi posteriormente governardo por XANGÔ, mais tarde transformando em uma divinidade, conhecido como oxirá da justiça e senhor dos raios.
- No final do século XV, havia se tornado um poderoso reino com influência sobre diversas cidades-estado da África Ocidental, nobilizando-se por sua importância comercial e por seus trabalhos em couro. A partir do século XVII, Oyo passou a exercer um papel de liderança política entre osiorubás.
- A organização política do Reino baseava-se na obrdiência ao rei, também chamado de alafin, considerado detentorde um poder segradoe derivado dos orixás, aos quais se uniria depois de morto. O alafin pussuía um exército de soldados profissionais e escravos à sua disposição, administrava a justiça, cobrava impostos dos reinos vizinhos e podia determinar a pena de morte quando desejasse. As outras linhagens patriarcais, submissas a ele, formavam comunidade com moradias delimitadas por muros, compondo espécies de bairros organizados por um chefe.
- As atividades econômmicas desenvolvidas em Oyo eram a cavaleria, a metalurgia, a tecelagem e, principalmente, o comércio.
- Quando os portugueses atingiram o Golfo da Guiné, encontraram reinos antigos e poderosos, com cidades-estado orgamizadas por povos de língua iorub´s nuh resto no livro
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- O Reino do Benin, um dos mais poderosos da costa oeste africana, foi formado entre os séculos XII e XIII polos povos edos, que habitavam há milhares de anos as regiões florestais a oeste do Rio Níger.
- De acordo com as tredições, o Reino do Benin foi fundado por Oraniã, filho do grande líder de Ifé, Odudua. Oraniã teria sido enviado por Odudua a Benin para resolver um problema na sucessão entre os chefes edos locais. Depois de algum tempo na região, Oraniã teria se csado com Erinuinde, filha de um chefe edo, e, do relacionamento entre os dois, teria nascido EWEKA, considerado o primeiro obá (rei) de Benin.
- No século XIII, o obá EUDO expandiu as fronteiras do Reino, batalhando contra chefes locais rivais. No mesmo século, o Reino do Benin consolidou seus limites territoriais por meio da fusão com pequenas aldeias próximas, as quais, apesar de manterem seus costumes culturais e políticos, uniram-se ao núcleo central por meio do entrelaçamento de muros construidos com terra socada, conectando as aldeias como espécies de "colmeias".
- A população era dividida em três principais faixas: os jovens (IROGAE) eram responsáveis pelo transporte de tributos ao líder obá; os adultos (IGUELE) conduxiam os trabalhos coletivos e militares; e os idosos (EDION), que sombolizavam os laços que uniam o presente ao presente dos ancestrais, eram vistos como verdadeira e respeitada memória documental das tradoções, da honra e das leis locais.
- As transações comerciais com vendedores estrangeiros eram controladas pelo obá, que expandia militarmente seus territórios seguindo as rotas de comércio, no intuito de conquistá-las e controlá-las.
- O Reino do Benin esabeleceu relações com os ijós e itsequíris; alen disso, com o apoio de um grande exército, o Reino do Benin conseguiu expandir seus territórios, conquistando mais de duzentas aldeias e cidades localizadas em regiões situadas mas ao norte, tais como Owo.
- Os habitantes do Reino encaravam a religião como uma vivencia diária, capaz de assegurar a paz e a prosperidade, além de aliviar os sofrimentos. Nos lugares sagrados, os sacerdotes dedicavam-se ao culto de entidades conhecidas como voduns, ancestrais divinizados e associados a algum elemento natural. A principal divinidade cultuada pelos beninenses era OLOKUN, responsável pelas riquezas e saúde das mulheres grávidas.
- No século XV, o obá EWARE promoveu uma série de reformas, tornando o Reino uma grande potênciaafricana. Pouco tempo depois, em 1485, os beninenses receberam a visita do navegador portugues João Afonso Aveiro. A partir de então, indocaram-se relações comerciais entre Portugal e o Reino de Benin, cabendo aos africanos o fornecimento de marfom, pimenta, metais e escravizados ao país europeu.
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- Descripción
- Diapositivas sobre Sin título, creado por Helena Della Giustina Rigone el 19/07/2020.
- Creado por
- Helena Della Giustina Rigone
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